Tava voltando de um Encontro, saboreando e passando a língua pelos lábios, degustando o último daquele homem que encheu minha boca de pica e me presenteou com o leite dele. Voltando pra casa da Capital, chego de trem e desço na minha estação, saio trotando do meu jeito até chegar no ponto do último ônibus que saía dali. Por sorte, peguei ele parado e subi meio acalorada, paguei a passagem e sentei duas fileiras antes da porta traseira. Atrás de mim, tinha visto e cumprimentado meio sem jeito o Homem que tava atrás de mim. ...Se o motorista já não sabia pra onde olhar, esse passageiro atrás de mim deixei que me visse toda quando fui sentar. Saiu da estação, acendeu as luzes vermelhas dentro do ônibus, eu mal enxergava. Nisso, escuto bem clarinho o som de um zíper curto abrindo, tipo de bolsinho (mas pra mim, era de braguilha). Me virei pra ele olhar meu decote, dando uma "ajudinha visual" pra ele. Olhei e vi ele se punhetando devagar por cima da calça, nossos olhares não se cruzavam quando eu via o que ele fazia ou ele via eu, e sem falar nada, me levantei. Ele colocou a perna no banco do lado, me ajoelhei no chão entre os bancos. E antes de meter na boca, olho pra ele e falo: "me avisa em Tal e Tal rua" e me abaixei pra dar uma chupada e olhar pra ela. Depois, dei outra e mais chupadas pra deixar ela bem babada. Ele segurava minha nuca o tempo todo, olhei pra ele e só via um vulto graças às luzes do ambiente, sentia quando o ônibus parava nos semáforos e o quanto ia devagar. Daí a pouco ele fala: "a gente desce e eu fodo essas tetas?" Deviam ter passado uns 5 minutos e ele fala que a gente desce agora, quando me levanto, a gente tava cruzando a rua onde eu tinha que descer. Fico de pé e vou apertar a campainha, "uff essa boquinha é linda, mami" ele fala. Deve ter feito umas 6 ou 8 quadras a mais e a gente desceu. O homem atrás de mim, assim que pisamos na calçada, passa o braço pelos meus ombros e, segurando minhas tetas, me olha e limpa a baba da minha boca. Então, a gente tava andando junto até a esquina e dobramos. Atrás da 3ª ou 4ª árvore, eu me ajoelhei e empurrei ele contra o tronco. AQUI COMEÇA MINHA PARTE FAVORITA: Ele tava vestido de camisa branca, calça social preta, sapato e uma mochila atravessada no peito. Aiiii, quando eu desci o zíper da braguilha dele e a gente se olhou... mmm, não sei o que tinha dentro, não sei se desci a cueca ou a sunga dele, mas eu puxei o pau dele já meio babado e durinho, na minha frente, saindo INTEIRO da braguilha, pau e bolas balançando. Mmm, dei umas chupadas nele que ele foi se encostando e achando o conforto dele apoiado na árvore. Chupei ele inteiro, agarrada na braguilha toda aberta e bagunçada, num ritmo gostoso pra ele sentir meus lábios deslizando devagar e, de vez em quando, mais rapidinho por todo o tronco dele. Além disso, ele quis abrir a calça toda, mas eu falei que do jeito que tava era como eu queria ele. Ele me pegou pela nuca, me deixei levar um pouco pelos movimentos dele, engolindo o pau dele sem parar e nos olhando, e babando no meu decote pra começar a deixar tudo lubrificado. Ele apalpou meus peitos, tirou o pau da minha boca, apoiou no meu decote, enfiando entre minhas tetas, comeu elas por um tempinho e eu também peguei nelas. Coloquei de volta na boca e continuei com meus ritmos que são imparáveis, engolindo ele inteiro, batendo meus lábios até o fundo. O cara nem me olhava, tava voando de prazer até que ele fala: "Tem um cara nos olhando." E eu continuei até fazer ele gozar e encher minha boca de porra. Ele me ajudou a levantar do chão enquanto eu limpava a baba da boca e juntava toda a porra. Ele chupou meus peitos, me virou de costas e apalpou minhas tetas com vontade. Depois, cada um foi pro seu lado. Nem perguntamos nossos nomes. Eu fui andando sozinha até a esquina e, do outro lado da rua, vi um homem vindo da outra esquina em minha direção. Conforme a gente se aproximava, minha caminhada e minhas tetas balançavam a cada passo. Até que o homem chegou do meu lado e eu... diz "você tava na outra quadra com alguém?" e eu respondo que sim, e ele se aproxima e meu instinto falou mais alto, coloquei minha mão na braguilha dele e falo "você relaxa" e me ajoelho pra desabotoar. Comi ele do mesmo jeito que o anterior, debaixo de uma árvore. Mas dessa vez foram duas gozadas. Uma debaixo da árvore e outra já sentado ou encostado num carro, a primeira gozada eu tirei com meus peitos, deixando o esperma dele na minha boca, e a outra eu tirei com minha boquinha, olhando ele se contorcer de prazer com a frase final dele "ohh uau Senhora! ... AIIII SENHORA! sim, aquela noite foi um sonho, uma fantasia realizada. Lindo foi tudo.
Tava voltando de um Encontro, saboreando e passando a língua pelos lábios, degustando o último daquele homem que encheu minha boca de pica e me presenteou com o leite dele. Voltando pra casa da Capital, chego de trem e desço na minha estação, saio trotando do meu jeito até chegar no ponto do último ônibus que saía dali. Por sorte, peguei ele parado e subi meio acalorada, paguei a passagem e sentei duas fileiras antes da porta traseira. Atrás de mim, tinha visto e cumprimentado meio sem jeito o Homem que tava atrás de mim. ...Se o motorista já não sabia pra onde olhar, esse passageiro atrás de mim deixei que me visse toda quando fui sentar. Saiu da estação, acendeu as luzes vermelhas dentro do ônibus, eu mal enxergava. Nisso, escuto bem clarinho o som de um zíper curto abrindo, tipo de bolsinho (mas pra mim, era de braguilha). Me virei pra ele olhar meu decote, dando uma "ajudinha visual" pra ele. Olhei e vi ele se punhetando devagar por cima da calça, nossos olhares não se cruzavam quando eu via o que ele fazia ou ele via eu, e sem falar nada, me levantei. Ele colocou a perna no banco do lado, me ajoelhei no chão entre os bancos. E antes de meter na boca, olho pra ele e falo: "me avisa em Tal e Tal rua" e me abaixei pra dar uma chupada e olhar pra ela. Depois, dei outra e mais chupadas pra deixar ela bem babada. Ele segurava minha nuca o tempo todo, olhei pra ele e só via um vulto graças às luzes do ambiente, sentia quando o ônibus parava nos semáforos e o quanto ia devagar. Daí a pouco ele fala: "a gente desce e eu fodo essas tetas?" Deviam ter passado uns 5 minutos e ele fala que a gente desce agora, quando me levanto, a gente tava cruzando a rua onde eu tinha que descer. Fico de pé e vou apertar a campainha, "uff essa boquinha é linda, mami" ele fala. Deve ter feito umas 6 ou 8 quadras a mais e a gente desceu. O homem atrás de mim, assim que pisamos na calçada, passa o braço pelos meus ombros e, segurando minhas tetas, me olha e limpa a baba da minha boca. Então, a gente tava andando junto até a esquina e dobramos. Atrás da 3ª ou 4ª árvore, eu me ajoelhei e empurrei ele contra o tronco. AQUI COMEÇA MINHA PARTE FAVORITA: Ele tava vestido de camisa branca, calça social preta, sapato e uma mochila atravessada no peito. Aiiii, quando eu desci o zíper da braguilha dele e a gente se olhou... mmm, não sei o que tinha dentro, não sei se desci a cueca ou a sunga dele, mas eu puxei o pau dele já meio babado e durinho, na minha frente, saindo INTEIRO da braguilha, pau e bolas balançando. Mmm, dei umas chupadas nele que ele foi se encostando e achando o conforto dele apoiado na árvore. Chupei ele inteiro, agarrada na braguilha toda aberta e bagunçada, num ritmo gostoso pra ele sentir meus lábios deslizando devagar e, de vez em quando, mais rapidinho por todo o tronco dele. Além disso, ele quis abrir a calça toda, mas eu falei que do jeito que tava era como eu queria ele. Ele me pegou pela nuca, me deixei levar um pouco pelos movimentos dele, engolindo o pau dele sem parar e nos olhando, e babando no meu decote pra começar a deixar tudo lubrificado. Ele apalpou meus peitos, tirou o pau da minha boca, apoiou no meu decote, enfiando entre minhas tetas, comeu elas por um tempinho e eu também peguei nelas. Coloquei de volta na boca e continuei com meus ritmos que são imparáveis, engolindo ele inteiro, batendo meus lábios até o fundo. O cara nem me olhava, tava voando de prazer até que ele fala: "Tem um cara nos olhando." E eu continuei até fazer ele gozar e encher minha boca de porra. Ele me ajudou a levantar do chão enquanto eu limpava a baba da boca e juntava toda a porra. Ele chupou meus peitos, me virou de costas e apalpou minhas tetas com vontade. Depois, cada um foi pro seu lado. Nem perguntamos nossos nomes. Eu fui andando sozinha até a esquina e, do outro lado da rua, vi um homem vindo da outra esquina em minha direção. Conforme a gente se aproximava, minha caminhada e minhas tetas balançavam a cada passo. Até que o homem chegou do meu lado e eu... diz "você tava na outra quadra com alguém?" e eu respondo que sim, e ele se aproxima e meu instinto falou mais alto, coloquei minha mão na braguilha dele e falo "você relaxa" e me ajoelho pra desabotoar. Comi ele do mesmo jeito que o anterior, debaixo de uma árvore. Mas dessa vez foram duas gozadas. Uma debaixo da árvore e outra já sentado ou encostado num carro, a primeira gozada eu tirei com meus peitos, deixando o esperma dele na minha boca, e a outra eu tirei com minha boquinha, olhando ele se contorcer de prazer com a frase final dele "ohh uau Senhora! ... AIIII SENHORA! sim, aquela noite foi um sonho, uma fantasia realizada. Lindo foi tudo.
1 comentários - Realizei minha fantasia de rua