Charlas sexuales a chicos con el síndrome de Down

Antes de mais nada, esclarece uma coisa, o assunto é muito delicado e tem que ser tratado como tal. Mas não vamos esquecer algo que um querido colega disse:As pessoas com síndrome de Down vivem a sexualidade igualzinho ao resto do povo. A condição genética desses seres é só uma máscara, mas por dentro tá o caroço; ou seja, o sujeito que vive sua vida amorosa e sua sexualidade como qualquer um" (Alfredo Jerusalinsky, psicanalista).


Charlas sexuales a chicos con el síndrome de Down

Agora sim, vamos começar com o assunto (por respeito e por questões de protocolo, não vou colocar imagens sobre o tema, espero que entendam).
1) Síndrome de DOWN:
A síndrome de Down (SD) é um distúrbio genético causado pela presença de uma cópia extra do cromossomo 21 (ou parte dele), em vez dos dois habituais (trissomia do par 21), caracterizado por um grau variável de atraso mental e traços físicos peculiares que dão uma aparência reconhecível.sexualSe tu é pai, filho ou parente de alguém que tem essa doença, agora vamos falar sobre alguns aspectos, inclusive como lidar com a maturação sexual dela.
A vida de uma pessoa com síndrome de Down é dividida em fases reconhecíveis (como todo mundo sabe, a síndrome varia e também varia a margem das idades consideradas, mas as fases continuam as mesmas):

1ª fase (de 0 a 3 anos): a sexualidade se desenvolve desde a primeira infância. O garoto recebe como prazer o peito da mãe, o agasalho e a higiene. Assim, a criança entende que o prazer deve ser vivido com o próximo e não ser ela a única fonte.Nessa fase, o menino se desenvolve normalmente, tendo a infância de um garoto e conhecendo o corpo feminino. Esse é um dos passos mais importantes da vida dele. A mãe precisa estar preparada psicologicamente pra acompanhar o filho, já que vai ser a primeira experiência dele com uma mulher.

mae2º passo (de 6 a 9 anos): o menino com Down começa a substituir suas atividades prazerosas por outras (professora, terapeuta, amigos), o que permite que ele simbolize (direcione) suas pulsões sexuais.Essa fase é a base da infância dela, embora não influencie diretamente a aparência sexual, é o alicerce do desenvolvimento da comunicação. Ela precisa aprender a ter relações e trocar aspectos íntimos. Assim, vai alcançar uma maturidade sexual bem completa.

corpo3º passo (dos 9 aos 12 anos): na puberdade, é preciso incentivar a separação das crianças por sexo. Assim, os meninos vão definindo os traços típicos do seu gênero (roupa, costumes, linguagem) que vão fazer parte da sexualidade deles.Nessa situação é preciso ter um cuidado especial, porque os caras tendem a confundir amizade com putaria, e isso acaba dando merda no amor. Eles precisam desenvolver bem o jeito de falar e a linguagem corporal. Nessa fase é bem provável que você veja eles se tocando, é normal eles explorarem o corpo e começarem a se conhecer.

FILHOS4º passo (dos 13 aos 20 anos): na adolescência estão os primeiros ensaios amorosos. Aqui se desenrola o plano imaginativo, principalmente nos Down, pra quem a fantasia é mais intensa. Ainda não tem ruptura com a vida infantil. Eles precisam ser menos vigiados pelos adultos.Nessa fase, os jovens se destacam pelo interesse no corpo feminino. Normalmente, começam a ter outro tipo de amizade e já entendem melhor sua diferença com o sexo oposto. É importante que sejam acompanhados o tempo todo pelos pais, e que os introduzam com conversas sexuais adequadas. (no final dessa parte, vamos aprofundar nesse assunto).

padre5º passo (dos 15 aos 25 anos): nessa fase, os jovens com Down conseguem arrumar um(a) parceiro(a). Aqui, o sujeito desloca seu interesse amoroso das relações primárias (pai, irmãos, professores) para um projeto de casal. A dificuldade surge pelo medo dos pais de que eles não mantenham o sentimento amoroso.Aqui se prova o fracasso de 80% dos pais, filhos e os caralho. Os moleques costumam ser bem seguros, e têm uma tendência a formar casais estáveis. Não tenham medo do sofrimento, são pessoas normais, assim como nós sofremos por um love, eles também vão sofrer.

relacao6º passo (a idade varia): quando se consegue substituir o objeto amoroso, o Down está em condições de ter relações sexuais. Esse seria o passo fundamental para se lançar na vida adulta. Não pode ser cumprido plenamente sob o olhar constante do pai ou tutor. Deve-se respeitar a intimidade do jovem para que ele alcance independência sexual.Não tem muito o que dizer, só DEIXEM ELES NO QUARTO COM A PORTA FECHADA. Um erro comum (em todos os pais) é tirar a privacidade de um filho. TAMOS NO SÉCULO 21, galera, e os garotos com habilidades diferentes têm a mesma vontade de se expressar plenamente que você.

SexualidadeComo falar sobre sexo com um garoto que tem síndrome de down
POR ONDE EU COMEÇO?
Os pontos para iniciar a educação sexual de crianças e jovens com capacidades diferentes podem variar. Mas, pra aprender as habilidades pessoais, eles precisam entender:

O que é público e o que é privado: partes do corpo, lugares, atividades.

Corpos e emoções: informação básica necessária pro autocuidado de cada dia.

Limites e relacionamentos: os contatos, a conversa e a confiança que são aceitáveis nos vários tipos de relação.

Distância social: como se dirigir aos outros e como os outros devem se dirigir a ele.

Planos de segurança: o que fazer quando é tocado de forma errada.

Consequências do contato errado: o que pode rolar se alguém tocar outro de modo errado.forma


QUANDO EU DEVO COMEÇAR?



2-9 anos
• Diferenças entre meninos e meninas
• As partes do corpo
• Lugares e comportamentos públicos e privados
• Maneiras de reconhecer e dizer não a contatos inadequados
• Como os bebês nascem
• A masturbação


Traducao  
baixo

10-15 anos
• Menstruação, sonhos com ejaculação e outras mudanças que acontecem na puberdade
• Sentimentos sexuais
• Orientação sexual
• Criar e manter relacionamentos


educacao

16 anos pra cima
• Diferença entre sexo e amor
• Responsabilidades nas relações sexuais
• Responsabilidades da paternidade
• Leis e consequências dos contatos errados com os outros


exemplo

TEMAS PRA FALAR SOBRE SEXUALIDADE
• Lembre-se que a educação sexual não é só sobre sexo. A informação sobre sexo é importante, mas uma educação sexual realmente eficaz precisa incluir informações sobre sentimentos, comunicação, limites, comportamentos em privado e em público, e formação de relacionamentos.Sindrome• O ambiente tem que dar suporte às mensagens na educação sexual. Uma educação sexual de qualidade precisa incluir o ensino e o aprendizado de como ser responsável pelo próprio corpo e pelas próprias ações. As lições devem ser reforçadas com demonstrações sobre o respeito geral ao espaço pessoal de cada um e sobre como tomar decisões.Charlas sexuales a chicos con el síndrome de Down• Deixe bem claras suas próprias atitudes e seus valores. O papel de um pai ou de um educador é sempre manter disponíveis as informações e as oportunidades para desenvolver as habilidades. Tire o tempo necessário para deixar clara a diferença entre a informação dos fatos e as crenças pessoais.sexual• Dê uma olhada antes nos materiais que você vai usar. Examina eles antes de usar como ferramenta educativa. Pode ser que não sejam bem o que você esperava, e ver antes já te prepara pra possíveis perguntas. Garanta que o material é adequado pra idade da criança e pro estilo de aprendizado e idade mental da pessoa com quem você vai trabalhar.mae• Seja claro e específico. Lembre-se de que um dos objetivos da educação sexual é esclarecer conceitos falsos e mitos. Mesmo que possa ser desconfortável, use as palavras certas para as partes do corpo e atividades sexuais. Isso pode ser muito importante para descrever e informar sobre qualquer forma de abuso sexual.corpo• Respeite a necessidade do jovem por privacidade. Lembre-se de que ele precisa de momentos de privacidade para se conhecer, e de tempo com os amigos para desenvolver relacionamentos.
• Não espere uma crise aparecer. Muitos dos problemas com comportamentos errados vêm da falta de educação sobre sexo e regras sociais. Se você der informações básicas sobre o corpo, sobre a diferença entre toques certos e abusivos, e sobre o que é público e privado (tipo, masturbação), vai diminuir a chance de rolar atividades perigosas ou constrangedoras.FILHOS

Agradeço a todos por terem me dado um minuto da atenção de vocês. Um brinde a essa comunidade linda e pra que a gente cresça cada dia mais. Não vamos dar espaço pra discriminação, porque não tem gente mais carente de recursos do que quem discrimina um ser humano.

padre

relacao

SexualidadePara mais informações, deixo aqui o link da Asdra.forma


http://www.asdra.org.ar

2 comentários - Charlas sexuales a chicos con el síndrome de Down

muy interesante amigo... Gracias por la informacion
Es fundamental la educacion .
saludos