Tudo começa numa viagem em março do ano passado. Minha tia é uma senhora de 45 anos, pele morena clara, 1,58 de altura, adora malhar e se cuidar. Ela mora em Cuernavaca, um lugar onde o calor é de lascar, a ponto de ficar insuportável. Quando cheguei na casa dela, fui recebido com um caloroso abraço. Sofia: "Filho, que bom te ver por aqui, entra, fica à vontade." Eu: "Tia, finalmente a gente se vê de novo, aqui é muito legal." Sofia: "É, é bacana, mas o calor tá insuportável, espero que você se acostume." Uma coisa que notei é que a casa da minha tia não tinha portas, e achei curioso, então perguntei o motivo. Eu: "Tia, sem querer ser intrometido, por que a casa não tem portas?" Sofia: "Ah, filho, a resposta é simples: aqui eu moro sozinha e a casa é bem pequena." É estranho porque também só tem um quarto e não é muito grande, mas não falei mais nada. Conforme o tempo passava, o calor só aumentava, e eu só imaginava estar numa piscina me divertindo. Eu: "Tia, com esse calor, ia ser uma beleza dar um mergulho numa piscina, tá um calor infernal." Sofia: "Verdade, filho. Se quiser, amanhã a gente pode ir num parque aquático que fica bem perto daqui, no máximo uns 40 minutos de carro." Eu: "Fechou! Parece um plano dos bons." Dito isso, fiquei com um tesão danado de ver minha tia de biquíni, porque ela tem uma bunda, umas pernas e uns peitos que, na minha opinião, fariam qualquer um virar a cabeça. Só sei que tava ansioso pra chegar logo o dia seguinte pra ir pro tal parque. Amanheceu e a gente entrou no carro. O caminho parecia não ter fim, foram os 40 minutos mais longos... Quando chegamos no parque, cada um foi pro vestiário trocar de roupa. Eu me troquei o mais rápido que pude e esperei minha tia. Quando ela saiu, puta merda, juro por Deus, que decepção... Puta merda! Minha tia tava usando um maiô gigante, de peça única, de Uma cor verde horrível. Eu: Nossa tia, e esse biquíni? Sofia: Hahaha sabia que você ia falar isso. Eu: Olha tia, você devia usar um daqueles biquínis de duas peças com cores chamativas. Sofia: Justamente esse biquíni verde horroroso é pra os cachorros dos homens não ficarem me olhando, isso me irrita muito. Eu: Bom, deixa esse assunto de lado, vamos pra água. Sofia: Sim, filho, vamos. Ficamos nadando um tempinho e tudo ia bem, depois fomos pra casa no fim da tarde, no caminho minha tia parecia meio desconfortável, mas não quis perguntar, só segui o caminho. O dia terminou e na manhã seguinte ela ainda estava estranha, então perguntei o que tinha. Eu: Tia, o que foi? Desde ontem quando a gente voltava eu notei você meio diferente. Sofia: Ah filho, como é que eu te falo... Eu: Ué, do jeito que as coisas são. Sofia: Bom, então, ontem quando a gente voltava eu sentia uma queimação lá embaixo. Eu: Lá embaixo onde? Sofia: Na minha buceta, idiota, acho que entrar na água me deu uma infecção, tô tão mal que não consigo nem andar, muito menos aguento roupa. Eu: Tia, vou te levar no médico. Sofia: Não queria incomodar, mas tô me sentindo mal, vou aceitar sua oferta. Eu: Não é incômodo nenhum, tia, sobe no carro. Resumindo, levei ela no médico, ela passou, foi examinada e receitaram remédios. Eu: Como foi, tia? Em certo momento achei que tava feio porque ela demorou um tempão. Sofia: Foi ruim, porque me receitaram um monte de coisas, entre elas um creme e óvulos pra combater a infecção. Eu: Mas isso não é ruim, pelo contrário, vai te ajudar a se recuperar. Sofia: Não, mas o médico disse que enquanto eu me curar da infecção, não posso usar roupa da cintura pra baixo, porque o creme precisa fazer efeito, e além disso com o calor que tá, a infecção pode piorar. Eu: Bom, por mim não se preocupe, tia. Sofia: Você é louco, como vou andar pelada da cintura pra baixo com você em casa! Eu: Você tem razão, tia, não se preocupe, meu Minha intenção não era fazer você se sentir desconfortável com meu comentário. Assim que chegarmos em casa, arrumo minhas coisas e volto pra minha casa pra você poder se recuperar tranquila.
Sofia: Ai, filho, me perdoa, é que eu tô me sentindo muito mal, mas não quero que você vá embora. Você acabou de chegar e já vai, a viagem foi à toa. Melhor a gente ver como se vira.
Eu: Não, tia, não quero que por minha culpa você se sinta mal na sua própria casa. Melhor eu ir e você se recuperar sossegada.
Sofia: Não se preocupa, filho, acabei de lembrar que tenho uns vestidos que posso usar e assim não dá nada.
Eu: Você tem vergonha do seu corpo, tia?
Sofia: Filho, sou uma senhora de 45 anos e o tempo cobrou seu preço no meu corpo. Meu corpo já não é mais bonito como era antes.
Eu: Tia, eu acho que você tá muito bem, e falo no bom sentido. Mas não precisa ter vergonha, falo isso porque minha namorada muitas vezes anda pelada em casa e mora com o irmão, e não acontece nada. O corpo é natural.
Sofia: Ai, filho, como assim? Olha que aqui minha tia não sabe que eu gosto que minha namorada Maria ande pelada na frente do irmão dela, porque adoro que ele veja a bunda dela, ela se abaixando, que ele olhe a buceta e o cu dela — isso me excita pra caralho (Leiam o conto A melhor namorada).
Eu: Sim, tia, pra eles é normal.
Sofia: Não acredito em você, filho. Se você pudesse provar, faria o mesmo, mas como sei que não tem provas, não vou fazer.
Eu: Tia, e se eu disser que tenho provas?
Sofia: Mostra.
Eu: Deixa eu procurar as fotos. Olha aqui.









Sofia: Nossa, não acredito, como sua namorada consegue andar de fio dental ou pelada na frente do irmão dela? Ah, não, e nas fotos ela tá agachada, dá pra ver o cu e a buceta inteiros.
Eu: É só que eles têm confiança, além de que minha namorada aceita o corpo dela e pra eles é normal.
Eu tava fazendo de tudo pra convencer minha tia, queria ver como era a buceta e a bunda dela, só de pensar já tava com o pau duro que nem uma pedra, igual um martelo de quebrar nozes.
Sofia: Tá bom, filho, vou tentar.
Só imagina, essas fotos eu tirei escondido uma vez, não conseguia tirar os olhos dela por causa do jeito que a calça enfiava na buceta dela.
Chegando em casa, minha tia vestiu um vestido bem curto, se abaixava e dava pra ver tudo.
Mas continuava sendo desconfortável porque a roupa incomodava com o simples roçar. Eu: Tia, fica à vontade. Sofia: Ai, filho, mas tô uma zona de pelos, que vergonha você me ver assim. Eu: Ué, pelos são normais. Sofia: Tá bom, mas não fala nada, ok? Eu: Claro, tia, a senhora como se eu nem tivesse aqui. Aí eu aproveitei pra tirar o celular bem, mas bem discretamente pra tirar umas fotos dela, e isso aqui foi o que eu capturei.

Eu: Tia, já viu que não dá nada. Sofia: Ai, filho, tô morrendo de vergonha. Eu: Tia, não fica tapando a buceta. Sofia: Pois é, tô com vergonha, cê quer que eu faça igual sua namorada, que se abaixa? Eu: Kkkkk ai tia, não fala essas coisas, agora cê tem vergonha, mas depois vai ver que vai ser normal pra senhora. Os dias foram passando e eu só ficava tirando fotos escondido da minha tia, e isso foi o que consegui pegar.


Outro dia, a gente tava na mesa e minha tia mostrando os pentelhos dela.
Os dias continuavam passando e minha tia já agia normal, eu não encontrava jeito de manter meu pau quieto, várias vezes minha tia dormia e eu só aproveitava pra tirar umas fotos dela.






Uma manhã eu perguntei como ela estava e ela disse que já estava melhor, ficou na minha frente e abriu os lábios da buceta e disse. Sofia: Já não tá mais vermelho, né?
Eu: Tia tá toda pelada. Sofia: Ai filho, você já viu minha buceta um monte de vezes, que mal tem me ver os peitos? Eu: Não tem como argumentar contra essa lógica e respondendo à pergunta dela, já tá tudo certo, pode voltar a se vestir hahaha. Sofia: Você é maluco, é muito confortável andar assim. Eu: Ah tá, como a senhora quiser, tia. Pela primeira vez minha tia se mostrava completamente nua na minha frente, e que pedaço de mulher, já era normal vê-la assim pela casa.












Sofia: Ei, filho, você tava certo, só faltava eu aceitar meu corpo, agora me sinto bem gostosa, tanto que até comprei umas roupinhas bonitas, olha só, vou te mostrar. Eu: Tá bom, tia.






Eu: Uff tia, cê tá mó gostosa, mas acho que sem roupa fica melhor kkkkkk. Sofia: Não esquece que sou sua tia, seu sem-vergonha, me respeita. Eu: Uma coisa que ia deixar ela mó sexy era dar uma ajeitada nos pelinhos da buceta. Sofia: Boa ideia. Mais tarde minha tia me liga e pergunta. Sofia: Cê tava falando disso?













Eu: Assim mesmo, cê tá mó gostosa, tia.
Sofia: Ó, vamo no mercado comprar o que precisa, deixa eu trocar de roupa.
Eu: Tá bom, tia.


Eu: Até parece estranho te ver com roupa, tia kkkkkk. Sofia: Ah, sim, é muito bom ficar pelada, agora entendo sua irmã, e com você não sinto mais vergonha nenhuma, tipo, nenhuma mesmo, já até consigo me abaixar como se nada fosse. Eu: Não acredito, tia. Sofia: Espera a gente voltar do mercado e você vai ver kkkkk. No fim, voltamos e assim que ela fechou a porta de casa, começou a se despir.

Eu: Ó tia, eu nunca vi o cu dela. Sofia: Ah, então olha, agora não tenho mais vergonha. Ela se abaixou e me mostrou o que tinha entre as nádegas.
No dia seguinte, minha tia Sofia me disse: "Ei, filho, eu nunca vi seu pau." Eu respondi: "Ah, tá bom, então vou te mostrar." Abaixei a calça e ela disse: "Sofia: você tem um pau bonito, vem cá, vamos ver um filme.
Eu: Oi tia, tô curioso pra saber como é o pelo pubiano da senhora. Sofia: Ah, é igual arame, kkkk, pode tocar. Eu: Sério? Sofia: Ué, pode sim.

A discrição virou um problema, tava muito difícil tirar as fotos, até teve vezes que eu colocava o celular num canto pra gravar vídeo e depois tirava print pra poder mostrar pra vocês. Um dia minha tia chegou cansada da rua e falou pra eu "passar a mão" (querendo dizer que eu acariciasse a buceta dela). Eu levantei, fingi que ia deixar o celular carregando e deixei gravando, depois meti a mão.
Sofia: Ah, filho, essa calça tá me atrapalhando, tem que baixar pra você me acariciar direito. Fiquei paralisado e não liguei, mas no dia seguinte eu baixei ela e, sem frescura, passei a mão na buceta inteira dela.
No final, eu falei pra ela:
Eu: Tia, meus dias de férias acabaram, amanhã tenho que ir.
Sofia: Ah, filho, foi muito bom você estar aqui, obrigada por tudo, por me dar essa segurança, você é o melhor.
Eu: Obrigado, tia.
Sofia: Por sua causa, não tenho mais vergonha do meu corpo e me sinto gostosa. Sem dúvida, foram umas férias da porra. Eu adorava quando, do nada, você me dizia ao longo dos dias: "Olha, não tenho mais vergonha" e fazia assim.





























Fim. Espero que vocês tenham gostado.
Sofia: Ai, filho, me perdoa, é que eu tô me sentindo muito mal, mas não quero que você vá embora. Você acabou de chegar e já vai, a viagem foi à toa. Melhor a gente ver como se vira.
Eu: Não, tia, não quero que por minha culpa você se sinta mal na sua própria casa. Melhor eu ir e você se recuperar sossegada.
Sofia: Não se preocupa, filho, acabei de lembrar que tenho uns vestidos que posso usar e assim não dá nada.
Eu: Você tem vergonha do seu corpo, tia?
Sofia: Filho, sou uma senhora de 45 anos e o tempo cobrou seu preço no meu corpo. Meu corpo já não é mais bonito como era antes.
Eu: Tia, eu acho que você tá muito bem, e falo no bom sentido. Mas não precisa ter vergonha, falo isso porque minha namorada muitas vezes anda pelada em casa e mora com o irmão, e não acontece nada. O corpo é natural.
Sofia: Ai, filho, como assim? Olha que aqui minha tia não sabe que eu gosto que minha namorada Maria ande pelada na frente do irmão dela, porque adoro que ele veja a bunda dela, ela se abaixando, que ele olhe a buceta e o cu dela — isso me excita pra caralho (Leiam o conto A melhor namorada).
Eu: Sim, tia, pra eles é normal.
Sofia: Não acredito em você, filho. Se você pudesse provar, faria o mesmo, mas como sei que não tem provas, não vou fazer.
Eu: Tia, e se eu disser que tenho provas?
Sofia: Mostra.
Eu: Deixa eu procurar as fotos. Olha aqui.










Sofia: Nossa, não acredito, como sua namorada consegue andar de fio dental ou pelada na frente do irmão dela? Ah, não, e nas fotos ela tá agachada, dá pra ver o cu e a buceta inteiros. Eu: É só que eles têm confiança, além de que minha namorada aceita o corpo dela e pra eles é normal.
Eu tava fazendo de tudo pra convencer minha tia, queria ver como era a buceta e a bunda dela, só de pensar já tava com o pau duro que nem uma pedra, igual um martelo de quebrar nozes.
Sofia: Tá bom, filho, vou tentar.
Só imagina, essas fotos eu tirei escondido uma vez, não conseguia tirar os olhos dela por causa do jeito que a calça enfiava na buceta dela.

Chegando em casa, minha tia vestiu um vestido bem curto, se abaixava e dava pra ver tudo.
Mas continuava sendo desconfortável porque a roupa incomodava com o simples roçar. Eu: Tia, fica à vontade. Sofia: Ai, filho, mas tô uma zona de pelos, que vergonha você me ver assim. Eu: Ué, pelos são normais. Sofia: Tá bom, mas não fala nada, ok? Eu: Claro, tia, a senhora como se eu nem tivesse aqui. Aí eu aproveitei pra tirar o celular bem, mas bem discretamente pra tirar umas fotos dela, e isso aqui foi o que eu capturei.

Eu: Tia, já viu que não dá nada. Sofia: Ai, filho, tô morrendo de vergonha. Eu: Tia, não fica tapando a buceta. Sofia: Pois é, tô com vergonha, cê quer que eu faça igual sua namorada, que se abaixa? Eu: Kkkkk ai tia, não fala essas coisas, agora cê tem vergonha, mas depois vai ver que vai ser normal pra senhora. Os dias foram passando e eu só ficava tirando fotos escondido da minha tia, e isso foi o que consegui pegar.


Outro dia, a gente tava na mesa e minha tia mostrando os pentelhos dela.
Os dias continuavam passando e minha tia já agia normal, eu não encontrava jeito de manter meu pau quieto, várias vezes minha tia dormia e eu só aproveitava pra tirar umas fotos dela.






Uma manhã eu perguntei como ela estava e ela disse que já estava melhor, ficou na minha frente e abriu os lábios da buceta e disse. Sofia: Já não tá mais vermelho, né?
Eu: Tia tá toda pelada. Sofia: Ai filho, você já viu minha buceta um monte de vezes, que mal tem me ver os peitos? Eu: Não tem como argumentar contra essa lógica e respondendo à pergunta dela, já tá tudo certo, pode voltar a se vestir hahaha. Sofia: Você é maluco, é muito confortável andar assim. Eu: Ah tá, como a senhora quiser, tia. Pela primeira vez minha tia se mostrava completamente nua na minha frente, e que pedaço de mulher, já era normal vê-la assim pela casa.












Sofia: Ei, filho, você tava certo, só faltava eu aceitar meu corpo, agora me sinto bem gostosa, tanto que até comprei umas roupinhas bonitas, olha só, vou te mostrar. Eu: Tá bom, tia.






Eu: Uff tia, cê tá mó gostosa, mas acho que sem roupa fica melhor kkkkkk. Sofia: Não esquece que sou sua tia, seu sem-vergonha, me respeita. Eu: Uma coisa que ia deixar ela mó sexy era dar uma ajeitada nos pelinhos da buceta. Sofia: Boa ideia. Mais tarde minha tia me liga e pergunta. Sofia: Cê tava falando disso?













Eu: Assim mesmo, cê tá mó gostosa, tia. Sofia: Ó, vamo no mercado comprar o que precisa, deixa eu trocar de roupa.
Eu: Tá bom, tia.



Eu: Até parece estranho te ver com roupa, tia kkkkkk. Sofia: Ah, sim, é muito bom ficar pelada, agora entendo sua irmã, e com você não sinto mais vergonha nenhuma, tipo, nenhuma mesmo, já até consigo me abaixar como se nada fosse. Eu: Não acredito, tia. Sofia: Espera a gente voltar do mercado e você vai ver kkkkk. No fim, voltamos e assim que ela fechou a porta de casa, começou a se despir.

Eu: Ó tia, eu nunca vi o cu dela. Sofia: Ah, então olha, agora não tenho mais vergonha. Ela se abaixou e me mostrou o que tinha entre as nádegas.
No dia seguinte, minha tia Sofia me disse: "Ei, filho, eu nunca vi seu pau." Eu respondi: "Ah, tá bom, então vou te mostrar." Abaixei a calça e ela disse: "Sofia: você tem um pau bonito, vem cá, vamos ver um filme.
Eu: Oi tia, tô curioso pra saber como é o pelo pubiano da senhora. Sofia: Ah, é igual arame, kkkk, pode tocar. Eu: Sério? Sofia: Ué, pode sim.

A discrição virou um problema, tava muito difícil tirar as fotos, até teve vezes que eu colocava o celular num canto pra gravar vídeo e depois tirava print pra poder mostrar pra vocês. Um dia minha tia chegou cansada da rua e falou pra eu "passar a mão" (querendo dizer que eu acariciasse a buceta dela). Eu levantei, fingi que ia deixar o celular carregando e deixei gravando, depois meti a mão.
Sofia: Ah, filho, essa calça tá me atrapalhando, tem que baixar pra você me acariciar direito. Fiquei paralisado e não liguei, mas no dia seguinte eu baixei ela e, sem frescura, passei a mão na buceta inteira dela.
No final, eu falei pra ela: Eu: Tia, meus dias de férias acabaram, amanhã tenho que ir.
Sofia: Ah, filho, foi muito bom você estar aqui, obrigada por tudo, por me dar essa segurança, você é o melhor.
Eu: Obrigado, tia.
Sofia: Por sua causa, não tenho mais vergonha do meu corpo e me sinto gostosa. Sem dúvida, foram umas férias da porra. Eu adorava quando, do nada, você me dizia ao longo dos dias: "Olha, não tenho mais vergonha" e fazia assim.






























Fim. Espero que vocês tenham gostado.
15 comentários - A infecção da tia Sofia
Se antoja darle por el chiquito
++💯 y es muy poco para el trabajo que hiciste gracias