Obcecado com o cheiro dos pés da minha cunhada. Pois é, neguinhos, na trincheira do meu anonimato, como um quarto com um pai do outro lado do cômodo prestes a me confessar, com evidência fotográfica e em vídeo, o que relato hoje tem o peso da realidade e da verdade. Minha namorada (Silvia), 19 anos, copa D, branca, é uma joia. Tem um par de peitos de campeonato, herança da mãe dela (mais pra frente vou contando sobre ela), um decote bem pronunciado e uma bunda no ponto certo que me deixa satisfeito. A irmã dela (Alejandra), 16 anos, acabou de fazer 17, copa C, branca, morena clara, olhos castanhos um pouco mais clarinhos (segundo ela), e é a beleza da qual venho falar hoje. Descrevendo o físico dela, ela tem uma barriga muito bonita, peitos deliciosos e grandes. Como eu disse, elas herdaram um decote lindo e, às vezes, é muito difícil não olhar pros peitos de todas elas, com uma bunda muito cheirosa e gostosa, comprovado e documentado. Por sorte, sempre tive a oportunidade de cheirar a roupa íntima dela, desde a que acabou de tirar até a que usa durante a semana. Adoro quando ela não toma banho porque atrasa, às vezes não tem jeito senão usar uns tênis preto com rosa ou uns tênis brancos ou uns cinzas, sem meias porque sabe que as meias dela já fedem muito a ela, e ela não é do tipo que usa roupa limpa sem antes tomar banho. Com os tênis preto com rosa, o cheiro dos pés dela é avinagrado com um toque do talco dela, cheiro de um queijo tipo parmesão. Já nos tênis cinzas, saboreio um aroma mais concentrado de queijo parmesão e vinagre, como almíscar. Ver ela usar esses tênis me deixa duro que nem pedra, ver ela brincar com os tênis, pisando, esfregando todo o toe jam e o suor dos dedos na palmilha dos tênis que cheiro com tanta desesperação, ou as meias de renda que às vezes deixa com um cheiro muito forte. O aroma dos pés dela me enlouquece, parceiros. Contar isso pra vocês me faz sentir um pouco de toda a adrenalina que tive que passar pra cheirar ela. Exquisita essência de suor, às vezes pareço viciado nos aromas dela, fico sem desculpas pra ir até onde está a roupa suja e me esfregar nas calcinhas, sutiãs ou meias da minha sogra e da minha cunhada. Quando ela está em casa, nunca usa sutiã e eu fico besta olhando pras tetas dela, dançando, com os mamilos eriçados do roçar do algodão neles, mamilos rosa-claro que é impossível não olhar. Já peguei o padrasto dela secando a minha namorada e a irmã dela, igual a mim, atento e vidrado nos mamilos doces e nos seios firmes e carnudos, tipo manga bem carnuda, ou nas pernas brancas delas, joelhos rosados como os pés... Meu fetichismo por pés não era tão grave antes, sendo sincero, era bem sutil, mas na hora de transar de missionário, ver a sola dos pés da minha mina e cheirar de um jeito super discreto os pés dela era parte do meu êxtase sexual... (A origem de tantos fetiches eu conto depois). Um dia, a Silvia me convidou pra dormir na casa dela e, como dividia quarto com a Alejandra, a gente ia dormir os três no mesmo quarto. A mãe dela tinha saído com o parceiro, a Alejandra tinha ido pra uma festa e voltou bêbada. Quando chegou, tudo estava apagado e só se ouvia ela se despindo, a respiração forte do sono profundo da Silvia enquanto a Ale colocava o pijama. Ela tentava não fazer barulho pra não "nos acordar", mas eu ouvia e via, pela luz que entrava pela janela, todo aquele espetáculo. Elas tinham um beliche e a gente dormia em cima, a grade de segurança tampava meu rosto e me deixava olhar ela se despir sem que ela me visse. Ela tinha ido da academia pra festa, tava de legging preta e com os tênis cinza que comentei antes, uma regata e um moletom. Quando entrou no quarto, tirou o moletom, depois passou as mãos pra trás e desabotoou o sutiã por dentro da regata, tirando ele na hora com um pequeno suspiro de liberdade nas tetas redondas dela, com aquele aroma tão característico no vão do decote, todo o suor. Do suor acumulado entre os peitos dela, ela baixou a calça, deixando ver a calcinha preta. Começou a desamarrar o tênis e, ao tirá-los junto com as meias, mostrou como os pés estavam vermelhos de tanto malhar, caminhar e dançar. Passaram-se alguns segundos e ela virou, se agachou, mostrando toda a buceta aberta e a sola dos pés bem rosadinha do dia. Quando senti o cheiro dos pés dela, um aroma que jurei que ia sentir de novo — naquele dia, foi um cheiro tão embriagante, muito forte, mas que a quilômetros de distância, igual um cachorro treinado, eu saberia que era a Alejandra. Um aroma muito feminino, mas ao mesmo tempo muito penetrante. Eu olhava hipnotizado enquanto ela sentava e balançava os pés no ar pra secar o suor, enchendo o quarto com aquele cheiro delicioso. Aquilo me deixou muito excitado. Antes desse cheiro, eu conseguia controlar minha vontade de cheirar a roupa íntima suja dela, mas depois daquele dia, sentia uma vontade bestial de sentir o fedor dela. Francamente, quando eu via ela na sala quicando os peitos com uma blusa branca que não deixa nada pra imaginação e mostra os mamilos gostosos sem problema nenhum — às vezes duros, mas sempre visíveis —, aquela blusa cria um efeito visual muito gostoso. Vocês sabem como as mulheres têm uns lifehacks pra ficar sempre lindas (algumas). Não sei se ela usa essa blusa por causa desse truque, mas faz os peitos se juntarem, criando aquela imagem de "bum" que a gente, fã de decotes, tanto ama. É muito difícil não olhar pros peitos dela, já que estão bem na minha frente, assim como os shows que ela faz com os pés, sempre brincando com as rasteirinhas ou as sandálias. Eu gravo todos os shoeplay dela. Comecei a ter uma atração forte pelos pés dela, porque ela sempre foi daquelas que não usa meia, sempre. Ela sua muito. Eu amo ela, adoro como ela deixa os sapatos e a roupa íntima fedorentos. Quando ela usa meia-soquete, o cheiro é ainda mais forte do que quando usa tênis descalça — aquele cheiro entre vinagre, queijo e almíscar com essência. feminina é tão concentrada e forte que me derrubou em minutos quando fico louco e esfrego várias vezes as meias dela ou as calcinhas com fluidos vaginais, urina e o café prova que as calcinhas não aguentaram afundar fundo no cu da Alejandrita, sempre que ela voltava de malhar ou de outros lugares tirava os sapatos e o quarto onde estivesse cheirava forte aos pés dela, nem a mãe dela, nem a Silvia, nem eu falávamos uma palavra sobre o mau cheiro dos pés da Alejandra e isso começava a me excitar demais, porque às vezes a gente via TV e era um banquete pros olhos ver a transparência da roupa de todas, peitos carnudos que me deixam duro que nem ouro. Um dia comecei um desafio de 20 dias sem fap, sentia que precisava parar de me mastigar pensando na minha cunhada e nos peitos dela, achei que seria o mais saudável, foram semanas difíceis, pelas situações que tô contando, ficar num quarto onde cheira os pés dela era muito complicado (não me entendam mal, não era um aroma tão desagradável a ponto de achar que ela tem problemas sérios nos pés, o cheiro era sutil e espontâneo, às vezes cheirava em alguns lugares, em outros não, em outros mais e em outros menos). Um dia ela voltou do centro, foi a uma peça de teatro e comer com os amigos, naquele dia não minto, o calor tava de fritar ovo na testa, eu tava no quarto da irmã dela mas ela tava cansada e preferiu dormir, eu saí pra sala e via TV num sofá parecido com um divã que coloquei do lado de uma poltrona, sendo que quando eu tava sentado no mini divã minha cara ficava na metade da altura do encosto do braço esquerdo do sofá (tô contando tudo isso pra vocês terem uma ideia do que eu podia ver). Minha sogra tava em outro lugar e eu tinha aquela sensação de adrenalina na boca do estômago pra ir no cesto de roupa suja cheirar tudo que cheirasse a Alejandra, mas por causa da promessa do meu NOFAP resisti, senti vontade de cagar e fui no banheiro, demorei uns 20 mins vendo memes e tal. Porra, ouvi uns barulhos na entrada e achei que tinha chegado alguém. Quando voltei, minha cunhada já estava sentada no sofá, do lado do pufe onde eu estava. Sentei e parecia que tinha chegado no momento exato em que ela se ajeitou, com os pés pendurados a poucos centímetros do meu nariz, e o melhor de tudo: ela nem olhava pra mim. Balançando os pés na minha frente, com uns sapatos tipo Toms pretos que ela tinha tirado pela metade pra deixar entrar um pouco de ar naqueles pés tão abafados, suados e fedorentos. Era de novo aquele cheiro, amigos, e aquela sensação. Só sentia meu pau endurecendo aos poucos, ficando duríssimo. Tinha uns pequenos tremores de excitação e nervosismo. Era muito embriagador sentir o cheiro dos pés e dos sapatos dela tão direto, tão perto. Ela só deixava o calcanhar na minha cara, um belo jogo de shoeplay, me deixando no limite. Enquanto ela fazia flip-flop com os Toms, no tempo que levava pra fazer "flop", eu me atrevia a colocar meu nariz entre a parte de trás que ela pisava do Tom, pra usar o sapato como chinelo e a sola do pé quando ela fazia "flip". Rápido, eu enfiava o nariz no meio por um segundo e cheirava devagar. Me embriaga. TAVA MUITO ANSIOSO. Só queria levantar e cheirar os pés dela, olhar pra cara de nojo dela — porque me excita quando elas sentem "nojo" de ver que eu quero forçar a barra pra continuar cheirando os pés, que ela não me deixe, que eu tenha que apalpar os peitos, a bunda dela PRA CHEIRAR À FORÇA ENTRE OS DEDOS DOS PÉS. Ficar pensando repetidamente em fazer isso, mandar tudo pra merda e ser o sem-vergonha da minha fantasia. Mas me controlei. Fiquei eufórico com tudo que tava rolando. Só curti os pés dela por uns 10 minutos, até ela pegar no sono e ir dormir. Eu tava pegando fogo de tanto cheirar os pés dela diretamente e de ver as pernas, a bundinha redonda e a carinha de menina de 16 anos, uma putinha. Tava tão vidrado que me aproximei do quarto dela e ouvi o som da respiração. Sabia que ela tava bem dormida. Me excitou tanto ouvir os suspiros dela, porque já sabia o que vinha. Espiei pra ver minha... namorada e também no 5º sonho, enquanto fechava a porta, veio à minha mente de novo todo o show que acabara de ver e o cheiro dos pés da Ale. Fiquei tão primitivo que me enfiei no quarto de lavanderia, peguei umas calcinhas da Alejandra, voltei pro quarto dela, tirei os sapatos pra não fazer barulho e, de gatinhas, fui pro pé da cama dela. Com todo cuidado, descobri os pés dela e deitei de costas no chão. Via aqueles pés deliciosos de novo. Enfiei a calcinha no tênis dela de um jeito que a parte que toca a buceta dela ficasse no meu nariz, enquanto enfiava o nariz no sapato dela pra sentir o cheiro dos pés e da buceta ao mesmo tempo, olhando pros pés dela. Ouvi alguém chegar e estar na entrada do portão, que fica quatro andares abaixo, mas é bem pesado e barulhento. Isso me excitou ainda mais, me fez pensar que iam me pegar. Sem mentira, só olhei pros pés dela e sincronizou com uma tragada do aroma dos pés e da buceta dela. Isso me fez gozar como ninguém nunca tinha me feito gozar. Dois minutos de espasmo, largado ali, ainda cheirando as calcinhas dela dentro dos tênis, enquanto olhava pros pés dela. "Que gostosa", repetia pra mim mesmo. Não era minha sogra que tinha entrado no prédio, porque já teria entrado naqueles dois minutos em que fiquei abatido. Rápido, guardei o que devia e joguei as calcinhas dela, ensopadas do meu gozo, debaixo da cama dela. Deixei os tênis dela no lugar e saí com todo cuidado. Me senti um ninja. Fui pra sala e nada tinha acontecido. Dez minutos depois, minha mina saiu do quarto e vimos um filme. Depois a Ale saiu e também ficou vendo o filme com a gente. Tudo como se nada tivesse acontecido. Em breve conto mais histórias.
1 comentários - Viciado no cheiro da buceta