No dia seguinte daquela bebedeira que minha mãe tomou e da qual eu pude aproveitar um pouco, acordei e minha mãe ainda tava dormindo. Meu pai já tinha ido trabalhar bem cedo e minha mulher tava quase saindo pra dar aula. Entrei no quarto da Sandra e acordei ela com um beijo na bochecha.
Ela me disse que sentia muito pelo que aconteceu ontem à noite, e eu falei que não, pelo contrário, que ela ficasse feliz por ter se aliviado. E que agradecia a confiança que ela tinha em mim. Disse que ela podia contar comigo pra tudo e que podia me contar todos os problemas dela. Em agradecimento, ela me abraçou e me deu um beijo na testa. Fui pro trabalho, e, embora tivesse dito pra minha mãe que a apoiava e que ela podia contar comigo, a verdade é que eu tava morrendo de ciúmes, porque se ela devia ter outro homem depois do meu pai, esse homem tinha que ser eu. Mas resolvi entrar no jogo dela, minha intenção era ganhar a confiança dela e, aos poucos, ir conquistando ela, pra quando Heitor, o amante dela, cometesse um erro, eu estivesse lá pra ela vir comigo. Assim como ontem, a Sandra me ligou uma hora antes de eu terminar meu turno, me perguntou se a gente podia se ver hoje também, e eu aceitei. A gente marcou de se encontrar no mesmo café de ontem. Quando cheguei lá, levei uma flor pra ela e entreguei, falei que ela era igual à flor, linda, e ela sorriu. Perguntei o que tava rolando, por que ela queria me ver, e ela disse que queria conversar comigo. Ela começou me falando que nunca tinha traído meu pai, mas que nos últimos dois anos ele não tocava mais nela, e que ela se sentia muito sozinha e precisava de um homem do lado dela. Me contou que um dia foi com uma amiga dela pra uma balada, porque era aniversário da amiga. Lá, ela conheceu um cara de 25 anos, que era sobrinho da amiga. O cara não tirava os olhos dela, porque ela tava usando um vestido bem curto e justo, um dos vestidos que eu tinha dado pra ela.
Ela disse que o cara falou naquela noite que ela tava muito gostosa e que, mesmo conhecendo tanta mina nova, ela era especial, era diferente e que ele queria conhecê-la. Pediu o número de telefone e ela deu. O jovem mandou mensagem no dia seguinte dizendo que não conseguia parar de pensar nela, e a partir daí começou a mandar mensagens lindas todo dia. No começo, minha mãe só tinha dado o número por educação, mas depois começou a gostar de acordar todo dia com umas mensagens bonitas e, de vez em quando, lembrando que além de ser linda, tinha um corpo que matava qualquer homem. Um dia, o cara convidou ela pra sair. Saíram algumas vezes pra comer e uma vez no cinema. Minha mãe não sabia o que era, mas começou a sentir algo por ele. Um dia, ele chamou ela pra um motel com a desculpa de que só queria ver um filme mais "no privado" e que, como na casa dele não dava e muito menos na nossa, o motel era a melhor opção. Minha mãe sabia que era errado, mas decidiu aceitar. Entraram no motel e deitaram na cama. Aos poucos, ele foi se aproximando dela por trás. Começou a acariciar a perna dela e a se encostar mais e mais até ficar na posição de conchinha. Começou a beijar o pescoço dela e a tocar mais. Minha mãe tava há dois anos sem sexo, e isso a excitou pra caralho. Ela se virou e começaram a se beijar. Minha mãe chupou ele, ele tinha uma rola grande, depois fizeram um 69 e terminaram transando como loucos. E mesmo sendo novo, com apenas 25 anos, ele fazia muito gostoso, e por ser jovem, aguentava até quatro gozadas num dia, e isso a apaixonou ainda mais. E desde então eles se veem quase todo dia, e esse cara é o Hector. Eu não sabia o que dizer, só respondi que "ficava feliz em vê-la contente e que eu era um túmulo, que o que ela me dissesse eu não contaria pra ninguém". Respondi que sorte o Hector tinha por ter ela como amante, e ela respondeu que não, que sorte o meu marido tinha por me ter como esposo. Saímos do café e fomos pra casa. Quando entrei, minha mulher estava na sala revisando uns papéis e eu fui pro meu quarto. Uns minutos depois, minha mãe bate na porta e pergunta se eu não tava com vontade de comer nada. Quis responder que ela era o que eu mais queria, ela e a bunda dela, aquela bunda que me deixava apaixonado, mas só respondi que não, que tava tudo bem. Ainda tava com a roupa da tarde, uns jeans bem apertados e uma blusa colada. Bem na hora que ela tava saindo, tirei uma foto dela e falei que era de lembrança porque naquele dia ela tava mais gostosa do que nunca. Na real, eu só queria mais uma foto da bunda dela.
Ela me disse que sentia muito pelo que aconteceu ontem à noite, e eu falei que não, pelo contrário, que ela ficasse feliz por ter se aliviado. E que agradecia a confiança que ela tinha em mim. Disse que ela podia contar comigo pra tudo e que podia me contar todos os problemas dela. Em agradecimento, ela me abraçou e me deu um beijo na testa. Fui pro trabalho, e, embora tivesse dito pra minha mãe que a apoiava e que ela podia contar comigo, a verdade é que eu tava morrendo de ciúmes, porque se ela devia ter outro homem depois do meu pai, esse homem tinha que ser eu. Mas resolvi entrar no jogo dela, minha intenção era ganhar a confiança dela e, aos poucos, ir conquistando ela, pra quando Heitor, o amante dela, cometesse um erro, eu estivesse lá pra ela vir comigo. Assim como ontem, a Sandra me ligou uma hora antes de eu terminar meu turno, me perguntou se a gente podia se ver hoje também, e eu aceitei. A gente marcou de se encontrar no mesmo café de ontem. Quando cheguei lá, levei uma flor pra ela e entreguei, falei que ela era igual à flor, linda, e ela sorriu. Perguntei o que tava rolando, por que ela queria me ver, e ela disse que queria conversar comigo. Ela começou me falando que nunca tinha traído meu pai, mas que nos últimos dois anos ele não tocava mais nela, e que ela se sentia muito sozinha e precisava de um homem do lado dela. Me contou que um dia foi com uma amiga dela pra uma balada, porque era aniversário da amiga. Lá, ela conheceu um cara de 25 anos, que era sobrinho da amiga. O cara não tirava os olhos dela, porque ela tava usando um vestido bem curto e justo, um dos vestidos que eu tinha dado pra ela.
Ela disse que o cara falou naquela noite que ela tava muito gostosa e que, mesmo conhecendo tanta mina nova, ela era especial, era diferente e que ele queria conhecê-la. Pediu o número de telefone e ela deu. O jovem mandou mensagem no dia seguinte dizendo que não conseguia parar de pensar nela, e a partir daí começou a mandar mensagens lindas todo dia. No começo, minha mãe só tinha dado o número por educação, mas depois começou a gostar de acordar todo dia com umas mensagens bonitas e, de vez em quando, lembrando que além de ser linda, tinha um corpo que matava qualquer homem. Um dia, o cara convidou ela pra sair. Saíram algumas vezes pra comer e uma vez no cinema. Minha mãe não sabia o que era, mas começou a sentir algo por ele. Um dia, ele chamou ela pra um motel com a desculpa de que só queria ver um filme mais "no privado" e que, como na casa dele não dava e muito menos na nossa, o motel era a melhor opção. Minha mãe sabia que era errado, mas decidiu aceitar. Entraram no motel e deitaram na cama. Aos poucos, ele foi se aproximando dela por trás. Começou a acariciar a perna dela e a se encostar mais e mais até ficar na posição de conchinha. Começou a beijar o pescoço dela e a tocar mais. Minha mãe tava há dois anos sem sexo, e isso a excitou pra caralho. Ela se virou e começaram a se beijar. Minha mãe chupou ele, ele tinha uma rola grande, depois fizeram um 69 e terminaram transando como loucos. E mesmo sendo novo, com apenas 25 anos, ele fazia muito gostoso, e por ser jovem, aguentava até quatro gozadas num dia, e isso a apaixonou ainda mais. E desde então eles se veem quase todo dia, e esse cara é o Hector. Eu não sabia o que dizer, só respondi que "ficava feliz em vê-la contente e que eu era um túmulo, que o que ela me dissesse eu não contaria pra ninguém". Respondi que sorte o Hector tinha por ter ela como amante, e ela respondeu que não, que sorte o meu marido tinha por me ter como esposo. Saímos do café e fomos pra casa. Quando entrei, minha mulher estava na sala revisando uns papéis e eu fui pro meu quarto. Uns minutos depois, minha mãe bate na porta e pergunta se eu não tava com vontade de comer nada. Quis responder que ela era o que eu mais queria, ela e a bunda dela, aquela bunda que me deixava apaixonado, mas só respondi que não, que tava tudo bem. Ainda tava com a roupa da tarde, uns jeans bem apertados e uma blusa colada. Bem na hora que ela tava saindo, tirei uma foto dela e falei que era de lembrança porque naquele dia ela tava mais gostosa do que nunca. Na real, eu só queria mais uma foto da bunda dela.
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