Gostosa da Julia

Lucas tinha 19 anos, alto e magro, mas com músculos definidos de jogar futebol nos fins de semana com os amigos do bairro. Cabelo castanho bagunçado que sempre parecia precisar de um corte, olhos verdes intensos e um sorriso inocente que contrastava com a luxúria que o consumia em segredo. Ele morava com os pais em uma fileira de casas geminadas modestas, mas bem cuidadas, com quintais pequenos separados por cercas baixas de madeira. Cursava o primeiro ano de Engenharia de manhã na universidade pública, e quando seus pais saíam cedo —o pai para a fábrica metalúrgica, a mãe para seu cargo administrativo em um escritório de contabilidade—, a casa ficava em um silêncio absoluto que convidava aos seus vícios privados.

Naquela manhã de quinta-feira, como quase todas, ele se trancou no seu quarto no primeiro andar. A janela dava direto para o quintal compartilhado, sem cortinas nem persianas porque "nunca acontecia nada interessante". Abriu o laptop sobre a cama, procurou um de seus vídeos favoritos: uma cena amadora de um jovem dominando uma mulher madura em uma cozinha. Baixou o jeans e a cueca até os tornozelos, o pau já completamente duro, venoso e levemente curvado para cima, a cabeça brilhando de pré-gozo. Começou a se masturbar devagar no início, a mão direita se movendo com ritmo firme, a esquerda segurando o laptop para ver melhor. Gemía baixinho, imaginando que a mulher do vídeo era Julia, a vizinha da casa ao lado.

Julia tinha exatos 50 anos, casada com um homem de 55 que passava semanas inteiras fora por causa do seu trabalho como representante comercial de maquinário industrial. Era uma mulher de curvas milf e generosas: 1,65 m de altura, pele branca com um leve bronzeado de verão, peitos grandes e pesados (tamanho 100D) que se moviam com naturalidade sob qualquer blusa, cintura marcada pelos anos mas ainda definida, quadris largos e uma bunda redonda, alta e firme que se notava especialmente quando ela usava calças de yoga para malhar. no quintal, ou saias longas que grudavam ao caminar. Cabelo gris prateado preso num coque solto que deixava mechas rebeldes sobre a nuca, óculos de armação fina que lhe davam um ar intelectual e severo, lábios finos mas carnudos quando pintava de vermelho discreto. Sempre cheirava a sabonete floral e café, e sua voz tinha aquele tom firme que usava quando ralhava com as crianças do bairro ou falava com o padre depois da missa.

Lucas acelerou a mão, os gemidos subindo de volume, quando ouviu a batida seca no vidro da janela aberta. Ergueu o rosto de repente, o coração na garganta: Julia estava no seu próprio quintal, de pé junto à cerca baixa, olhando diretamente para ele com os braços cruzados e uma expressão de incredulidade e desaprovação. Vestia uma blusa branca abotoada até o pescoço, saia longa cinza que lhe chegava aos tornozelos e chinelos de casa. O sol da manhã iluminava seu rosto, fazendo os óculos brilharem.

Lucas ficou congelado. O pau ainda duro na mão, o vídeo reproduzindo gemidos obscenos que agora soavam ridículos e acusadores. Tentou se cobrir com o lençol amarrotado, o rosto ardendo, o suor frio escorrendo pelas costas.Gostosa da JuliaJulia não gritou nem se afastou. Elevou a voz com firmeza, mas sem exagerar para não alertar os outros vizinhos:

—Lucas… o que você está fazendo? Isso é pecado. Não está certo… principalmente antes de ir pra aula. Seus pais se matam trabalhando pra você estudar, e você aqui, se rebaixando a isso.

Lucas gaguejou, voz embargada, incapaz de sustentar o olhar dela:

—Desculpa… dona Julia… não queria que me visse… por favor, não conta pra ninguém… nem pro seu marido… nem pros meus pais… juro que paro…

Julia o observou por alguns segundos em silêncio, os olhos meio cerrados atrás dos óculos. Depois apontou para a cerca com um gesto seco.

—Desce agora mesmo. Vamos conversar como adultos. Não quero que os vizinhos vejam isso ou comecem a fofocar.

Lucas hesitou, o pulso latejando nas têmporas como um tambor. Mas o medo de que ela o dedurasse o impulsionou. Vestiu-se às pressas —jeans, camiseta amassada—, desceu pela escada dos fundos e pulou a cerca baixa com facilidade. Julia o esperava com os braços cruzados, expressão dura, o cheiro de sabonete floral e café envolvendo-o quando ele se aproximou.

—Entra —ordenou, abrindo a porta dos fundos da cozinha—. Meu marido está viajando até sexta. Ninguém vai nos perturbar.

Entraram. A cozinha era impecável: bancadas de granito brilhando, cheiro de café recém-passado e pão torrado, fotos de família na geladeira mostrando Julia sorrindo ao lado de um homem careca e sério. Julia trancou a porta com chave e virou-se para ele, apoiando-se na bancada.

—Senta —disse apontando para uma cadeira de madeira—. E me explica por que um garoto como você, com um futuro pela frente, se rebaixa a se masturbar feito um animal em vez de se preparar pra faculdade.

Lucas sentou-se, cabeça baixa, as mãos tremendo sobre os joelhos.

—É que… a tentação é forte… penso em mulheres mais velhas… na senhora às vezes… com aquele jeito de andar pelo quintal, aquelas blusas que marcam seus peitos quando você se inclina pra regar as plantas, aquelas saias que grudam na bunda quando sobe a escada do varal… Julia corou intensamente, ajustando os óculos com um gesto nervoso, mas tentou manter a compostura. —Em mim? Não diga bobagens. Sou casada. Meu marido me respeita e eu a ele. O que você faz é sujo, Lucas. Você deveria ter vergonha. Lucas ergueu o olhar lentamente. A vergonha inicial estava se transformando em uma raiva quente, um desejo acumulado por meses de olhares furtivos: vê-la estender a roupa com calças justas que marcavam cada curva, regar as plantas inclinada com a blusa aberta um botão a mais, ou simplesmente caminhar pelo quintal com aquela sensualidade madura que ela mesma ignorava. Ele se levantou de repente, aproximando-se dela com passos lentos mas decididos.jovem—Você tem me observado todos os dias do seu quintal. Com aquelas blusas justas que deixam os mamilos aparecer quando está frio, e aquelas saias que grudam na bunda quando você anda. Acha que eu não percebo? Você também está com vontade, dona Júlia. Só que esconde porque seu marido não te dá o que você precisa. Ele te respeita demais, né? Te trata como uma senhora decente, não como a gostosa que você é por dentro.

Júlia recuou um passo, as bochechas vermelhas, mas esbarrou na bancada de granito.

—Não se atreva… isso não é verdade… sou uma mulher casada…

Lucas avançou, encurralando-a contra a bancada, seus corpos quase colados. Agarrou-a pela cintura com força, sentindo a maciez da saia e a carne madura por baixo.

—Você me pegou. Agora eu vou te pegar. E vou te mostrar o que é uma foda de verdade, não aquelas carícias suaves e sem graça do seu maridinho.

Júlia se debateu, empurrando-o pelo peito com as mãos trêmulas.

—Me solta! Isso não está certo! Eu tenho marido! Para agora mesmo!

Mas Lucas não parou. Virou-a de repente, empurrando-a contra a bancada, levantando sua saia longa até a cintura com rudeza. Revelou meias de compressão até a metade da coxa, calcinhas brancas de algodão simples com uma mancha úmida evidente na virilha. Arrancou-as de uma vez até os tornozelos, expondo sua buceta depilada só nas bordas (um triângulo aparado de pelos grisalhos), lábios grossos e inchados, brilhantes de excitação, e a bunda redonda com estrias leves que o deixaram ainda mais excitado.raposa—Que puta hipócrita —rosnou, ajoelhando-se atrás dela—. Me repreende por me tocar e olha só isso: escorrendo como uma puta no cio enquanto seu marido está longe.

Julia suspirou, tentando puxar a saia para baixo com mãos trêmulas.

—Não… por favor… meu marido… ele nunca me vê assim… é sujo…

Lucas a forçou a se inclinar mais sobre a bancada, separando suas nádegas com as mãos fortes. Aproximou o rosto a centímetros de sua buceta e cu. Cheirava a mulher madura excitada, a desejo reprimido por anos. Enfiou a língua direto em sua buceta, lambendo os lábios inchados de baixo para cima, chupando o clitóris com avidez, saboreando o líquido salgado e doce.

—Diga que gosta, senhora casada. Diga que minha língua jovem é melhor que qualquer coisa que seu marido já tenha feito.

Julia gemeu abafado, as mãos agarradas à borda da bancada, os joelhos tremendo.

—Não… para… é indecente… ai… porra… lambe mais… não para… meu marido nunca me lambeu assim…

Lucas riu contra sua pele úmida, enfiando dois dedos em sua buceta encharcada enquanto lambia com mais força. Depois subiu a língua até o ânus apertado, circulando o esfíncter com voltas lentas e profundas, empurrando a ponta para dentro, saboreando o sabor proibido.

—Olha que cu virgem. Aposto que seu marido nunca ousou tocar nem olhar. Mas eu sim. Vou comê-lo até que você implore para eu te foder.

Julia empurrou o bumbum para trás instintivamente, gemendo mais alto, a voz quebrada.

—Deus… não… mas sim… lambe mais fundo… você é um porco… um porco jovem e sujo… mas não para… está me deixando louca…

Lucas continuou alternando: língua na buceta, dedos metendo nela devagar, depois língua no cu, chupando e lambendo com fúria. Julia gozou pela primeira vez assim, tremendo toda, fluidos escorrendo por suas coxas e pingando no chão de azulejos brancos.milf—Implore, gostosa. Diga que quer meu pau. Diga que precisa ser fodida como nunca.

Julia, voz entrecortada e desesperada:
—Por favor… me fode… preciso do seu pau jovem… meu marido não me satisfaz… não me faz sentir nada… enfia em mim… me destrói…

Lucas se levantou, abaixou o jeans e a cueca. Pau duro, jovem, venoso, a cabeça pingando. Penetrou-a de uma vez por trás, enterrando até as bolas na sua buceta encharcada.

Julia gritou de puro prazer.
—Ai… porra… você é enorme… está me partindo ao meio… mais… mais forte…

—Nada devagar —rosnou ele—. Quero que sinta cada centímetro que seu marido não te dá. Quero que se lembre disso toda vez que ele te tocar.

Enfiava brutalmente, agarrando seus peitos por cima da blusa, arrancando botões um a um até libertá-los. Seios grandes, pesados, mamilos escuros e duros como pedras. Apertou-os com força, puxando, torcendo.

—Diga que gosta, hipócrita. Diga que meu pau é melhor que o do seu velho. Diga que é uma puta infiel.

Julia choramingava de prazer, empurrando para trás a cada enfiada.
—Sim… mais forte… por favor… me destrói… ele nunca me comeu assim… você é um animal… um puto animal… mas quero mais… enfia até o fundo… me faz gritar…infielLucas acelerou, metendo nela com uma fúria selvagem, a mesa rangendo, pratos e xícaras tilintando nos armários. Ele dava tapas fortes na sua bunda, deixando marcas vermelhas em forma de mão, puxava seu cabelo para arquear suas costas, obrigando-a a olhar para ele por cima do ombro.

—Você me chamou de pecador. Agora a buceta de mulher casada está engolindo rola como uma gostosa desesperada enquanto seu marido trabalha. O que ele diria se soubesse que sua mulher é uma puta que goza esguichando com um garoto de 19 anos?

Julia gozou de novo, mais forte: esguichando no chão, o corpo convulsionando, lágrimas de êxtase escorrendo por suas bochechas.

—Não conta pra ele nunca… mas goza… me enche… quero sentir seu sêmen jovem dentro… que dê pra notar quando meu marido voltar…

Lucas saiu de repente, virou ela de frente pra ele, obrigou-a a se ajoelhar no chão frio e sujo da cozinha.

—Não dentro. Na cara. Abre a boca, gostosa. Põe a língua pra fora.

Julia obedeceu na hora, ajoelhada, boca aberta, língua pra fora, olhos vidrados de submissão total.

Lucas se masturbou rápido, mirando direto na cara dela.

—Levanta o queixo. Olha pra câmera. Quero te ver bem: a mulher casada direitinha com a cara cheia de porra de um garoto.

Julia levantou o queixo, os olhos semicerrados, tremendo de excitação e vergonha.

Lucas gozou com um grunhido profundo, jatos grossos e quentes respingando nas suas bochechas, nariz, lábios, caindo sobre os óculos embaçados, escorrendo pelo queixo e pescoço até manchar a blusa rasgada.

Julia suspirou, sentindo cada jato quente na sua pele.Gostosa da JuliaLucas respirou fundo, tirou o celular do bolso e tirou uma foto rápida: Julia de joelhos, rosto coberto de porra grossa que brilhava sob a luz da cozinha, óculos embaçados, blusa rasgada deixando os peitos manchados à mostra, saia amarrotada na cintura, porra escorrendo pelo queixo e pescoço.

—Sorria para a foto, putinha. Diga "quero mais".

Julia, voz rouca e quebrada, com porra ainda nos lábios:

—Quero... mais... por favor... quero mais...jovemLucas guardou o celular com um sorriso frio.

—Isso é meu seguro. Se um dia você tentar se negar ou contar algo pra alguém, essa foto vai parar nas mãos do seu marido. Ou das suas amigas do clube de leitura. Ou de quem eu quiser. Amanhã de manhã, quando meus pais saírem, deixe a porta dos fundos aberta. Eu vou estar esperando. E você vai me receber de joelhos, de boca aberta, pronta pra chupar e implorar por mais.raposaJulia ficou no chão, ofegante, sêmen escorrendo pelo rosto e pescoço, o corpo tremendo de espasmos. Ela olhou para cima, os olhos cheios de uma mistura de vergonha, culpa e desejo incontrolável.

— Por favor… — sussurrou, voz trêmula e suplicante —. Amanhã… vem mais cedo… quero mais… quero que você me use de novo… não consigo parar de pensar no seu pau… em como você me destruiu… no seu sêmen na minha cara… por favor… me dá mais… preciso de mais…milfLucas deu um tapinha suave, mas dominante, na bochecha manchada dela.

— Boa, gostosa. Amanhã te fodo mais. Muito mais. E a próxima foto vai ser ainda melhor.

Ele saiu pela porta dos fundos, deixando Julia ajoelhada na cozinha impecável, agora manchada de porra, melado e desejo proibido, com o rosto coberto e um sorriso culpado que não conseguia apagar.infielSabia que amanhã você estaria de joelhos, implorando.

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