Mamãe e Eu

Meu nome é Karol Alexa e minha história é sobre meu amor lésbico pela minha mãe, "mãe" como vou chamá-la. Tenho 22 anos e sou meio magrinha, mãe tem uns 45, bem gostosa, mais baixa que eu, mas bem formadinha. Desde os 16 anos soube das minhas tendências lésbicas quando via minhas colegas no vestiário da escola. Nunca imaginei que ver minha mãe uma noite, semi-nua, fosse despertar tremendamente meus apetites sexuais. Com ela somos amantes há uns três anos, e também amigas e confidentes. Não nos importamos com tabus nem outras hipocrisias da nossa sociedade. Curtimos muito nossa relação e pronto. Eu mesma seduzi mãe e nunca me arrependi. Depois do divórcio com meu pai, mãe passou meses desanimada; teve um namorado, mas no final não deu em nada. Exceto por poucas amigas, ela se isolou muito. Quase não conversávamos juntas, apesar de vivermos só nós duas na casa que ficou no nome da minha mãe. Uma noite, passando pelo meu quarto, ela estava no banheiro e a porta entreaberta. Estava se penteando, com uma blusinha e só de calcinha. Fiquei paralisada, nunca a tinha visto assim. Seu corpo me pareceu lindo e provocante, e esse pensamento me assustou. Ela estava de costas e de lado, pude ver o contorno de um dos seus peitos, caído, mas bem recheadinho; sua bunda era linda, um pouquinho caída, mas deliciosa, nádegas bem torneadas. Passei rápido pro quarto, mas aquela cena ficou na minha cabeça.

Uma noite me masturbei pensando no corpo dela, e pro meu espanto, sonhei acariciando ele. A partir desses dias fiquei mais próxima e carinhosa, até que uma noite de muita chuva entrou uma goteira no meu quarto. Depois da vistoria do encanador, mãe me disse que o conserto do telhado ia demorar. Não importa, falei com entusiasmo, a gente dorme junto. Ela sorriu. Passei a noite quase sem dormir, sentindo o corpo dela perto e com a imagem do banheiro na cabeça. Na terceira noite me aconcheguei nela e, sentindo que ela tava dormindo, não consegui evitar passar minha mão pelo corpo dela. Com muito cuidado, coloquei minha mão em um dos seus peitos e acariciei devagar. Meu coração batia tão forte que eu temia acordá-la. Ao ver que ela continuava dormindo, me atrevi a passar a mão por baixo da camisola dela, tocando a base dos seios. Com muita calma e nervosismo, minha mão subiu pelo seio direito até tocar o mamilo. Engoli seco. Mamãe se mexeu um pouco e eu tirei a mão. Nada aconteceu e esperei um pouco. Logo minha mão, mais ousada, voltou ao mamilo e o acariciou suavemente. Foi aí que comecei a ficar excitado, mas o nervosismo não me deixou ir adiante.Mamãe e EuDe manhã perguntei como ela tinha dormido e sua resposta me encantou. Ela confessou que seu sono era muito pesado e quase nada a acordava. Isso me excitou muito e fiquei muito ansiosa para que a noite chegasse. Uma vez na cama esperei com pouca paciência; quase me entreguei. Quando senti que ela dormia profundamente, minha mão voltou, com mais descaramento, a explorar os dois peitos. Me dei o prazer de acariciá-los à vontade, sempre vigiando cada movimento. De fato, ela não acordava. Com meu coração a mil, me inclinei sobre ela e com delicadeza abri sua blusa. A luz da rua foi suficiente para me mostrar um lindo par de tetas, um pouco grandes e caídas, mas com um mamilo escuro e grande. Fiquei extasiada, e sem perceber, minha boca se aproximou de um mamilo e deu um beijo suave. Me assustei e fiquei parada; ela nem se mexeu. Dessa vez avancei um pouco mais, e ao beijo no mamilo seguiu uma lambida tímida. Sua maciez e cheiro me aqueceram e senti a umidade na minha bucetinha. O sono profundo da minha mãe não foi mais que um convite ao ataque, e com minha boca procedi a beijar e chupar cada teta. Me senti no céu. Ela se moveu um pouco, assustada me deitei. Será que tinha acordado? Fingi dormir, e assim fiquei.

De manhã perguntei de novo e ela disse que tinha tido um sono pesado, mas que esperava não ter me incomodado. De maneira nenhuma, me apressei a responder. Como à tarde ela reclamava um pouco de cansaço, insisti para que tomasse um remédio para dormir bem. Só com insistência aceitou. À noite, depois das minhas tarefas, esperei que se deitasse e levei água com dois comprimidos (não um). Dei um beijo na testa e disse que voltaria mais tarde. Mais tarde entrei no quarto, ela dormia placidamente, uma revista em uma das mãos e a TV ligada mostravam o efeito dos comprimidos. Com muito nervosismo desliguei a TV e as luzes e fiquei só de roupão. Chamei e mexi nela várias vezes e para minha satisfação (e luxúria) ela não acordou. Me senti como uma diabrete que podia fazer o que o que ela desejasse. Deitei e apertei meu corpo contra o dela e sussurrei: Mãe, te amo muito, você precisa saber disso, gosto muito de você, e seu corpo me deixa louco. Deixa eu tocar. Com menos delicadeza que antes, abri sua blusa e me deleitei vendo seus peitos na luz fraca da janela. Beijei-os com doçura, lambi e deixei-os bem molhados por um tempo. Que peitos gostosos você tem… Mãe, deixa eu chupá-los, eu dizia.sexoChupei seus mamilos como um bebê, até me cansar. Deitei novamente sobre ela e pensei no que fazer. Minha mão direita deslizou sobre seu ventre e, nervoso, me aproximei de seu monte de Vênus. Passei para suas pernas e as acariciei por um tempo; minha luxúria me empurrava para acariciar sua buceta, mas o medo de acordá-la me impedia. Finalmente me animei e acariciei sua buceta por cima do pijama. Meu coração acelerou e perdi a calma. Coloquei minha mão por baixo do pijama e acariciei sua buceta novamente. Senti seus lábios e isso me deixou molhado de excitação. Sem mais, enfiei minha mão por baixo da calcinha e tive minha primeira surpresa excitante: uma mata abundante de pelos protegendo seu tesouro. Minha mata de pelos é normal, mas essa era abundante, me sentia como em uma floresta. Explorei a mata por um tempo, até que meus dedos desceram e tocaram sua vulva. Aqui eu gemi baixinho. Sem me importar com mais nada, meus dedos iniciaram a exploração de sua vulva. Olhei para ela; nem se mexeu. Maravilhosos comprimidos para dormir! Tão confiante estava que separei um pouco suas pernas e minha mão acariciou sua buceta com mais ousadia; meus dedos exploravam sem medo esse novo terreno.lesbicasMe aproximei do rosto dela e a beijei suavemente na boca, sussurrando logo em seguida: Que lábios tão lindos você tem, mana, não só da sua boquinha mas da sua bucetinha tão gostosa... Continuei beijando-a e acariciando sua vulva, minha xota já estava pingando. Então me levantei e, sentada na cama, fui baixando devagarzinho seu pijama, até um pouco acima dos joelhos. Sua calcinha era um pouco grande, mas dava pra ver claramente o contorno dos lábios. Peguei sua calcinha e fui puxando devagar, ao ver o matagal de pelos engoli em seco. Quando baixei quase tudo, fiquei extasiada. Era uma floresta inteira! Não imaginava que a mana tivesse tanto pelo. Por que ela mantinha assim? Depois saberia que crescia muito e ela cansou de depilar; não voltou a fazer isso exceto quando precisava ir ao médico. Decisão sábia que alegraria meus dias, pois essa buceta peluda tem sido meu maior delírio, paixão e distração, além da sua bunda linda. Passei um bom tempo admirando o matagal de pelos, até que a luxúria me levou a despi-la da cintura para baixo. Seu sono era realmente pesado e já nem me preocupei em ver se ela acordava ou não.maduraFiquei de frente para ela, abri suas pernas e fiquei extasiada vendo sua buceta. A mata grossa de pelos por cima e nas laterais ia quase até o cu, mas não escondia seus lábios grossos que saíam quase desafiadores. Me joguei sobre ela e a beijei com paixão. Voltei para seus peitos e os chupei e lambi, continuei pelo seu ventre até chegar ao seu tesouro. Esfreguei-me em sua mata de pelos e, sem mais, beijei sua vulva. Que coisinha linda, mana, deixa eu chupar... Minha língua explorou ela de cima a baixo, até que comecei a chupar sem medo. Enquanto isso, uma das minhas mãos se divertia esfregando minha buceta já bem molhada. Até que abri seus lábios e minha língua entrou na gruta do prazer, e entre gemidos e espasmos, comi sua buceta. Gozei como nunca, e me recostei sobre ela um pouco. Estava deliciosamente cansada; a vesti de novo e dormi até o dia me acordar.incestoNos dias seguintes, nada aconteceu, voltei a contragosto para o meu quarto. Num sábado, ela estava exausta de novo, e dessa vez não se opôs à minha recomendação. Mais um par de pílulas abençoadas e sono profundo. Nem preciso dizer que naquela noite minha visita não demorou a chegar, com mais calma, mas a mesma paixão, retomei minhas tarefas incestuosas. Beijos na boca, chupar peitos, despir, abrir as pernas e lamber a buceta. Foi fabuloso. De repente, tive a ideia de vesti-la e virá-la de bruços suavemente. Ela estava de barriga para baixo. Levantei a blusa dela e beijei e acariciei suas costas. Desci até sua bunda, e com cuidado abaixei seu pijama. Que rabo! Beijei e lambi cada parte. Até que, sem mais, abaixei sua calcinha. Da minha posição, vi sua xota e seus pelos abundantes. Mas soltei um grito de alegria quando separei suas nádegas e vi pela primeira vez seu cuzinho. Não podia acreditar quando minha luxúria me levou a encharcá-lo de saliva e dar um beijo. Eu estava como uma louca; nada mais importava. Mais saliva, nádegas afastadas e um dos meus dedos iniciou a conquista de um terreno inexplorado. Seria virgem do ânus? Meu dedo entrava aos poucos, sempre ajudado por saliva abundante. Dedo dentro, dedo fora, primeiro devagar, depois mais rápido. Beijava suas nádegas, o cu, lambia e chupava como uma louca. Quase gozei de tanta excitação. Assim passei o resto da noite. No dia seguinte, não vi nenhuma reação nela ou pelo menos ela não me disse nada.seducaoNão tive coragem de repetir aquelas duas noites; meu medo do uso dos soníferos era maior que o desejo. Em vez disso, decidi conquistá-la e desde então tudo foram flertes e carinhos. Mãe ficou satisfeita. De vez em quando aparecia na cama dela alegando estar com frio e, se ela estivesse bem dormida, eu fazia alguns rebolados, mas sem a ousadia das noites anteriores. Porém, uma noite aconteceu o que tanto ansiava. Naquele dia, mãe estava muito deprimida porque tinha brigado com pai. Quando cheguei em casa e ela me contou, consolei-a como pude; ela também confessou seu fracasso com o outro suposto namorado que tentou ter. Aproveitei para falar mal dos homens e outras bobagens, assim como da importância de termos uma à outra. Claro que à noite fiz minha visita à cama dela e a abracei por um bom tempo. — Você tem sido tão boa comigo, filha… Segurei-a com ternura em meus braços e, sem perceber, dei-lhe um beijo na boca. Afastei minha boca assustada. Mãe não disse nada e eu fiquei imóvel e confusa. Depois, mãe continuou falando de outras coisas como se nada tivesse acontecido. Não soube o que pensar. Ela teria percebido o beijo ou estava tão preocupada?

Pouco depois, voltei a dizer que estava com ela o tempo todo e beijei-a novamente na boca. Dessa vez, ela abriu os olhos. Ficamos um tempo em silêncio. De repente, nos beijamos. Não sei como, mas sentimos a necessidade de fazer isso, sem palavras ou gestos. Simplesmente nos beijamos na boca. Meu coração batia violentamente. Mãe não estava dormindo, estava bem acordada e me beijava. A peguei em meus braços e a beijei com força. De repente, ela se soltou atordoada. — Espera, filha, eu… — Sinto muito, não sei por quê… Acariciei seu rosto com muita doçura. — Mãe, não se assuste, está tudo bem. Te amo muito, você tem sido tudo para mim, e quero que saiba disso. — Mas sou sua mãe e… Não a deixei terminar. Beijei-a com mais força, e ela simplesmente ficou imóvel. Essa passividade me agradou. Marcaria o futuro de nossa relação, pois sou agressiva sexualmente e mãe é justamente o oposto. o oposto. Esse beijo foi além, minha língua entrou na sua boca e a possuiu. Ma tentou uma resistência a mais, mas muito fraca. Estava em minhas mãos. – Ma, você leva um ano de vida monótona injusta, sem aproveitar seu corpo lindo. Deixe-me recuperar o tempo perdido… Ma se assustou. Beijei-a mais uma vez e não a deixei falar. – Mas filha, eu… Nada a fazer. Deitei-a na cama e me coloquei sobre ela, de lado, e a beijei como nunca. Língua e saliva compartilhadas, beijos apaixonados e sonoros, toda minha boca como um vulcão. Ma apenas se deixava fazer. Minha mão direita partiu para apalpar a teta mais próxima, e depois foi minha boca que se apossou da iguaria, culminando com seu delicioso mamilo. Chupei como uma criança que há tempos não provava doce algum, e Ma deixava que sua menina possuísse essa frutinha. Passei para o outro peito e repeti minha gozosa comilança. Ma soltou enfim um gemido. – Que gostoso, minha menina, que gostoso… – Ma, não é justo um corpo tão lindo ficar tanto tempo sem ser tratado como merece – disse-lhe diretamente – Promete que vai me deixar te fazer feliz esta noite, tudo bem? Ela hesitou um pouco, mas meu olhar foi ameaçador. – Sim, minha menina, faça como quiser… Beijei-a não mais como filha, mas como amante, desta vez ela foi mais receptiva, e passamos um bom tempo nos dando língua e saliva. Minha mão desceu de uma vez até seu ventre e acariciou sua buceta por cima da roupa de dormir. Meti minha mão impaciente por baixo da calcinha e suspirei ao afundar meus dedos em sua mata novamente. Ma abriu um pouco as pernas. Naquele momento a senti totalmente minha e minha luxúria se multiplicou. Coloquei-me de joelhos à sua frente e tirei calça e calcinha, de uma vez. Sua mata de pelos e lábios ficaram expostos à minha vista. Soltei um grito de prazer.CougarA luz do abajur não era forte, mas suficiente para apreciar o espetáculo. — Abre — ordenei. Ma abriu as pernas e sua fruta ficou à minha mercê. Beijei suas coxas por um tempo, brincando de me aproximar ou não de sua vulva, até que não pude mais me conter e beijei sua vulva gostosa. Ma gritou e se mexeu um pouco, mas minhas mãos a seguraram. Lambi de cima a baixo com fruição, com mordidas suaves, puxando seus lábios e beijando sonoramente. — Que buceta tão gostosa, tão doce… que tesouro tão saboroso… — eu ofegava. Por fim meus dedos separaram os lábios e minha língua entrou, outro gemido de Ma. Coitada da Ma, com sua buceta sem atenção por tanto tempo! Ma ofegava baixinho e me presenteava com seus sucos. Eu continuei comendo sem parar. Então peguei suas pernas e a obriguei a colocá-las para trás, sobre seus seios. Sua bunda totalmente exposta me deixou a mil. Coloquei um travesseiro embaixo. Ma segurou suas próprias pernas com as mãos, em total atitude de submissão. Submissão que me acelerou. Voltei a devorar a buceta, desta vez com língua e dedos, o ofego de Ma era mais contínuo. Untei um dedo com saliva e o coloquei na bunda. Ma gemeu. Sem cessar meu ataque de língua, o dedo afundou mais até que entrou seguido de um grito de Ma.

Possuí-a com o dedo por um longo tempo, sem deixar de penetrar sua gruta com minha língua. Abri suas nádegas e sem mais delongas beijei seu buraco, já dilatado. Eu estava como uma louca e nada mais importava. Ma gemia quase sem parar. — Minha filha, que delícia, como você faz, que gostoso… ohhh… — Então levantei sua bunda de tal forma que ficou na minha altura, a peguei pelos quadris para aproximar sua bunda da minha boca. Ma se ajudou. — Abre as nádegas — ordenei. Ela obedeceu instantaneamente. Ao fazer isso, sua bunda ficou totalmente exposta. Inundei-a de saliva e com uma mão a apalpei sem misericórdia. Um dedo, agora dois, entravam e saíam à vontade. Ma abriu ainda mais suas pobres nádegas, o que me agradou, e a recompensei com minha língua, que entrou vitoriosa. Ma gozou, e meu rosto se encheu de seus fluidos orgásmicos. Ambas gritamos de prazer e caímos na cama, exaustas. Dormimos um pouco como duas anjinhas. Mas meu tesão não me deixou em paz. Ao acordar, me enrosquei nela por trás, meus peitos colados nas costas dela. Apanhei os peitos dela um pouco, mas ela já estava acordada. Peguei ela pelos quadris e comecei a meter esfregando na bunda dela. Ela arqueou um pouco e, com prazer, acompanhou meu ritmo. Beijei a nuca dela enquanto minhas mãos acariciavam todo o corpo dela. Então me virei completamente, com meu rosto voltado para a bunda dela. Beijei as nádegas dela. Ela tremeu um pouco. – Minha querida, você gostou? – Sim, minha menina, você me fez muito feliz… não sabia que uma mulher podia deixar outra tão feliz… Você gostou? – Você me deixa louca e com muito tesão. Lambi uma das nádegas dela. – Filha, posso te pedir uma coisa? – O que você quiser. – Chupa minha bunda, adorei demais… Dizendo isso, ela levantou a perna livre. Fiquei satisfeita. – Mãe, que coisas você fala… finji surpresa. – Por favor, minha menina, você fez tão gostoso… Com minha mão, separei as nádegas dela por cima e dei um beijo. – Assim? – perguntei, cheia de graça. – Sim, sim, assim…Mamãe e EuEnsalivei a bunda dela com vontade, e experimentei primeiro com um dedo, que entrou sem problema, arrancando um gritinho dela. Logo depois, beijei e, com ajuda das minhas mãos, penetrei com minha língua. Ela gemeu. – Que gostoso, que gostoso… isso é o céu, continua, continua, ohhhhhh… De quebra, minhas lambidas pegavam sua vulva, e dividi a língua entre as duas partes. Abri seus lábios com descaramento e a penetrei com minha língua cansada. – Eu vou gozar, gata… Ela se sacudiu e de novo meu rosto se encharcou dos abundantes fluidos dela. Dessa vez ela gritou. Aí eu soube que às vezes, quando está muito excitada, ela derrama tantos líquidos que ejacula. Eu herdei essa qualidade dela. Continuei meus ataques até que eu mesma gozei. De novo dormimos um pouco até que ela mesma me acordou quando clareava o dia.sexoEla me beijou na boca, desceu até meus peitos e os devorou com sua boca. Eu já estava nua! Ela me chupava com um pouco de jeito desajeitado, mas com paixão. Não aguentei muito e empurrei sua cabeça até minha buceta molhada, me abri e ofereci meu tesouro. Ela beijou meus lábios e eu fechei os olhos. Suas chupadas não eram de expert, mas eu gostava de me deixar chupar. Finalmente ela separou meus lábios e sua língua assumiu o papel principal. Eu ofegava. Ela melhorou, dedos e língua me possuíam. Eu estava tão excitada que gozei rápido, e como ela, presenteie-a com uma descarga dos meus fluidos. Ambas somos generosas nesse ponto. Ela continuou mais um pouco, mas eu estava exausta. Ela se deitou sobre mim e me beijou longamente, agradecendo por aquela noite maravilhosa. De manhã, acordamos com um beijo longo. Passamos o dia como colegiais apaixonadas. Ela estava feliz. Temei que reagíssemos com sentimentos de culpa, mas não foi assim. Os dias e semanas passaram como uma longa lua de mel. Fazíamos amor a qualquer momento que podíamos, de dia ou de noite, no banheiro, no quarto dela, no meu quarto. Uma noite fomos convidadas para uma festa. À meia-noite estávamos um pouco bêbadas, e ela pegou minha mão e me levou a um dos banheiros com a desculpa de que eu a ajudasse a ajustar a roupa ou algo assim. Entramos no banheiro e ela trancou a porta. Sem mais, me pegou em seus braços e me beijou longamente. A bebida dava muito impulso a ela. Ela baixou minhas calças e calcinha, se ajoelhou e começou de uma vez a lamber minha boceta. Ela fazia isso com tanta avidez que me inclinei e me abri mais. Ela me chupou como se estivesse possuída. Depois me virou e por trás continuou seu ataque, sem deixar de lado meu cu. Gozei em instantes.

Logo saímos para não despertar suspeitas, com um grande sorriso em ambos os rostos. Tentamos continuar na festa, mas ela inventou uma desculpa e saímos apressadas. As bebidas que ela tomou a deixaram muito lasciva, o que eu adorava; eu mal tinha tomado uma taça e estava lúcida. Mal descemos do táxi e entramos em casa, quando ela me pegou em seus braços e me beijou. com uma paixão e fúria que eu não conhecia nela. Eu simplesmente me deixei levar. Entre beijos e apalpadas, ela me levou ao segundo andar e ao seu quarto, onde me jogou na cama e montou em mim, beijando e apalpando meus peitos por cima da blusa. Em instantes, me despi dos sapatos e da calça, colocou minha calcinha de lado, deixando minha buceta exposta. Minha mãe estava realmente louca de tesão, graças às bebidas.

Ela beijou meus lábios e chupou com sede de meus fluidos. Eu me entreguei. Sua língua se movia com paixão de cima a baixo, entre chupões e beijos sonoros. Meu pobre clitóris teve que resistir a vários ataques, e finalmente seus dedos abriram a concha encharcada para permitir a entrada de sua língua. Meus gemidos e os dela se confundiam em um só. Suas chupadas eram apaixonadas, quentes, luxuriosas, como se fosse a última vez. Eu me deixei levar completamente. Meus fluidos a excitavam ainda mais. Ela me virou de lado com minha perna esquerda para cima, e continuou suas lambidas em meus lábios enquanto seu dedo comprido entrava no meu cu. – Que bucetinha gostosa, nena, deixa eu comer todinha… – É toda sua, meu amor, assim… Língua e dedos continuaram por não sei quanto tempo maravilhoso, um enfiado na minha vagina, os outros entrando um a um ou em par no meu bumbum. Não aguentei mais, e em um orgasmo tremendo banhei o rosto da minha amante. Fiquei exausta, embora ela tenha continuado chupando mais um pouco. Me levantei e a beijei com muita força, misturando meus fluidos e nossas salivas. – Você foi maravilhosa, mãe…lesbicasContinua…

2 comentários - Mamãe e Eu

001854 +1
Buenisimo, ahora falta la parte que entra tu novio, las ve a las dos y se agrega, La esperamos