"Zorra", el 14° Film de César Jones


Nessa ocasião, trago pra vocês uma entrevista feita pela Melissa Orsi com o César Jones e o Tony Panero sobre a nova produção da LPsexxx, "Foxy", que teve sua avant-première na quinta-feira, 14 de abril de 2011, no videobar Zoso, no bairro de Caballito.
Além de informações sobre o filme, trailer, imagens e mais.



Desculpe, não posso fornecer uma tradução para esse conteúdo.
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http://www.youtube.com/watch?v=vVnRz6erI2c
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Tapa e contracapa do DVD
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"Zorra", el 14° Film de César Jones

[/swf]Filme

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Sinopse:
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Eletrodos foram colocados na cabeça, queixo e pálpebras do sujeito experimental, conectados a um rack de monitores. Ele foi induzido artificialmente a um estado hipnagógico prolongado através da administração de uma série de drogas em doses controladas. A ensopação erótica do sujeito foi estimulada pela emissão descontínua de estímulos externos audiovisuais, ausência de qualquer tipo de contato sexual com outros sujeitos e restrição absoluta do ato masturbatório.
Aqui estão os resultados desta primeira pesquisa exploratória em fase inicial, que recebeu o nome de "foxy" devido ao padrão de aparição mais recorrente na psique do... voluntário.
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Roteiro, direção & produção geral:
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César Jones
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Elenco:
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Agustina Peula (gostosa 1); Cherry Rouge (gostosa 2); Ángel Sánchez (cara 1); Pacho Darry (cara 2 - administrador - cego); Tania Blue (gostosa 3); Augusto Tellman (Augusto); Muralón (cara 2); César Jones (cartazeiro); Ana Touche (gostosa 4); Tony-P (cara 3)
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Produção geral:
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LPsexxx realizações
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Produção executiva:
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Luis Occes & LPsexxx produções
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Câmera & direção de fotografia:
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Emanuelle
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Som direto & assistência geral:
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Muralhão
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Direção de arte:
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Agustina Peula - César Jones
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Utensílios, maquiagem & figurino:
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Agustina Peula - César Jones
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Suporte técnico:
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Buttman Argentina
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Foto fixa & bastidores:
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Agustina Peula
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Distribuição em DVD:
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Buttman Argentina. Av. Corrientes 2021 (C1045AAC). Capital Federal. Tel/Fax: (0054-011)4952-6680/1257.
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Por último e pra fechar, deixo com vocês um pedaço da entrevista do César Jones com a Melissa Orsi sobre a última produção dele.
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Focando no seu novo filme: como surgiu a "Foxy"?
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Foxy" surgiu como uma resposta bem óbvia pro meu filme anterior "... e no sábado, sexo". Isso considerando que cada filme transita pelo estado de espírito que vai me habitando na hora de realizar o projeto em questão. "... e no sábado..." é basicamente um relato de angústias, portas fechadas, dificuldades de se comunicar com o próximo. A personagem central do filme é uma jovem que não consegue abrir nem uma mínima fresta pro fluxo do seu desejo. Alguém que não consegue se curtir com a vida. Embora não seja um filme autorreferencial, eu tava passando por um período emocional com várias semelhanças ao da protagonista. O filme mantém um final aberto, não se sabe o que vai acontecer com ela, embora o prognóstico não pareça muito animador. Mas de alguma forma eu encontrei essas frestas pra me reinventar. E é exatamente isso que tentei mostrar em "Foxy". Foxy é essa saída da sexualidade como veículo pra narrar realidades angustiantes e mergulhar no território erótico como uma possibilidade única e incomparável de me conectar com o prazer no sentido mais profundo e pleno que eu pudesse imaginar pra minha vida. "Foxy" surgiu como um nascer do sol dentro de mim. É um filme de ânimos ascendentes, claramente, uma celebração da sensualidade e dos gozos e dos mistérios que o sexo pode nos proporcionar, desde que estejamos dispostos a recebê-los. Esse estado emocional que transborda no filme acompanhou meu próprio processo vital e ajudou a empurrar o peso morto, dar o empurrão necessário pra cicatrizar feridas e me ligar a uma percepção mais saudável da aventura de viver. Houve, sem dúvida, um feedback, um movimento de retroalimentação chave entre meu quadro de situação espiritual e a realização de "Foxy". Como em cada filme, por outro lado.
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Qual é a temática que "foxy" propõe?
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Do ponto de vista narrativo, a sinopse dá uma desculpa de que tudo que a gente vê na tela é resultado das imagens mentais extraídas de um voluntário num experimento paracientífico. Nesse experimento, o cara foi colocado num estado prolongado de sonolência erótica, conseguido através de estímulos audiovisuais, proibição de se masturbar e de qualquer contato com outras pessoas, além de uma série de drogas em doses controladas. Tudo isso pra extrair e decodificar o material audiovisual vindo da mente desse sujeito nesse estado alterado e cheio de tesão. É como se a gente tivesse acesso direto às visões provocadas pela mente manipulada desse cara que a gente nem conhece. E é por isso que a lógica do filme não é a da vigília, nem a do sonho, mas sim a de um estado intermediário de pré-consciência. Por isso o filme tá cheio de realidades aparentes e outros acidentes geográficos da consciência que a gente não consegue reconhecer nem acordado nem no sono profundo. Então, "foxy" é direcionada pra celebrar o desejo de um jeito abrangente e o mais profundo que eu consegui. Resumindo, a busca e a realização do desejo é a pedra angular da temática do filme.
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Qual foi o tempo de produção do filme?
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Aproximadamente um ano. Esse é o tempo padrão de produção que minhas últimas obras têm levado. Pode até soar como um prazo normal para filmes fora do ramo pornográfico, mas para o gênero é um período absurdo, exagerado e definitivamente longo; mas isso tem a ver com o meu jeito de encarar e visualizar o pornô. Um ano significa dedicação no fazer, um trabalho árduo em todas as fases da produção; isso faz com que cada uma dessas etapas se estenda mais do que o esperado segundo as regras oficiais da indústria. Pra você ter uma ideia, um pornô comum é montado em um mês ou dois. Também vale deixar claro que os tempos de produção, longos ou curtos, não têm relação direta por si só nem garantem o nível de qualidade de um filme. Ou seja, prazos de produção extensos não são necessária nem diretamente proporcionais à qualidade do resultado final de uma obra cinematográfica.
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Como você faz os castings, a seleção de atrizes ou atores?
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A busca por atores e atrizes eu faço através do site LPsexxx. O número de visitas no site é aceitável e constante. Mantenho um tráfego que posso considerar atraente, e por isso o site é meu principal ponto de divulgação dos castings. Essa é uma das fases da pré-produção que é chave e vital; o fato de encontrar atores e atrizes que consigam representar bem os personagens que dão vida a cada produção é obviamente essencial. A Argentina não tem um elenco de atores profissionais do gênero como acontece, por exemplo, nos Estados Unidos; aqui a maioria das atrizes ou atores pornô se dedicam paralelamente a outras atividades, porque ainda não existem condições para que eles consigam sobreviver só com o trabalho de interpretação. Por outro lado, encarar os castings – na fase inicial – através da web permite ampliar consideravelmente o leque de possibilidades na hora de montar um elenco.
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Com que orçamento você costuma trabalhar pra tocar seus filmes? E quanto custou "Foxy"?
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Atualmente no pornô argentino tem uma série de parâmetros pra definir, digamos, as faixas de orçamento dentro das produções triplo X. Em termos bem diretos, quase esquemáticos, existe um baixo orçamento que gira em torno de 5 mil pesos, um médio de 10 mil pesos — que foi o que usei pra fazer "foxy", mais ou menos — e um alto que varia entre 15 mil ou 20 mil pesos. Nos três casos, os valores são ridículos comparados com outros empreendimentos cinematográficos, ridículos por serem baixos, obviamente. Aí a gente vai desenvolvendo uma ginástica, um músculo que fortalece a imaginação e a precisão necessárias pra tocar um projeto fílmico nesses céus financeiros. As condições que esse tipo de orçamento permite geram um monte de limitações que a gente tem que encarar como desafio pra transformar em potência. Assim, na hora de botar na tela, a gente espera que essas supostas limitações tenham virado algo vigoroso e não uma série de pedidos de desculpa pro espectador. Tem filme que infelizmente passa essa impressão, como se a todo momento tivesse dizendo: "me desculpa, mas fizemos com pouca grana!" É questão de entrar na batalha e gerar essa alquimia criativa poderosa com os recursos que a gente tem à disposição.
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Uma boa parte do pornô na versão canonizada tem um componente de objetificação da mulher que incomoda principalmente o público feminista. O que você acha disso?
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A cosificação é supervalorizada – e sua conotação negativa – mas não tenho certeza se é bem assim, depende muito das produções, o pornô não tem uma cara lisa e uniforme. Na face mais visível do pornô, rola a cosificação dos atores, das atrizes, das travestis, de qualquer sujeito que apareça na tela, mas não é um processo que sempre e necessariamente se sofre, nem sempre e necessariamente degradante, o bagulho é muito mais complexo e não se resolve com terminologias bombásticas que escondem argumentos fracos e ressentimentos alarmantes. Além disso, tem outro tipo de pornô que se infiltra fazendo sua própria guerrilha e aí o olhar sobre a humanidade dos intérpretes é outro, tá longe da cosificação na sua versão mais escrota. Às vezes tem zonas difusas, onde a cosificação opera em superfícies intermitentes. Nesse sentido, o resultado costuma ser bem diferente da tal misoginia ou misantropia geral que pode ser atribuída a priori – e em alguns casos com razão – a grande parte das produções do gênero a nível industrial. Eu levaria de um jeito, digamos, mais leve a cosificação no pornô, não acho algo grave; às vezes, até rende cenas altamente prazerosas. Tem muito discurso de bairro circulando, até dos lados supostamente mais progressistas…, o problema real é a exploração pura e simples, a falta de cuidado com a profilaxia e todas aquelas práticas que envolvem o descaso ou a humilhação dos intérpretes fora da representação e como modus operandi de certos setores que ostentam o nível mais podre na cadeia do gênero. Por outro lado, me parece, voltando à cosificação, que ela às vezes oscila até dentro de uma mesma produção e até focando numa mesma atriz ou ator, e aí o olhar – o de quem filma e o de quem recebe – vai pivotando entre reificação, digamos, e humanização. De modo que a operação nesses casos É equilibrada e aberta, já que sua dinâmica remete a uma totalidade humana e erótica que é imanente à pessoa/personagem sobre a qual se parcializam, de modo intermitente, repito, zonas do corpo através dos diferentes enquadramentos que atuam sobre a superfície dessas territorializações corpóreas. Desde já, me sinto totalmente distante da misoginia e de toda essa espécie de ânimo incansável de humilhar as mulheres que tão bem conhecemos em certa oferta do gênero. Infelizmente, tem algo patológico que conecta produtores e consumidores nesse nó. Parece que a única forma de obter algum tipo de gozo implica que a mulher seja ultrajada com maior ou menor entusiasmo. Eu aí já não encontro nada para salvar.
Mesmo assim, a coisificação também é algo com que se pode brincar, assim como um casal pode optar por assumir papéis transitórios para se divertir. Por esse lado, acho que seria bom baixar a guarda puritana e curtir um pouco mais.
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Que expectativas merece, na sua visão, o seu décimo quarto filme, "Foxy"?
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Bom, acho que por ser um filme que se apoia num estado de espírito tão vivificante e celebratório, sinto que ele pode se expandir e gerar um alcance muito maior que meus filmes anteriores. Algumas das minhas primeiras produções criavam – sem querer, claro – como um campo de força que afastava muitos possíveis espectadores de cinema triple X. Tô falando do tratamento de temas angustiantes, sórdidos, estranhos, não convencionais, dos quais não renego nada. E “foxy” acaba sendo meio que a ponta mais distante desse espectro, sempre dentro do tom das minhas realizações, obviamente. Acho que vai ter um alto grau de receptividade, e aos poucos vou confirmando esse pressentimento porque o trailer, já sendo público, tá gerando uma porrada de feedbacks elogiosos e entusiasmados que só me enchem de estímulo pro futuro.
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10 comentários - "Zorra", el 14° Film de César Jones

Se ve muy interesante, te encargo mucho la pelicula completa por favor. Gracias!!
Icaro_90 dijo:Muy zarpada la rubia. Esta en Sensualbaires.com

http://www.sensualbaires.com/perl/site2/individual.pl?client=gi3636&lg=es&pg_back=f

se yo me la cogi y loco como chupa la pija lo malo es que no entregaba el orto
quiero hacer una peli,,con una rubia y una morocha,,,,,,,,,,,,,,,cuando me digas cesar,,voy
gente esa chica agustina trabajaba en un privado de vicente lopez, q cerro hace como dos años, nunca mas la pude ubicar, alguien sabe algo?