Fala, galera:
Sou recém-chegado no Poringa! e esse é meu primeiro post. Não vou pedir piedade pelos meus erros: se não gostarem, podem me dar na lata. Se curtirem, agradeço os elogios. A indiferença, sempre, vai ser o pior, mas também vou tankar e usar como incentivo pra melhorar.
Antes de tudo, como ainda não posso comentar nos posts de vocês, mando daqui um saludo e um agradecimento enorme pro OLIVER E OLIVIA. Pela vibe, pela atitude e pela buceta dela, uma das melhores que já vi. Um abraço.
E agora, vou direto ao assunto. Tive a ideia de deixar esses dois poemas clássicos na forma, que mostram que o tema que nos junta aqui no Poringa! é atemporal: existe desde que o ser humano existe.
Aí vão:
O Membro Incansável
Era um caralho enorme e colossal,
revestido de crinas encaracoladas;
caralho entre caralhos escolhido,
de impulso horrendo e kitty formidável.
Em seu contínuo e singular trabalho,
de buceta em buceta errando enfurecido,
nunca se viu seu frenesi rendido
nem esgotado seu ardente espumaralho.
Quarenta xotas de donzela intacta,
quinze rabetas de frade bem cevados,
pensam vencê-lo. Miseráveis truques!
A furibunda máquina compacta,
deixando todos eles estropiados,
ainda aguentava doze punhetas.
Anônimo do século XVIII
Outro:
O norte da porra
É a buceta, e não tem erro,
Sempre, qual agulha ao Norte,
O pau na buceta fica.
Coloque-se como quiser
A mulher; sempre adivinha
O pau, que sem dúvida
Tem a vista bem fina.
Sempre a buceta o pau acha:
É coisa certa, precisa,
Necessária, indispensável
Qual a agulha ao Norte se inclina.
Ventura de la Vega
Isso sim: prometo que, a partir do próximo post, vou mandar umas fotos que já tô preparando da mais puta das minhas tias (cês curtem umas coroas gostosas?) e de duas ou três primas minhas do interior. Abraço pra geral.
Sou recém-chegado no Poringa! e esse é meu primeiro post. Não vou pedir piedade pelos meus erros: se não gostarem, podem me dar na lata. Se curtirem, agradeço os elogios. A indiferença, sempre, vai ser o pior, mas também vou tankar e usar como incentivo pra melhorar.
Antes de tudo, como ainda não posso comentar nos posts de vocês, mando daqui um saludo e um agradecimento enorme pro OLIVER E OLIVIA. Pela vibe, pela atitude e pela buceta dela, uma das melhores que já vi. Um abraço.
E agora, vou direto ao assunto. Tive a ideia de deixar esses dois poemas clássicos na forma, que mostram que o tema que nos junta aqui no Poringa! é atemporal: existe desde que o ser humano existe.
Aí vão:
O Membro Incansável
Era um caralho enorme e colossal,
revestido de crinas encaracoladas;
caralho entre caralhos escolhido,
de impulso horrendo e kitty formidável.
Em seu contínuo e singular trabalho,
de buceta em buceta errando enfurecido,
nunca se viu seu frenesi rendido
nem esgotado seu ardente espumaralho.
Quarenta xotas de donzela intacta,
quinze rabetas de frade bem cevados,
pensam vencê-lo. Miseráveis truques!
A furibunda máquina compacta,
deixando todos eles estropiados,
ainda aguentava doze punhetas.
Anônimo do século XVIII
Outro:
O norte da porra
É a buceta, e não tem erro,
Sempre, qual agulha ao Norte,
O pau na buceta fica.
Coloque-se como quiser
A mulher; sempre adivinha
O pau, que sem dúvida
Tem a vista bem fina.
Sempre a buceta o pau acha:
É coisa certa, precisa,
Necessária, indispensável
Qual a agulha ao Norte se inclina.
Ventura de la Vega
Isso sim: prometo que, a partir do próximo post, vou mandar umas fotos que já tô preparando da mais puta das minhas tias (cês curtem umas coroas gostosas?) e de duas ou três primas minhas do interior. Abraço pra geral.
1 comentários - Dois poemas no pelo: cultura na buceta
Buen aportazo