Kay Parker: O primeiro "Tabooé o mais fundo
Kay Parker era uma aluna numa aula de improvisação, quando encontrou o ator pornô John Leslie em 1979. "Eu sabia que quando ele me pediu pra
ia gravar um filme com ele, provavelmente ia ser um pornô". Mesmo com dúvidas e medos, ela foi do mesmo jeito.
Essa saída deu lugar a uma reunião com o diretor Kirdy Stevens. Parker fala sobre sua experiência na revolucionária série de filmes pornô Taboo, que aborda o tema do incesto, e que são consideradas hoje em dia como filmes cult.
Realmente eram forças místicas agindo por trás desse esforço conjunto", disse ela sobre o primeiro trabalho dela e de Stevens, em 1980, no qual ela transa com o próprio filho, interpretado por Mike Ranger.

Ao longo de vários filmes que eventualmente substituíram o incesto por temas menos chocantes (e hoje em dia imitações só vagamente seguem a premissa original, com gonzos absurdos), "Taboo" apresentou o melhor de atores e atrizes do calibre de Ginger Lynn, Lisa Lake, Ron Jeremy, Pamela Mann e Nina Hartley. Mas foi Kay Parker quem se destaca de forma magistral em suas atuações.
Tenho pânico de penetração", disse ela antes da sua primeira cena de sexo. "Eu sabia que, uma vez que a primeira cena fosse feita, eu estaria marcada com um X para sempre. (Mas) acho que havia uma energia incrível entre o Mike e eu, e Deus e o Espírito

Parker é de uma geração que chegou à pornografia por um caminho mais descolado (afinal, era São Francisco). Mesmo assim, ela ficou nervosa quando Stevens ofereceu a ela o papel de uma mulher madura, esposa e mãe de família que tinha sido abandonada.
Eu era meio idealista", ela diz. "Mas pensei: 'ele vai fazer o filme de qualquer jeito, então eu também podia topar'.
Então essa atriz gostosa enterrou os medos dela e se dedicou a fazer do melhor jeito possível: "tentei botar amor em cada cena o máximo que pude".

Parker diz que estava tentando ser uma "atriz legítima", mas seus planos mudaram. "Tive que ficar pelada pra começar minha jornada", conclui.
Kay Parker era uma aluna numa aula de improvisação, quando encontrou o ator pornô John Leslie em 1979. "Eu sabia que quando ele me pediu pra
ia gravar um filme com ele, provavelmente ia ser um pornô". Mesmo com dúvidas e medos, ela foi do mesmo jeito.
Essa saída deu lugar a uma reunião com o diretor Kirdy Stevens. Parker fala sobre sua experiência na revolucionária série de filmes pornô Taboo, que aborda o tema do incesto, e que são consideradas hoje em dia como filmes cult.
Realmente eram forças místicas agindo por trás desse esforço conjunto", disse ela sobre o primeiro trabalho dela e de Stevens, em 1980, no qual ela transa com o próprio filho, interpretado por Mike Ranger.

Ao longo de vários filmes que eventualmente substituíram o incesto por temas menos chocantes (e hoje em dia imitações só vagamente seguem a premissa original, com gonzos absurdos), "Taboo" apresentou o melhor de atores e atrizes do calibre de Ginger Lynn, Lisa Lake, Ron Jeremy, Pamela Mann e Nina Hartley. Mas foi Kay Parker quem se destaca de forma magistral em suas atuações.
Tenho pânico de penetração", disse ela antes da sua primeira cena de sexo. "Eu sabia que, uma vez que a primeira cena fosse feita, eu estaria marcada com um X para sempre. (Mas) acho que havia uma energia incrível entre o Mike e eu, e Deus e o Espírito

Parker é de uma geração que chegou à pornografia por um caminho mais descolado (afinal, era São Francisco). Mesmo assim, ela ficou nervosa quando Stevens ofereceu a ela o papel de uma mulher madura, esposa e mãe de família que tinha sido abandonada.
Eu era meio idealista", ela diz. "Mas pensei: 'ele vai fazer o filme de qualquer jeito, então eu também podia topar'.
Então essa atriz gostosa enterrou os medos dela e se dedicou a fazer do melhor jeito possível: "tentei botar amor em cada cena o máximo que pude".

Parker diz que estava tentando ser uma "atriz legítima", mas seus planos mudaram. "Tive que ficar pelada pra começar minha jornada", conclui.
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