OS GUARDAS DE SEGURANÇA
A festa na minha casa tinha acabado, passei o domingo inteiro me recuperando da festa de sexo e prazer que fiz para inaugurar minha casa nova.
Na segunda-feira voltei ao trabalho, tive um dia bem corrido, visitei vários clientes e bem tarde voltei pro meu escritório pra organizar uns papéis e ler meus e-mails. Queria espairecer um pouco e entrei no messenger, lá encontrei um amigo e começamos uma boa sessão de cibersexo. Isso eu gosto muito, curto bastante e quase sempre me masturbo gostoso. Tava nessa com meus dedinhos enfiados na minha buceta, quando o telefone tocou. Atendi e era meu chefe, me surpreendeu porque nessa hora geralmente ele já não tá mais. Precisava vê-lo no escritório dele, então tive que interromper com meu amigo e deixar minha masturbação pela metade.
Cheguei no escritório dele e ele me disse que eu precisava viajar pro Brasil no dia seguinte pra fechar um contrato com uns clientes. Já tinha feito os preparativos pra viagem, me contou alguns detalhes e já tava indo embora quando olhei pra ele e vi que ele não parecia bem. Perguntei se ele tava bem, ele respondeu que sim, que eram só uns problemas. Notei ele deprimido e insisti pra ele me contar, se eu pudesse ajudar em algo.
Ele disse que tinha um problema no casamento e que dava um pouco de vergonha contar. Falei pra ele se animar, que não se preocupasse com isso. Aí ele disse que ia me contar e que talvez, por eu ser mulher, pudesse ajudá-lo. Me contou que há algumas semanas não conseguia transar com a mulher dele, já que não conseguia ter uma ereção. Meu chefe era um homem de 60 anos que se mantinha bem fisicamente e ainda era atraente. Tinha 35 anos de casado e sempre o sexo com a mulher dele, mesmo sendo clássico, tinha sido muito satisfatório pros dois. Perguntei se ele tinha visto um médico e ele disse que sim e que não tinha nada.
Então falei que talvez ele tivesse um pouco cansado da rotina, que precisava de outros estímulos na hora do... sexo, algo mais quente, ele me disse que sim, mas queria ter certeza de que conseguiria antes de tentar algo com a esposa dele, mas não sabia como testar, não queria fazer com uma puta, já que também não curtia muito isso, mas ele precisava saber se ainda funcionava como homem, devo admitir que fiquei com uma certa pena, então decidi ajudá-lo mas com a ideia de não levar as coisas muito longe, já que não queria fazer com meu chefe. Então falei pra ele me deixar testar uma coisa, ele me olhou meio estranho, perguntei se ele me achava gostosa, ele respondeu que eu era muito linda, então me aproximei e levantei um pouco minha saia, mostrando o começo da minha calcinha, sentei na mesa dele com minhas pernas abertas na frente dele, levantei minha saia e acariciei minha buceta molhada por cima da calcinha, meu chefe não acreditava no que via, puxei minha calcinha de lado e mostrei minha buceta encharcada, meus dedos percorriam meus lábios, perguntei se ele estava gostando e ele disse que era linda, notei por baixo da calça dele que meu "tratamento" começava a fazer efeito, virei ele na cadeira e me ajoelhei na frente dele, acariciei o pau dele por cima da calça e notei ele reagindo, desabotoei a calça, e tirei o pau dele na minha mão, estava meio mole mas começava a endurecer, punhetava devagar, me aproximei dele e comecei a lamber, minha língua percorria ele de cima a baixo, lambia em círculos a cabeça que ficava vermelha e inchada, cada vez o pau estava mais duro, meu chefe só se deixava fazer, levei o pau dele até minha boca e comecei a chupar, minha boca apertava forte e subia e descia pelo pau que agora atingia toda sua dureza e alcançava sua máxima expressão na minha boca, continuava engolindo ele cada vez mais, até ter ele inteiro na minha boca, meu chefe gemia alto, pegou minha cabeça e apertou mais contra o pau dele, acompanhando meus movimentos, chupei forte um tempo, então, tirei meus peitos pra fora da blusa, e colocando o pau dele entre meus peitos, punhetava com eles, meu chefe gemendo de Adorei sentir o pau dele bem apertado entrando e saindo entre meus peitos, levei ele ao clímax, o que fez seu pau explodir entre meus seios, a porra escorria pelos meus peitos, chegou ao meu pescoço, meus peitos esfregavam o pau dele até que ele esvaziasse completamente neles.
Me levantei e disse ao meu chefe para ficar tranquilo, já que pelo visto ele estava em perfeitas condições, ele agradeceu a atenção e então eu disse que precisava ir me preparar para a viagem. Me limpei no banheiro do escritório dele e depois fui para o meu, peguei as coisas que precisava e saí para ir para casa. A verdade é que a masturbação que tinha sido interrompida e o tratamento que dei ao meu chefe me deixaram muito excitada, minha buceta estava encharcada. Por isso queria ir rápido para casa para preparar as coisas e ver se sobrava tempo para encontrar Ernesto antes de viajar e dar uma boa transa de despedida. Mas quando estava no estacionamento para pegar meu carro, ouvi alguém me chamando, me virei e não pude acreditar, era o guarda de segurança que me tinha comido no dia em que me pegou me masturbando. Ele se aproximou e, me dando um beijo, disse: — Como está minha putinha hoje à noite? E sem esperar resposta, meteu a mão por baixo da minha saia e acariciou minha buceta. Tirando os dedos, disse: — Mmm, molhada como imaginei. A verdade é que quase não reagi, a surpresa de encontrá-lo e o tesão que estava sentindo só fizeram com que eu deixasse ele fazer o que quisesse. Ele me beijou de novo e apertou forte minhas nádegas, pude sentir o pau enorme dele pressionado contra meu púbis. Ele me olhou e disse: — Você gostaria que eu te comesse, não é, minha putinha? Só consegui murmurar um fraco sim. Ele disse que eu teria o que queria e um pouco mais, então pegou minha mão e me levou até a sala de segurança. Me convidou a entrar e disse: — Te espera uma surpresa.
Ao entrar, realmente fiquei surpresa, a sala não estava vazia, nela estavam outros sete colegas do Roberto (esse era o nome dele), já que, como depois soube, eles tinham acabado de terminar o turno. Sua vez.
Tentei escapar daquilo, mas Roberto me segurou e disse: não se preocupa, putinha, você vai gostar. Fiquei um pouco assustada no começo, mas tava com tanto tesão que me entreguei completamente ao que viria. Roberto me abraçou por trás e, levantando minha saia, deixando minha calcinha à mostra para todos os outros, anunciou: "Amigos, vejam a putinha gostosa que eu trouxe. Ela tá doida por pica". Os homens riram e me olharam com cara de desejo. Aí reparei neles: eram todos, exceto um — que depois soube ser um supervisor — parecidos com o Roberto. Claro, em geral eles escolhem assim: físico grande e forte. Só o supervisor era um homem mais velho, acho que uns 50 anos, gordo e, pra ser sincera, com uma aparência bem desagradável. Mas sem me dar tempo pra pensar em nada, Roberto arrancou minha blusa, meus peitos saltaram nus na frente de todos. Os homens se jogaram em cima de mim e começaram a me apalpar por todos os lados. Senti arrancarem minha calcinha e logo senti mãos e bocas por todo meu corpo nu. Minha buceta não parava de escorrer, minha excitação só aumentava. Os homens começaram a se despir e, na minha frente, apareceram picas duras e eretas — quase todas grandes como a do Roberto, exceto por duas. Um dos colegas dele tinha uma pica descomunal, que combinava com o corpo volumoso. Ele media mais de dois metros de altura, e a pica devia ter uns 25 cm e era bem grossa. Por outro lado, o supervisor gorducho tinha uma pica bem pequena. Logo estava de joelhos, com os homens ao meu redor, me dando para mamar nas picas duras e quentes. Enquanto chupava uma, eu batia punheta em outras duas. Assim fui chupando um pouco de cada, e os que estavam livres cuidavam dos meus peitos ou da minha buceta. Acabei chupando o gorducho e engoli a piquinha dele inteira sem dificuldade, mas realmente notei que tinha um gosto ruim, meio sujo. Mas nada podia parar o que já tinha começado. Logo senti um deles se posicionando por baixo... ele me enfiava o pau na minha buceta, meteu tudo de uma vez, eu gritei um pouco mas continuei chupando o pau que estava na minha boca, que depois de algumas chupadas começou a jorrar na minha boca jatos de porra quente que eu fui engolindo toda, outro homem ocupou o lugar na minha boca e o da minha buceta me comia forte fazendo eu gemer alto e chegar a um orgasmo intenso, ao sentir isso eu apertei mais minha buceta contra o pau dele e o fiz gozar dentro de mim, senti a porra dele encher minha buceta e transbordar por ela escorrendo pelas minhas pernas.
Eles foram alternando as posições entre eles até que todos tivessem gozado ou na minha boca ou na minha buceta e eu já tinha tido vários orgasmos, então o Roberto me colocou de quatro e enfiou o pau dele até o fundo da minha buceta, me comeu com força por um bom tempo até me fazer gozar forte de novo, então passou o pau pelo buraco do meu cu, molhando com meus fluidos, abriu um pouco colocando um dos dedos, depois foram dois e quando meu cedeu, meteu três, me dava com os dedos enquanto me enfiava um pouco mais na buceta com o pau dele, quando viu que estava pronto e dilatado, apontou o pau para o meu cu e foi metendo, devagar primeiro, mas quando entrou um pouco, ele disse, agora foxy você vai ter o que gosta e de uma vez enfiou todo o pau enorme dele na minha bunda, eu gritei de dor, mas logo um pau ocupou minha boca, e o Roberto me comia muito forte pelo cu, o que me fez começar a gozar como uma louca, só o prazer me invadia todo o corpo, os paus se ofereciam na frente da minha boca, eu os chupava forte, engolindo inteiros, enquanto o Roberto me dava forte pelo cu, eu estourei em um novo orgasmo ao mesmo tempo que ele inundava meu cu com a porra dele, ele saiu do meu cu e rapidamente outro ocupou o lugar, era o supervisor, quase não senti o pau pequeno dele no meu cu, que o Roberto tinha deixado bem aberto, mas meu cu se adaptou um pouco apertando, o que fez ele gozar rápido se derramou dentro de mim, e assim foi passando até que todos me dessem pelo cu e gozassem em mim, mas eu ainda pedia mais. Roberto foi o primeiro a estar pronto, e disse aos seus companheiros: "Olhem essa vadia, parece que uma rola só não é suficiente pra ela, então vamos dar tudo o que ela quer".
Um dos seus amigos deitou no chão, chupei seu pau até deixá-lo bem duro, depois montei nele. Enquanto cavalgava, senti Roberto se aproximando e colocando seu pau entre minhas nádegas. Ele passou pelo meu cu, achei que ia enfiar, mas ele colocou na minha buceta, junto ao pau que já estava dentro, e empurrou com força. Senti minha buceta se dilatando e abrindo sob a pressão daquele pau grande. Eu gemia alto e quase gritava de prazer, pude sentir as bolas de Roberto batendo nas minhas nádegas. Tinha os dois paus enfiados por completo na minha buceta, o prazer era enorme. Eles me foderam com muita força e falaram todo tipo de obscenidades, nada importava, só aproveitava o prazer que estavam me dando, até que explodi num orgasmo animal. Mas eles não paravam de me foder, não tinham acabado, já que todos tinham gozado duas vezes. Assim foram se revezando dentro dos meus buracos, tive outras duas na buceta e uma no cu, meus orgasmos já eram um só, não parava de gozar, meu corpo não respondia mais. Em um momento, dois deles me pegaram e me sentaram pelo cu em um pau, enfiei até o fundo, e então outro chegou e também apontou pro meu cu. Estava tão dilatado que abrigou os dois paus sem muito problema. Eles me foderam forte e os outros me davam seus paus para chupar ou me apalpavam. Então Roberto me deitou no chão e disse: "É hora do seu banho de porra". Todos se colocaram ao meu redor, oito paus duros e quentes prestes a explodir. Eles se masturbaram sobre mim, ouvia os gemidos, até sentir o primeiro jato de porra que atingiu meus peitos. depois outro gozou na minha cara, e assim foram caindo por todo o meu corpo jatos de porra quente que escorriam sobre mim, abria minha boca e recebia mais nela engolindo tudo, eles passavam seus paus pela minha cara, me davam para que chupasse e limpasse toda a porra, eu só sentia a porra quente escorrendo por todo meu corpo e fechei meus olhos, chupava os paus e recebia as últimas gotas na minha boca, então ouvi o supervisor, aquele velho que já tinha percebido ser desagradável, dizer que precisavam me limpar com outro banho, imaginei que ele estivesse falando de um chuveiro, mas então senti outro líquido quente no meu corpo, abri meus olhos e o velho estava com o pau na mão, mijando em mim, na verdade nunca tinha experimentado algo assim, fiquei surpresa, mas os outros começaram a imitá-lo, e eu não pude evitar, logo os oito paus estavam mijando em mim, o líquido dourado e quente caía em jatos sobre mim, fechei minha boca porque um deles começou a fazer na minha cara, com meus olhos e minha boca fechados, o líquido quente caía e escorria pelo meu corpo desde minha cara passando pelos meus peitos até chegar na minha buceta, a chuva dourada levava consigo toda a porra no meu corpo, não posso dizer que gostei muito da experiência, mas o morbo, a nova sensação e todo aquele líquido masculino escorrendo pelo meu corpo e derramando na minha buceta me fizeram ter um novo orgasmo, não tão intenso mas prazeroso e arrepiante.
Todos terminaram e, me agradecendo, foram saindo, fiquei sozinha com Roberto, ele me ajudou a tomar um banho de verdade, meu corpo quase não respondia, estava dolorida e cansada, me vesti e ele me acompanhou até meu carro, nos despedimos e no caminho de casa, repassava o que tinha acontecido, tinha sido selvagem mas tinha curtido muito, minha buceta e meu cu estavam ardendo, mas as sensações dos meus orgasmos ainda ecoavam pelo meu corpo, cheguei em casa e me preparei para a viagem que teria que fazer no dia seguinte, onde me esperavam outras experiências, mas essas eu conto no próximo relato.
A festa na minha casa tinha acabado, passei o domingo inteiro me recuperando da festa de sexo e prazer que fiz para inaugurar minha casa nova.
Na segunda-feira voltei ao trabalho, tive um dia bem corrido, visitei vários clientes e bem tarde voltei pro meu escritório pra organizar uns papéis e ler meus e-mails. Queria espairecer um pouco e entrei no messenger, lá encontrei um amigo e começamos uma boa sessão de cibersexo. Isso eu gosto muito, curto bastante e quase sempre me masturbo gostoso. Tava nessa com meus dedinhos enfiados na minha buceta, quando o telefone tocou. Atendi e era meu chefe, me surpreendeu porque nessa hora geralmente ele já não tá mais. Precisava vê-lo no escritório dele, então tive que interromper com meu amigo e deixar minha masturbação pela metade.
Cheguei no escritório dele e ele me disse que eu precisava viajar pro Brasil no dia seguinte pra fechar um contrato com uns clientes. Já tinha feito os preparativos pra viagem, me contou alguns detalhes e já tava indo embora quando olhei pra ele e vi que ele não parecia bem. Perguntei se ele tava bem, ele respondeu que sim, que eram só uns problemas. Notei ele deprimido e insisti pra ele me contar, se eu pudesse ajudar em algo.
Ele disse que tinha um problema no casamento e que dava um pouco de vergonha contar. Falei pra ele se animar, que não se preocupasse com isso. Aí ele disse que ia me contar e que talvez, por eu ser mulher, pudesse ajudá-lo. Me contou que há algumas semanas não conseguia transar com a mulher dele, já que não conseguia ter uma ereção. Meu chefe era um homem de 60 anos que se mantinha bem fisicamente e ainda era atraente. Tinha 35 anos de casado e sempre o sexo com a mulher dele, mesmo sendo clássico, tinha sido muito satisfatório pros dois. Perguntei se ele tinha visto um médico e ele disse que sim e que não tinha nada.
Então falei que talvez ele tivesse um pouco cansado da rotina, que precisava de outros estímulos na hora do... sexo, algo mais quente, ele me disse que sim, mas queria ter certeza de que conseguiria antes de tentar algo com a esposa dele, mas não sabia como testar, não queria fazer com uma puta, já que também não curtia muito isso, mas ele precisava saber se ainda funcionava como homem, devo admitir que fiquei com uma certa pena, então decidi ajudá-lo mas com a ideia de não levar as coisas muito longe, já que não queria fazer com meu chefe. Então falei pra ele me deixar testar uma coisa, ele me olhou meio estranho, perguntei se ele me achava gostosa, ele respondeu que eu era muito linda, então me aproximei e levantei um pouco minha saia, mostrando o começo da minha calcinha, sentei na mesa dele com minhas pernas abertas na frente dele, levantei minha saia e acariciei minha buceta molhada por cima da calcinha, meu chefe não acreditava no que via, puxei minha calcinha de lado e mostrei minha buceta encharcada, meus dedos percorriam meus lábios, perguntei se ele estava gostando e ele disse que era linda, notei por baixo da calça dele que meu "tratamento" começava a fazer efeito, virei ele na cadeira e me ajoelhei na frente dele, acariciei o pau dele por cima da calça e notei ele reagindo, desabotoei a calça, e tirei o pau dele na minha mão, estava meio mole mas começava a endurecer, punhetava devagar, me aproximei dele e comecei a lamber, minha língua percorria ele de cima a baixo, lambia em círculos a cabeça que ficava vermelha e inchada, cada vez o pau estava mais duro, meu chefe só se deixava fazer, levei o pau dele até minha boca e comecei a chupar, minha boca apertava forte e subia e descia pelo pau que agora atingia toda sua dureza e alcançava sua máxima expressão na minha boca, continuava engolindo ele cada vez mais, até ter ele inteiro na minha boca, meu chefe gemia alto, pegou minha cabeça e apertou mais contra o pau dele, acompanhando meus movimentos, chupei forte um tempo, então, tirei meus peitos pra fora da blusa, e colocando o pau dele entre meus peitos, punhetava com eles, meu chefe gemendo de Adorei sentir o pau dele bem apertado entrando e saindo entre meus peitos, levei ele ao clímax, o que fez seu pau explodir entre meus seios, a porra escorria pelos meus peitos, chegou ao meu pescoço, meus peitos esfregavam o pau dele até que ele esvaziasse completamente neles.
Me levantei e disse ao meu chefe para ficar tranquilo, já que pelo visto ele estava em perfeitas condições, ele agradeceu a atenção e então eu disse que precisava ir me preparar para a viagem. Me limpei no banheiro do escritório dele e depois fui para o meu, peguei as coisas que precisava e saí para ir para casa. A verdade é que a masturbação que tinha sido interrompida e o tratamento que dei ao meu chefe me deixaram muito excitada, minha buceta estava encharcada. Por isso queria ir rápido para casa para preparar as coisas e ver se sobrava tempo para encontrar Ernesto antes de viajar e dar uma boa transa de despedida. Mas quando estava no estacionamento para pegar meu carro, ouvi alguém me chamando, me virei e não pude acreditar, era o guarda de segurança que me tinha comido no dia em que me pegou me masturbando. Ele se aproximou e, me dando um beijo, disse: — Como está minha putinha hoje à noite? E sem esperar resposta, meteu a mão por baixo da minha saia e acariciou minha buceta. Tirando os dedos, disse: — Mmm, molhada como imaginei. A verdade é que quase não reagi, a surpresa de encontrá-lo e o tesão que estava sentindo só fizeram com que eu deixasse ele fazer o que quisesse. Ele me beijou de novo e apertou forte minhas nádegas, pude sentir o pau enorme dele pressionado contra meu púbis. Ele me olhou e disse: — Você gostaria que eu te comesse, não é, minha putinha? Só consegui murmurar um fraco sim. Ele disse que eu teria o que queria e um pouco mais, então pegou minha mão e me levou até a sala de segurança. Me convidou a entrar e disse: — Te espera uma surpresa.
Ao entrar, realmente fiquei surpresa, a sala não estava vazia, nela estavam outros sete colegas do Roberto (esse era o nome dele), já que, como depois soube, eles tinham acabado de terminar o turno. Sua vez.
Tentei escapar daquilo, mas Roberto me segurou e disse: não se preocupa, putinha, você vai gostar. Fiquei um pouco assustada no começo, mas tava com tanto tesão que me entreguei completamente ao que viria. Roberto me abraçou por trás e, levantando minha saia, deixando minha calcinha à mostra para todos os outros, anunciou: "Amigos, vejam a putinha gostosa que eu trouxe. Ela tá doida por pica". Os homens riram e me olharam com cara de desejo. Aí reparei neles: eram todos, exceto um — que depois soube ser um supervisor — parecidos com o Roberto. Claro, em geral eles escolhem assim: físico grande e forte. Só o supervisor era um homem mais velho, acho que uns 50 anos, gordo e, pra ser sincera, com uma aparência bem desagradável. Mas sem me dar tempo pra pensar em nada, Roberto arrancou minha blusa, meus peitos saltaram nus na frente de todos. Os homens se jogaram em cima de mim e começaram a me apalpar por todos os lados. Senti arrancarem minha calcinha e logo senti mãos e bocas por todo meu corpo nu. Minha buceta não parava de escorrer, minha excitação só aumentava. Os homens começaram a se despir e, na minha frente, apareceram picas duras e eretas — quase todas grandes como a do Roberto, exceto por duas. Um dos colegas dele tinha uma pica descomunal, que combinava com o corpo volumoso. Ele media mais de dois metros de altura, e a pica devia ter uns 25 cm e era bem grossa. Por outro lado, o supervisor gorducho tinha uma pica bem pequena. Logo estava de joelhos, com os homens ao meu redor, me dando para mamar nas picas duras e quentes. Enquanto chupava uma, eu batia punheta em outras duas. Assim fui chupando um pouco de cada, e os que estavam livres cuidavam dos meus peitos ou da minha buceta. Acabei chupando o gorducho e engoli a piquinha dele inteira sem dificuldade, mas realmente notei que tinha um gosto ruim, meio sujo. Mas nada podia parar o que já tinha começado. Logo senti um deles se posicionando por baixo... ele me enfiava o pau na minha buceta, meteu tudo de uma vez, eu gritei um pouco mas continuei chupando o pau que estava na minha boca, que depois de algumas chupadas começou a jorrar na minha boca jatos de porra quente que eu fui engolindo toda, outro homem ocupou o lugar na minha boca e o da minha buceta me comia forte fazendo eu gemer alto e chegar a um orgasmo intenso, ao sentir isso eu apertei mais minha buceta contra o pau dele e o fiz gozar dentro de mim, senti a porra dele encher minha buceta e transbordar por ela escorrendo pelas minhas pernas.
Eles foram alternando as posições entre eles até que todos tivessem gozado ou na minha boca ou na minha buceta e eu já tinha tido vários orgasmos, então o Roberto me colocou de quatro e enfiou o pau dele até o fundo da minha buceta, me comeu com força por um bom tempo até me fazer gozar forte de novo, então passou o pau pelo buraco do meu cu, molhando com meus fluidos, abriu um pouco colocando um dos dedos, depois foram dois e quando meu cedeu, meteu três, me dava com os dedos enquanto me enfiava um pouco mais na buceta com o pau dele, quando viu que estava pronto e dilatado, apontou o pau para o meu cu e foi metendo, devagar primeiro, mas quando entrou um pouco, ele disse, agora foxy você vai ter o que gosta e de uma vez enfiou todo o pau enorme dele na minha bunda, eu gritei de dor, mas logo um pau ocupou minha boca, e o Roberto me comia muito forte pelo cu, o que me fez começar a gozar como uma louca, só o prazer me invadia todo o corpo, os paus se ofereciam na frente da minha boca, eu os chupava forte, engolindo inteiros, enquanto o Roberto me dava forte pelo cu, eu estourei em um novo orgasmo ao mesmo tempo que ele inundava meu cu com a porra dele, ele saiu do meu cu e rapidamente outro ocupou o lugar, era o supervisor, quase não senti o pau pequeno dele no meu cu, que o Roberto tinha deixado bem aberto, mas meu cu se adaptou um pouco apertando, o que fez ele gozar rápido se derramou dentro de mim, e assim foi passando até que todos me dessem pelo cu e gozassem em mim, mas eu ainda pedia mais. Roberto foi o primeiro a estar pronto, e disse aos seus companheiros: "Olhem essa vadia, parece que uma rola só não é suficiente pra ela, então vamos dar tudo o que ela quer".
Um dos seus amigos deitou no chão, chupei seu pau até deixá-lo bem duro, depois montei nele. Enquanto cavalgava, senti Roberto se aproximando e colocando seu pau entre minhas nádegas. Ele passou pelo meu cu, achei que ia enfiar, mas ele colocou na minha buceta, junto ao pau que já estava dentro, e empurrou com força. Senti minha buceta se dilatando e abrindo sob a pressão daquele pau grande. Eu gemia alto e quase gritava de prazer, pude sentir as bolas de Roberto batendo nas minhas nádegas. Tinha os dois paus enfiados por completo na minha buceta, o prazer era enorme. Eles me foderam com muita força e falaram todo tipo de obscenidades, nada importava, só aproveitava o prazer que estavam me dando, até que explodi num orgasmo animal. Mas eles não paravam de me foder, não tinham acabado, já que todos tinham gozado duas vezes. Assim foram se revezando dentro dos meus buracos, tive outras duas na buceta e uma no cu, meus orgasmos já eram um só, não parava de gozar, meu corpo não respondia mais. Em um momento, dois deles me pegaram e me sentaram pelo cu em um pau, enfiei até o fundo, e então outro chegou e também apontou pro meu cu. Estava tão dilatado que abrigou os dois paus sem muito problema. Eles me foderam forte e os outros me davam seus paus para chupar ou me apalpavam. Então Roberto me deitou no chão e disse: "É hora do seu banho de porra". Todos se colocaram ao meu redor, oito paus duros e quentes prestes a explodir. Eles se masturbaram sobre mim, ouvia os gemidos, até sentir o primeiro jato de porra que atingiu meus peitos. depois outro gozou na minha cara, e assim foram caindo por todo o meu corpo jatos de porra quente que escorriam sobre mim, abria minha boca e recebia mais nela engolindo tudo, eles passavam seus paus pela minha cara, me davam para que chupasse e limpasse toda a porra, eu só sentia a porra quente escorrendo por todo meu corpo e fechei meus olhos, chupava os paus e recebia as últimas gotas na minha boca, então ouvi o supervisor, aquele velho que já tinha percebido ser desagradável, dizer que precisavam me limpar com outro banho, imaginei que ele estivesse falando de um chuveiro, mas então senti outro líquido quente no meu corpo, abri meus olhos e o velho estava com o pau na mão, mijando em mim, na verdade nunca tinha experimentado algo assim, fiquei surpresa, mas os outros começaram a imitá-lo, e eu não pude evitar, logo os oito paus estavam mijando em mim, o líquido dourado e quente caía em jatos sobre mim, fechei minha boca porque um deles começou a fazer na minha cara, com meus olhos e minha boca fechados, o líquido quente caía e escorria pelo meu corpo desde minha cara passando pelos meus peitos até chegar na minha buceta, a chuva dourada levava consigo toda a porra no meu corpo, não posso dizer que gostei muito da experiência, mas o morbo, a nova sensação e todo aquele líquido masculino escorrendo pelo meu corpo e derramando na minha buceta me fizeram ter um novo orgasmo, não tão intenso mas prazeroso e arrepiante.
Todos terminaram e, me agradecendo, foram saindo, fiquei sozinha com Roberto, ele me ajudou a tomar um banho de verdade, meu corpo quase não respondia, estava dolorida e cansada, me vesti e ele me acompanhou até meu carro, nos despedimos e no caminho de casa, repassava o que tinha acontecido, tinha sido selvagem mas tinha curtido muito, minha buceta e meu cu estavam ardendo, mas as sensações dos meus orgasmos ainda ecoavam pelo meu corpo, cheguei em casa e me preparei para a viagem que teria que fazer no dia seguinte, onde me esperavam outras experiências, mas essas eu conto no próximo relato.
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