sexo no banheiro

Beleza, galera do Poringa! Vou contar o que rolou faz mais ou menos um ano. Já tem um tempão, mas na época eu não conhecia esse site. Agora quero compartilhar o que vivi com minha mina daquele tempo. Não posso falar os nomes de verdade, então vamos dizer que eu sou o Adão e ela é a Eva, hehe. E perdoem os erros de português, beleza?

Então, minha história começa numa certa manhã de janeiro do ano passado. Eu estava de férias da escola e trampava num cyber café, que por sorte também me deu férias pagas, hehe. Naquela manhã, minha namorada Eva e eu decidimos ir tomar café da manhã e dar uma volta. A manhã inteira foi bem ativa, a gente ficou vendo e comprando umas coisas. Ela é louca por roupas e tem um corpo simplesmente sensacional. A gente foi em várias lojas e ela ficava provando umas peças que deixavam ela ainda mais gostosa aos meus olhos. Depois disso, fomos almoçar na casa dela. Até aí, tudo que a gente fez durante a manhã foi muito provocante, sabe? Ela se despindo, fazendo uma modelagem pra mim, me beijando... foi o dia inteiro assim.

Quando voltamos pra casa dela pra almoçar, a família toda estava lá: os pais e as irmãs. Enquanto a gente comia, ela ficava tocando na minha perna. Claro que eu não ia ficar pra trás, também comecei a tocar nela com muita vontade. Era meio perigoso, porque o pai dela estava bem na minha frente e ele é daqueles que acha que primeiro vem o casamento, depois o sexo. Que porra, né? Mas enfim... depois do almoço, fomos pro quarto dela, que infelizmente não tinha tranca na porta.

A gente ficou se abraçando, se beijando, se tocando... dava pra sentir a respiração dela acelerada. Comecei a passar a mão nela toda: nos peitos, que não eram grandes nem pequenos, mas bem firmes e gostosos; na bunda, que era bem delineada... eu estava com uma vontade enorme de meter. Quando a gente percebeu, já estávamos com o cabelo todo bagunçado e a roupa toda solta. Foi aí que o pai dela chamou a Eva. A gente se assustou pra caralho, pensamos que ele ia entrar. Por sorte, não entrou. Ela se arrumou rápido e foi falar com ele.

Quando ela voltou, me disse que as irmãs dela iam sair pra comprar umas coisas com a mãe. se a gente queria que a gente fosse com elas, depois do que a gente passou, eu não tava com vontade de sair, então perguntei se a gente podia ficar mais um pouco na casa dela e depois eu ia embora. Ela disse que sim, então ficamos Eva, o pai dela e eu. Mesmo já tendo passado umas horas desde o nosso encontro intenso, eu tava ansioso pelo corpo dela. Óbvio que a gente já tinha transado antes, mas alguma coisa foi diferente naquele dia. Depois, já me conformando que aquela noite não ia rolar nada, decidi ir embora. Era umas 8 ou 9 da noite, quando falei que ia indo, ela pediu pra eu esperar um pouco. Foi falar com o pai dela e voltou. E pra minha surpresa, me levou pra entrada do banheiro. Eu não sabia o que tava rolando e ela falou: "entra, tranca e espera, não demoro". Eu, empolgado, claro que aceitei. Depois ela voltou de toalha, meu Deus! Só uma toalha minúscula cobrindo aquele corpinho lindo. Ela disse que o pai achou que eu já tinha ido embora, e ela falou que ia tomar banho, aí meu ex-sogro foi dormir. Então ela abriu a água quente do chuveiro, e saiu um vaporzão que encheu o banheiro todo. Tava quente. Ela começou a tirar minha roupa, e pra facilitar, eu tirei a toalha dela. A gente se abraçou forte, eu puxei ela com firmeza pro meu corpo, e óbvio, ela sentiu meu pau mais duro que nunca. Ela começou a descer, beijando meu pescoço, meu torso, até chegar no meu pau. Massageou com as mãos macias, beijando, metendo e tirando da boca com uma paixão incrível. Parecia que era a primeira vez, porque fazia com tanto carinho e cuidado, mas ao mesmo tempo com um desejo tão forte que me deixou com ainda mais tesão. No banheiro dela tinha um banquinho de plástico, ela sentou e eu comecei a beijar os peitos dela. Aquele par de peitos lindos me deixava louco, bem formados e agora com o mamilo, excitado, eu tocava, massageava, mordia de leve mas com força suficiente pra ela gostar. Depois ela se levantou e falou: "me faz sua" (que nem novela, haha). Aí eu nem disse nada Só pensei "é agora" e comecei a empurrá-la contra a parede. Graças ao vapor, ela estava quentinha e eu aproveitei isso. Comecei pelo pescoço, ela de costas, fui tocando e descendo minhas mãos suavemente. Com meus dedos, fui abrindo caminho, enfiando os dedos na sua buceta. Ela gemeu, e eu nem me preocupei, porque com o barulho do chuveiro o pai dela não ia ouvir. Então não me segurei e enfiei os dedos mais fundo. Sentia o calor e a umidade da buceta dela nos meus dedos. Ela gemeu forte e, num movimento que eu não esperava — eu estava levemente inclinado e ela de costas, então não podia me ver —, ela esticou o braço, pegou meu pau com a mão e começou a me masturbar. Os dois sentíamos o prazer das nossas mãos. Depois ela soltou um gemido mais alto, e pensei que já não importava se o pai dela ouvisse. A única coisa que eu queria era satisfazê-la, e ela a mim. Então me sentei no banco do banheiro, e ela sentou em cima de mim. Enfiei meu pau na sua buceta gostosa, e ela começou a se mover pra frente e pra trás, esfregando os peitos excitados na minha cara. Eu lambia e apertava com as mãos, segurava sua cinturinha enquanto ela pegava minha cabeça e pressionava contra o peito com força, sem parar de gemer. Aí ela se levantou e, em vez de pegar minha mão pra me levar aonde queria, pegou meu pau. Demos uns passos e, enquanto andávamos, ela não soltava. Inclinando-se bem sensual, ela perguntou: "De novo?" E claro que aceitei, sou fácil mesmo. Começamos a fazer no estilo doggy, de quatro. Com o cabelo longo dela, eu via balançando de um lado pro outro, os peitos indo e vindo. Eu segurava firme na cintura dela e, de vez em quando, puxava com mais força pra penetrar ainda mais fundo, o que fazia ela gritar mais alto e me deixava mais excitado. Já não importava se ouvissem, se as irmãs chegassem, ou se o pai dela precisasse entrar no banheiro. Só pensava nela, com tanto movimento e vapor. Estávamos muito quentes e suados, mas era um calor gostoso, e nosso suor parecia sensual. Ela virava para me olhar quando podia, e com tanto movimento eu arrumava o cabelo dela para não atrapalhar. Ela me mandava uns beijos tão sensuais que quase me faziam gozar dentro dela. Consegui me controlar e continuei. Depois, acho que ela se cansou e deitou completamente no chão do banheiro! Eu a segui e não desgrudei dela, continuando a fazer amor, olhando de vez em quando seu rosto de prazer e admirando sua figura esplêndida. Ela tem curvas pelas quais passava minhas mãos repetidamente. Beijava seu pescoço e enfiava minha língua em seu ouvido — ela sempre adorou isso. Não sei como nos ajustamos, mas minha mão esquerda estava em sua região púbica, acariciando-a, e a outra mão segurava seu seio direito, apertando, brincando com seu mamilo, acariciando. Ela, com os braços, tentava me abraçar por trás, mas não conseguia — ainda assim, tentava me pressionar mais contra ela. Entendi o que queria e a pressionei mais, entrando mais fundo em sua buceta e fazendo-a gritar. Pensei que a tinha machucado, mas ao ver seu rosto, percebi que estava tudo bem. Então ela deu meia-volta, e eu fiquei de joelhos. Ela levantou a perna e a apoiou em mim. Continuamos assim por mais tempo, e agora eu a via completamente: seu rosto de satisfação, seus seios balançando, suas mãos tentando me tocar. Foi aí que não aguentei mais — senti minha força indo embora e indo para ela. Peguei sua cintura e, com ainda mais força, a puxei para mim, gozando dentro dela. Ela disse que sentiu o calor da porra jorrando dentro dela. Ficamos um momento os dois deitados no chão, nos olhando com olhos de prazer e amor. Notei a porra escorrendo por sua perna e disse que sentia muito por não ter conseguido segurar. Ela disse que não tinha problema. Falei que no dia seguinte compraria uma pílula para evitar uma gravidez. Quando disse isso, meu... relog, já eram 10h da noite em ponto, supostamente eu já tinha ido embora uma hora ou mais antes, então ela rapidamente se enxaguou pra disfarçar, eu me vesti e toda minha roupa estava molhada, ela saiu do banheiro e disse "não tem ninguém, amor, se apressa e a gente se vê amanhã" eu me despedi e saí rápido, no caminho pra casa encontrei minha ex-sogra e as filhas dela, me perguntaram por que tão tarde, já que eu costumava ir embora mais cedo, eu disse que encontrei um amigo e por isso me atrasei.

No dia seguinte voltei pra casa dela, ela estava feliz em me ver, assim como eu, então dei o comprimido quando ficamos sozinhos, ela tomou e me disse que o pai dela ouviu barulhos estranhos na noite passada, mas não soube o que eram, e a gente rindo, depois a mãe dela comentou que me viu e o pai perguntou a que horas, ela disse depois das 10 e ele falou que era estranho porque eu tinha ido embora tipo 20h30, e minha namorada e eu rindo, tudo tinha saído perfeito, melhor do que o normal, e não nos pegaram, ela não ficou grávida, isso era o que importava pra gente, eu gostava dela mas também não era pra casar.

Já li várias outras histórias, e por isso quero compartilhar essa com vocês, me diverti lembrando e escrevendo o que aconteceu naquele dia, mas me diverti muito mais naquele dia, tchau amigos...

3 comentários - sexo no banheiro

NeSk1n
Muy buen relato hermano me gustó lastim las faltas de ortografía 😩 nah mentira muy groso, un abraso!