Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.Aqui vão alguns fatos curiosos e interessantes sobre sexo.•Paus na Grécia: Na Grécia, paus pequenos e durões eram admirados, enquanto os grandes eram considerados feios.
• Adultério em Roma: O castigo pra adultério em Roma era cortar o nariz.
• Esperma Medieval: Na Idade Média, acreditava-se que tanto homens quanto mulheres produziam espermatozoides.
• Lei na Inglaterra: Até 1884, uma mulher na Inglaterra podia ser presa por negar sexo ao marido.
• Pagamento com esposa: Na Babilônia, os caras podiam oferecer as próprias esposas como garantia de empréstimo.
• Ramsés II: Dizem que o faraó Ramsés II teve 160 filhos.
• Menstruação: Na era vitoriana, as mulheres menstruadas eram tratadas como doentes e obrigadas a ficar de cama.
• Sexo oral: É ilegal nos estados do Arizona, Flórida, Minnesota, Louisiana, Carolina do Norte e do Sul, Utah e Virgínia.
• Prazer no coito: Na Idade Média, a doutrina cristã mandava evitar o coito a todo custo. Só valia pra procriar, e não podia sentir prazer durante a transa.
• Papai e mamãe: Por centenas de anos, a única posição aceita pela Igreja Católica pra transar era a posição do papai e mamãe.
• Castigos: Em Paris, depois de 1635, as putas eram castigadas com chibatadas, cabeça raspada e expulsas da cidade.
• Adultério: Na antiga Babilônia, o código de Hamurabi punia a mulher que fosse estuprada. Se uma mulher casada fosse estuprada, era considerado adultério por parte dela. Ela e o estuprador eram condenados a morrer afogados.
• Lei: A antiga lei hebraica obrigava o estuprador a pagar uma grana pro pai da vítima e casar com ela.
• Consentimento do Rei: Na Inglaterra antiga, ninguém podia transar sem a permissão do rei (a menos que fosse da família real). Quando as pessoas queriam ter um filho, precisavam pedir uma autorização ao monarca, que entregava uma placa para ser pendurada do lado de fora da porta enquanto transavam. A placa dizia "Fornication Under Consent of the King" (F.U.C.K.). Essa é a origem da palavra.
• A Lei Cornélia, promulgada pelo ditador Lúcio Cornélio Sila, proibia práticas abortivas. O imperador Augusto, preocupado com as baixas taxas de natalidade da época, criou medidas para obrigar os jovens romanos a se casar e proibiu o uso de anticoncepcionais e o aborto.
• O naturalista latino Plínio, o Velho, que tinha um conhecimento imenso em várias áreas científicas, tudo registrado na sua *História Natural*, também menciona anticoncepcionais.
• O médico Sorano de Éfeso, contemporâneo de Adriano (76-138), recomendava na sua *Ginecologia*, obra que ganhou prestígio nos séculos seguintes, o uso de uma mistura de azeite velho, mel e bálsamo ou resina de cedro, que devia ser introduzida no útero.
• Ele também defendia um método que se mostrou bem eficaz. Consistia em enfiar uma bolinha de lã na buceta, empurrada até a entrada do colo do útero, depois de encharcada de vinho ou outras substâncias pegajosas (um líquido onde se dissolvia casca de pinheiro antes).
• Outro método era criar uma crosta no pau, usando uma pomada que matava o esperma, bloqueando o acesso ao colo do útero.
• No terceiro milênio antes de Cristo, na Babilônia, todas as mulheres tinham a obrigação, pelo menos uma vez na vida, de ir ao santuário de Militta (a Afrodite grega) para transar com um estrangeiro como sinal de hospitalidade, em troca de um pagamento simbólico. Esse ritual vem da deusa suméria Innana, deusa da beleza e da sensualidade. As sacerdotisas dela, que tinham se consagradas virgens a serviço do templo, davam pra quem deixasse uma oferta em dinheiro pra deusa. Na Bíblia, tem um monte de referências aos atos "abomináveis" dessas sacerdotisas cananeias.
• Na sociedade norte-americana, uns anos atrás, bater uma era malvisto, principalmente pela religião, onde esse ato de punheta era um dos piores pecados. O povo achava que essa prática trazia desgraça de todo tipo, tipo câncer, cegueira, impotência, loucura e fraqueza mental, entre outras.
• John Harvey Kellogg achava que tinha a solução, e que o problema da galera se masturbar eram os hábitos alimentares da sociedade, então ele inventou uns cereais pro café da manhã. Fundou também a Corn Flake Company, que mais tarde virou Kellogg Company. Com esses cereais, meio sem gosto, ele tentou criar uma sociedade pura e casta, igual o próprio inventor, que foi casado com a mulher e confessou que durante 40 anos de convivência não transou, nem dividiu a cama, só o quarto. Kellogg era a favor da castração química e contra camisinha e amor livre.
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• Nos anos dourados do cinema, mostrar o umbigo na telona era uma provocação sexual, principalmente se fosse feminino.
• Assim, rola a paradoxo de Victor Mature poder mostrar o dele sem vergonha em Sansão e Dalila (1940), enquanto a parceira de elenco, Hedy Lamarr, teve que esconder o dela atrás de xales e joias.
• Do mesmo jeito, anos antes, a atriz Carole Landis escondeu o dela debaixo de um maiô de pele na versão de 1932 de Há um Milhão de Anos.
• Por sorte, em 1964, a moral já tinha mudado, e Raquel Welch não teve problema pra exibir o dela no remake dessa epopeia pré-histórica.
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• Conta a lenda que um dono de pousada italiano viu a deusa Vênus pelada. Impressionado com a perfeição do umbigo dela, quis recriar aquele detalhe perfeito. • Mas como, se ele não era pintor nem escultor? Ele fez na cozinha, com a massa do macarrão.
• Amassou mil vezes até conseguir a forma desejada. O resultado chamou de tortellini, que popularmente são conhecidos como “umbigos de Vênus”.
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• O pau no século XVII: No século XVII, alguns médicos acreditavam que paus muito curtos eram porque a mãe natureza tirava desse órgão o material que faltava para completar outras partes do corpo. Já os longos eram produto do tecido que sobrou.
• Olhar mortal da menstruação: Segundo Alberto Magno, durante a menstruação as mulheres exalam pelos olhos um vapor nocivo que pode até causar a morte.
• Paus nos rituais de Príapo: Na Grécia Antiga, durante os rituais de Príapo, desfilavam em procissão carregando paus de madeira de vários tamanhos e jogavam figos na multidão. O pau maior era transportado numa carroça puxada pelos jovens falóforos.
• A sífilis mitológica: A palavra sífilis vem de um poema escrito por Girolamo Fracastoro chamado *Syphilis sive Morbus Gallicus*, onde Apolo castigava o pastor Sífilo com essa doença terrível.
• Os anticoncepcionais de Casanova: Pra não engravidar as damas que caíam nos braços dele, Casanova usava um anticoncepcional curioso: uma bolinha de ouro de 60 gramas que ele enfiava na buceta.
• O povo nayar e os amantes: A tradição do povo nayar, no sul da Índia, obriga as mulheres casadas a receber a visita de amantes. A maioria dos filhos é fruto dessas relações.
• O pau segundo anatomistas medievais: Alguns anatomistas medievais achavam que o pau era um monte de nervos que nasciam da espinha e terminavam no órgão sexual. Por isso chamavam ele de *cauda nervorum*.
• O perigo de bocejar: Bocejar durante o coito é mortal e impede a fecundação, segundo Plínio.
• Prostitutas turcas: Antigamente, as prostitutas turcas se despiam completamente na frente do cliente, mas tapavam o rosto por pudor.
• O preço do pênis de Napoleão: Em 1977, um urologista norte-americano comprou o pênis de Napoleão por 2500 euros.
• O útero segundo Hipócrates: O útero das mulheres que não praticam o ato sexual com frequência resseca e fecha hermeticamente, atormentando todo o corpo, segundo Hipócrates.
• Teste de fertilidade egípcio: Para saber se uma mulher era fértil, os médicos egípcios mandavam ela sentar numa mistura de farinha de tâmara com cerveja. Se vomitasse, era sinal de que podia engravidar.
• Cintos de castidade: No século XIX ainda tinha médicos que recomendavam que os adolescentes usassem cintos de castidade para evitar a punheta e anéis com pontas por dentro para impedir a ereção.
• Cegos do sexo: A cegueira foi uma das doenças mais comuns na Idade Média, por causa da falta de higiene de quem pegava doenças venéreas.
• A mãe perfeita: O médico gaulês Federé proibia o casamento de todas as mulheres cujos quadris "não ultrapassassem 14 polegadas de diâmetro sacro-ventral no limite superior" porque não eram aptas para a gestação.
• Academia: As mulheres da Grécia pré-clássica iam para as escolas do amor para refinar e aperfeiçoar suas artes amatórias.
• O harém: Para montar o harém, os árabes antigos escolhiam moças com peitos pequenos e firmes, pele viçosa e peluda, porque achavam que mulheres com essas características eram melhores amantes. Já descartavam as que tinham peitões e rosto pálido.
• O afrodisíaco do amor: Feijão foi proibido nos conventos porque era considerado um alimento afrodisíaco.
• Prostitutas em Roma: Na Roma antiga, as mulheres de vida fácil eram classificadas em categorias: as delicatae, amantes mantidas pelos ricos; as famosa, filhas e esposas de gente rica que transavam por puro prazer; as **Dorae**: putas que andavam sempre peladas; as **lupae**, que faziam o programa debaixo de arcos e pontes; as **noctilidae**, mulheres que só saíam à noite; as **copae**, que trabalhavam em bares; e muitas outras.
• **Outra forma de passar a rosca**: As sacerdotisas hindus transavam com os fiéis por dinheiro, pra ajudar na manutenção do templo.
• **Úlceras no pau**: Nos séculos XIV e XV, os médicos achavam que o coito interrompido causava úlceras no pênis.
• **Abasiofilia**: Só rola tesão se a parceira for manca.
• **Amaurofilia**: Preferência por ter uma parceira sexual cega ou de olhos vendados.
• **Amomaxia**: Só fica excitado transando dentro de um carro estacionado.
• **Anastimafilia**: Gente que se excita com o sobrepeso dos outros.
• **Androginofilia**: Atração sexual por pessoas andróginas.
• **Androidismo**: Tesão em bonecos ou robôs com aparência humana.
• **Andromimetofilia**: Atração só por mulheres vestidas de homem.
• **Anisonogamia**: Atração por um parceiro muito mais novo ou muito mais velho.
• **Anofelorastia**: Excitação ao profanar objetos considerados sagrados.
• **Antolagnia**: Tesão em cheirar flores.
• **Aracnofilia**: Brincadeira sexual com aranhas.
• **Asfixiofilia**: Também chamada de estrangulamento erótico. Basicamente, é brincar de enforcar o parceiro sexual. Essa perversão erótico-festiva já matou alguns membros do Parlamento britânico e, curiosamente, do partido conservador. O equipamento mínimo pra praticar costuma ser um laço ou corda no pescoço, uma laranja na boca e umas meias brancas…
• **Astenolagnia**: Atração pela humildade, humilhação ou fraqueza sexual alheia.
• **Audiolagnia**: O estímulo principal vem da audição.
• **Autoabasiofilia**: O estímulo é estar ou ficar foda-se.
• **Autoasasinofilia**: Fantasia masoquista de ser assassinado.
• **Autoasesinofilia**: Pessoas que curtem essa perversão ficam sexualmente excitadas quando se colocam em situações onde poderiam morrer.
• Autoasfixiofilia: o estímulo é ser sufocado durante o ato sexual.
• Automamada: Pra bom entendedor, meia palavra basta.
• Automisofilia: atração por ser sujado ou corrompido.
• Autonepiofilia: o estímulo é usar fraldas e ser tratado como um bebê.
• Autopederastia: Obsessão, que rola principalmente na puberdade, onde o sujeito tenta enfiar a pica no próprio cu.
• Axilismo: Masturbação dentro da axila da parceira.
• Blumpy: Essa perversão é simplesmente receber um boquete enquanto você tá cagando no banheiro. Sem dúvida, é mais excitante que ler o jornal. Quem bate uma enquanto caga é só um exemplo de chezolagnia.
• Bukkake: É uma perversão tão japonesa quanto o Tamagotchi e consiste em se masturbar em grupo por cima de uma mulher. A protagonista, geralmente, fica enterrada de um jeito que só a cabeça aparece.
• Catagelofilia: Os catagelofílicos ficam de pau duro quando alguém zoa eles.
• Cateterofilia: Excitação sexual com o uso de algum tipo de cateter.
• Chezolagnia: Só consegue ficar excitado ao se masturbar durante a defecação.
• Coreofilia: Excitação sexual ao dançar.
• Cinofilia: Excitação ao transar com cachorros.
• Ciprieunia: Excitação só com putas.
• Dacrifilia ou dacrilagnia: É um transtorno psicosexual do caralho que rola ao ver a parceira chorando igual uma desgraçada.
• Dendrofilia: Quando a excitação só vem ao se esfregar em árvores.
• Esportes aquáticos: Tipo canoagem, que é transar debaixo d'água, os esportes aquáticos incluem brincar, beber, chapinhar ou se lavar com o mijo de outra pessoa por causa do prazer sexual.
• Dipoldismo: Ficar excitado dando palmadas na bunda de crianças.
• Disciplina das anáguas: Quando te obrigam a Colocar roupa íntima feminina como parte de um ritual de humilhação ou excitação sexual.
• Docking: Vem do inglês e significa "atracar" ou "acoplar", como duas naves espaciais, saca? É próprio do mundo gay. O docking consiste em deslizar o prepúcio sobre a glande do pau do parceiro.
• Dogging: O dogging ou amomaxia é tipo o equivalente anglo-saxão do que aqui no Brasil seria "ir para um matagal" de carro. Basicamente, é chegar com o carro num estacionamento meio afastado e meter bronca com a patroa enquanto os pedestres do local curtem o espetáculo. Basta um sinal (geralmente as luzes do carro) pra avisar o respeitável público que o show vai começar. Um pouco de exercício e fica claro de onde vem o nome "salpicadero".
• Dorafilia: Excitação sexual ao tocar peles de animais, sintéticas ou de qualquer outro tipo.
• Douching: Vem do francês "douche", chuveiro pra quem não manja dos idiomas. Essa prática consiste em injetar um líquido, geralmente água, na buceta, seja por higiene ou pra apimentar a parada sexual.
• Dismorfofilia: Atração por pessoas deformadas (mastectomizadas, corcundas, etc.).
• Ecdemolagnia: Excitação vinda de viajar ou estar longe de casa.
• Flashing: É uma perversão sexual que consiste em mostrar rapidamente os genitais pra pessoas que você encontra na rua. O flashing pode estar levemente ligado à catagelofilia, onde a galera fica com tesão ao passar vergonha.
• Flatofilia: Excitação vinda do cheiro dos gases intestinais próprios ou do parceiro.
• Formicofilia: Excitação sexual ao rastejar de insetos ou bichinhos pequenos (formigas, caracóis, minhocas, etc.) sobre os genitais.
• Fratrilagnia: Atração por relações sexuais incestuosas. Excitação ao imaginar sexo com o irmão.
• Fresh cream dip: O fresh cream dip era uma... Especialidade dos garotos de aluguel britânicos dos anos 50. Eles resolveram besuntar a pica com cream cheese tipo Philadelphia para o deleite oral de seus clientes e clientas.
• Frotismo: É uma das perversões favoritas dos executivos japoneses mais desesperados quando vão pro trampo de metrô. O frotismo ou frottage consiste em esfregar (daí o nome) a piroca em qualquer superfície que sirva pra isso, seja outra passageira ou as portas do próprio vagão. Nove em cada dez viciados desaconselham o uso das portas do trem.
• Furtling: Consiste em fazer as revistas pornô "ganharem vida". Você recorta um buraco pra pica onde deveria estar a buceta da modelo e se bate com a página pendurada. O furtling é quase tão bom quanto a vida real, mas com o inconveniente de você poder se cortar no papel.
• Polvo seco: O polvo seco, ou "prison humping" em inglês, é a típica prática que não recomendaríamos pra quem sofre em silêncio com hemorroidas. Consiste, essencialmente, em praticar sexo anal sem nenhum tipo de lubrificante… no máximo, um pouco de cuspe.
• Poliiterofilia: Pessoas que precisam ter uma série de parceiros sexuais consecutivos antes de chegar ao orgasmo.
• Psicofilia: Excitação causada pelo frio ou por ver pessoas com frio.
• Pubefilia ou ginelofilia: Excitação ao contemplar pelos pubianos.
• Pungofilia: Necessidade de ser espetado pra obter prazer sexual.
• Quinunolagnia: Excitação sexual por se colocar em situações de perigo.
• As sementes espalhadas: Paracelso dizia que o sêmen vinha de todas as partes do corpo e que ia pros testículos durante o ato sexual.
• O cacau e os astecas: Os astecas se excitavam sexualmente bebendo chocolate.
• Os homossexuais godos: Os godos enterravam vivo qualquer um suspeito de ser homossexual.
• Lord Byron e seus primos: Dizem que uma das fantasias do poeta britânico Lord Byron (1788 - 1824) era disfarçar suas amantes com roupas de homem para fazê-las passar por primos nos hotéis onde se encontravam.
• Adultério germânico: Entre os povos germânicos, o adultério era punido com a queima da mulher. O amante era enforcado sobre suas cinzas.
• Os pés chineses: Na China do século XIX, só o marido podia contemplar os pés nus da esposa.
• O clitóris: O médico Nicolás Venette (1622 - 1698) sustentava que a mulher pode se autofecundar se tiver o clitóris perfurado.
• As granjeiras romanas: Plínio garantia que a presença de uma mulher menstruada fazia as sementes esterilizarem, o vinho azedar e as abelhas pararem de fazer mel e morrerem.
• O nariz vermelho: No século XVII, alguns médicos afirmavam que os promíscuos ficavam com o nariz vermelho, sofriam de gota crônica, alopecia e, os mais viciosos, até desenvolviam corcunda.•
• Adultério em Roma: O castigo pra adultério em Roma era cortar o nariz.
• Esperma Medieval: Na Idade Média, acreditava-se que tanto homens quanto mulheres produziam espermatozoides.
• Lei na Inglaterra: Até 1884, uma mulher na Inglaterra podia ser presa por negar sexo ao marido.
• Pagamento com esposa: Na Babilônia, os caras podiam oferecer as próprias esposas como garantia de empréstimo.
• Ramsés II: Dizem que o faraó Ramsés II teve 160 filhos.
• Menstruação: Na era vitoriana, as mulheres menstruadas eram tratadas como doentes e obrigadas a ficar de cama.
• Sexo oral: É ilegal nos estados do Arizona, Flórida, Minnesota, Louisiana, Carolina do Norte e do Sul, Utah e Virgínia.
• Prazer no coito: Na Idade Média, a doutrina cristã mandava evitar o coito a todo custo. Só valia pra procriar, e não podia sentir prazer durante a transa.
• Papai e mamãe: Por centenas de anos, a única posição aceita pela Igreja Católica pra transar era a posição do papai e mamãe.
• Castigos: Em Paris, depois de 1635, as putas eram castigadas com chibatadas, cabeça raspada e expulsas da cidade.
• Adultério: Na antiga Babilônia, o código de Hamurabi punia a mulher que fosse estuprada. Se uma mulher casada fosse estuprada, era considerado adultério por parte dela. Ela e o estuprador eram condenados a morrer afogados.
• Lei: A antiga lei hebraica obrigava o estuprador a pagar uma grana pro pai da vítima e casar com ela.
• Consentimento do Rei: Na Inglaterra antiga, ninguém podia transar sem a permissão do rei (a menos que fosse da família real). Quando as pessoas queriam ter um filho, precisavam pedir uma autorização ao monarca, que entregava uma placa para ser pendurada do lado de fora da porta enquanto transavam. A placa dizia "Fornication Under Consent of the King" (F.U.C.K.). Essa é a origem da palavra.
• A Lei Cornélia, promulgada pelo ditador Lúcio Cornélio Sila, proibia práticas abortivas. O imperador Augusto, preocupado com as baixas taxas de natalidade da época, criou medidas para obrigar os jovens romanos a se casar e proibiu o uso de anticoncepcionais e o aborto.
• O naturalista latino Plínio, o Velho, que tinha um conhecimento imenso em várias áreas científicas, tudo registrado na sua *História Natural*, também menciona anticoncepcionais.
• O médico Sorano de Éfeso, contemporâneo de Adriano (76-138), recomendava na sua *Ginecologia*, obra que ganhou prestígio nos séculos seguintes, o uso de uma mistura de azeite velho, mel e bálsamo ou resina de cedro, que devia ser introduzida no útero.
• Ele também defendia um método que se mostrou bem eficaz. Consistia em enfiar uma bolinha de lã na buceta, empurrada até a entrada do colo do útero, depois de encharcada de vinho ou outras substâncias pegajosas (um líquido onde se dissolvia casca de pinheiro antes).
• Outro método era criar uma crosta no pau, usando uma pomada que matava o esperma, bloqueando o acesso ao colo do útero.
• No terceiro milênio antes de Cristo, na Babilônia, todas as mulheres tinham a obrigação, pelo menos uma vez na vida, de ir ao santuário de Militta (a Afrodite grega) para transar com um estrangeiro como sinal de hospitalidade, em troca de um pagamento simbólico. Esse ritual vem da deusa suméria Innana, deusa da beleza e da sensualidade. As sacerdotisas dela, que tinham se consagradas virgens a serviço do templo, davam pra quem deixasse uma oferta em dinheiro pra deusa. Na Bíblia, tem um monte de referências aos atos "abomináveis" dessas sacerdotisas cananeias.
• Na sociedade norte-americana, uns anos atrás, bater uma era malvisto, principalmente pela religião, onde esse ato de punheta era um dos piores pecados. O povo achava que essa prática trazia desgraça de todo tipo, tipo câncer, cegueira, impotência, loucura e fraqueza mental, entre outras.
• John Harvey Kellogg achava que tinha a solução, e que o problema da galera se masturbar eram os hábitos alimentares da sociedade, então ele inventou uns cereais pro café da manhã. Fundou também a Corn Flake Company, que mais tarde virou Kellogg Company. Com esses cereais, meio sem gosto, ele tentou criar uma sociedade pura e casta, igual o próprio inventor, que foi casado com a mulher e confessou que durante 40 anos de convivência não transou, nem dividiu a cama, só o quarto. Kellogg era a favor da castração química e contra camisinha e amor livre.
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• Nos anos dourados do cinema, mostrar o umbigo na telona era uma provocação sexual, principalmente se fosse feminino.
• Assim, rola a paradoxo de Victor Mature poder mostrar o dele sem vergonha em Sansão e Dalila (1940), enquanto a parceira de elenco, Hedy Lamarr, teve que esconder o dela atrás de xales e joias.
• Do mesmo jeito, anos antes, a atriz Carole Landis escondeu o dela debaixo de um maiô de pele na versão de 1932 de Há um Milhão de Anos.
• Por sorte, em 1964, a moral já tinha mudado, e Raquel Welch não teve problema pra exibir o dela no remake dessa epopeia pré-histórica.
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• Conta a lenda que um dono de pousada italiano viu a deusa Vênus pelada. Impressionado com a perfeição do umbigo dela, quis recriar aquele detalhe perfeito. • Mas como, se ele não era pintor nem escultor? Ele fez na cozinha, com a massa do macarrão.
• Amassou mil vezes até conseguir a forma desejada. O resultado chamou de tortellini, que popularmente são conhecidos como “umbigos de Vênus”.
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• O pau no século XVII: No século XVII, alguns médicos acreditavam que paus muito curtos eram porque a mãe natureza tirava desse órgão o material que faltava para completar outras partes do corpo. Já os longos eram produto do tecido que sobrou.
• Olhar mortal da menstruação: Segundo Alberto Magno, durante a menstruação as mulheres exalam pelos olhos um vapor nocivo que pode até causar a morte.
• Paus nos rituais de Príapo: Na Grécia Antiga, durante os rituais de Príapo, desfilavam em procissão carregando paus de madeira de vários tamanhos e jogavam figos na multidão. O pau maior era transportado numa carroça puxada pelos jovens falóforos.
• A sífilis mitológica: A palavra sífilis vem de um poema escrito por Girolamo Fracastoro chamado *Syphilis sive Morbus Gallicus*, onde Apolo castigava o pastor Sífilo com essa doença terrível.
• Os anticoncepcionais de Casanova: Pra não engravidar as damas que caíam nos braços dele, Casanova usava um anticoncepcional curioso: uma bolinha de ouro de 60 gramas que ele enfiava na buceta.
• O povo nayar e os amantes: A tradição do povo nayar, no sul da Índia, obriga as mulheres casadas a receber a visita de amantes. A maioria dos filhos é fruto dessas relações.
• O pau segundo anatomistas medievais: Alguns anatomistas medievais achavam que o pau era um monte de nervos que nasciam da espinha e terminavam no órgão sexual. Por isso chamavam ele de *cauda nervorum*.
• O perigo de bocejar: Bocejar durante o coito é mortal e impede a fecundação, segundo Plínio.
• Prostitutas turcas: Antigamente, as prostitutas turcas se despiam completamente na frente do cliente, mas tapavam o rosto por pudor.
• O preço do pênis de Napoleão: Em 1977, um urologista norte-americano comprou o pênis de Napoleão por 2500 euros.
• O útero segundo Hipócrates: O útero das mulheres que não praticam o ato sexual com frequência resseca e fecha hermeticamente, atormentando todo o corpo, segundo Hipócrates.
• Teste de fertilidade egípcio: Para saber se uma mulher era fértil, os médicos egípcios mandavam ela sentar numa mistura de farinha de tâmara com cerveja. Se vomitasse, era sinal de que podia engravidar.
• Cintos de castidade: No século XIX ainda tinha médicos que recomendavam que os adolescentes usassem cintos de castidade para evitar a punheta e anéis com pontas por dentro para impedir a ereção.
• Cegos do sexo: A cegueira foi uma das doenças mais comuns na Idade Média, por causa da falta de higiene de quem pegava doenças venéreas.
• A mãe perfeita: O médico gaulês Federé proibia o casamento de todas as mulheres cujos quadris "não ultrapassassem 14 polegadas de diâmetro sacro-ventral no limite superior" porque não eram aptas para a gestação.
• Academia: As mulheres da Grécia pré-clássica iam para as escolas do amor para refinar e aperfeiçoar suas artes amatórias.
• O harém: Para montar o harém, os árabes antigos escolhiam moças com peitos pequenos e firmes, pele viçosa e peluda, porque achavam que mulheres com essas características eram melhores amantes. Já descartavam as que tinham peitões e rosto pálido.
• O afrodisíaco do amor: Feijão foi proibido nos conventos porque era considerado um alimento afrodisíaco.
• Prostitutas em Roma: Na Roma antiga, as mulheres de vida fácil eram classificadas em categorias: as delicatae, amantes mantidas pelos ricos; as famosa, filhas e esposas de gente rica que transavam por puro prazer; as **Dorae**: putas que andavam sempre peladas; as **lupae**, que faziam o programa debaixo de arcos e pontes; as **noctilidae**, mulheres que só saíam à noite; as **copae**, que trabalhavam em bares; e muitas outras.
• **Outra forma de passar a rosca**: As sacerdotisas hindus transavam com os fiéis por dinheiro, pra ajudar na manutenção do templo.
• **Úlceras no pau**: Nos séculos XIV e XV, os médicos achavam que o coito interrompido causava úlceras no pênis.
• **Abasiofilia**: Só rola tesão se a parceira for manca.
• **Amaurofilia**: Preferência por ter uma parceira sexual cega ou de olhos vendados.
• **Amomaxia**: Só fica excitado transando dentro de um carro estacionado.
• **Anastimafilia**: Gente que se excita com o sobrepeso dos outros.
• **Androginofilia**: Atração sexual por pessoas andróginas.
• **Androidismo**: Tesão em bonecos ou robôs com aparência humana.
• **Andromimetofilia**: Atração só por mulheres vestidas de homem.
• **Anisonogamia**: Atração por um parceiro muito mais novo ou muito mais velho.
• **Anofelorastia**: Excitação ao profanar objetos considerados sagrados.
• **Antolagnia**: Tesão em cheirar flores.
• **Aracnofilia**: Brincadeira sexual com aranhas.
• **Asfixiofilia**: Também chamada de estrangulamento erótico. Basicamente, é brincar de enforcar o parceiro sexual. Essa perversão erótico-festiva já matou alguns membros do Parlamento britânico e, curiosamente, do partido conservador. O equipamento mínimo pra praticar costuma ser um laço ou corda no pescoço, uma laranja na boca e umas meias brancas…
• **Astenolagnia**: Atração pela humildade, humilhação ou fraqueza sexual alheia.
• **Audiolagnia**: O estímulo principal vem da audição.
• **Autoabasiofilia**: O estímulo é estar ou ficar foda-se.
• **Autoasasinofilia**: Fantasia masoquista de ser assassinado.
• **Autoasesinofilia**: Pessoas que curtem essa perversão ficam sexualmente excitadas quando se colocam em situações onde poderiam morrer.
• Autoasfixiofilia: o estímulo é ser sufocado durante o ato sexual.
• Automamada: Pra bom entendedor, meia palavra basta.
• Automisofilia: atração por ser sujado ou corrompido.
• Autonepiofilia: o estímulo é usar fraldas e ser tratado como um bebê.
• Autopederastia: Obsessão, que rola principalmente na puberdade, onde o sujeito tenta enfiar a pica no próprio cu.
• Axilismo: Masturbação dentro da axila da parceira.
• Blumpy: Essa perversão é simplesmente receber um boquete enquanto você tá cagando no banheiro. Sem dúvida, é mais excitante que ler o jornal. Quem bate uma enquanto caga é só um exemplo de chezolagnia.
• Bukkake: É uma perversão tão japonesa quanto o Tamagotchi e consiste em se masturbar em grupo por cima de uma mulher. A protagonista, geralmente, fica enterrada de um jeito que só a cabeça aparece.
• Catagelofilia: Os catagelofílicos ficam de pau duro quando alguém zoa eles.
• Cateterofilia: Excitação sexual com o uso de algum tipo de cateter.
• Chezolagnia: Só consegue ficar excitado ao se masturbar durante a defecação.
• Coreofilia: Excitação sexual ao dançar.
• Cinofilia: Excitação ao transar com cachorros.
• Ciprieunia: Excitação só com putas.
• Dacrifilia ou dacrilagnia: É um transtorno psicosexual do caralho que rola ao ver a parceira chorando igual uma desgraçada.
• Dendrofilia: Quando a excitação só vem ao se esfregar em árvores.
• Esportes aquáticos: Tipo canoagem, que é transar debaixo d'água, os esportes aquáticos incluem brincar, beber, chapinhar ou se lavar com o mijo de outra pessoa por causa do prazer sexual.
• Dipoldismo: Ficar excitado dando palmadas na bunda de crianças.
• Disciplina das anáguas: Quando te obrigam a Colocar roupa íntima feminina como parte de um ritual de humilhação ou excitação sexual.
• Docking: Vem do inglês e significa "atracar" ou "acoplar", como duas naves espaciais, saca? É próprio do mundo gay. O docking consiste em deslizar o prepúcio sobre a glande do pau do parceiro.
• Dogging: O dogging ou amomaxia é tipo o equivalente anglo-saxão do que aqui no Brasil seria "ir para um matagal" de carro. Basicamente, é chegar com o carro num estacionamento meio afastado e meter bronca com a patroa enquanto os pedestres do local curtem o espetáculo. Basta um sinal (geralmente as luzes do carro) pra avisar o respeitável público que o show vai começar. Um pouco de exercício e fica claro de onde vem o nome "salpicadero".
• Dorafilia: Excitação sexual ao tocar peles de animais, sintéticas ou de qualquer outro tipo.
• Douching: Vem do francês "douche", chuveiro pra quem não manja dos idiomas. Essa prática consiste em injetar um líquido, geralmente água, na buceta, seja por higiene ou pra apimentar a parada sexual.
• Dismorfofilia: Atração por pessoas deformadas (mastectomizadas, corcundas, etc.).
• Ecdemolagnia: Excitação vinda de viajar ou estar longe de casa.
• Flashing: É uma perversão sexual que consiste em mostrar rapidamente os genitais pra pessoas que você encontra na rua. O flashing pode estar levemente ligado à catagelofilia, onde a galera fica com tesão ao passar vergonha.
• Flatofilia: Excitação vinda do cheiro dos gases intestinais próprios ou do parceiro.
• Formicofilia: Excitação sexual ao rastejar de insetos ou bichinhos pequenos (formigas, caracóis, minhocas, etc.) sobre os genitais.
• Fratrilagnia: Atração por relações sexuais incestuosas. Excitação ao imaginar sexo com o irmão.
• Fresh cream dip: O fresh cream dip era uma... Especialidade dos garotos de aluguel britânicos dos anos 50. Eles resolveram besuntar a pica com cream cheese tipo Philadelphia para o deleite oral de seus clientes e clientas.
• Frotismo: É uma das perversões favoritas dos executivos japoneses mais desesperados quando vão pro trampo de metrô. O frotismo ou frottage consiste em esfregar (daí o nome) a piroca em qualquer superfície que sirva pra isso, seja outra passageira ou as portas do próprio vagão. Nove em cada dez viciados desaconselham o uso das portas do trem.
• Furtling: Consiste em fazer as revistas pornô "ganharem vida". Você recorta um buraco pra pica onde deveria estar a buceta da modelo e se bate com a página pendurada. O furtling é quase tão bom quanto a vida real, mas com o inconveniente de você poder se cortar no papel.
• Polvo seco: O polvo seco, ou "prison humping" em inglês, é a típica prática que não recomendaríamos pra quem sofre em silêncio com hemorroidas. Consiste, essencialmente, em praticar sexo anal sem nenhum tipo de lubrificante… no máximo, um pouco de cuspe.
• Poliiterofilia: Pessoas que precisam ter uma série de parceiros sexuais consecutivos antes de chegar ao orgasmo.
• Psicofilia: Excitação causada pelo frio ou por ver pessoas com frio.
• Pubefilia ou ginelofilia: Excitação ao contemplar pelos pubianos.
• Pungofilia: Necessidade de ser espetado pra obter prazer sexual.
• Quinunolagnia: Excitação sexual por se colocar em situações de perigo.
• As sementes espalhadas: Paracelso dizia que o sêmen vinha de todas as partes do corpo e que ia pros testículos durante o ato sexual.
• O cacau e os astecas: Os astecas se excitavam sexualmente bebendo chocolate.
• Os homossexuais godos: Os godos enterravam vivo qualquer um suspeito de ser homossexual.
• Lord Byron e seus primos: Dizem que uma das fantasias do poeta britânico Lord Byron (1788 - 1824) era disfarçar suas amantes com roupas de homem para fazê-las passar por primos nos hotéis onde se encontravam.
• Adultério germânico: Entre os povos germânicos, o adultério era punido com a queima da mulher. O amante era enforcado sobre suas cinzas.
• Os pés chineses: Na China do século XIX, só o marido podia contemplar os pés nus da esposa.
• O clitóris: O médico Nicolás Venette (1622 - 1698) sustentava que a mulher pode se autofecundar se tiver o clitóris perfurado.
• As granjeiras romanas: Plínio garantia que a presença de uma mulher menstruada fazia as sementes esterilizarem, o vinho azedar e as abelhas pararem de fazer mel e morrerem.
• O nariz vermelho: No século XVII, alguns médicos afirmavam que os promíscuos ficavam com o nariz vermelho, sofriam de gota crônica, alopecia e, os mais viciosos, até desenvolviam corcunda.•
11 comentários - Curiosidades y datos historicos sobre Sexo
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