a putinha safada

Lá eu era o capataz geral e tinha toda a equipe sob meu comando.
Os donos moravam na Capital e vinham duas ou três vezes por ano. Nas férias, o lugar ficava cheio, já que a propriedade fazia limite com o mar e também era cortada por um braço do rio Quequén.
Durante essa época, a família inteira começava a chegar aos poucos, ao longo dos anos. Fui vendo as crianças crescerem e formarem suas próprias famílias.
A história se concentra em Lucrecia, filha mais velha da família, que tinha uns 19 anos — corpo formado, peitões gostosos, um rabão delicioso, muito bem feita — e que naquele verão tinha vindo com o namorado e uma prima, em dezembro.
Os dias passavam: de manhã, eles iam para a praia com uma charrete puxada por um par de cavalos que eu deixava pronta. Era o melhor transporte, porque chegar de carro ou caminhonete era difícil, tinha que dar uma volta de vários quilômetros. Eles voltavam no final da tarde.
Num desses dias, à noite, houve uma grande briga entre eles. Parece que o namorado e a prima tinham se envolvido, e Lucrecia os pegou.
No dia seguinte, bem cedo, o namorado e a prima juntaram as coisas, entraram no carro e seguiram para a capital.
Por dois dias, Lucrecia não saiu de casa. A charrete ficou atada, sem uso.
No terceiro dia, ela me pediu que queria ir à praia e se eu podia levá-la.
Disse que a levava, deixava lá e depois buscava.
Ela aceitou, e partimos para a beira do mar — uma viagem que levava uns 25 minutos. Chegamos, desci todas as coisas, a comida etc.
Combinamos que por volta das 4 ou 5 da tarde eu voltaria para buscá-la. E assim foi: lá pelas quatro e meia eu estava no local. Ela estava com um biquíni que deixava ver aquela mulher animal que a gente imaginava e que a gente via de vez em quando.
Isso se repetiu por vários dias. Ela começou a criar intimidade comigo e passou a me insinuar coisas — como eu era um homem forte, maduro, que certamente tinha experiência com mulheres.
Eu preferia... fingir que não via nada porque o trabalho vinha primeiro e o salário era muito bom, para perder tudo por uma aventura, com a filha do patrão. Mesmo eu estando sozinho e não faltando vontade de comer a gostosa.

Os dias passavam e as coisas foram esquentando, quando íamos na carruagem ela já se sentava do meu lado e me tocava, me esfregando, procurando confusão.

Eu sempre na minha, mas o pau não dava pra disfarçar. Deixo ela e vou embora, como todos os dias, na hora de buscá-la, fui direto para a costa, e ao chegar ela estava totalmente nua, deitada no colchonete tomando sol. Eu fiquei louco porque nunca tinha visto algo assim, uma bunda perfeita, uns peitos que eram um sonho, ela se vira, me olha, dá risada e me diz para ir, eu fui, quando me aproximo, ela se levanta e me abraça, me beija e eu respondi, esqueci de tudo. Comecei a chupar, mordi os peitos dela, meti a mão por todo lado, ela estava fervendo e gemendo, enquanto esfregava aquela bunda linda no meu pau, totalmente excitado, começo a tirar a roupa, fico só de cueca, ela continuava se mexendo, esfregando tudo, eu mordia o pescoço dela até que ela tira o volume, eu bem dotado, pau longo e grosso, coisa que ao ver ela parou um pouco, mas estava muito quente para pensar, aí ela se ajoelhou no colchonete e colocou na boca, uma chupadora experiente, porque sabia muito bem o que fazia, lambia a cabeça, chupava de um jeito que nem as putas que pagávamos na cidade tinham feito.

Depois de um tempo, eu quis segurar, mas gozei na boca dela, coisa que nem a abalou, porque ela engoliu toda a porra.

Ela pediu se eu chupava a bocetinha dela, coisa que eu fiz, nisso eu era muito experiente porque adorava, ver elas se contorcerem, como a maioria faz de olhos fechados, e me dá um prazer imenso, me deixa louco, quando eu entendi que ela estava no máximo, deitei ela bem no colchonete, abri as pernas dela e a coloquei na posição para começar a penetrar.

Ela pediu para eu ir com calma, que tinha feito poucas vezes com o namorado, que a... eu tinha desvirginado. eu disse que ia tentar (o que era difícil, já que fazia as putas da cidade sofrerem) porque sou muito dotado, disse que ia introduzir devagar e comecei a colocar, mas por mais suave que fosse ela começou a gemer e a sentir como eu estava alargando. fui aos poucos até chegar no fundo, fiquei empurrando sem tirar, o gemido dela foi ficando cada vez mais forte.

Ela começou a se mexer quando já tinha dilatado, comecei a tirar e colocar, o bombeio deixava ela louca, ela arranhou minhas costas toda porque quando eu tocava lá dentro ela enterrava as unhas de dor, mas eu gozei e quis tirar e ela disse para eu gozar tranquilo porque ela tomava pílula, então enchi ela de porra. Fiquei em cima dela um tempo até tirar e deitei do lado em silêncio.

Depois de um tempo ela quebrou o silêncio dizendo que tinha sido doloroso mas lindo, que ela tinha gostado e queria continuar fazendo comigo.

Pedi discrição porque a família podia me matar. Ela disse para eu ficar tranquilo que ela era discreta.

Voltamos e fiquei pensando no que tinha acontecido, mas estava disposto a correr os riscos porque valia a pena.

No outro dia tudo igual, deixei ela como sempre, mas ela me beijou, me apalpou, mas eu disse que tinha que voltar porque na fazenda iam se preocupar e não iam vir buscar e não era conveniente.

Então voltei.

À tarde fui buscar ela, ela já estava ansiosa esperando, nem me deixou chegar que já pulou em cima de mim e me despiu em um segundo.

Deixei ela fazer, ela começou a me chupar e eu disse para ela deitar em cima de mim de bruços, ficamos de 69, nos beijamos.

Fiz ela gozar e eu segurei, tirei, então virei ela e ela ficou em cima de mim. Quando ia colocar, ela pediu para eu passar creme de ordenha, ela tinha trazido para lubrificar porque tinha doído.

Passei e disse que ela ia se acostumar e que não ia doer.

Ela subiu e colocou enquanto eu lambia os mamilos dos peitos dela.

Começou a cavalgar até que... gemendo e se lambendo, ela tinha tido um orgasmo animal. Ficou um tempinho e tirou — eu ainda não tinha gozado, fiquei deitado e ela começou a chupar pra que eu gozasse na boca dela, e me deixar bem satisfeito. Eu parei ela.

Aí aproveitei e falei: queria que me agradasse, quero fazer pelo cu (porque é uma coisa que sempre adoro fazer). Ela me olhou e disse: isso vai me doer muito, nunca fiz, mas minhas amigas que fizeram disseram que dói.

Fiquei travado, sem conseguir avançar.

Ela, depois de um momento, me diz: bom, vamos tentar. E se posicionou de quatro, colocando na minha frente aquele bumbum redondo que eu queria arrombar.

Peguei o lubrificante, passei no pau todo, coloquei com o dedo na portinha, segurei ela pela cintura, apoiei a cabeça e comecei a encaixar.

Com suavidade comecei a entrar, ela deu um grito de dor, mas eu não tirei — continuei devagar, mas continuei enquanto ela gritava e se contorcia de dor. Enfiei tudo dentro, ela gemendo e reclamando.

Comecei a mover e, em segundos, inundeia aquele cu todo de porra que saiu durante um tempão.

Não conseguia acreditar no que tinha feito sexualmente.

Depois de um tempo, fomos para o mar nos refrescar. Ela estava dolorida e me disse que tinha sentido um prazer enorme.

Juntamos tudo e fomos para a casa. Quando chegamos, os pais e as irmãs tinham vindo buscar a Lucrecia, sabendo que ela tinha brigado com o namorado e com a prima.

E assim passou esse momento de prazer na minha vida, que guardo como algo que nunca vou esquecer.

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