Ela é a Marilina, do bairro Agronomía, em Buenos Aires. Por obra do destino, eu sempre esbarrava nela quando andava por ali. Uma vez e outra. E ela percebia esses encontros casuais. Um dia, enquanto eu resolvia um documento na cidade de La Plata, notei que ela estava na mesma fila, umas quatro ou cinco pessoas na minha frente. Uns dez minutos depois, ela se vira e me vê. Percebi que ela sacou que era eu… o cara do bairro Agronomía. Daí a pouco a gente começou a conversar, e eu falei que sempre cruzava com ela perto de casa e que era uma puta coincidência encontrar ela em outra cidade.
Também surpresa, ela ficou conversando comigo e, de risada em risada, perguntei se a gente almoçava algo em algum lugar e depois voltava junto pra Buenos Aires. Achamos um boteco e ficamos até o fim da tarde. Caminhamos um pouco e, já com o sol baixo, quando passamos por uma das várias praças de La Plata, ela pediu pra eu parar. Ficou na minha frente e se agachou de repente. Eu já tava achando que, com a cabeça dela perto do meu pau, ela ia abaixar meu zíper e me chupar ali mesmo. Mas não. Ela disse: "Você não olha" e eu ouvi um som conhecido na grama onde a gente tava parado. Com muita segurança e prática, ela tinha puxado a calcinha por cima da minissaia e começou a mijar a 15 cm de mim. Pela diferença de altura e pela proximidade, não consegui ver nada... só a terra molhada quando ela se levantou.
Ninguém tinha percebido. “Que vergonha, né?” ela me disse e eu respondi que estava tudo bem… e ela era uma professora!!!
No caminho de volta pra Buenos Aires, toquei no assunto de novo e falei pra ela que, já que ela tinha se atrevido a mijar assim que me conheceu, eu me atrevia a dizer que a situação tinha me deixado com tesão.Quer que eu repita e você seca ela com a língua na minha casa?" ela disse, e de novo ficou durona pra caralho. A gente se comeu de boca no metrô, mas não deu pra fazer nada por causa da quantidade de gente que vinha. Fui direto pra casa dela e a gente transou igual uns bichos. Essas fotos são de uma dessas vezes.



























Também surpresa, ela ficou conversando comigo e, de risada em risada, perguntei se a gente almoçava algo em algum lugar e depois voltava junto pra Buenos Aires. Achamos um boteco e ficamos até o fim da tarde. Caminhamos um pouco e, já com o sol baixo, quando passamos por uma das várias praças de La Plata, ela pediu pra eu parar. Ficou na minha frente e se agachou de repente. Eu já tava achando que, com a cabeça dela perto do meu pau, ela ia abaixar meu zíper e me chupar ali mesmo. Mas não. Ela disse: "Você não olha" e eu ouvi um som conhecido na grama onde a gente tava parado. Com muita segurança e prática, ela tinha puxado a calcinha por cima da minissaia e começou a mijar a 15 cm de mim. Pela diferença de altura e pela proximidade, não consegui ver nada... só a terra molhada quando ela se levantou.
Ninguém tinha percebido. “Que vergonha, né?” ela me disse e eu respondi que estava tudo bem… e ela era uma professora!!!
No caminho de volta pra Buenos Aires, toquei no assunto de novo e falei pra ela que, já que ela tinha se atrevido a mijar assim que me conheceu, eu me atrevia a dizer que a situação tinha me deixado com tesão.Quer que eu repita e você seca ela com a língua na minha casa?" ela disse, e de novo ficou durona pra caralho. A gente se comeu de boca no metrô, mas não deu pra fazer nada por causa da quantidade de gente que vinha. Fui direto pra casa dela e a gente transou igual uns bichos. Essas fotos são de uma dessas vezes.



























4 comentários - La historia de estas fotos.Buenos Aires 2009. Amateur y puta
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