



Me ajoelhei na frente dele, olhando pra cima enquanto ele abaixava a calça. O pau dele saltou pra fora, grosso, duro, pulsando na frente dos meus lábios. Fiquei com água na boca. Sem tirar os olhos dele, estiquei a língua e lambi da base até a ponta, devagar, deixando um fio de saliva percorrer todo o comprimento. Ele soltou um suspiro rouco, se apoiou na parede, com as mãos ao lado do corpo, deixando eu fazer o que quisesse. Passei a língua em círculos ao redor da glande, saboreando cada gota do pré-gozo, enquanto meus dedos envolviam a base, acariciando ele. O pau dele tremia sob minhas carícias, tenso, faminto. Abri bem a boca e peguei ele devagar, deixando a grossura encher minha boca aos poucos. Senti a pele quente, pulsando contra minha língua, e gemi baixinho, fazendo essas vibrações sacudirem ele. - Sua putinha... - ele rosnou, enfiando uma mão no meu cabelo, sem me apressar, mas tremendo de necessidade. Comecei a chupar com mais força, bombeando com a boca e a mão ao mesmo tempo, enquanto meus olhos não desgrudavam dos dele. Cada vez que eu descia mais, sentia ele chegar até o fundo da minha garganta. Custava a respirar, mas adorava a sensação de tê-lo tão dentro, tão meu. Meus lábios se moviam ritmados sobre ele, enquanto eu masturbava com a mão livre, apertando e soltando, fazendo ele praguejar entre os dentes. Saliva escorria da minha boca, deslizando pelo pau dele e pelo meu queixo, deixando tudo ainda mais sujo, mais quente. Cada vez que lambia a glande dele em movimentos circulares, o corpo dele tremia. Cada vez que enfiava até o fundo e engolia, a respiração dele se partia. Sabia que ele tava perto. Ele me agarrou pela cabeça, empurrando devagar, me guiando, o quadril se movendo só um pouco pra foder minha boca. Eu me deixava levar, entregue, gemendo com a carne dele me preenchendo. E quando ele sentiu que não aguentava mais, rosnou meu nome e gozou. O esperma quente dele encheu minha boca em jatos intensos, e eu não me afastei. Tomei tudo, lambendo, engolindo, aproveitando. O sabor e o poder que eu sentia ao vê-lo tão vulnerável, tremendo, desarmado na minha frente. Quando terminou, dei uma última lambida devagar, limpando tudo direitinho, olhando pra ele com um sorriso safado. — Sou toda sua — falei enquanto subia pra dar um beijo nele com restos dele ainda na minha boca.
16 comentários - La chupe como puta
+10
y muy buenas fotos
te dejo 10
Creó que eso es lo que Eres!! 😂 😂 😂 😂 😂 😂 😂