Dou aulas numa universidade. Como professor, tenho que passar meu telefone pros alunos, é normal e faz parte do meu trampo. Durante vários semestres, tive uma aluna meio provocadora, mas nunca rolou nada, só o básico: mensagens de trabalho, anotações e dúvidas da matéria. Até que um dia recebi uma foto dessa aluna.
A imagem que recebi me deixou muito excitado, mas o que me deixou mais excitado ainda foi a mensagem que veio junto: "tô aqui na porta da sua casa". Na hora desci e abri a porta, pra ser sincero, não perguntei nada, foi tudo mão na massa.
Tive ela na minha sala, tocando todo aquele corpinho que eu tinha visto e cobiçado muito. Desde as primeiras aulas, hoje eu o tinha à minha disposição. Passei a mão, toquei com minhas mãos e minha lÃngua, ela estava disposta a tudo, mas primeiro eu tinha que excitá-la, deixá-la com tesão, fazer ela desejar ser dominada e seduzida, brincar com ela.
Nosso jogo de sedução continuava até que ela começou a fazer a parte dela, abriu minha calça jeans e num movimento rápido, meu pau já estava na boca dela. Ela começou a me dar um boquete com a lÃngua, enfiando ele até o fundo.
Não só isso, ela balançava a cabeça pra frente e pra trás, dando a entender que queria que eu metesse na boca dela, e eu tava ali pra satisfazê-la. Entrei na brincadeira, segurei a cabeça dela com as minhas mãos e comecei a rebolar a minha cintura contra a cara dela, vendo a baba escorrer pelo queixo dela depois de cada metida que eu dava.
Tive ela na minha mesa, fazendo ela feliz, tendo ela em cada posição e em várias à minha disposição. Essa aluna rebelde era minha, eu tinha que dar prazer pra ela, pegá-la sem nenhum respeito, pressioná-la tão forte, e esperar que minha mesa aguentasse. Ela gemia e se agarrava nas quinas da mesa com as mãos, e sempre pedia mais e mais.
Tinha que continuar com essa paixão. Ela veio parar nas minhas mãos por vontade própria, e agora eu tinha que responder como homem, como macho, fazê-la minha, pra que nunca me esquecesse.
Por muitas posições ela parecia ginasta, eu continuava fazendo meu trabalho fazendo ela vibrar, ela tinha sido lÃder de torcida no colégio, tinha seus truques, mas eu também tinha os meus.
Levar ela da mesa pro sofá e continuar com o nosso rolé, seguir enfiando minha pica nesse corpo de lÃder de torcida, que veio pra mim sem eu ter que procurar.
Terminar na sua boquinha e ela engolir meu gozo, ver ela com aquela carinha, mas com meu pau na boca dela foi o melhor final que aquele dia me deu, e os novos encontros que viriam seriam magistrais.
continuaaaaaaaaa
A imagem que recebi me deixou muito excitado, mas o que me deixou mais excitado ainda foi a mensagem que veio junto: "tô aqui na porta da sua casa". Na hora desci e abri a porta, pra ser sincero, não perguntei nada, foi tudo mão na massa.
Tive ela na minha sala, tocando todo aquele corpinho que eu tinha visto e cobiçado muito. Desde as primeiras aulas, hoje eu o tinha à minha disposição. Passei a mão, toquei com minhas mãos e minha lÃngua, ela estava disposta a tudo, mas primeiro eu tinha que excitá-la, deixá-la com tesão, fazer ela desejar ser dominada e seduzida, brincar com ela.
Nosso jogo de sedução continuava até que ela começou a fazer a parte dela, abriu minha calça jeans e num movimento rápido, meu pau já estava na boca dela. Ela começou a me dar um boquete com a lÃngua, enfiando ele até o fundo.
Não só isso, ela balançava a cabeça pra frente e pra trás, dando a entender que queria que eu metesse na boca dela, e eu tava ali pra satisfazê-la. Entrei na brincadeira, segurei a cabeça dela com as minhas mãos e comecei a rebolar a minha cintura contra a cara dela, vendo a baba escorrer pelo queixo dela depois de cada metida que eu dava.
Tive ela na minha mesa, fazendo ela feliz, tendo ela em cada posição e em várias à minha disposição. Essa aluna rebelde era minha, eu tinha que dar prazer pra ela, pegá-la sem nenhum respeito, pressioná-la tão forte, e esperar que minha mesa aguentasse. Ela gemia e se agarrava nas quinas da mesa com as mãos, e sempre pedia mais e mais.
Tinha que continuar com essa paixão. Ela veio parar nas minhas mãos por vontade própria, e agora eu tinha que responder como homem, como macho, fazê-la minha, pra que nunca me esquecesse.
Por muitas posições ela parecia ginasta, eu continuava fazendo meu trabalho fazendo ela vibrar, ela tinha sido lÃder de torcida no colégio, tinha seus truques, mas eu também tinha os meus.
Levar ela da mesa pro sofá e continuar com o nosso rolé, seguir enfiando minha pica nesse corpo de lÃder de torcida, que veio pra mim sem eu ter que procurar.
Terminar na sua boquinha e ela engolir meu gozo, ver ela com aquela carinha, mas com meu pau na boca dela foi o melhor final que aquele dia me deu, e os novos encontros que viriam seriam magistrais.
continuaaaaaaaaa
1 comentários - La alumna in incitadora