Sou casada, tenho 2 filhos, estamos numa boa situação financeira há muito tempo, bancamos uma igreja, e assim fazemos nossa contribuição pra sociedade.
Vendo as reuniões de grupo, comecei a ver uns exemplares masculinos bons, com meu marido já não temos muita intimidade, mas eu sinto muita falta. Olhando os grupos de homens, consegui fazer uma seleção pessoal e comecei a dar uns testezinhos na igreja, já sabe, beijinhos, uns amassos, punhetas pra cada um deles, umas mamadas e umas coisinhas várias kkkkkkkk.
Juntei meu grupinho num hotel da cidade, me vesti normal pra aquele dia, tinha que enganar meu marido, falar que ia resolver uns assuntos da fundação da igreja, supervisionar uma conferência sobre falta de atenção e amor ao casal hahahaha.
No carro eu tava nervosa, verdade, não sabia o que ia rolar. Meu corpo tremia, tinha borboletas no estômago, porque só tinha esquentado eles, não tinha passado do sexo oral com cada um, pra deixar eles no ponto quando entrei nessa aventura. Tava nervosa, mas também tava na expectativa.
Quando cheguei no hotel, minhas pernas tremiam. Subi no elevador com um medo danado. Ao chegar na porta, tava morrendo de vontade de vazar, mas o gosto do incerto e a vontade de sair correndo... só que não tinha mais volta. Respirei fundo e abri a porta. Vi meus escolhidos contentes, esperando com caras de felicidade.
Entrei e me coloquei no meio deles, como se fosse a deusa deles. Olhei nos olhos de cada um e, instintivamente, levei minhas mãos pros pau de dois deles — na hora já ficaram duros. Eu acariciava eles devagar, olhando nos olhos. De repente, o que tava atrás de mim beijou meu pescoço, e aí perdi o controle de tudo. Só sentia as mãos deles se enfiando por baixo da minha saia, enquanto os outros iam pro meu vestido. Com os paus deles pra fora, comecei a bater uma pros dois que dava pra alcançar.
Me ajoelhei no meio deles, como fazia com cada um separado. Ali estava eu, de joelhos, esperando minha tão desejada bênção de prazer. Peguei um na boca e comecei a engolir, enquanto com a mão estimulava os outros dois, com mais dois mastros me esperando.
Sentar em cima de uma delas era a melhor coisa da minha vida, mas não sabia que tinha outra na minha boca, chupando ela com fome. Quem cavalgava mexia a cintura como um expert, eu ouvia os outros dizerem "depois vai ser minha vez". Não conseguia parar de sentir prazer com o jeito que me empurravam pra cima. De repente, perdi a conta de quem me penetrava, qual pica eu chupava e qual me batia uma punheta. Só sentia prazer: uma pica entrava na minha boca, outra saía, uma me comia pelo cú, outra pela minha buceta, outra pelo meu cú — nunca tinha sentido tanto prazer junto.
Não sei em que momento eu tinha 2 paus na minha boca ao mesmo tempo, outro na minha buceta, outro no meu cu. Que prazer celestial, eu, a dama impecável, era uma puta sem controle nem moral, curtindo sexo sem limites com membros de uma igreja.
Dias inteiros eu só gemia igual uma puta no cio, enquanto batia uma como uma expert, enquanto as mãos deles me tocavam eu não tinha controle de nada. Às vezes me sentia suja, mas feliz, não aguentava tanto prazer. 1, 2 e 3 orgasmos seguidos, não dava mais. Fiquei de quatro e eles gozaram em cima de mim. Passei dos limites, me senti suja, mas feliz, cheia de porra. Uma parte de mim se odiou pelo que fiz, mas a outra queria mais, continuasssssssssssse.
Vendo as reuniões de grupo, comecei a ver uns exemplares masculinos bons, com meu marido já não temos muita intimidade, mas eu sinto muita falta. Olhando os grupos de homens, consegui fazer uma seleção pessoal e comecei a dar uns testezinhos na igreja, já sabe, beijinhos, uns amassos, punhetas pra cada um deles, umas mamadas e umas coisinhas várias kkkkkkkk.
Juntei meu grupinho num hotel da cidade, me vesti normal pra aquele dia, tinha que enganar meu marido, falar que ia resolver uns assuntos da fundação da igreja, supervisionar uma conferência sobre falta de atenção e amor ao casal hahahaha.
No carro eu tava nervosa, verdade, não sabia o que ia rolar. Meu corpo tremia, tinha borboletas no estômago, porque só tinha esquentado eles, não tinha passado do sexo oral com cada um, pra deixar eles no ponto quando entrei nessa aventura. Tava nervosa, mas também tava na expectativa.
Quando cheguei no hotel, minhas pernas tremiam. Subi no elevador com um medo danado. Ao chegar na porta, tava morrendo de vontade de vazar, mas o gosto do incerto e a vontade de sair correndo... só que não tinha mais volta. Respirei fundo e abri a porta. Vi meus escolhidos contentes, esperando com caras de felicidade.
Entrei e me coloquei no meio deles, como se fosse a deusa deles. Olhei nos olhos de cada um e, instintivamente, levei minhas mãos pros pau de dois deles — na hora já ficaram duros. Eu acariciava eles devagar, olhando nos olhos. De repente, o que tava atrás de mim beijou meu pescoço, e aí perdi o controle de tudo. Só sentia as mãos deles se enfiando por baixo da minha saia, enquanto os outros iam pro meu vestido. Com os paus deles pra fora, comecei a bater uma pros dois que dava pra alcançar.
Me ajoelhei no meio deles, como fazia com cada um separado. Ali estava eu, de joelhos, esperando minha tão desejada bênção de prazer. Peguei um na boca e comecei a engolir, enquanto com a mão estimulava os outros dois, com mais dois mastros me esperando.
Sentar em cima de uma delas era a melhor coisa da minha vida, mas não sabia que tinha outra na minha boca, chupando ela com fome. Quem cavalgava mexia a cintura como um expert, eu ouvia os outros dizerem "depois vai ser minha vez". Não conseguia parar de sentir prazer com o jeito que me empurravam pra cima. De repente, perdi a conta de quem me penetrava, qual pica eu chupava e qual me batia uma punheta. Só sentia prazer: uma pica entrava na minha boca, outra saía, uma me comia pelo cú, outra pela minha buceta, outra pelo meu cú — nunca tinha sentido tanto prazer junto.
Não sei em que momento eu tinha 2 paus na minha boca ao mesmo tempo, outro na minha buceta, outro no meu cu. Que prazer celestial, eu, a dama impecável, era uma puta sem controle nem moral, curtindo sexo sem limites com membros de uma igreja.
Dias inteiros eu só gemia igual uma puta no cio, enquanto batia uma como uma expert, enquanto as mãos deles me tocavam eu não tinha controle de nada. Às vezes me sentia suja, mas feliz, não aguentava tanto prazer. 1, 2 e 3 orgasmos seguidos, não dava mais. Fiquei de quatro e eles gozaram em cima de mim. Passei dos limites, me senti suja, mas feliz, cheia de porra. Uma parte de mim se odiou pelo que fiz, mas a outra queria mais, continuasssssssssssse.
0 comentários - Suruba com meu grupo da igreja