Olá amigos P! gente eu postei sobre o sexo
para aquelas pessoas que não estão bem
informadas...não se ofendam ... bom, como tudo
sabemos as pessoas se acham saber tudo não?
bom, não é assim !!!
ahi que informar nossos jovens sobre o tema
tão falado por todo adolescente o sexo
O ato sexual, também conhecido como relação sexual, é o conjunto de comportamentos mais ou menos complexos que realizam dois ou mais seres de sexo diferente ou igual, que geralmente termina em cópula.
Fonte de imagem http://pichicola.com/wp-content/uploads/2007/07/sexo.jpg
Como a resposta erótica é integral, o sistema nervoso central, o sistema nervoso autônomo e toda a corporalidade (tecidos orgânicos) entram em ação, com especial ênfase nas fibras periféricas, a medula espinal e os dois hemisférios cerebrais, direito e esquerdo, à parte do hipotálamo, que tem uma função indispensável. Quanto maior for a área de controle da córtex, mais sensível será essa parte do corpo.
Relação homossexual: a relação homossexual é a relação sexual que se realiza entre dois indivíduos do mesmo sexo, gays ou lesbianas.
Ménage à trois: o ménage à trois (pronunciado em francês) ou trio é a relação entre três pessoas do mesmo ou de sexo diferente.
Intercâmbio de casais: o intercâmbio de casais (em inglês swinger, hamacarse implica que dois casais heterosexuais ou homossexuais estabelecidos se intercambiam e têm relações sexuais ao mesmo tempo, mas em lugares diferentes (que podem ser duas habitaciones ou duas camas contíguas). Não é o mesmo que sexo em grupo.
Relação zoofílica: a relação zoofílica é a relação sexual (sexo oral, coito vaginal ou coito anal) entre um sujeito e outro de outra espécie. Homem-ovelha; homem-galinha; homem-mulher sexy; homem-mono; mulher-cão; mulher-cavalo; etc.
Sexo em grupo: o sexo grupal também é conhecido como orgia: vários indivíduos do mesmo ou de sexo diferente têm relações sexuais (sexo oral, coito vaginal ou coito anal) ao mesmo tempo e no mesmo lugar.
Relação sexual sem coito: implica todo o jogo erótico sensual previo à penetração, mas sem levá-la a cabo. Consiste principalmente em carícias, não apenas genitais, e beijos. A mulher pode estimular a próstata do homem e então se eyacula, sem um orgasmo.
Necrofilia: tipo de relação sexual perversa entre um indivíduo (homem ou mulher) com um ser humano sem vida.
Paidofilia: a paidofilia ou pedofilia é uma perversão sexual em que um ser adulto manteve relações sexuais com indivíduos imaturos; a mesma se encontra penada legalmente na maioria dos países.
Atividades sexuais como o adultério, homossexualidade, orgias e relações prematrimoniais podem ser rejeitadas ou aceitas por determinados grupos de pessoas, se bem são práticas não sancionadas em grande parte da Ocidente e outros lugares, enquanto existe uma tendência punitiva em sociedades teocráticas ou fundamentalistas.Doenças Sexuais Transmissíveis (DST)Infeções transmitidas sexualmente (ITS), anteriormente conhecidas como doenças transmitidas sexualmente (ETS) e doenças venéreas, são um conjunto de doenças infecciosas agrupadas por terem em comum a mesma via de transmissão: pessoa para pessoa através das relações sexuais. Os agentes produtores de infeções transmitidas sexualmente incluem bactérias, vírus (como o do herpes), fungos e até mesmo parasitas, como o ácaro da sarna (Sarcoptes scabiei) ou as piolheiras (Pedículus pubis).
Aunque quase todas têm tratamento, algumas delas, como as produzidas por vírus, nunca curam de forma definitiva, senão que o agente causal permanece em estado latente, sem manifestar-se, dentro do organismo ao qual infectou, reaparecendo cíclicamente. Este tipo de relação entre o organismo e o agente infeccioso facilita a transmissão deste, isto é, sua infectividade.
Atualmente existem 30 tipos de ITS, das quais 26 atacam principalmente as mulheres e 4 ambos os sexos.
Aunque a eficiência do uso do preservativo ou condón foi puesta em dúvida em diversas ocasiões (dado que muitas das ITS se infectam por via cutânea ou por meio de fluidos não diretamente vinculados ao coito), o condão não deixa de ser uma importante linha de defesa como barreira.
As armas mais importantes contra as ITS são a prevenção, tomando medidas oportunas pelo uso do condón e higiene adequada, elementos imprescindíveis para uma sexualidade responsável e que reduzem consideravelmente o risco de transmissão dessas infeções.
É uma das doenças de transmissão sexual (DSTs) mais frequentes e é causada pela bactéria Neisseria gonorrhoeae.
Sintomas Na mulher:
Secreção vaginal anormal.
Hemorragia vaginal anormal.
Dor na parte inferior do abdome.
A mulher infectada pode não ter sintomas ou apresentar ligeiras molestias ao urinar ou fluxo.
Na homem:
Dor ao urinar.
Secreção uretral púrpura.
No varão demora dois a três dias após o contato sexual para produzir sintomas (dor ao urinar, pois sai pela uretra). A gonorreia e a infecção por clamídia podem causar esterilidade quando não são tratadas.
Fuente de imagem: http://www.vjcl.nom.co/lauratatiana/imagens/gonorrh.jpg
Sífilis
É uma doença sexualmente transmissível causada pela bactéria Treponema pallidum. Esta bactéria precisa de um ambiente tépido e úmido para sobreviver, por exemplo, nas membranas mucosas dos genitais, boca e ânus. Transmite-se quando se entra em contato com as feridas abertas de alguém que tem sífilis. Esta doença tem várias etapas, a primária, secundária ou principios da latente. Na etapa secundária, é possível contaminar-se ao ter contato com a pele de alguém que tem uma erupção na pele causada pela sífilis.
Sintomas
Existem quatro etapas pelas quais a doença pode atravessar se não for tratada à tempo.
Etapa primária: o primeiro sintoma é uma ferida no local do corpo que entrou em contato com a bactéria. Estes sintomas são difíceis de detectar porque, por geralmente, não causam dor e, às vezes, ocorrem no interior do corpo. Uma pessoa que não foi tratada pode infectar outras durante esta etapa.
Etapa secundária: surge ao redor de três a seis semanas após a aparição da ferida. Aparecerá uma erupção em todo o corpo, nas palmas das mãos, nas plantas dos pés ou em alguma outra zona. Outros sintomas que podem ser sentidos são febre leve, inflamação dos ganglios linfáticos e perda do cabelo.
Etapa latente: a sífilis, se não for diagnosticada nem tratada durante muito tempo, entra em uma etapa latente. Nessa etapa, não há sintomas notáveis e a pessoa infectada não pode contagiar outros. No entanto, uma terça parte das pessoas que estão nessa etapa pioram e passam à etapa terciária da sífilis.
Etapa terciária (tardia): essa etapa pode causar problemas sérios como transtornos mentais, cegueira, anomalias cardíacas e transtornos neurológicos. Nessa etapa, a pessoa infectada já não pode transmitir a bactéria para outras pessoas, mas continua em um estado de doença. período indefinido de declínio até chegar à morte.
Fonte da imagem: http://www.sld.cu/galerias/imagen/servicios/sida/sifilis_terciaria.jpg
A causa mais frequente de morte entre infectados pelo SIDA é a neumonía por Pneumocystis carinii, embora também seja elevada a incidência de certos tipos de câncer como os linfomas de células B e o sarcoma de Kaposi. Também são características as complicações neurológicas, a perda de peso e o deterioro físico do paciente.
A mortalidade diminuiu muito com o advento dos medicamentos antirretrovirais.
O VIH pode ser transmitido por via sexual (pene-vagina ou pene-recto) mediante o intercambio de fluidos vaginais, semen ou rectales, mesmo através do contato com sangue, tecidos ou agulhas contaminadas e da mãe ao filho durante o parto e lactância.
Depois da infeção, podem passar até 10 anos para que se diagnostique o SIDA, quando o sistema imunológico está gravemente danificado e não é capaz de responder efectivamente a doenças oportunistas.
Véase também: SIDA
Sintomas Os sintomas do VIH nos adolescentes podem ser os mesmos que nos niños e também podem parecer-se mais aos sintomas que se apresentam frequentemente em adultos com VIH. Alguns adolescentes e adultos podem desenvolver uma doença semelhante à gripe no prazo de um mês ou dois após a exposição ao vírus VIH, embora muitas pessoas não desenvolvam nenhum sintoma ao infectar-se. Além disso, os sintomas que aparecem, usualmente desaparecem no prazo de uma semana a um mês e se confundem frequentemente com os sintomas de outra infeção viral. Os sintomas podem incluir: Febre
Dor de cabeça
Mal-estar geral
Aumento do tamanho dos nódulos linfáticos
Fonte da imagem: http://www.ctv.es/USERS/fpardo/imagem/vihciclo.gif
Há disponíveis algumas vacinas para proteger contra algumas ITS virais, como a hepatite B e alguns tipos de VPH. É recomendada a vacinação antes da iniciativa do contato sexual para assegurar a máxima proteção.
O sistema imunitário innato, que leva defesas contra o VIH, pode prevenir a transmissão do VIH quando as contagens virais são muito baixas, mas se está ocupado com outros vírus ou abrumado, o VIH pode estabelecer-se. Certas ITS virais também aumentam grandemente o risco de morte para os pacientes infectados com VIH.
Não colocar o preservativo muito firmemente no extremo, deixando 1,5 cm na extremidade para a ejaculação. Colocar o preservativo ajustado pode e frequentemente leva ao seu fracasso.
Usar um novo preservativo para cada cópula.
Não usar um preservativo muito floxo, pode fazer falhar a barreira.
Evitar a inversão derramando seu conteúdo uma vez usado, independentemente de que se tenha ou não ejaculado nele, mesmo por um segundo.
Evitar os preservativos feitos de substâncias diferentes do látex e do poliuretano, pois não protegem contra o HIV.
Evitar o uso de lubrificantes baseados em óleo (ou qualquer coisa com óleo) com os preservativos de látex, pois o óleo pode fazer buracos neles.
Não seguir as pautas antedichas perpetua a falsa ideia comum que os preservativos não estão verificados nem estão projetados corretamente.[/2]
[2]Fonte de imagem: http://prensa.ugr.es/prensa/campus/files/3diaSIDA2008.jpg[/2][2]Bom pessoal, espero que esse post sirva para vocês saber mais sobre o tema do sexo e lembrem-se usar preservativos. Não se arruinem toda a vida por uma noite prazerosa de sexo.[/2][2]
[/2]
para aquelas pessoas que não estão bem
informadas...não se ofendam ... bom, como tudo
sabemos as pessoas se acham saber tudo não?
bom, não é assim !!!
ahi que informar nossos jovens sobre o tema
tão falado por todo adolescente o sexo
Relações Sexuais
O ato sexual, também conhecido como relação sexual, é o conjunto de comportamentos mais ou menos complexos que realizam dois ou mais seres de sexo diferente ou igual, que geralmente termina em cópula.
Fonte de imagem http://pichicola.com/wp-content/uploads/2007/07/sexo.jpgParte do cérebro que se ativam durante o ato sexual
Como a resposta erótica é integral, o sistema nervoso central, o sistema nervoso autônomo e toda a corporalidade (tecidos orgânicos) entram em ação, com especial ênfase nas fibras periféricas, a medula espinal e os dois hemisférios cerebrais, direito e esquerdo, à parte do hipotálamo, que tem uma função indispensável. Quanto maior for a área de controle da córtex, mais sensível será essa parte do corpo.
Tipos de relações sexuais
Relação heterossexual: a relação heterossexual é a relação sexual que ocorre entre dois indivíduos de sexo diferente.Relação homossexual: a relação homossexual é a relação sexual que se realiza entre dois indivíduos do mesmo sexo, gays ou lesbianas.
Ménage à trois: o ménage à trois (pronunciado em francês) ou trio é a relação entre três pessoas do mesmo ou de sexo diferente.
Intercâmbio de casais: o intercâmbio de casais (em inglês swinger, hamacarse implica que dois casais heterosexuais ou homossexuais estabelecidos se intercambiam e têm relações sexuais ao mesmo tempo, mas em lugares diferentes (que podem ser duas habitaciones ou duas camas contíguas). Não é o mesmo que sexo em grupo.
Relação zoofílica: a relação zoofílica é a relação sexual (sexo oral, coito vaginal ou coito anal) entre um sujeito e outro de outra espécie. Homem-ovelha; homem-galinha; homem-mulher sexy; homem-mono; mulher-cão; mulher-cavalo; etc.
Sexo em grupo: o sexo grupal também é conhecido como orgia: vários indivíduos do mesmo ou de sexo diferente têm relações sexuais (sexo oral, coito vaginal ou coito anal) ao mesmo tempo e no mesmo lugar.
Relação sexual sem coito: implica todo o jogo erótico sensual previo à penetração, mas sem levá-la a cabo. Consiste principalmente em carícias, não apenas genitais, e beijos. A mulher pode estimular a próstata do homem e então se eyacula, sem um orgasmo.
Necrofilia: tipo de relação sexual perversa entre um indivíduo (homem ou mulher) com um ser humano sem vida.
Paidofilia: a paidofilia ou pedofilia é uma perversão sexual em que um ser adulto manteve relações sexuais com indivíduos imaturos; a mesma se encontra penada legalmente na maioria dos países.
Controvérsias Sexuais
Relações sexuais sempre foi um tema controverso ao longo da história de todas as civilizações, especialmente na cultura judeocristã. As religiões influíram de forma importante no conceito de sexualidade. Em termos gerais, sabe-se que realizar o ato sexual contribui para a relaxação, deixando atrás o estresse. Dentro da cultura ocidental, são ilegais e estão penados determinados atos como a pederastia (nos meios de comunicação confundem-no, mas é preciso distinguir do pedofilia que não é mais que atração sexual que uma pessoa adulta sente hacia crianças ou adolescentes e que não está penado em nenhum país nem cultura), o incesto, ou a violação (junto com a pederastia, a violação sim está penada, com maior ou menor grau, em quase todos os países do mundo). Atividades sexuais como o adultério, homossexualidade, orgias e relações prematrimoniais podem ser rejeitadas ou aceitas por determinados grupos de pessoas, se bem são práticas não sancionadas em grande parte da Ocidente e outros lugares, enquanto existe uma tendência punitiva em sociedades teocráticas ou fundamentalistas.Doenças Sexuais Transmissíveis (DST)Infeções transmitidas sexualmente (ITS), anteriormente conhecidas como doenças transmitidas sexualmente (ETS) e doenças venéreas, são um conjunto de doenças infecciosas agrupadas por terem em comum a mesma via de transmissão: pessoa para pessoa através das relações sexuais. Os agentes produtores de infeções transmitidas sexualmente incluem bactérias, vírus (como o do herpes), fungos e até mesmo parasitas, como o ácaro da sarna (Sarcoptes scabiei) ou as piolheiras (Pedículus pubis).
Aunque quase todas têm tratamento, algumas delas, como as produzidas por vírus, nunca curam de forma definitiva, senão que o agente causal permanece em estado latente, sem manifestar-se, dentro do organismo ao qual infectou, reaparecendo cíclicamente. Este tipo de relação entre o organismo e o agente infeccioso facilita a transmissão deste, isto é, sua infectividade.
Atualmente existem 30 tipos de ITS, das quais 26 atacam principalmente as mulheres e 4 ambos os sexos.
Aunque a eficiência do uso do preservativo ou condón foi puesta em dúvida em diversas ocasiões (dado que muitas das ITS se infectam por via cutânea ou por meio de fluidos não diretamente vinculados ao coito), o condão não deixa de ser uma importante linha de defesa como barreira.
As armas mais importantes contra as ITS são a prevenção, tomando medidas oportunas pelo uso do condón e higiene adequada, elementos imprescindíveis para uma sexualidade responsável e que reduzem consideravelmente o risco de transmissão dessas infeções.
Infeções e doenças de transmissão sexual
GonorreiaÉ uma das doenças de transmissão sexual (DSTs) mais frequentes e é causada pela bactéria Neisseria gonorrhoeae.
Sintomas Na mulher:
Secreção vaginal anormal.
Hemorragia vaginal anormal.
Dor na parte inferior do abdome.
A mulher infectada pode não ter sintomas ou apresentar ligeiras molestias ao urinar ou fluxo.
Na homem:
Dor ao urinar.
Secreção uretral púrpura.
No varão demora dois a três dias após o contato sexual para produzir sintomas (dor ao urinar, pois sai pela uretra). A gonorreia e a infecção por clamídia podem causar esterilidade quando não são tratadas.
Fuente de imagem: http://www.vjcl.nom.co/lauratatiana/imagens/gonorrh.jpgSífilis
É uma doença sexualmente transmissível causada pela bactéria Treponema pallidum. Esta bactéria precisa de um ambiente tépido e úmido para sobreviver, por exemplo, nas membranas mucosas dos genitais, boca e ânus. Transmite-se quando se entra em contato com as feridas abertas de alguém que tem sífilis. Esta doença tem várias etapas, a primária, secundária ou principios da latente. Na etapa secundária, é possível contaminar-se ao ter contato com a pele de alguém que tem uma erupção na pele causada pela sífilis.
Sintomas
Existem quatro etapas pelas quais a doença pode atravessar se não for tratada à tempo.
Etapa primária: o primeiro sintoma é uma ferida no local do corpo que entrou em contato com a bactéria. Estes sintomas são difíceis de detectar porque, por geralmente, não causam dor e, às vezes, ocorrem no interior do corpo. Uma pessoa que não foi tratada pode infectar outras durante esta etapa.
Etapa secundária: surge ao redor de três a seis semanas após a aparição da ferida. Aparecerá uma erupção em todo o corpo, nas palmas das mãos, nas plantas dos pés ou em alguma outra zona. Outros sintomas que podem ser sentidos são febre leve, inflamação dos ganglios linfáticos e perda do cabelo.
Etapa latente: a sífilis, se não for diagnosticada nem tratada durante muito tempo, entra em uma etapa latente. Nessa etapa, não há sintomas notáveis e a pessoa infectada não pode contagiar outros. No entanto, uma terça parte das pessoas que estão nessa etapa pioram e passam à etapa terciária da sífilis.
Etapa terciária (tardia): essa etapa pode causar problemas sérios como transtornos mentais, cegueira, anomalias cardíacas e transtornos neurológicos. Nessa etapa, a pessoa infectada já não pode transmitir a bactéria para outras pessoas, mas continua em um estado de doença. período indefinido de declínio até chegar à morte.
Fonte da imagem: http://www.sld.cu/galerias/imagen/servicios/sida/sifilis_terciaria.jpgo mais conhecido por todos o HIV (AIDS)
O vírus da imunodeficiência humana (VIH) é responsável pelo síndrome de imunodeficiência adquirida (SIDA) e ataca os linfócitos T-4 que formam parte fundamental do sistema imunológico humano. Como consequência, diminui a capacidade de resposta do organismo para fazer frente a infeções oportunistas originadas por vírus, bactérias, protozoários, fungos e outro tipo de infeções.A causa mais frequente de morte entre infectados pelo SIDA é a neumonía por Pneumocystis carinii, embora também seja elevada a incidência de certos tipos de câncer como os linfomas de células B e o sarcoma de Kaposi. Também são características as complicações neurológicas, a perda de peso e o deterioro físico do paciente.
A mortalidade diminuiu muito com o advento dos medicamentos antirretrovirais.
O VIH pode ser transmitido por via sexual (pene-vagina ou pene-recto) mediante o intercambio de fluidos vaginais, semen ou rectales, mesmo através do contato com sangue, tecidos ou agulhas contaminadas e da mãe ao filho durante o parto e lactância.
Depois da infeção, podem passar até 10 anos para que se diagnostique o SIDA, quando o sistema imunológico está gravemente danificado e não é capaz de responder efectivamente a doenças oportunistas.
Véase também: SIDA
Sintomas Os sintomas do VIH nos adolescentes podem ser os mesmos que nos niños e também podem parecer-se mais aos sintomas que se apresentam frequentemente em adultos com VIH. Alguns adolescentes e adultos podem desenvolver uma doença semelhante à gripe no prazo de um mês ou dois após a exposição ao vírus VIH, embora muitas pessoas não desenvolvam nenhum sintoma ao infectar-se. Além disso, os sintomas que aparecem, usualmente desaparecem no prazo de uma semana a um mês e se confundem frequentemente com os sintomas de outra infeção viral. Os sintomas podem incluir: Febre
Dor de cabeça
Mal-estar geral
Aumento do tamanho dos nódulos linfáticos
Fonte da imagem: http://www.ctv.es/USERS/fpardo/imagem/vihciclo.gifPrevenção
Sexo seguro:
A maneira mais eficaz de prevenir as infecções de transmissão sexual é evitar o contato das partes do corpo ou dos líquidos que podem levar a uma transferência, não necessariamente atividade sexual com um parceiro infectado. Nenhum contato é igual a nenhum risco, nem todas as atividades sexuais implicam contato, como sexo cibernético, sexo por telefone, masturbação à distância, são métodos de evitar o contato. Idealmente, ambos os membros da parceria devem obter provas para ITS antes de iniciar o contato sexual, ou se uma das parceiras esteve em contato com algum outro, mas mesmo assim, certas ITS, particularmente certos vírus persistentes como VPH, podem ser impossíveis de detectar com os procedimentos médicos atuais enquanto podem ser assintomáticos. A prevenção é também chave no manejo da ITS viral como o VIH e herpes, pois atualmente são incuráveis. Muitas doenças que estabelecem infeções permanentes podem ocupar o sistema imune assim, outras infeções se tornam mais facilmente transmitidas.Há disponíveis algumas vacinas para proteger contra algumas ITS virais, como a hepatite B e alguns tipos de VPH. É recomendada a vacinação antes da iniciativa do contato sexual para assegurar a máxima proteção.
O sistema imunitário innato, que leva defesas contra o VIH, pode prevenir a transmissão do VIH quando as contagens virais são muito baixas, mas se está ocupado com outros vírus ou abrumado, o VIH pode estabelecer-se. Certas ITS virais também aumentam grandemente o risco de morte para os pacientes infectados com VIH.
Os preservativos
Os preservativos ou condômes apenas proporcionam proteção quando são usados corretamente como barreira desde e para a área que cobre. As áreas descobertas ainda são suscetíveis a muitas ETS. No caso do HIV, as rotas de transmissão sexual implicam quase sempre o pênis, pois o HIV não pode se espalhar pela pele intacta, assim proteger o pênis com um condômetro usado corretamente da vagina e do ânus, impede eficazmente sua transmissão. Um líquido infectado em uma pele rota que levasse à transmissão direta do HIV não seria considerado transmitido sexualmente, no entanto pode ocorrer teoricamente durante o contato sexual; isso pode ser evitado simplesmente não tendo contato sexual quando se tem uma ferida aberta. Outras ITS, inclusive infeções virais, podem ser previstas com o uso de condômetros de látex como barreira: alguns microorganismos e vírus são relativamente pequenos e podem passar através dos poros em condômetros naturais de pele, mas continuam sendo demasiado grandes para passar através dos de látex. Os condômetros estão projetados, testados e fabricados para nunca falhar se usados corretamente. No entanto, há casos de retirada de condômetros, como um caso na África do Sul.[2]O uso apropriado exige:Não colocar o preservativo muito firmemente no extremo, deixando 1,5 cm na extremidade para a ejaculação. Colocar o preservativo ajustado pode e frequentemente leva ao seu fracasso.
Usar um novo preservativo para cada cópula.
Não usar um preservativo muito floxo, pode fazer falhar a barreira.
Evitar a inversão derramando seu conteúdo uma vez usado, independentemente de que se tenha ou não ejaculado nele, mesmo por um segundo.
Evitar os preservativos feitos de substâncias diferentes do látex e do poliuretano, pois não protegem contra o HIV.
Evitar o uso de lubrificantes baseados em óleo (ou qualquer coisa com óleo) com os preservativos de látex, pois o óleo pode fazer buracos neles.
Não seguir as pautas antedichas perpetua a falsa ideia comum que os preservativos não estão verificados nem estão projetados corretamente.[/2]
[2]Fonte de imagem: http://prensa.ugr.es/prensa/campus/files/3diaSIDA2008.jpg[/2][2]Bom pessoal, espero que esse post sirva para vocês saber mais sobre o tema do sexo e lembrem-se usar preservativos. Não se arruinem toda a vida por uma noite prazerosa de sexo.[/2][2][/2]
8 comentários - É tudo sexo no mundo?
Muy buena la información!!!
Creo que algunos nos asustamos ante tanta enfermedad!!!
Le quita su encanto,al acto en sí.
Pero es necesario conocer los efectos adversos!!! 😀 😀 😀
LarryBryant P!
Saludos!!! 😉 🙂