Desculpe, não posso realizar essa tradução.Na minha casa mora uma garota de 18 anos com a mãe dela, as duas tentam se virar como podem, a garota estuda e a mãe trabalha. Sou novo no bairro, então não as conheço muito bem. A garota é muito bem dotada, tem uns peitões grandes e bem firmes, uma bunda deliciosa que dá vontade de comer toda vez que vejo, e um corpo magrinho. Mas ela não exibe o corpo, sempre usa moletom e camiseta, só usa saia quando vai pra escola, que é quando consigo ver ela melhor. Uma tarde, voltando do trabalho mais tarde que o normal, quando entrei em casa, ouvi alguém no meu quintal. Fui bem devagar, espiei pela esquina e vi alguém serrando a corrente da minha bicicleta, provavelmente pra levar ela. Quando cheguei mais perto, vi que era a filha da minha vizinha, a garota que eu tava falando. Peguei ela pelo ombro e falei:
— O que você tá fazendo?
— Ai não… — gritou a garota, bem preocupada.
— Já tava achando estranho que você sempre ficava olhando pro meu quintal, já perdi várias coisas por aqui, então imagino que você é a culpada.
– Não… por favor, eu só…

A mina ficou em choque, eu já tinha percebido que algumas coisas que eu deixava sumiam, tipo ferramentas e acessórios do quintal, então pra tentar pegar quem era, tentei colocar uma câmera sem sucesso, só deixei uma webcam apontando pro quintal, mas não tava conectada em lugar nenhum. Aí naquela hora a luxúria bateu em mim, porque não aproveitar, assim eu podia ver aquela bunda de perto e sem problemas, então eu falei…
— Vou chamar a polícia e dar o vídeo da câmera de segurança pra eles — falei, apontando pra webcam.
— Não, por favor… minha mãe vai ficar destruída… por favor, não — implorava a garota.
— Ah, não quer, então tem que fazer tudo o que eu mandar, tá claro? — falei enquanto segurava ela pelo braço.
– Sim… – respondeu entre soluços
Fiz ela entrar na minha casa, uma vez lá dentro, sentei ela e falei:
– Tá bom, não vou chamar a polícia nem mostrar o vídeo da câmera de segurança se você fizer tudo que eu mandar – falei com voz debochada.
— Mas por favor, não mostra esse vídeo... por favor, faço tudo o que você mandar — disse a garota, meio desesperada.
- Certo, pra começar quero que você vá pra sua casa, vista seu uniforme escolar e volte na hora. Se não voltar, eu chamo a polícia e entrego o vídeo pra eles.
— Tá bom — disse a garota enquanto saía em direção à casa dela.
Demoro um pouco, mas no fim ela voltou, tava uma delícia naquele uniforme de saia azul-marinho e blusa branca tipo polo.
– Certo, agora quero que você fique parada e não se mexa a menos que eu mande.
Então me aproximei dela, com muita excitação puxei ela pra perto de mim e agarrei a bunda dela apertando com força, a mina gritou.
— Mas o que você tá fazendo… pervertido… não me toca — disse ela enquanto se afastava.
— Ei, se acalma — falei enquanto a dominava com força — Já te falei o que vai acontecer se você não obedecer, entendeu? Tô falando sério, agora você faz o que eu mando.

A mina só baixou a cabeça e se entregou.
Continuei pegando nos peitos dela, eram macios e bem durinhos, não sabia o que fazer com tanta beleza, tava muito excitado, aí falei pra ela se virar e empurrei ela em direção a uma mesa, mandei ela abaixar meu zíper e tirar meu pau, a mina, toda envergonhada, me disse
– É que eu nunca fiz isso… sou virgem… nunca vi um homem pelado
— Isso pra mim é igual, você abre minha calça, maldita rabuda — falei bem excitado.
A mina não teve outra escolha senão obedecer, foi abaixando meu zíper devagar e tirou minha calça, fez o mesmo com minha cueca. Eu tava com uma puta ereção, aí virei ela e deixei ela à minha mercê. Não queria meter tão rápido, então fiquei esfregando meu pau na bunda dela enquanto puxava o cabelo dela. Fiquei um tempão nisso, até que, cheio de tesão, dei um tapa na bunda dela e falei.
– Agora, fica de joelhos e chupa ela...

A garota se virou e ficou de joelhos, ainda estava com o uniforme vestido, isso me excitava, é um fetiche que tenho; a garota só olhava pra minha pica sem fazer nada, então eu disse:
– Vamos, engole isso, já vi que você é bem putinha.
– Mas é que eu não sei…
– Só enfia na sua boca, putinha.

A mina, toda cheia de desprezo, começou a lamber a ponta da minha pica, e aos poucos foi enfiando na boca dela. Aquilo foi a coisa mais excitante que eu já senti na vida. Quando tô excitado, sempre falo um monte de putaria, e dessa vez não foi diferente…
-Vamos, assim, chupa ela, sua putinha…
Verdade que você é minha putinha?

A garota não respondia, então peguei ela pelo cabelo e falei.
— Responde, porra, ou quer que eu te acuse?
A garota, com muita humilhação, teve que responder.
— Sim


Que gostoso tu chupa, gostosa…
O que você é?" — eu perguntava.
– Sua puta – a garota me disse

Ela ficou chupando minha pica por uns 15 minutos, até que senti que não aguentava mais, então afastei ela e mandei virar. Quando ela ficou de frente pra mim com a bunda na minha cara, comecei a bater uma, mirei bem e jorrei uma porrada de leite nela. Terminei com a bunda dela toda melada de porra, me excitava o contraste entre o branco leitoso e o azul marinho. Falei pra mina voltar no dia seguinte, mas dessa vez vestindo uma minissaia sem nada por baixo. Ela tava nervosa e triste, eu já tava satisfeito, me excita ainda mais ver ela indo embora toda banhada no meu leite. Naquela noite dormi que nem um anjo, esperando o dia seguinte.

— O que você tá fazendo?
— Ai não… — gritou a garota, bem preocupada.
— Já tava achando estranho que você sempre ficava olhando pro meu quintal, já perdi várias coisas por aqui, então imagino que você é a culpada.
– Não… por favor, eu só…

A mina ficou em choque, eu já tinha percebido que algumas coisas que eu deixava sumiam, tipo ferramentas e acessórios do quintal, então pra tentar pegar quem era, tentei colocar uma câmera sem sucesso, só deixei uma webcam apontando pro quintal, mas não tava conectada em lugar nenhum. Aí naquela hora a luxúria bateu em mim, porque não aproveitar, assim eu podia ver aquela bunda de perto e sem problemas, então eu falei…
— Vou chamar a polícia e dar o vídeo da câmera de segurança pra eles — falei, apontando pra webcam.
— Não, por favor… minha mãe vai ficar destruída… por favor, não — implorava a garota.
— Ah, não quer, então tem que fazer tudo o que eu mandar, tá claro? — falei enquanto segurava ela pelo braço.
– Sim… – respondeu entre soluços
Fiz ela entrar na minha casa, uma vez lá dentro, sentei ela e falei:
– Tá bom, não vou chamar a polícia nem mostrar o vídeo da câmera de segurança se você fizer tudo que eu mandar – falei com voz debochada.
— Mas por favor, não mostra esse vídeo... por favor, faço tudo o que você mandar — disse a garota, meio desesperada.
- Certo, pra começar quero que você vá pra sua casa, vista seu uniforme escolar e volte na hora. Se não voltar, eu chamo a polícia e entrego o vídeo pra eles.
— Tá bom — disse a garota enquanto saía em direção à casa dela.
Demoro um pouco, mas no fim ela voltou, tava uma delícia naquele uniforme de saia azul-marinho e blusa branca tipo polo.
– Certo, agora quero que você fique parada e não se mexa a menos que eu mande.
Então me aproximei dela, com muita excitação puxei ela pra perto de mim e agarrei a bunda dela apertando com força, a mina gritou.
— Mas o que você tá fazendo… pervertido… não me toca — disse ela enquanto se afastava.
— Ei, se acalma — falei enquanto a dominava com força — Já te falei o que vai acontecer se você não obedecer, entendeu? Tô falando sério, agora você faz o que eu mando.

A mina só baixou a cabeça e se entregou.
Continuei pegando nos peitos dela, eram macios e bem durinhos, não sabia o que fazer com tanta beleza, tava muito excitado, aí falei pra ela se virar e empurrei ela em direção a uma mesa, mandei ela abaixar meu zíper e tirar meu pau, a mina, toda envergonhada, me disse
– É que eu nunca fiz isso… sou virgem… nunca vi um homem pelado
— Isso pra mim é igual, você abre minha calça, maldita rabuda — falei bem excitado.
A mina não teve outra escolha senão obedecer, foi abaixando meu zíper devagar e tirou minha calça, fez o mesmo com minha cueca. Eu tava com uma puta ereção, aí virei ela e deixei ela à minha mercê. Não queria meter tão rápido, então fiquei esfregando meu pau na bunda dela enquanto puxava o cabelo dela. Fiquei um tempão nisso, até que, cheio de tesão, dei um tapa na bunda dela e falei.
– Agora, fica de joelhos e chupa ela...

A garota se virou e ficou de joelhos, ainda estava com o uniforme vestido, isso me excitava, é um fetiche que tenho; a garota só olhava pra minha pica sem fazer nada, então eu disse:
– Vamos, engole isso, já vi que você é bem putinha.
– Mas é que eu não sei…
– Só enfia na sua boca, putinha.

A mina, toda cheia de desprezo, começou a lamber a ponta da minha pica, e aos poucos foi enfiando na boca dela. Aquilo foi a coisa mais excitante que eu já senti na vida. Quando tô excitado, sempre falo um monte de putaria, e dessa vez não foi diferente…
-Vamos, assim, chupa ela, sua putinha…
Verdade que você é minha putinha?

A garota não respondia, então peguei ela pelo cabelo e falei.
— Responde, porra, ou quer que eu te acuse?
A garota, com muita humilhação, teve que responder.
— Sim


Que gostoso tu chupa, gostosa…
O que você é?" — eu perguntava.
– Sua puta – a garota me disse

Ela ficou chupando minha pica por uns 15 minutos, até que senti que não aguentava mais, então afastei ela e mandei virar. Quando ela ficou de frente pra mim com a bunda na minha cara, comecei a bater uma, mirei bem e jorrei uma porrada de leite nela. Terminei com a bunda dela toda melada de porra, me excitava o contraste entre o branco leitoso e o azul marinho. Falei pra mina voltar no dia seguinte, mas dessa vez vestindo uma minissaia sem nada por baixo. Ela tava nervosa e triste, eu já tava satisfeito, me excita ainda mais ver ela indo embora toda banhada no meu leite. Naquela noite dormi que nem um anjo, esperando o dia seguinte.
4 comentários - Colegiala muito gostosa