Cheguei em casa e meus pais ainda não tinham chegado, soube disso porque a casa estava às escuras. Essas reuniões de família podem durar até de madrugada. Subi para o meu quarto para me trocar e, ao passar pelo quarto da minha irmã, notei que a porta estava entreaberta, a luz apagada e a televisão ligada. Pensei em desligá-la, mas no momento em que me preparava para entrar no quarto, ouvi gemidos. Parei no corredor, prestando atenção nos barulhos. Meus olhos foram se acostumando à penumbra e vi que havia alguém na cama.
Minha irmã Leticia e o namorado dela estavam dando um banquete de sexo. Senti ciúmes. Supostamente, os irmãos devem cuidar para que suas irmãs não façam isso, mas pensei que não tinha o direito de incomodar. Ela já é maior de idade e deve tomar suas próprias decisões. Por puro tesão, fiquei alguns momentos observando. Eu estava no escuro e eles não me veriam. Queria ver o corpo da minha irmã, é tão lindo. Ela estava por cima do namorado, montada na cintura dele, bem enfiada na pica dele. Ambos tinham as mãos no peito um do outro, se acariciando. Que linda estava a costas da Leti, com seu corpo de violino, suas vértebras se destacando como teclas de piano, suas lindas bundas redondas balançando no ritmo que suas pernas e joelhos comandavam. Seu cabelo solto ondulava com aquele movimento tão atraente que só as mulheres sabem fazer ao girar a cabeça quando estão excitadas ou quando estão flertando, e que nós homens adoramos.
Fiquei olhando minha irmã pensando na sorte que o namorado dela tinha de possuí-la. Fiquei assim por alguns segundos ou minutos, até que os gemidos mais altos dos amantes me tiraram do transe. Com cuidado, fechei a porta e, já no meu quarto, troquei de roupa por algo mais fresco para o calor do verão. Desci para a cozinha para comer alguma coisa porque estava com fome, estava esquentando um prato que encontrei na geladeira quando ouvi barulhos na porta da frente, espiei e vi minha irmã Leticia se despedindo do namorado. Ela estava vestindo uma camiseta, uma bermuda, descalça e toda desarrumada. Vi eles se beijarem e então ele saiu com muita pressa. Voltei para a cozinha para comer o que tinha esquentado, estava nisso quando Leti entrou e depois de me olhar e ver que não tinha mais ninguém, suspirou.
— Que bom que é você, achei que eram o papai e a mamãe que tinham chegado cedo. — Ela me disse.
— Não sei por que se preocupou, a reunião sempre acaba só de madrugada. — Eu disse.
— Tava jogando de luta com seu namorado? Você tá toda desarrumada. — Ela sorriu.
— Só pensa nisso, é? Em sexo? — Ela me perguntou.
— Bom, sim, e parece que você também.
— Foi você que fechou a porta do meu quarto?
— Sim, estavam fazendo muito barulho.
— Você nos viu?
— Sim, vi.
— Por favor, não vai contar nada pra eles. — Ela pediu.
— Contar o quê? Eu não vi nada.
Ela sorriu agradecida e passou a mão pela minha bochecha.
— O que você tá comendo? Me convida um pouco?
— Claro, esquentei bastante, até pro seu namorado, pena que ele já foi. — Respondi.
— Que fofo você, irmãozinho.
Enquanto comíamos, começamos a conversar, ela me perguntou o que eu tinha feito. Quando contei que tinha estudado à tarde com a Magdalena, que depois fui para a reunião, que fiquei com a Rosalí e que mais tarde estávamos na casa dela conversando, ela sorriu.
— Desde o joguinho de luta em que seu pau ficou duro, a Magdalena não para de falar de você, contou pra Rosalí e as duas querem brincar com você. Já brincou com elas? perguntou.
- Caramba, você me faz sentir vergonha.
- Não sinta vergonha e me conta o que fizeram, prometo não contar pra ninguém.
- Bom, então sim, sim, brincamos de luta, primeiro com a Magda e depois com a Rosalí.
- Me conta tudo desde o começo, passo a passo. - Exigiu minha irmã, que não parava de rir divertida. Contei o que tinha feito com minhas duas primas e do amor que sentia por elas, lógico que não pude explicar tudo tão bem quanto eu gostaria. A Leti ouviu minha história me interrompendo várias vezes, pedindo para repetir o que eu tinha dito ou exigindo mais detalhes.
- Já estava na hora de você fazer amor, já estava me preocupando, que bom que foi com a Rosalí, eu sei que você gosta muito dela. E tomara que você consiga desvirginar a Magda, é lindo desvirginar uma garota, é uma experiência inesquecível, você vai gostar muito, além de ser um privilégio, é como receber um grande presente que alguém cuidou por muito tempo. - Disse com um sorrisinho no rosto.
Eu não tinha percebido, mas meu pau estava duro de novo por lembrar e conversar sobre as brincadeiras que tive com minhas primas, também não tinha me dado conta de que eu estava olhando os peitos da minha irmã por baixo da camiseta e, especialmente, seus mamilos. Minhas primas são lindas e a Leti não fica atrás, é lindíssima: alta, loira, com um porte muito bonito, peitos bem desenvolvidos, cintura fina, bunda bem marcada e empinada, pernas longas e lindas. Escultural, meus amigos dizem que a Leti é, e seu rosto é bonito, de traços suaves com um sorriso que surge facilmente, embelezando-a ainda mais.
- Bom, eu já contei sobre mim, agora me conta sobre você. - Exigi. Leti refletiu por alguns segundos, suspirou e com voz pausada me disse:
- Eu fiz amor com meu namorado há 6 meses e fazemos sempre que podemos, é muito gostoso. Eu queria saber como era, queria ser mulher, me livrei de muitas culpas e preconceitos sobre sexo e agora curto muito. Então aproveito sempre que posso para curtir minha sexualidade, sinto que sou muito sensual e gosto muito de fazer amor, já fiz com outros três homens além do meu namorado, foi muito gostoso e emocionante me deixar seduzir, também seduzir. Eu me cuido muito, tomo pílula e uso camisinha até com meu namorado. Hoje depois de ir à boate viemos pra casa e aproveitamos que não tinha ninguém para transar a noite toda até você chegar e nos assustar, porque achamos que eram meus pais.
Eu não sabia o que pensar sobre o que a Leti, minha irmã, estava me dizendo, estava surpreso com sua franqueza e sem-vergonhice. Ela percebeu e, pegando minha mão, disse: - As mulheres de hoje também querem curtir o que os homens fazem desde sempre, já nos libertamos do machismo deles e das frescuras sociais, ainda mais quando não há mais o perigo de engravidar, queremos ter o mesmo que os homens têm e curtir. Você acha ruim?
- Hoje foi um dia muito diferente, muito especial, aconteceram muitas coisas gostosas comigo, ou melhor... maravilhosas, mas tudo foi muito rápido. Não acho que seja ruim porque é o que eu também quero e não tenho nenhum remorso. Mas sim, estou com ciúmes de que te toquem e te comam. – respondi.
- Que bonito você se preocupar comigo, mas não fique com ciúmes, não tem nada de ruim em eu transar, nem que eu me desgastasse. Ou o quê, o pau dos homens desgasta? - ela respondeu rindo.
Já eram quase três da manhã, limpamos a cozinha dos restos do nosso jantar, nos despedimos e cada um foi para seu quarto. Tomei banho, coloquei a calça do meu pijama e me enfiei na cama. Eu estava tentando dormir quando senti algo cair com força em cima de mim. Leti estava sobre mim, me segurando.
- Vamos brincar de luta livre. - disse ela.
Eu não conseguia me mexer muito, o lençol me prendia imobilizando. Depois de um tempo de esforço, consegui soltar meus braços e segurar Leti. Fiquei por cima dela e, segurando seus braços, comecei a fazer cócegas em suas costelas. Ela se contorcia e pedia para eu não fazer cócegas, que não fosse safado, que usasse só a força.
Continuamos brigando, ela tentava me acertar nos testículos com os joelhos, com os pés. Eu, com o peso do meu corpo, segurava os pulos que ela dava para me tirar de cima. Coloquei um dos braços dela entre as omoplatas, imobilizando-a de bruços. Suas nádegas quase nuas, já que a calcinha entre elas tinha quase desaparecido, brilhavam com sua brancura no escuro do quarto. Não resisti e dei uma palmada na sua bunda. A dor na minha mão era de desejo, ela gemeu. Dei outra palmada, ela gemeu de novo. Gostei do que senti e repeti a palmada, mas dessa vez não tirei minha mão da sua pele e a acariciei suavemente, curando-a. Ela gemia, mas não reclamava. Dei uma palmada forte na outra nádega e também a acariciei.
- Ohhh Miguel, não para.
- Você merece isso por ser uma garota má. - eu disse, dando outra palmada.
- Por ser uma puta?
- Você é uma puta?
- Sim, sou uma puta, a mais puta de todas e vou continuar sendo.
Palmadas muitas vezes, eu sabia que ela estava excitada e gostava do que eu estava fazendo. Eu não resisti e, depois de uma palmada muito forte, a acariciei, mas dessa vez com meus lábios e língua. soltou e ela se virou de barriga para cima, aproveitei para também bater nela com a mão na teta, ela me respondeu da mesma forma, mas nos meus ovos, eu me joguei em cima dela para evitar que repetisse, coloquei minha cabeça nos peitos dela movendo entre eles. Que gostoso senti-los, a consistência macia é deliciosamente única. Ela me pegou pelo cabelo e afundou mais meu rosto entre eles esfregando com força.
-Pra você se afogar, seu merda, essa garota má vai te afogar nos peitos dela. Eu queria mesmo me afogar neles, sentia a maciez que chegava até meu pau, eu fingia que queria dar um tapa na sua bunda, mas na verdade estava apertando suas nádegas, tão durinhas e macias.
Depois de alguns minutos brincando assim, em um momento em que ela parou de se mexer, me olhando na cara, Leti me disse:
-Você lembra quando me beijou? Você foi o primeiro homem que me beijou. Foi assim, brincando. O que você sentiu?
-Medinho de você me rejeitar, medo de você contar pra alguém, mas eu queria saber como era, então a vontade venceu.
-Mas o que você sentiu? - Ela insistiu.
-Muita emoção, nunca tinha beijado uma mulher, acho que o que senti com o beijo foi o de menos, mal toquei seus lábios, fazer isso foi o que foi emocionante.
-Eu gostei, queria que você continuasse me beijando. - Ela me disse.
Eu a olhava emocionado, percebi que ela só vestia um conjunto curto de camisola de cetim e uma calcinha que combinava, muito sexy. Sua respiração ofegante fazia seus peitos se arrebitarem cada vez que ela respirava. Eu estava curtindo muito a brincadeira com minha irmã gostosa pra caralho.
-Me beija de novo. - Ela pediu.
Sem soltá-la, aproximei minha boca da dela e juntei meus lábios aos seus, ela me recebeu abrindo os lábios, eu abri os meus, nossas línguas se tocaram e começaram a brincar, me afastei, ela sorriu pra mim, a beijei de novo, minha língua explorou sua boca, minha mão soltou seu braço e acariciou seu peito. Que sensação deliciosa sentir seu mamilo na palma da minha mão, apertei com mais força o peito lindo, meus dedos seguraram seu mamilo apertando com cuidado. Ela colocou a mão nas minhas costas, me acariciando suavemente.
- Que gostoso, me beija de novo - ela me disse.
Me posicionei ao lado dela para me apoiar melhor, beijei seus lábios novamente enquanto minha mão deslizava a alça do camisola para descobrir seu peito. Minha mão o acariciou e então minha boca se deliciou com sua maciez. Ela finalmente tirou o camisola para que não atrapalhasse as carícias que minhas mãos e boca faziam em seu seio.
- Você gosta dos meus peitos? - ela perguntou, olhando para eles com orgulho.
- Muito, você sabe disso. Queria me afogar neles, não paro de admirar sempre que posso, são monumentos lindíssimos, assim levantadinhos pra cima - respondi, acariciando-os com o cuidado que se dedica a joias.
- Você tá curtindo brincar com o meu corpo, irmãozinho?
- Um pouco nervoso, mas muito excitado, irmãzinha.
- Não fica nervoso, eu tô sentindo muito prazer, e quero que você sinta também.
Ela correspondeu enfiando a mão pela abertura do meu pijama, agarrando meu pau e acariciando-o suavemente.
- Que grande, bem durinho e macio, tinha muita vontade de pegar nele faz tempo, deixa eu ver.
Desabotoei o pijama e tirei em um segundo, que aproveitei para admirar os peitos rosados que contrastavam com o bronzeado do corpo dela. Ela também aproveitou para tirar a calcinha, manobra na qual eu também ajudei. Nua, ela estava magnífica: seus pelos pubianos dourados, que pareciam brilhar, atraíram meu olhar e toda minha atenção. Ali também o contraste do bronzeado com a pele não exposta destacava sua feminilidade, seus lábios em forma de coração, macios como cabelo de anjo.
- Que bonito seu pau, dá vontade de comer ele todinho. Você todo tá uma delícia, gostoso - falei, também orgulhoso, virando para ver como meu pênis se erguia em toda sua extensão colado ao meu ventre, ávido por carícias, desejoso do calor do corpo dela.
- O que você quer, Miguel? - ela perguntou, segurando meu membro com doçura.
- Quero você toda, mas quero seus beijos, quero muitos beijos.
- Não sei de onde As palavras saíram, mas era isso que eu queria, beijar sua boca, ver seu rosto, senti-la, ver seus olhos, sentir sua língua, estar perto dela.
Deitamos de lado e nos beijamos, ela com meu pau na mão, eu com minhas mãos em todo seu corpo. Nos olhamos e sorrimos, minha felicidade era intensa enquanto nossas línguas brincavam por nossos rostos, em nossas bocas. Queria abranger tudo com meu olhar, era impossível, tentava pensar no que via, cada centímetro de sua pele é diferente, seus ossos, suas pequenas pintas, cada curva, o formato de suas orelhas, a sensação de seu cabelo sobre minha pele, suas sobrancelhas, seus gestos, seus suspiros, seu nariz, tudo, mas tudo transformado em energia enlouquecedora que se sente em todos os poros, na alma estremecida pela paixão.
Meu corpo colado ao dela sentia seu calor, minhas mãos percorreram suas pernas, suas costas, sua bunda, seus peitos, sua barriga, sua buceta, seu clitóris, seus lábios. Queria tocar seus pés, suas mãos, me enfiar todo dentro dela, sermos um só nessa raiva sexual que brota de dentro.
— O que estamos fazendo é pecado, irmãzinha linda. — Disse enquanto acariciava seu clitóris.
— Quer que a gente pare? — ela me disse enquanto agitava meu pau com mais força.
— Claro que não, olha como você me deixou, bem quente.
— Eu tinha me perguntado se ia conseguir te seduzir, eu queria te desvirginar, a Rosalí me adiantou, mas ser a segunda não tá ruim, você vai ser meu quinto amante, e não há quinto malo.
— Num momento quando estava com a Rosalí, pensei que era você, eu teria querido que você fosse minha primeira mulher e eu seu primeiro homem, mas nunca tive coragem de insinuar, supostamente não devo sentir isso que sinto por você, te quero e te desejo tanto, Leti.
-Também te amo muito, Miguel.
-Você sabe que eu morreria por você.
-Estou toda molhada, você me faz sentir tão bem, me sinto tranquila, tão à vontade, tão em paz, mas excitada, muito excitada. Você me deixou pertinho do orgasmo. Não quero que acabe e também quero sentir mais de você, quero que você me meta, por favor, quero gozar com seu pau, não aguento mais, mete em mim, por favor.
Sem pensar, apenas obedecendo, me coloquei entre suas pernas, que momento sublime vê-la ali, me esperando. Eu tremendo de desejo e paixão naqueles segundos em que pude contemplá-la, admirando-a e desejando tudo, um tudo que não dá pra descrever, me sentindo um homem completo, cheio de amor e poder, poderoso no meu membro.
Com cuidado, coloquei a ponta do meu pau entre seus lábios vaginais, acariciando-os para enchê-lo de seus perfumes, lubrificá-lo, para excitá-la mais, encontrei a entrada de sua vagina e devagar introduzi meu membro um pouco, depois mais um pouco. Eu olhava seu rosto, mas também via na minha mente como meu pau entrava nela, devagar abrindo sua vagina, sentia como sua pele me envolvia e seus músculos me abraçavam. Outra enfiada, um suspiro de seus lábios, um olhar cheio de desejo. Só parte do meu pau estava dentro dela e o prazer era intenso, uma pequena recuada e outro pequeno avanço nos acomodando, uma chupada em seu seio acompanhada de mais movimentos lentos com meu pau.
-Quero ele todo, seu safado, mete tudo. - Ela me disse, puxando-me com seus braços para perto dela.
Não dei bola, continuei devagar com meus movimentos de entra e sai com só uns centímetros do meu pau dentro dela. Assim eu me sentia bem, seus músculos vaginais me apertavam forte, querendo me absorver, eu via que o desejo dela crescia, que a provocava cada vez mais e eu estava no comando, ela pegou meus genitais com a mão, acariciando-os, passou seus dedos sobre meu ânus, uma nova sensação percorreu meu corpo, eu fiz o mesmo, minha mão foi até sua bunda redonda e depois meus dedos acariciaram seu ânus, sua entrada apertadinha como o botão de uma flor.
Continuei assim mais alguns segundos, eu queria levá-la ao céu e ir junto com ela. Penetrei um pouco mais, não parava de olhar seu rosto e beijava seus lábios úmidos sem interromper meus movimentos. Ela suspirou, deixou que eu fizesse o que quisesse e apenas esperou que acontecesse o que tinha que acontecer. Seu orgasmo chegou, seus gemidos e suspiros aumentaram, seu rosto mudou de alegria ansiosa para uma expressão intensa de desespero, seu corpo arqueou-se em minha direção, seus músculos apertaram meu pau em contrações fortes.
Me enfiei mais fundo para receber esses abraços vaginais tão intensos. Apertava os músculos do meu pau para não gozar, meu coração gritava de prazer ao ver minha irmã tão linda em seu melhor momento. Não parei de me mover, vi sua transformação de novo, como seu ritmo diminuiu, sua respiração e gemidos, como voltaram a aumentar.
Ela quis me dizer algo, mas eu pedi que calasse a boca com um dedo que coloquei em seus lábios. Aumentei meu ritmo e a penetrei ainda mais, quase toda minha rola estava dentro dela, eu suava muito, tamanho era meu prazer. Ela pegou minha cabeça com as mãos e a acariciava como se acaricia um bem que não se quer perder. Entrei até o fundo dela, ela me olhava contente com um sorriso de felicidade, seus gemidos e suspiros eram inspiração para minha mente, para meu corpo que aumentou seu ritmo a um galope, queria chegar à sua alma.
- Você me chega até o pescoço, amor, enfia esses ovos em mim.
Tentei fazer isso com minhas investidas, nossas pélvis colidiam furiosas no galope sexual. Nos transformamos com o prazer, ela chegou primeiro, senti em meu pau com suas contrações, me abraçou com mais força e gritou quando meu pau explodiu em seu orgasmo. Minhas pulsações junto com suas contrações me tinham em outro universo, que prazer, que delírio requintado. Continuei me movendo enquanto meu pau ainda latejava, não conseguia parar de me mexer porque sua buceta com suas contrações me agarrava e soltava dando ondas de prazer. Meu pau queria continuar, eu queria ficar dentro dela e segui sem parar nem por um instante.
Mais tranquilo, a olhava encantado, ela tinha os olhos abertos me olhando com surpresa, beijei seus lábios, chupei seu peito. Eu sentia como suas paredes vaginais davam prazer ao meu pau, bem apertadinho seu buraquinho, mas sem parar, minha rola deslizava. Que felicidade sentia em possuí-la, em penetrar minha irmã, minha doce e linda irmã.
- Vou gozar de novo. - Ela disse levantando seus seios que eu beijei agradecido.
Acelerei meu ritmo, mas sem chegar a ser tão rápido como no meu orgasmo anterior, um trote leve, Leti pegou meu rosto com as mãos, colocou suas pernas nas minhas costas e assim chegamos juntos a outro orgasmo. Foi diferente; mais consciente, senti minha pele ficar sensível, minha barriga endurecer e como o sangue chegava ao meu membro endurecendo-o ainda mais, como jorrava de dentro do... alma. Me abracei a ela descansando, meu pau ainda pulsava, sua buceta se contraía abraçando ele. Beijei-a e acariciei seu rosto. Suas mãos nas minhas costas me acariciavam suavemente.
—Você vai me fazer amor sempre que eu quiser, sempre que você quiser, pra sempre? Me promete? — perguntou-me feliz.
—Eu ia te pedir a mesma coisa, Leticia linda, você é minha adoração, sim, te prometo te comer a vida toda, mesmo que tenha que te dividir. — disse sem parar de acariciá-la e beijá-la.
—Você fode como um deus, vai deixar Magdita maluca como certamente deixou Rosalí e já me tem aqui, bem doidinha. — disse sorridente.
—Você é uma deusa, a deusa do sexo. — respondi orgulhoso. — Você também vai deixar loucos os homens que tiverem a sorte de te comer.
—E vão ser muitos os sortudos se depender de mim, e quero que você também tenha muitas mulheres e muito sexo, que se divirta muito. — disse enquanto contraía sua buceta para reforçar suas palavras.
Não sou eu que fodo bem, é você, você é uma mulher completa, sexual, que sabe se entregar, eu só tento corresponder da melhor forma que posso. - Continuamos abraçados sem eu sair do corpo dela por um bom tempo, eu em cima dela descansando, ela sem querer me soltar, eu sem querer sair.
- Miguel, são quase cinco da manhã, mamãe e papai vão chegar logo. - Mais um pouquinho - pedi.
Ainda fiquei vários minutos dentro dela aproveitando seu calor, mas tive que sair porque realmente nossos pais poderiam chegar. Depois de nos limparmos, colocamos nossos pijamas, continuamos abraçados na cama nos beijando, nos acariciando e conversando sobre sexo, sobre os amantes dela, sobre minhas primas, mas mais sobre nós, sobre o que íamos fazer na cama e fora dela.
- Da próxima vez quero te amarrar na cama e fazer tudo o que eu quiser com você, vou brincar com seu lindo pauzão e tenho uma surpresa para você. - Ela disse com um ar safado e feliz. Alguns barulhos na entrada principal nos fizeram nos separar, nossos pais haviam chegado, ela me beijou e foi para seu quarto, eu me enfiei nos lençóis e apaguei a luz. Demorei muito para dormir pensando no que viria com minha linda irmã e minhas lindas primas, claro que meu pau estava bem duro.
Minha irmã Leticia e o namorado dela estavam dando um banquete de sexo. Senti ciúmes. Supostamente, os irmãos devem cuidar para que suas irmãs não façam isso, mas pensei que não tinha o direito de incomodar. Ela já é maior de idade e deve tomar suas próprias decisões. Por puro tesão, fiquei alguns momentos observando. Eu estava no escuro e eles não me veriam. Queria ver o corpo da minha irmã, é tão lindo. Ela estava por cima do namorado, montada na cintura dele, bem enfiada na pica dele. Ambos tinham as mãos no peito um do outro, se acariciando. Que linda estava a costas da Leti, com seu corpo de violino, suas vértebras se destacando como teclas de piano, suas lindas bundas redondas balançando no ritmo que suas pernas e joelhos comandavam. Seu cabelo solto ondulava com aquele movimento tão atraente que só as mulheres sabem fazer ao girar a cabeça quando estão excitadas ou quando estão flertando, e que nós homens adoramos.
Fiquei olhando minha irmã pensando na sorte que o namorado dela tinha de possuí-la. Fiquei assim por alguns segundos ou minutos, até que os gemidos mais altos dos amantes me tiraram do transe. Com cuidado, fechei a porta e, já no meu quarto, troquei de roupa por algo mais fresco para o calor do verão. Desci para a cozinha para comer alguma coisa porque estava com fome, estava esquentando um prato que encontrei na geladeira quando ouvi barulhos na porta da frente, espiei e vi minha irmã Leticia se despedindo do namorado. Ela estava vestindo uma camiseta, uma bermuda, descalça e toda desarrumada. Vi eles se beijarem e então ele saiu com muita pressa. Voltei para a cozinha para comer o que tinha esquentado, estava nisso quando Leti entrou e depois de me olhar e ver que não tinha mais ninguém, suspirou.— Que bom que é você, achei que eram o papai e a mamãe que tinham chegado cedo. — Ela me disse.
— Não sei por que se preocupou, a reunião sempre acaba só de madrugada. — Eu disse.
— Tava jogando de luta com seu namorado? Você tá toda desarrumada. — Ela sorriu.
— Só pensa nisso, é? Em sexo? — Ela me perguntou.
— Bom, sim, e parece que você também.
— Foi você que fechou a porta do meu quarto?
— Sim, estavam fazendo muito barulho.
— Você nos viu?
— Sim, vi.
— Por favor, não vai contar nada pra eles. — Ela pediu.
— Contar o quê? Eu não vi nada.
Ela sorriu agradecida e passou a mão pela minha bochecha.
— O que você tá comendo? Me convida um pouco?
— Claro, esquentei bastante, até pro seu namorado, pena que ele já foi. — Respondi.
— Que fofo você, irmãozinho.
Enquanto comíamos, começamos a conversar, ela me perguntou o que eu tinha feito. Quando contei que tinha estudado à tarde com a Magdalena, que depois fui para a reunião, que fiquei com a Rosalí e que mais tarde estávamos na casa dela conversando, ela sorriu.
— Desde o joguinho de luta em que seu pau ficou duro, a Magdalena não para de falar de você, contou pra Rosalí e as duas querem brincar com você. Já brincou com elas? perguntou.
- Caramba, você me faz sentir vergonha. - Não sinta vergonha e me conta o que fizeram, prometo não contar pra ninguém.
- Bom, então sim, sim, brincamos de luta, primeiro com a Magda e depois com a Rosalí.
- Me conta tudo desde o começo, passo a passo. - Exigiu minha irmã, que não parava de rir divertida. Contei o que tinha feito com minhas duas primas e do amor que sentia por elas, lógico que não pude explicar tudo tão bem quanto eu gostaria. A Leti ouviu minha história me interrompendo várias vezes, pedindo para repetir o que eu tinha dito ou exigindo mais detalhes.
- Já estava na hora de você fazer amor, já estava me preocupando, que bom que foi com a Rosalí, eu sei que você gosta muito dela. E tomara que você consiga desvirginar a Magda, é lindo desvirginar uma garota, é uma experiência inesquecível, você vai gostar muito, além de ser um privilégio, é como receber um grande presente que alguém cuidou por muito tempo. - Disse com um sorrisinho no rosto.
Eu não tinha percebido, mas meu pau estava duro de novo por lembrar e conversar sobre as brincadeiras que tive com minhas primas, também não tinha me dado conta de que eu estava olhando os peitos da minha irmã por baixo da camiseta e, especialmente, seus mamilos. Minhas primas são lindas e a Leti não fica atrás, é lindíssima: alta, loira, com um porte muito bonito, peitos bem desenvolvidos, cintura fina, bunda bem marcada e empinada, pernas longas e lindas. Escultural, meus amigos dizem que a Leti é, e seu rosto é bonito, de traços suaves com um sorriso que surge facilmente, embelezando-a ainda mais.- Bom, eu já contei sobre mim, agora me conta sobre você. - Exigi. Leti refletiu por alguns segundos, suspirou e com voz pausada me disse:
- Eu fiz amor com meu namorado há 6 meses e fazemos sempre que podemos, é muito gostoso. Eu queria saber como era, queria ser mulher, me livrei de muitas culpas e preconceitos sobre sexo e agora curto muito. Então aproveito sempre que posso para curtir minha sexualidade, sinto que sou muito sensual e gosto muito de fazer amor, já fiz com outros três homens além do meu namorado, foi muito gostoso e emocionante me deixar seduzir, também seduzir. Eu me cuido muito, tomo pílula e uso camisinha até com meu namorado. Hoje depois de ir à boate viemos pra casa e aproveitamos que não tinha ninguém para transar a noite toda até você chegar e nos assustar, porque achamos que eram meus pais.
Eu não sabia o que pensar sobre o que a Leti, minha irmã, estava me dizendo, estava surpreso com sua franqueza e sem-vergonhice. Ela percebeu e, pegando minha mão, disse: - As mulheres de hoje também querem curtir o que os homens fazem desde sempre, já nos libertamos do machismo deles e das frescuras sociais, ainda mais quando não há mais o perigo de engravidar, queremos ter o mesmo que os homens têm e curtir. Você acha ruim?
- Hoje foi um dia muito diferente, muito especial, aconteceram muitas coisas gostosas comigo, ou melhor... maravilhosas, mas tudo foi muito rápido. Não acho que seja ruim porque é o que eu também quero e não tenho nenhum remorso. Mas sim, estou com ciúmes de que te toquem e te comam. – respondi.
- Que bonito você se preocupar comigo, mas não fique com ciúmes, não tem nada de ruim em eu transar, nem que eu me desgastasse. Ou o quê, o pau dos homens desgasta? - ela respondeu rindo.Já eram quase três da manhã, limpamos a cozinha dos restos do nosso jantar, nos despedimos e cada um foi para seu quarto. Tomei banho, coloquei a calça do meu pijama e me enfiei na cama. Eu estava tentando dormir quando senti algo cair com força em cima de mim. Leti estava sobre mim, me segurando.
- Vamos brincar de luta livre. - disse ela.
Eu não conseguia me mexer muito, o lençol me prendia imobilizando. Depois de um tempo de esforço, consegui soltar meus braços e segurar Leti. Fiquei por cima dela e, segurando seus braços, comecei a fazer cócegas em suas costelas. Ela se contorcia e pedia para eu não fazer cócegas, que não fosse safado, que usasse só a força.
Continuamos brigando, ela tentava me acertar nos testículos com os joelhos, com os pés. Eu, com o peso do meu corpo, segurava os pulos que ela dava para me tirar de cima. Coloquei um dos braços dela entre as omoplatas, imobilizando-a de bruços. Suas nádegas quase nuas, já que a calcinha entre elas tinha quase desaparecido, brilhavam com sua brancura no escuro do quarto. Não resisti e dei uma palmada na sua bunda. A dor na minha mão era de desejo, ela gemeu. Dei outra palmada, ela gemeu de novo. Gostei do que senti e repeti a palmada, mas dessa vez não tirei minha mão da sua pele e a acariciei suavemente, curando-a. Ela gemia, mas não reclamava. Dei uma palmada forte na outra nádega e também a acariciei.
- Ohhh Miguel, não para.
- Você merece isso por ser uma garota má. - eu disse, dando outra palmada.
- Por ser uma puta?
- Você é uma puta?
- Sim, sou uma puta, a mais puta de todas e vou continuar sendo.
Palmadas muitas vezes, eu sabia que ela estava excitada e gostava do que eu estava fazendo. Eu não resisti e, depois de uma palmada muito forte, a acariciei, mas dessa vez com meus lábios e língua. soltou e ela se virou de barriga para cima, aproveitei para também bater nela com a mão na teta, ela me respondeu da mesma forma, mas nos meus ovos, eu me joguei em cima dela para evitar que repetisse, coloquei minha cabeça nos peitos dela movendo entre eles. Que gostoso senti-los, a consistência macia é deliciosamente única. Ela me pegou pelo cabelo e afundou mais meu rosto entre eles esfregando com força.
-Pra você se afogar, seu merda, essa garota má vai te afogar nos peitos dela. Eu queria mesmo me afogar neles, sentia a maciez que chegava até meu pau, eu fingia que queria dar um tapa na sua bunda, mas na verdade estava apertando suas nádegas, tão durinhas e macias.Depois de alguns minutos brincando assim, em um momento em que ela parou de se mexer, me olhando na cara, Leti me disse:
-Você lembra quando me beijou? Você foi o primeiro homem que me beijou. Foi assim, brincando. O que você sentiu?
-Medinho de você me rejeitar, medo de você contar pra alguém, mas eu queria saber como era, então a vontade venceu.
-Mas o que você sentiu? - Ela insistiu.
-Muita emoção, nunca tinha beijado uma mulher, acho que o que senti com o beijo foi o de menos, mal toquei seus lábios, fazer isso foi o que foi emocionante.
-Eu gostei, queria que você continuasse me beijando. - Ela me disse.
Eu a olhava emocionado, percebi que ela só vestia um conjunto curto de camisola de cetim e uma calcinha que combinava, muito sexy. Sua respiração ofegante fazia seus peitos se arrebitarem cada vez que ela respirava. Eu estava curtindo muito a brincadeira com minha irmã gostosa pra caralho.
-Me beija de novo. - Ela pediu.
Sem soltá-la, aproximei minha boca da dela e juntei meus lábios aos seus, ela me recebeu abrindo os lábios, eu abri os meus, nossas línguas se tocaram e começaram a brincar, me afastei, ela sorriu pra mim, a beijei de novo, minha língua explorou sua boca, minha mão soltou seu braço e acariciou seu peito. Que sensação deliciosa sentir seu mamilo na palma da minha mão, apertei com mais força o peito lindo, meus dedos seguraram seu mamilo apertando com cuidado. Ela colocou a mão nas minhas costas, me acariciando suavemente.
- Que gostoso, me beija de novo - ela me disse. Me posicionei ao lado dela para me apoiar melhor, beijei seus lábios novamente enquanto minha mão deslizava a alça do camisola para descobrir seu peito. Minha mão o acariciou e então minha boca se deliciou com sua maciez. Ela finalmente tirou o camisola para que não atrapalhasse as carícias que minhas mãos e boca faziam em seu seio.
- Você gosta dos meus peitos? - ela perguntou, olhando para eles com orgulho.
- Muito, você sabe disso. Queria me afogar neles, não paro de admirar sempre que posso, são monumentos lindíssimos, assim levantadinhos pra cima - respondi, acariciando-os com o cuidado que se dedica a joias.
- Você tá curtindo brincar com o meu corpo, irmãozinho?
- Um pouco nervoso, mas muito excitado, irmãzinha.
- Não fica nervoso, eu tô sentindo muito prazer, e quero que você sinta também.
Ela correspondeu enfiando a mão pela abertura do meu pijama, agarrando meu pau e acariciando-o suavemente.
- Que grande, bem durinho e macio, tinha muita vontade de pegar nele faz tempo, deixa eu ver.
Desabotoei o pijama e tirei em um segundo, que aproveitei para admirar os peitos rosados que contrastavam com o bronzeado do corpo dela. Ela também aproveitou para tirar a calcinha, manobra na qual eu também ajudei. Nua, ela estava magnífica: seus pelos pubianos dourados, que pareciam brilhar, atraíram meu olhar e toda minha atenção. Ali também o contraste do bronzeado com a pele não exposta destacava sua feminilidade, seus lábios em forma de coração, macios como cabelo de anjo.
- Que bonito seu pau, dá vontade de comer ele todinho. Você todo tá uma delícia, gostoso - falei, também orgulhoso, virando para ver como meu pênis se erguia em toda sua extensão colado ao meu ventre, ávido por carícias, desejoso do calor do corpo dela.
- O que você quer, Miguel? - ela perguntou, segurando meu membro com doçura.
- Quero você toda, mas quero seus beijos, quero muitos beijos.
- Não sei de onde As palavras saíram, mas era isso que eu queria, beijar sua boca, ver seu rosto, senti-la, ver seus olhos, sentir sua língua, estar perto dela.
Deitamos de lado e nos beijamos, ela com meu pau na mão, eu com minhas mãos em todo seu corpo. Nos olhamos e sorrimos, minha felicidade era intensa enquanto nossas línguas brincavam por nossos rostos, em nossas bocas. Queria abranger tudo com meu olhar, era impossível, tentava pensar no que via, cada centímetro de sua pele é diferente, seus ossos, suas pequenas pintas, cada curva, o formato de suas orelhas, a sensação de seu cabelo sobre minha pele, suas sobrancelhas, seus gestos, seus suspiros, seu nariz, tudo, mas tudo transformado em energia enlouquecedora que se sente em todos os poros, na alma estremecida pela paixão.
Meu corpo colado ao dela sentia seu calor, minhas mãos percorreram suas pernas, suas costas, sua bunda, seus peitos, sua barriga, sua buceta, seu clitóris, seus lábios. Queria tocar seus pés, suas mãos, me enfiar todo dentro dela, sermos um só nessa raiva sexual que brota de dentro.
— O que estamos fazendo é pecado, irmãzinha linda. — Disse enquanto acariciava seu clitóris.
— Quer que a gente pare? — ela me disse enquanto agitava meu pau com mais força.
— Claro que não, olha como você me deixou, bem quente.
— Eu tinha me perguntado se ia conseguir te seduzir, eu queria te desvirginar, a Rosalí me adiantou, mas ser a segunda não tá ruim, você vai ser meu quinto amante, e não há quinto malo.
— Num momento quando estava com a Rosalí, pensei que era você, eu teria querido que você fosse minha primeira mulher e eu seu primeiro homem, mas nunca tive coragem de insinuar, supostamente não devo sentir isso que sinto por você, te quero e te desejo tanto, Leti.
-Também te amo muito, Miguel.
-Você sabe que eu morreria por você.
-Estou toda molhada, você me faz sentir tão bem, me sinto tranquila, tão à vontade, tão em paz, mas excitada, muito excitada. Você me deixou pertinho do orgasmo. Não quero que acabe e também quero sentir mais de você, quero que você me meta, por favor, quero gozar com seu pau, não aguento mais, mete em mim, por favor.
Sem pensar, apenas obedecendo, me coloquei entre suas pernas, que momento sublime vê-la ali, me esperando. Eu tremendo de desejo e paixão naqueles segundos em que pude contemplá-la, admirando-a e desejando tudo, um tudo que não dá pra descrever, me sentindo um homem completo, cheio de amor e poder, poderoso no meu membro.
Com cuidado, coloquei a ponta do meu pau entre seus lábios vaginais, acariciando-os para enchê-lo de seus perfumes, lubrificá-lo, para excitá-la mais, encontrei a entrada de sua vagina e devagar introduzi meu membro um pouco, depois mais um pouco. Eu olhava seu rosto, mas também via na minha mente como meu pau entrava nela, devagar abrindo sua vagina, sentia como sua pele me envolvia e seus músculos me abraçavam. Outra enfiada, um suspiro de seus lábios, um olhar cheio de desejo. Só parte do meu pau estava dentro dela e o prazer era intenso, uma pequena recuada e outro pequeno avanço nos acomodando, uma chupada em seu seio acompanhada de mais movimentos lentos com meu pau.
-Quero ele todo, seu safado, mete tudo. - Ela me disse, puxando-me com seus braços para perto dela.
Não dei bola, continuei devagar com meus movimentos de entra e sai com só uns centímetros do meu pau dentro dela. Assim eu me sentia bem, seus músculos vaginais me apertavam forte, querendo me absorver, eu via que o desejo dela crescia, que a provocava cada vez mais e eu estava no comando, ela pegou meus genitais com a mão, acariciando-os, passou seus dedos sobre meu ânus, uma nova sensação percorreu meu corpo, eu fiz o mesmo, minha mão foi até sua bunda redonda e depois meus dedos acariciaram seu ânus, sua entrada apertadinha como o botão de uma flor.
Continuei assim mais alguns segundos, eu queria levá-la ao céu e ir junto com ela. Penetrei um pouco mais, não parava de olhar seu rosto e beijava seus lábios úmidos sem interromper meus movimentos. Ela suspirou, deixou que eu fizesse o que quisesse e apenas esperou que acontecesse o que tinha que acontecer. Seu orgasmo chegou, seus gemidos e suspiros aumentaram, seu rosto mudou de alegria ansiosa para uma expressão intensa de desespero, seu corpo arqueou-se em minha direção, seus músculos apertaram meu pau em contrações fortes.
Me enfiei mais fundo para receber esses abraços vaginais tão intensos. Apertava os músculos do meu pau para não gozar, meu coração gritava de prazer ao ver minha irmã tão linda em seu melhor momento. Não parei de me mover, vi sua transformação de novo, como seu ritmo diminuiu, sua respiração e gemidos, como voltaram a aumentar.
Ela quis me dizer algo, mas eu pedi que calasse a boca com um dedo que coloquei em seus lábios. Aumentei meu ritmo e a penetrei ainda mais, quase toda minha rola estava dentro dela, eu suava muito, tamanho era meu prazer. Ela pegou minha cabeça com as mãos e a acariciava como se acaricia um bem que não se quer perder. Entrei até o fundo dela, ela me olhava contente com um sorriso de felicidade, seus gemidos e suspiros eram inspiração para minha mente, para meu corpo que aumentou seu ritmo a um galope, queria chegar à sua alma.- Você me chega até o pescoço, amor, enfia esses ovos em mim.
Tentei fazer isso com minhas investidas, nossas pélvis colidiam furiosas no galope sexual. Nos transformamos com o prazer, ela chegou primeiro, senti em meu pau com suas contrações, me abraçou com mais força e gritou quando meu pau explodiu em seu orgasmo. Minhas pulsações junto com suas contrações me tinham em outro universo, que prazer, que delírio requintado. Continuei me movendo enquanto meu pau ainda latejava, não conseguia parar de me mexer porque sua buceta com suas contrações me agarrava e soltava dando ondas de prazer. Meu pau queria continuar, eu queria ficar dentro dela e segui sem parar nem por um instante.
Mais tranquilo, a olhava encantado, ela tinha os olhos abertos me olhando com surpresa, beijei seus lábios, chupei seu peito. Eu sentia como suas paredes vaginais davam prazer ao meu pau, bem apertadinho seu buraquinho, mas sem parar, minha rola deslizava. Que felicidade sentia em possuí-la, em penetrar minha irmã, minha doce e linda irmã.
- Vou gozar de novo. - Ela disse levantando seus seios que eu beijei agradecido.
Acelerei meu ritmo, mas sem chegar a ser tão rápido como no meu orgasmo anterior, um trote leve, Leti pegou meu rosto com as mãos, colocou suas pernas nas minhas costas e assim chegamos juntos a outro orgasmo. Foi diferente; mais consciente, senti minha pele ficar sensível, minha barriga endurecer e como o sangue chegava ao meu membro endurecendo-o ainda mais, como jorrava de dentro do... alma. Me abracei a ela descansando, meu pau ainda pulsava, sua buceta se contraía abraçando ele. Beijei-a e acariciei seu rosto. Suas mãos nas minhas costas me acariciavam suavemente.
—Você vai me fazer amor sempre que eu quiser, sempre que você quiser, pra sempre? Me promete? — perguntou-me feliz.
—Eu ia te pedir a mesma coisa, Leticia linda, você é minha adoração, sim, te prometo te comer a vida toda, mesmo que tenha que te dividir. — disse sem parar de acariciá-la e beijá-la.
—Você fode como um deus, vai deixar Magdita maluca como certamente deixou Rosalí e já me tem aqui, bem doidinha. — disse sorridente.
—Você é uma deusa, a deusa do sexo. — respondi orgulhoso. — Você também vai deixar loucos os homens que tiverem a sorte de te comer.
—E vão ser muitos os sortudos se depender de mim, e quero que você também tenha muitas mulheres e muito sexo, que se divirta muito. — disse enquanto contraía sua buceta para reforçar suas palavras.
Não sou eu que fodo bem, é você, você é uma mulher completa, sexual, que sabe se entregar, eu só tento corresponder da melhor forma que posso. - Continuamos abraçados sem eu sair do corpo dela por um bom tempo, eu em cima dela descansando, ela sem querer me soltar, eu sem querer sair.- Miguel, são quase cinco da manhã, mamãe e papai vão chegar logo. - Mais um pouquinho - pedi.
Ainda fiquei vários minutos dentro dela aproveitando seu calor, mas tive que sair porque realmente nossos pais poderiam chegar. Depois de nos limparmos, colocamos nossos pijamas, continuamos abraçados na cama nos beijando, nos acariciando e conversando sobre sexo, sobre os amantes dela, sobre minhas primas, mas mais sobre nós, sobre o que íamos fazer na cama e fora dela.
- Da próxima vez quero te amarrar na cama e fazer tudo o que eu quiser com você, vou brincar com seu lindo pauzão e tenho uma surpresa para você. - Ela disse com um ar safado e feliz. Alguns barulhos na entrada principal nos fizeram nos separar, nossos pais haviam chegado, ela me beijou e foi para seu quarto, eu me enfiei nos lençóis e apaguei a luz. Demorei muito para dormir pensando no que viria com minha linda irmã e minhas lindas primas, claro que meu pau estava bem duro.
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