baseado em uma história real
Voltei pra cidade nas férias da faculdade, era meu terceiro ano e queria esvaziar a cabeça antes das provas finais.
Meus pais tinham se divorciado duas semanas antes e eu não tava muito a fim de voltar
Meu pai morava no próprio apartamento e era estranho ver eles separados
Mas eu tinha dito que ia visitar os dois
Cheguei destruído da viagem de moto e tinha que ver minha mãe primeiro
Era sexta à noite
Ela disse que tinha saído pra comer algo com as amigas perto da praça
Então fui direto pra lá
Mal reconheci ela
Tava toda produzida
Tava linda
Nunca tinha visto ela tão arrumada
E o vestido justo caía bem no corpo magro dela
Reparei que destacava bem os peitos dela, mas acho que é normal ela querer se sentir gostosa agora
A gente se cumprimentou com um abraço
— Sinto muito sobre você e o pai
— Ah, não se preocupa, isso é problema nosso... você aproveita seus dias aqui, como tão as aulas?
A gente conversou um pouco
Ela parecia tranquila, alegre, muito compreensiva
— Te achei muito bem
— Tá falando do vestido? Kkk, bom, tem que experimentar coisas diferentes, né?
— Não é só isso... é que da última vez que falei com o pai, ele tava destruído e...
— Entendo, e já que você falou nisso, minhas amigas tão chegando e não quero te entediar com papo de coroa
Você devia ir ver seu pai, sei que ele vai adorar passar um tempo com você
Depois a gente sai pra dar uma volta, não se preocupa
E ela tava certa
Talvez meu pai precisasse de companhia
Pensei em levar ele pra algum bar naquela noite
Me despedi da minha mãe e deixei ela sentada esperando
Quando tava umas sete quadras de distância, de repente lembrei
"Porra, não sei onde o velho mora agora!!"
Parei pra mandar mensagem pra ele, pra minha mãe, pros meus tios... ninguém respondeu
Fiquei uns 15 minutos mandando mensagem e ligando
Nada
Decidi voltar pro restaurante onde deixei a mamãe
Uns metros antes de chegar, vi ela
Tava se levantando da mesa com um cara, era jovem
Parecia uns 20 anos mais novo que ela Ela pega ele pela cintura e começam a andar
"Que porra tá rolando?" penso e estaciono a moto
Mamãe e o cara sobem num carro e vão embora
Decido segui-los de longe, tentando não ser visto
Minhas mãos estavam suando
Percebi que estavam indo pra casa dos meus pais
Bom, pra casa da mamãe agora
"Não, não, o que cê tá fazendo..."
E no fim chegaram
Quando mamãe desceu do carro, ele deu um tapa na bunda dela
Ela sorriu, deu um beijinho nele
Falaram alguma coisa e entraram em casa
Meu estômago doía
Sabia que isso era normal, minha mãe é gostosa e pode transar com quem quiser agora
Mas tão cedo e com alguém tão novo assim
Me dava uma revirada no estômago
E ao mesmo tempo sentia a vontade de saber que porra tava acontecendo
Já imaginava, mas precisava ter certeza, senão não ia tirar isso da cabeça
Entrei com minha chave, me fazendo de desentendido
"Oi, mãe! Queria comer algo antes de ir com o pa..."
Minha voz travou
A sala tava vazia, a luz acesa, tinha música vindo do quarto da mamãe
No chão, tava jogado o vestido branco decotado dela
Do lado da porta
Ela tinha tirado ou arrancaram assim que ela fechou a porta com chave



Com tanto volume, certeza que nem me ouviram"
Fui até a cozinha pegar água pra me acalmar
Sentia a música me chamando do quarto da mamãe
Lá no fundo do corredor
Fui devagar
Encostei meu ouvido na porta
"AAAAHHHHH...AHHHHHHH"
Minha mãe gemia no ritmo da cama rangendo
Era definitivo
Mamãe tava dando pra um cara na cama de casal dela



sim, papai, siiiiiim AAAAI!!"
ela gritava com voz de menininha
aumentaram o ritmo e eu comecei a ouvir os tapas
não aguentava mais
saí pro quintal pela porta dos fundos, precisava de ar
fiquei incrédulo quando percebi que lá fora o barulho se ouvia melhor pela janela do quarto dela
não queria saber de nada, mas não conseguia parar
me agachei ao pé da janela
as cortinas não eram grossas, dava pra ver o que tava rolando lá dentro
a lingerie tava jogada de lado
mamãe tava de quatro em cima da cama dela
só de meia-calça e cinta-liga
atrás dela, colado na bunda dela, o cara segurava o cabelo dela com uma mão e com a outra apalpava ela
passava as mãos na bunda dela, abria ela, acariciava as pernas, as costas, a barriga
metia a mão por baixo até tocar a buceta dela e pelo movimento era óbvio que ele tava masturbando ela enquanto metia
mamãe só gemia e rebolava
Minha cabeça estava prestes a explodir.
Mamãe se afasta da posição dela.
— Deita — ela diz, falando quase sem fôlego, como se tivesse corrido.
O garoto se deita de barriga pra cima, era bem dotado.
Mamãe sobe em cima do garoto, encaixa o pau dele apontando pra entrada dela e senta.
— AAAAHHHH QUE gostoso... — geme e começa a mexer os quadris, cavalgando o garoto.
Ela cavalga como se não houvesse amanhã.
Cada empurrão dos quadris dela é como um golpe forte.
A bunda e os peitos dela balançam.
Ela se agarra no garoto e fode ele com toda a força.
De novo, soam os tapas dos genitais se chocando e o som dos sucos escorrendo.
— UUUYYY SIM SIM SIM meu amor!!... AI AI AI...
Mamãe cavalga a toda velocidade.
As costas dela arqueiam e ela olha pro teto.
Os peitos e os bicos dela estão duros e firmes.
O garoto agarra os peitos dela com as duas mãos enquanto mamãe goza em cima dele.
— AAAAAI... AAAI... ai...
Finalmente, ela cai exausta em cima dele.
As costas dela brilham de suor.
Ela está ofegante, tentando recuperar o fôlego.
Sinto que minha cueca está molhada.
Mamãe ri.
— Você foi muito bom... me fez gozar igual uma puta.
Você ganhou esse prêmio.
Mamãe levanta a bunda, tira o pau da buceta dela e encaixa na entrada do cu dela.
Devagar, ela começa a descer no pau dele, lentamente cada centímetro vai abrindo as entranhas dela.
— Mmmmm aaaahhh...
Mamãe fica parada um segundo quando o pau inteiro está dentro do cu dela.
O garoto agarra ela pelas duas nádegas, abre elas e começa a penetrar ela como se fosse um pedaço de carne.
Ele tá fodendo ela sem nenhuma delicadeza.
Mamãe só geme, abraça ele e beija ele.
Depois de alguns minutos, o garoto enfia com toda a força dele.
Mamãe faz o mesmo de cima até que, com um último empurrão, o garoto rosna e fica parado dentro.
— Sim... sim, goza pra mim... goza tudo dentro de mim, meu amor...
Ela continua beijando ele.


Os dois ficam colados um tempão até que a mãe se levantou
com a fio dental limpou o esperma do cu e da buceta
e se aproximou da janela
me afastei sem fazer barulho
ouvi ela abrir o guarda-roupa
— quer beber alguma coisa, love?
imediatamente corri pra entrada da casa tentando não ser ouvido
assim que passei pela porta ouvi desligarem a música
fui até onde tinha deixado a moto
meu coração quase saltou do peito
mesmo assim achei que devia ir ver ela
voltei pra porta, mas dessa vez apertei a campainha
— Mãe! Cê tá aí? Vim porque você não respondia e também não te encontrei no restaurante
silêncio
— já voou
gritou do outro lado
ouvi passos correndo e logo ela apareceu
tava usando uma camiseta normal e um shorts jeans bem curto
tava despenteada, suada e cheirava a uma mistura de sexo com perfume
— que cê tá fazendo aqui?
— não viu minhas mensagens e não sabia como chegar na casa do pai... cê tá bem?
— tô sim... as meninas não vieram e me sinto meio mal
— quer que eu prepare alguma coisa?
— não, não, deixa... é uma dor de cabeça... sabe, desde o divórcio comecei a ter dor de cabeça direto
tudo isso é muito estressante
se me deixar descansar o fim de semana, agradeço, prometo que segunda a gente faz sua comida favorita
— claro, adoraria
peguei algo na geladeira e voltei pra porta
— desculpa não poder te atender, mas juro que tô me sentindo péssima e preciso ficar sozinha
já conheço essas enxaquecas, duram o fim de semana inteiro
ela disse segurando a cabeça
quando levantou a mão, percebi que não tava de sutiã, os bicos estavam duros
— claro, até mais, mãe, descansa bem
— obrigada, manda um beijo pro seu pai da minha parte
Voltei pra cidade nas férias da faculdade, era meu terceiro ano e queria esvaziar a cabeça antes das provas finais. Meus pais tinham se divorciado duas semanas antes e eu não tava muito a fim de voltar
Meu pai morava no próprio apartamento e era estranho ver eles separados
Mas eu tinha dito que ia visitar os dois
Cheguei destruído da viagem de moto e tinha que ver minha mãe primeiro
Era sexta à noite
Ela disse que tinha saído pra comer algo com as amigas perto da praça
Então fui direto pra lá
Mal reconheci ela
Tava toda produzida
Tava linda
Nunca tinha visto ela tão arrumada
E o vestido justo caía bem no corpo magro dela
Reparei que destacava bem os peitos dela, mas acho que é normal ela querer se sentir gostosa agora
A gente se cumprimentou com um abraço
— Sinto muito sobre você e o pai
— Ah, não se preocupa, isso é problema nosso... você aproveita seus dias aqui, como tão as aulas?
A gente conversou um pouco
Ela parecia tranquila, alegre, muito compreensiva
— Te achei muito bem
— Tá falando do vestido? Kkk, bom, tem que experimentar coisas diferentes, né?
— Não é só isso... é que da última vez que falei com o pai, ele tava destruído e...
— Entendo, e já que você falou nisso, minhas amigas tão chegando e não quero te entediar com papo de coroa
Você devia ir ver seu pai, sei que ele vai adorar passar um tempo com você
Depois a gente sai pra dar uma volta, não se preocupa
E ela tava certa
Talvez meu pai precisasse de companhia
Pensei em levar ele pra algum bar naquela noite
Me despedi da minha mãe e deixei ela sentada esperando
Quando tava umas sete quadras de distância, de repente lembrei
"Porra, não sei onde o velho mora agora!!"
Parei pra mandar mensagem pra ele, pra minha mãe, pros meus tios... ninguém respondeu
Fiquei uns 15 minutos mandando mensagem e ligando
Nada
Decidi voltar pro restaurante onde deixei a mamãe
Uns metros antes de chegar, vi ela
Tava se levantando da mesa com um cara, era jovem
Parecia uns 20 anos mais novo que ela Ela pega ele pela cintura e começam a andar
"Que porra tá rolando?" penso e estaciono a moto
Mamãe e o cara sobem num carro e vão embora
Decido segui-los de longe, tentando não ser visto
Minhas mãos estavam suando
Percebi que estavam indo pra casa dos meus pais
Bom, pra casa da mamãe agora
"Não, não, o que cê tá fazendo..."
E no fim chegaram
Quando mamãe desceu do carro, ele deu um tapa na bunda dela
Ela sorriu, deu um beijinho nele
Falaram alguma coisa e entraram em casa
Meu estômago doía
Sabia que isso era normal, minha mãe é gostosa e pode transar com quem quiser agora
Mas tão cedo e com alguém tão novo assim
Me dava uma revirada no estômago
E ao mesmo tempo sentia a vontade de saber que porra tava acontecendo
Já imaginava, mas precisava ter certeza, senão não ia tirar isso da cabeça
Entrei com minha chave, me fazendo de desentendido
"Oi, mãe! Queria comer algo antes de ir com o pa..."
Minha voz travou
A sala tava vazia, a luz acesa, tinha música vindo do quarto da mamãe
No chão, tava jogado o vestido branco decotado dela
Do lado da porta
Ela tinha tirado ou arrancaram assim que ela fechou a porta com chave




Com tanto volume, certeza que nem me ouviram"Fui até a cozinha pegar água pra me acalmar
Sentia a música me chamando do quarto da mamãe
Lá no fundo do corredor
Fui devagar
Encostei meu ouvido na porta
"AAAAHHHHH...AHHHHHHH"
Minha mãe gemia no ritmo da cama rangendo
Era definitivo
Mamãe tava dando pra um cara na cama de casal dela




sim, papai, siiiiiim AAAAI!!" ela gritava com voz de menininha
aumentaram o ritmo e eu comecei a ouvir os tapas
não aguentava mais
saí pro quintal pela porta dos fundos, precisava de ar
fiquei incrédulo quando percebi que lá fora o barulho se ouvia melhor pela janela do quarto dela
não queria saber de nada, mas não conseguia parar
me agachei ao pé da janela
as cortinas não eram grossas, dava pra ver o que tava rolando lá dentro
a lingerie tava jogada de lado
mamãe tava de quatro em cima da cama dela
só de meia-calça e cinta-liga
atrás dela, colado na bunda dela, o cara segurava o cabelo dela com uma mão e com a outra apalpava ela
passava as mãos na bunda dela, abria ela, acariciava as pernas, as costas, a barriga
metia a mão por baixo até tocar a buceta dela e pelo movimento era óbvio que ele tava masturbando ela enquanto metia
mamãe só gemia e rebolava

Minha cabeça estava prestes a explodir.Mamãe se afasta da posição dela.
— Deita — ela diz, falando quase sem fôlego, como se tivesse corrido.
O garoto se deita de barriga pra cima, era bem dotado.
Mamãe sobe em cima do garoto, encaixa o pau dele apontando pra entrada dela e senta.
— AAAAHHHH QUE gostoso... — geme e começa a mexer os quadris, cavalgando o garoto.
Ela cavalga como se não houvesse amanhã.
Cada empurrão dos quadris dela é como um golpe forte.
A bunda e os peitos dela balançam.
Ela se agarra no garoto e fode ele com toda a força.
De novo, soam os tapas dos genitais se chocando e o som dos sucos escorrendo.
— UUUYYY SIM SIM SIM meu amor!!... AI AI AI...
Mamãe cavalga a toda velocidade.
As costas dela arqueiam e ela olha pro teto.
Os peitos e os bicos dela estão duros e firmes.
O garoto agarra os peitos dela com as duas mãos enquanto mamãe goza em cima dele.
— AAAAAI... AAAI... ai...
Finalmente, ela cai exausta em cima dele.
As costas dela brilham de suor.
Ela está ofegante, tentando recuperar o fôlego.
Sinto que minha cueca está molhada.
Mamãe ri.
— Você foi muito bom... me fez gozar igual uma puta.
Você ganhou esse prêmio.
Mamãe levanta a bunda, tira o pau da buceta dela e encaixa na entrada do cu dela.
Devagar, ela começa a descer no pau dele, lentamente cada centímetro vai abrindo as entranhas dela.
— Mmmmm aaaahhh...
Mamãe fica parada um segundo quando o pau inteiro está dentro do cu dela.
O garoto agarra ela pelas duas nádegas, abre elas e começa a penetrar ela como se fosse um pedaço de carne.
Ele tá fodendo ela sem nenhuma delicadeza.
Mamãe só geme, abraça ele e beija ele.
Depois de alguns minutos, o garoto enfia com toda a força dele.
Mamãe faz o mesmo de cima até que, com um último empurrão, o garoto rosna e fica parado dentro.
— Sim... sim, goza pra mim... goza tudo dentro de mim, meu amor...
Ela continua beijando ele.



Os dois ficam colados um tempão até que a mãe se levantou com a fio dental limpou o esperma do cu e da buceta
e se aproximou da janela
me afastei sem fazer barulho
ouvi ela abrir o guarda-roupa
— quer beber alguma coisa, love?
imediatamente corri pra entrada da casa tentando não ser ouvido
assim que passei pela porta ouvi desligarem a música
fui até onde tinha deixado a moto
meu coração quase saltou do peito
mesmo assim achei que devia ir ver ela
voltei pra porta, mas dessa vez apertei a campainha
— Mãe! Cê tá aí? Vim porque você não respondia e também não te encontrei no restaurante
silêncio
— já voou
gritou do outro lado
ouvi passos correndo e logo ela apareceu
tava usando uma camiseta normal e um shorts jeans bem curto
tava despenteada, suada e cheirava a uma mistura de sexo com perfume
— que cê tá fazendo aqui?
— não viu minhas mensagens e não sabia como chegar na casa do pai... cê tá bem?
— tô sim... as meninas não vieram e me sinto meio mal
— quer que eu prepare alguma coisa?
— não, não, deixa... é uma dor de cabeça... sabe, desde o divórcio comecei a ter dor de cabeça direto
tudo isso é muito estressante
se me deixar descansar o fim de semana, agradeço, prometo que segunda a gente faz sua comida favorita
— claro, adoraria
peguei algo na geladeira e voltei pra porta
— desculpa não poder te atender, mas juro que tô me sentindo péssima e preciso ficar sozinha
já conheço essas enxaquecas, duram o fim de semana inteiro
ela disse segurando a cabeça
quando levantou a mão, percebi que não tava de sutiã, os bicos estavam duros
— claro, até mais, mãe, descansa bem
— obrigada, manda um beijo pro seu pai da minha parte
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