
Há alguns anos, quando eu tinha 17 anos, ia quase toda sexta-feira depois da escola, com um amigo chamado Ezequiel, pra casa dele. O Eze estava na minha turma e a gente se preparava pro vestibular ou pra jogar Playstation. Ele morava a não mais de cinco quadras da escola e a visita tinha virado costume, e eu adorava ir lá, mais por causa da Valentina do que pelos estudos ou pelo videogame. A Valentina era a irmã mais velha dele, 29 anos. Morava no centro com o namorado e de vez em quando a gente se esbarrava na casa do Eze porque ela vinha de visita.


Puta da pesada, era a mesma em casa e em qualquer balada que ia, sem-vergonha, extrovertida. Isso não impediu que ela chegasse no último ano de psicologia. Uma dessas tardes, como de costume na casa do meu amigo, entramos no quarto dele pra jogar Play porque estávamos saturados de estudar, o Eze me diz: - Cara, vai pegar a Coca gelada da geladeira, pra gente tomar alguma coisa. > Beleza, beleza, já volto. Saio do quarto dele e quando viro a esquina pra entrar na sala, a Valentina me para com o peito, com aquele airbag fudido que ela tinha como peitos.

~ Caleb! Desculpa, como você tá?? > Valentina! (Me jogo nela e dou um beijo, abraçando forte sempre que tinha a chance de apertar aquele corpo que ela tinha) Tudo tranquilo, aqui pra jogar e você? ~ E… aí vamos nós… Valentina era uma provocadora, adorava criar caso. Suas peitões sempre se destacavam, não importava o que estivesse vestindo. Os lábios eram carnudos, quando ela pintava pareciam balas suculentas e eu não conseguia evitar de imaginar como seria pintar aquela boquinha linda com meu suco pré-gozo. Ela tinha tatuagens; uma linda borboleta no pescoço que me fazia pensar se bateria as asas se enfiassem até o fundo da garganta. As coxas e os braços também tinham as dela e era uma coisa que eu adorava nela. Ela foi quem me convenceu a fazer as minhas. Cabelo liso e sedoso. Um RABÃO que parecia morder e daqueles que todo mundo vira pra olhar, em resumo uma GOSTOSA.


Eze que escucho do quarto dele a irmã dele de volta em casa; - Valen! o que você tá fazendo aqui? (Eze não se dava muito bem com ela porque a Valen sempre tratava ele de otário) ~ Tocando piano, otário. (Ela respondeu gritando. Ao mesmo tempo, minha pica ficou dura, pensando em como devia ser gostoso ouvir uma mulher daquelas gritar de prazer. Disfarcei a ereção como pude) - Vai pra sua casa! ~ Nem a pau, terminei com aquele babaca, um baita de um trouxa… - Que babaca o quê, com certeza ele te botou chifre KKKKK Valen, que estava na minha frente, me olha e diz; ~ Não sei como você aguenta esse otário (mordendo os lábios e balançando a cabeça de um lado pro outro) > Relaxa, Valen (pegando no braço dela), você vai encontrar alguém que te merece. A gente se separou, ela foi pro que era o quarto dela (parecia já ter falado com os pais, que não estavam durante o dia porque os dois trabalhavam), peguei a coca e fui jogar play com o Eze. ——————————————————————————- Na sexta-feira seguinte, mesma coisa, em um desses dias, estava ficando tarde pra voltar pra casa, a mãe do Eze tinha levado a moto e quando a gente olhou no celular, os ônibus estavam em greve. Eze me fala pra dormir lá e depois de uma ligação pros meus pais, consegui a permissão. A gente tava na sala e a Valentina, que ouviu a conversa, começou a dar risada falando que na nossa idade ela fazia o que queria, mas ao mesmo tempo que eu parecia fofo pra ela. - Vai catar coquinho, véia!! (o Eze dizia) ~ Olha a atrevida, hein! Tudo bem que estudam, mas não fazem mais nada, aproveitem, otários! (a Valen falava pra gente) Sabe de uma coisa? Eu vou ensinar vocês a curtir.

Depois disso ela botou um som do Bonner e preparou um fernet, eu que queria ver ela entrar na farra segui o jogo e depois de insistir com a Eze, ela cedeu. A parada esquentou tão rápido quanto o fernet acabou. Entre dança, chupada e putaria ficou tarde demais. Eze tomou o que sobrou do fernet e caiu desmaiado no sofá; ~ Não aguenta nada essa, não é como você. (me disse sorrindo bêbada e com olhar cúmplice) > É um morto esse, aliás que fernet bom Valenn, pena que foi o último (falei fazendo cara triste) ~ Não me faz essa cara bebotee (me disse se aproximando e levantando meu rosto com as mãos) Olha, você quer continuar bebendo comigo? Com a irmã mais velha do seu amigo? > Claro que quero, você é uma mina daora você ~ Se eu te disser que tenho mais fernet, o que eu ganho?? (fica com ar de malícia) > Você? o que você pedir ~ Me dá um beijo então

Com mais coragem do que nunca, me aproximei e devorei aquela boca que há tanto tempo queria provar. ~ Você me deixou surpresa, senta aí que já te trago. Ela foi buscar tudo e se sentou no sofá ao meu lado, Eze estava no banco da praça. Enquanto preparava tudo, perguntei: > É sério que você não está mais em um relacionamento? ~ Sisi… um otário total > Que filho da puta, como pode fazer isso com você, sendo quem você é, uma gênia total e ainda por cima, uma modelo. Ela parou de arrumar as coisas, me olhou e disse: ~ Sério, pareço uma modelo pra você? > Valen, você está uma gostosa, é uma mulherão, quem não iria querer ficar com você? ~ E você? gostaria de ficar comigo? > É o meu sonho… (escapou por causa do álcool) ~ Devia ter me dito antes (Ela subiu nas minhas pernas e ficou com os peitos na minha cara) Vai me deixar realizar seu sonho então? Não tive tempo de responder e comecei a beijá-la, agarrando seu pescoço, lambendo seu pescoço até deixá-lo brilhando. ~ Não esquece das meninas (ela disse, tirando os peitos para fora do top) Comecei a chupá-los imediatamente, e ela mordia os lábios, embora às vezes escapasse um gemidinho e os dois olhávamos para Eze para ver se ele acordava. ~ Você os chupa melhor que minha namorada (ela sussurrou no meu ouvido. Isso me deixou ainda mais duro, não sabia que ela estava envolvida de novo, e com uma mulher) Ela deve ter percebido, porque logo começou a se mover para frente e para trás, cavalgando minha pica com a roupa ainda vestida. Depois de algumas lambidas, ela desceu e disse: ~ Deixa eu te dar um presentinho, abaixa as calças… Como um robô, obedeci e me sentei novamente, ela se ajoelhou na minha frente e começou com: ~ Que pau lindo você tem aqui… Imagino que vai me deixar chupar essa pica linda que está apontando para o meu olho. > É toda sua, Valen, faça o que quiser comigo, você merece, você ganhou (me senti um campeão) Ela começou a fazer círculos com os lábios na ponta da pica, acompanhados de beijinhos e a linguinha dançando no freio. Eu tremia de prazer. ~ Não goza em cima de mim senão eu te mato (ela me ameaçou) > Prometo que não… (falei enquanto perdia o fôlego) Ela continuou me provocando e parou de repente, agarrando meu pau com força com sua mãozinha esquerda e disse: ~ É melhor ninguém ficar sabendo, ouviu cara? > Como algo assim vai vazar!? (falei com dor, de tão forte que ela tinha apertado) Ela soltou meu pau e disse enquanto começava a colocá-lo na boca: ~ Olha só… Que amigo da onça… Vem na casa do amigo, joga videogame com ele, o amigo fica bêbado e você come a irmã dele. Cara sem vergonha!!! ISSO ME DEIXAVA LOUCO DE TESÃO, agarrei seu rosto e apertei suas bochechas enquanto ela tinha meu pau na boca para dizer: > ISSO MESMO, GUACHITA, E AGORA OLHA COMO EU FODO A BOQUINHA DA IRMÃ DELE. Agarrei sua nuca e comecei a levantar do sofá para que meu pau entrasse um pouco mais fundo em sua boca. Ficamos assim por uns 10 minutos, às vezes pensei se estava fazendo mal a ela, mas ela merecia, por me provocar, por trair a namorada, e de alguma forma como vingança do Eze pelos maus tratos e também porque a puta da Valentina estava adorando. Depois de um tempo e com o último contato visual daqueles lindos olhos castanhos com a boca cheia, eu disse: > VOU GOZAR, VALEN Ela tirou da boca enquanto gemía baixinho para não acordar o irmão, que estava a 2 metros de distância, e me disse: > ENCHE MINHA BOCA, CARA, ME DÁ O LEITE QUE TANTO FALOU QUE EU MERECIA. Soltei tudo na boca dela, todo meu gozo fervendo estava depositado em sua boquinha, que começou a fazer bolhas enquanto ela ria para brincar comigo e me mostrar o quão puta a Valentina podia ser. ~ Olha tudo que você tinha guardado… (ela disse com a boca cheia e quase inaudível) Engoliu tudo de uma vez ~ Vou descansar que não aguento mais, antes de ir, se contar isso pra alguém, esquece tudo. > Quem vai acreditar em mim mesmo assim, boba? Kkkkk ~ Assim que eu gosto (ela disse (sorrindo, ela se aproximou e me partiu a boca com um beijo) Eu? Fui direto dormir, já gozado pela irmã do meu amigo.
4 comentários - A amiga do meu amigo me chupou