Faz tempo que leio os tutoriais mas não consigo colocar essa porra no ar, desculpa, linka aí e vamos pra outra, o vídeo tá foda e segue a narrativa
http://www.freeviewmovies.com/porn/32833/guys-wife-fucks-a-black-man---hubby-films.htmlRomina e a armadilha do desejo 9
Passaram-se algumas semanas, as festas já estavam chegando. A Romi queria passar o Natal na casa dos pais dela e o Ano Novo na minha. Eu tinha falado com minha mãe e iam vir de Córdoba minha irmã, com o Juan, marido dela. A situação estava insuportável pra mim. O Juan, aquele que tinha comido minha mãe e minha irmã, ele sozinho, com o pai dele, com amigos. Era demais. Obviamente eu me sentia muito mal com isso. Passaram-se alguns dias sem a gente falar no assunto. A Romi tinha me evitado sexualmente, dizia que estava cansada, mas ao mesmo tempo se vestia sensual como sempre e se comportava de maneira sedutora.
No terceiro dia, ela me esperava vestida com a calcinha e uma camisetinha curta, o chimarrão pronto, me beijou e acariciou, me esquentando na hora. Ela se ajoelhou, libertou meu membro e me chupou um pouquinho. Levantou-se e, sentando, continuou com o mate.
— Por que você não quer passar o Ano Novo na casa dos seus pais? — atacou direto.
— Ehh... não sei... sei lá...
— Tem algo estranho aí... né? — ela se ajoelhou na minha frente e tirou ele pra fora da calça de novo, passou a linguinha pela cabeça, mas nada mais. — Nosso amigo aqui me diz que tem coisa... tá bem durinho... como quando tá muito excitado... o que foi, amiguinho? — disse, dando uma lambida no pau e como se estivesse falando com ele.
— Bom... na verdade, minha irmã vai vir.
— Ia adorar conhecê-la... — disse enquanto dava outra lambida lenta, percorrendo meu membro. Eu não aguentava mais de tesão.
— Bom, o marido, o Juan... é quem enfestava ela com minha mãe e todas as outras coisas que faziam.
— E... você tem medo que ele coma a putinha...? — não respondi.
— Ai... amor, se você não quer mais brincar, não tem problema... volto a me vestir com a roupinha de antes... mais de boa e a gente termina o joguinho... — ela se levantou e voltou a me servir chimarrão. Disse que ia pro jardim trabalhar nas plantas. À noite, ela se deitou de fio-dental, com a bunda bem oferecida. para o meu lado. Quando acariciei ela, disse que estava cansada.
- Por favor, amor... – falei, ela se virou e me olhou nos olhos.
- Arranja um jeito de passar a festa na casa dos seus pais... senão amanhã mesmo o jogo acaba... além disso, vai saber se aquele Juan vai me achar interessante... ele já deve ter comido tantas vadias...
Obviamente não consegui dormir, não queria voltar atrás nos nossos jogos, mas só a ideia de vê-la com o Juan me doía muito, mas tenho que admitir que também me deixou com tesão.
Voltei do trabalho no dia seguinte com um buquê de flores, Romi me olhou com um sorriso, sabia que tinha ganhado de novo.
- Que vestidinho eu ponho... vamos escolher... – fomos pro quarto e ela começou a experimentar combinações diferentes, finalmente escolheu o vermelho com uma calcinha fio dental preta, exagerado, pensei.
Finalmente chegou o dia da festa. Romi estava pronta e veio me ver no banheiro, enquanto eu tomava banho. Meu pau reagiu na hora. Romi agarrou ele e começou a me masturbar.
- Vou te dar uma aliviada no tesão... senão... – e me masturbou até eu gozar e me apertou forte quando aconteceu, depois me beijou e disse pra eu me apressar.
Fomos com a neném e ela no carro. Quando chegamos, meu pai a pegou pela cintura e beijou sua bochecha bem perto dos lábios. Minha irmã estava grávida de oito meses, Juan estava mais forte, vi de novo a tatuagem da faca no braço dele e imagens do passado vieram à minha mente. Olhei pra Romi e ele me parabenizou.
- Que pedaço de mulher, irmão... , durante o jantar todo Juan ficou atento aos movimentos da Romi, e fazia comentários e piadas com ela. Em um momento a neném estava cansada e Romi perguntou onde poderia deitá-la, minha mãe sugeriu que o quarto da minha irmã estava vago, Juan se ofereceu pra acompanhá-la pra mostrar e pegou a neném nos braços embalando-a. Eu me esgueirei como pude pra cima e tentei me esconder, o único lugar que encontrei foi debaixo da cama. Eles entraram no quarto e senti quando Juan colocou a neném na cama.
- Te Ficou linda a menina.
- Obrigada...
- Se sair putinha igual à mãe...
- O que você tá dizendo, qual é o seu problema...!!!, disse Romi irritada.
- Escuta aqui..., você vem com esse vestidinho, com essa calcinha fio-dental e vai bancar a santinha - imaginei que ele tinha agarrado seu braço puxando-a.
- Me solta que a menina tá dormindo...!!
- Você tá com vontade de ser fodida, não é...? Romi deu um empurrão no peito dele e foi em direção à porta. Juan a agarrou pelo braço e a puxou para perto, Romi resistiu um pouco, mas logo estavam se beijando e o cara a apalpava à vontade.
- Que bunda gostosa você tem, gata..., você vai adorar que eu enfie meu amigo em você... – e soube que ele levou a mão ao seu membro.
- Hmmm...., não sei...
- Vai, putinha, ajoelha e dá oi pra ele, não temos muito tempo... – Romi se ajoelhou e imaginei que ela estava chupando ele.
- Você gosta..., já comi sua sogra e sua cunhada..., só falta você...
- Mas não temos tempo agora..., por que você não vem amanhã em casa...?
- E seu marido...?
- Ele gosta de ver quando me comem..., senti o grunhido de Juan que terminou com o que Romi disse - Vou falar pro meu marido..., quer...?
- O que você vai falar, putinha...?
- Que ele te pergunte se você pode vir em casa..., tem uma mancha de umidade na parede..., me disseram que você é pedreiro... – Juan sorriu ironicamente.
- E ele vai ficar nos olhando, enquanto a gente fode...?
- Se você quiser, claro...,
- Fala pra ele me convidar...,
Juan saiu do quarto, saí de debaixo da cama, Romi tinha restos de porra na boca, me beijou, um beijo bem longo...,
- Vai sentindo o gostinho..., você já ouviu e apertou meu pau saindo do quarto.
- Quando desci, perguntei à minha irmã se podia me emprestar o Juan um pouco, amanhã à tarde quando terminássemos de celebrar, pra ele ver uma mancha de umidade na parede. Aquela noite ficamos a dormir na casa dos meus pais, Romi me disse.
- Que pena, eu teria adorado terminar o ano fodendo...
- E vamos aproveitar.
- Você tem que guardar sua porra pra amanhã, disse e me beijou.
http://www.freeviewmovies.com/porn/32833/guys-wife-fucks-a-black-man---hubby-films.htmlRomina e a armadilha do desejo 9
Passaram-se algumas semanas, as festas já estavam chegando. A Romi queria passar o Natal na casa dos pais dela e o Ano Novo na minha. Eu tinha falado com minha mãe e iam vir de Córdoba minha irmã, com o Juan, marido dela. A situação estava insuportável pra mim. O Juan, aquele que tinha comido minha mãe e minha irmã, ele sozinho, com o pai dele, com amigos. Era demais. Obviamente eu me sentia muito mal com isso. Passaram-se alguns dias sem a gente falar no assunto. A Romi tinha me evitado sexualmente, dizia que estava cansada, mas ao mesmo tempo se vestia sensual como sempre e se comportava de maneira sedutora.
No terceiro dia, ela me esperava vestida com a calcinha e uma camisetinha curta, o chimarrão pronto, me beijou e acariciou, me esquentando na hora. Ela se ajoelhou, libertou meu membro e me chupou um pouquinho. Levantou-se e, sentando, continuou com o mate.
— Por que você não quer passar o Ano Novo na casa dos seus pais? — atacou direto.
— Ehh... não sei... sei lá...
— Tem algo estranho aí... né? — ela se ajoelhou na minha frente e tirou ele pra fora da calça de novo, passou a linguinha pela cabeça, mas nada mais. — Nosso amigo aqui me diz que tem coisa... tá bem durinho... como quando tá muito excitado... o que foi, amiguinho? — disse, dando uma lambida no pau e como se estivesse falando com ele.
— Bom... na verdade, minha irmã vai vir.
— Ia adorar conhecê-la... — disse enquanto dava outra lambida lenta, percorrendo meu membro. Eu não aguentava mais de tesão.
— Bom, o marido, o Juan... é quem enfestava ela com minha mãe e todas as outras coisas que faziam.
— E... você tem medo que ele coma a putinha...? — não respondi.
— Ai... amor, se você não quer mais brincar, não tem problema... volto a me vestir com a roupinha de antes... mais de boa e a gente termina o joguinho... — ela se levantou e voltou a me servir chimarrão. Disse que ia pro jardim trabalhar nas plantas. À noite, ela se deitou de fio-dental, com a bunda bem oferecida. para o meu lado. Quando acariciei ela, disse que estava cansada.
- Por favor, amor... – falei, ela se virou e me olhou nos olhos.
- Arranja um jeito de passar a festa na casa dos seus pais... senão amanhã mesmo o jogo acaba... além disso, vai saber se aquele Juan vai me achar interessante... ele já deve ter comido tantas vadias...
Obviamente não consegui dormir, não queria voltar atrás nos nossos jogos, mas só a ideia de vê-la com o Juan me doía muito, mas tenho que admitir que também me deixou com tesão.
Voltei do trabalho no dia seguinte com um buquê de flores, Romi me olhou com um sorriso, sabia que tinha ganhado de novo.
- Que vestidinho eu ponho... vamos escolher... – fomos pro quarto e ela começou a experimentar combinações diferentes, finalmente escolheu o vermelho com uma calcinha fio dental preta, exagerado, pensei.
Finalmente chegou o dia da festa. Romi estava pronta e veio me ver no banheiro, enquanto eu tomava banho. Meu pau reagiu na hora. Romi agarrou ele e começou a me masturbar.
- Vou te dar uma aliviada no tesão... senão... – e me masturbou até eu gozar e me apertou forte quando aconteceu, depois me beijou e disse pra eu me apressar.
Fomos com a neném e ela no carro. Quando chegamos, meu pai a pegou pela cintura e beijou sua bochecha bem perto dos lábios. Minha irmã estava grávida de oito meses, Juan estava mais forte, vi de novo a tatuagem da faca no braço dele e imagens do passado vieram à minha mente. Olhei pra Romi e ele me parabenizou.
- Que pedaço de mulher, irmão... , durante o jantar todo Juan ficou atento aos movimentos da Romi, e fazia comentários e piadas com ela. Em um momento a neném estava cansada e Romi perguntou onde poderia deitá-la, minha mãe sugeriu que o quarto da minha irmã estava vago, Juan se ofereceu pra acompanhá-la pra mostrar e pegou a neném nos braços embalando-a. Eu me esgueirei como pude pra cima e tentei me esconder, o único lugar que encontrei foi debaixo da cama. Eles entraram no quarto e senti quando Juan colocou a neném na cama.
- Te Ficou linda a menina.
- Obrigada...
- Se sair putinha igual à mãe...
- O que você tá dizendo, qual é o seu problema...!!!, disse Romi irritada.
- Escuta aqui..., você vem com esse vestidinho, com essa calcinha fio-dental e vai bancar a santinha - imaginei que ele tinha agarrado seu braço puxando-a.
- Me solta que a menina tá dormindo...!!
- Você tá com vontade de ser fodida, não é...? Romi deu um empurrão no peito dele e foi em direção à porta. Juan a agarrou pelo braço e a puxou para perto, Romi resistiu um pouco, mas logo estavam se beijando e o cara a apalpava à vontade.
- Que bunda gostosa você tem, gata..., você vai adorar que eu enfie meu amigo em você... – e soube que ele levou a mão ao seu membro.
- Hmmm...., não sei...
- Vai, putinha, ajoelha e dá oi pra ele, não temos muito tempo... – Romi se ajoelhou e imaginei que ela estava chupando ele.
- Você gosta..., já comi sua sogra e sua cunhada..., só falta você...
- Mas não temos tempo agora..., por que você não vem amanhã em casa...?
- E seu marido...?
- Ele gosta de ver quando me comem..., senti o grunhido de Juan que terminou com o que Romi disse - Vou falar pro meu marido..., quer...?
- O que você vai falar, putinha...?
- Que ele te pergunte se você pode vir em casa..., tem uma mancha de umidade na parede..., me disseram que você é pedreiro... – Juan sorriu ironicamente.
- E ele vai ficar nos olhando, enquanto a gente fode...?
- Se você quiser, claro...,
- Fala pra ele me convidar...,
Juan saiu do quarto, saí de debaixo da cama, Romi tinha restos de porra na boca, me beijou, um beijo bem longo...,
- Vai sentindo o gostinho..., você já ouviu e apertou meu pau saindo do quarto.
- Quando desci, perguntei à minha irmã se podia me emprestar o Juan um pouco, amanhã à tarde quando terminássemos de celebrar, pra ele ver uma mancha de umidade na parede. Aquela noite ficamos a dormir na casa dos meus pais, Romi me disse.
- Que pena, eu teria adorado terminar o ano fodendo...
- E vamos aproveitar.
- Você tem que guardar sua porra pra amanhã, disse e me beijou.
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