Flaca, loca y degenerada III

Depois de várias gozadas loucas com a magrinha, a gente começou a ter uma relação mais próxima. Não nos considerávamos um casal convencional, mas começamos a apresentar nossos amigos. Se perguntavam sobre a nossa situação, sempre dizíamos: "Tamo junto, mas nada sério".
De vez em quando, saíamos com os amigos dela ou os meus, também nos juntávamos pra comer pizza e ver filmes.
No dia antes do meu aniversário, nos convidaram pra jantar e ver filme na casa de uma amiga dela. Éramos três casais e uma gatinha sozinha. Bom, terminamos de jantar e fomos ver filme na sala. Como ela tinha intimidade com a dona da casa, a gente se deitou no sofá. Os outros se espalharam entre os sofás e as cadeiras.
Ainda era inverno e tava bem frio. Com a magrinha, a gente ficou de conchinha enquanto via o filme. A dona da casa tinha deitado ali antes, então tinha uma manta no sofá. A gente se cobriu com ela e continuou vendo o filme.
A luz tava apagada, todo mundo vidrado no filme: *Cinquenta Tons de Cinza*. Pra mim, não era nada demais, mas beleza, todo mundo tava preso na tela, mesmo a maioria já tendo visto.
Eu tava muito confortável, abraçando a magrinha por trás. Comecei a beijar o pescoço dela. A verdade é que a magrinha sempre cheirava muito bem, uma mistura de perfume suave com o cheiro natural da pele. O aroma dela me agradava pra caralho.
Ela gostou, então continuei beijando. Obviamente, fiquei de pau duro... mas não era nem o lugar nem a hora certa pra fazer algo.
Isso não pareceu importar pra magrinha. Disfarçadamente, ela passou a mão pra trás e agarrou meu pau por cima da calça. Quase riu quando sentiu ele duro. Era bem desconfortável ter o pau duro dentro da calça. A magrinha, disfarçando e bem devagar, desabotoou minha calça, abaixou o zíper e puxou meu pau pra fora. Começou a bater uma com muito cuidado. Tudo aquilo me dava um tesão do caralho. Ninguém olhava pra gente, ou se supunha que ninguém tava olhando pra gente.. mas ela continuava me punhetando devagarinho.
Eu já não aguentava mais de tesão, a magrinha tava de saia longa, como sempre.. então ela levantou bem devagar e encostou a bunda na minha pica, tava me fazendo sofrer e adorava isso, com todo cuidado, ela abriu as nádegas e deixou minha pica encaixada no meio.. isso me deixou ainda mais excitado e eu não ia ficar só nisso.
Me afastei um pouco e puxei a calcinha fio dental dela, tentando não fazer barulho com a porra do sofá.. me ajeitei um pouco e assim que senti o calor da buceta dela na cabeça da pica, enfiei bem devagar, a magrinha respirou fundo. Fiquei parado, não podia me mexer porque era muito óbvio, então passei uma mão pra frente (tudo isso debaixo do cobertor), puxei a calcinha dela completamente e comecei a punhetar ela.
A magrinha começou a se mexer bem, mas bem devagarinho enquanto eu punhetava ela, dava pra sentir a respiração acelerando, agora era minha vez de fazê-la sofrer..
Fiquei uns cinco minutos punhetando ela, sem me mexer, ela empurrava pra trás, instintivamente, como se pedisse pra eu bombar, mas não dava, era óbvio demais, eu tava muito excitado, a situação me dava muito tesão..
Nós dois tínhamos ficado excitados demais, aquilo de ter a pica dentro dela e não poder bombar à vontade era um martírio, mas ao mesmo tempo me excitava, continuei punhetando ela devagarinho, eu tava com a pica tão dura que dava pra sentir meu próprio pulso nela.. me mexia uma vez, bem devagar, e ficava parado, sem parar de punhetar a magrinha.
Depois de um tempo assim, a magrinha começou a mexer a bunda pra frente e pra trás, bem devagar, mas num ritmo constante, quase não dava pra notar.. então ela parou e apertou minha mão com força, tava gozando, como eu tava parado dentro dela, dava pra sentir a buceta se contraindo, isso me excitou ainda mais.. queria bombar que nem um animal, mas era óbvio demais.
Fiquei parado, a magrinha tentava respirar devagar, até que Relaxou... Eu precisava gozar, mas assim era impossível. Falei no ouvido dela que ia no banheiro, então ajeitamos a roupa, ela sentou e eu levantei. Fui pro banheiro que ficava no outro lado da casa, perto da cozinha. A magrinha levantou, pegou os copos vazios que estavam na mesa e disse que ia levar pra cozinha — essa foi a desculpa pra se levantar. Em 10 segundos, ela já tava abrindo a porta do banheiro.

Ela sussurrou no meu ouvido que eu era um filho da puta por ter feito ela gozar ali, na frente de todo mundo. Me abraçou e me deu um beijo bem quente. A magrinha é mais alta que eu, então foder de pé era meio complicado. Sentei no vaso e ela montou em mim, afundando minha pica até o talo.

Segurei as nádegas dela pra ajudar no movimento, e ela começou a rebolá pra trás e pra frente, bem concentrada. Em menos de dois minutos, ela gozou de novo. O fluxo escorria pelas minhas bolas. Ela ficou parada, como sempre fazia depois de gozar. Eu precisava gozar ali mesmo, não aguentava mais. A magrinha saiu de cima, mandou eu levantar, abaixou a tampa do vaso e se ajoelhou em cima dele, se curvando até que a bunda dela ficasse na minha altura. Enfiei a pica até o fundo e comecei a bombar igual um animal. Tive que tampar a bunda dela com o próprio vestido, porque quando eu bombava, fazia um barulho de tapa.

Finalmente consegui gozar. Dei o último empurrão e minha pica se contraiu. Foi um espasmo tão forte que me assustei, porque não tava saindo porra nenhuma. Mas dois segundos depois, começou a cuspir porra de forma violenta. Eu tremia a cada espasmo, sentia minha própria porra jorrando da minha pica. Minhas pernas amoleceram, mas me segurei, agarrado na cintura da magrinha enquanto minha pica terminava de soltar toda a porra. Me afastei meio tremendo, e minha porra não demorou a aparecer na pussy peluda dela. A magrinha pegou um papel, se limpou, mas pra surpresa dela, não parava de sair porra. "Não importa", ela disse. Ajeitamos a roupa e voltamos pra sala. Obviamente cês perceberam que a gente tinha transado, mas não tava nem aí.
Terminamos de ver o filme, já era hora de ir embora, quando a gente tava saindo, a magrinha fala pra mim: "Ainda tá saindo porra de mim, cê é um bruto".. eu falei "pô, mas com o tesão que você me fez pegar, não dava pra ser diferente".
Ainda era cedo, então falei pra gente ir lá pra casa, segui ela, falei. Quando chegamos, ficamos pelados e continuamos transando, aquela noite foi algo fora do comum, a gente continuava excitado, mal começamos a trepar, na minha cama, ela gozou pela terceira vez na noite.. eu não demorei nada pra encher ela de porra de novo, descansamos uns minutos e a magrinha partiu pra cima de novo, me deu um boquete nível "Sasha Grey".. e quando tava duro de novo, ela montou, gozou pela quarta vez.. eu agarrei a bunda dela e comecei a bombar que nem um bruto, era minha terceira gozada e parecia a primeira..
A gente ficou deitado.. eu comecei a chupar um peito da magrinha, ela não tinha os peitos tão pequenos apesar de ser magra, e ainda tinha uns bicos lindos.. acabei dormindo grudado no peito dela, ela achou graça..
A gente se ajeitou pra dormir, de conchinha, os dois dormiram, não sei quanto tempo passou até eu acordar duro, como a bunda da magrinha tava encostada em mim, não foi difícil enfiar de novo, mesmo ela dormindo, mas no segundo empurrão ela acordou, então subi por cima, tava com um cheiro forte de porra, a buceta dela tava encharcada e quente.. comecei a me mexer, tava difícil de gozar, sentia a buceta dela muito dilatada e molhada, acho que era por isso, ou porque tava meio sonolento, mas demorei pra caralho pra gozar, continuei bombando, forte, igual quando tô prestes a gozar mas não acabava, ela começou a gemer, eu continuei bombando, ela entre gemidos falou que se eu continuasse assim ia fazer ela gozar de novo, ouvir aquilo foi foda, comecei a bombar mais rápido ainda e uns segundos antes de eu gozar, ela começou a gozar, se contorcendo.. Bombeei umas cinco vezes a mais e meu pau soltou as últimas gotas de porra que tinham sobrado... mesmo assim foi tão forte que a cabeça do pau parecia que ia explodir... fiquei exausto, mal consegui me afastar e me deitar do lado da magrinha, dormimos até o dia seguinte... quando acordamos, levei um café na cama pra ela, com uns biscoitinhos, tomamos café da manhã, tava um cheiro de sexo do caralho no meu quarto. Quando a magrinha foi se vestir, eu me despi de novo e montei nela, ela me recebeu de pernas abertas, começamos a trepar de novo, ela falava que já não devia ter sobrado nem uma gota de porra em mim, mas eu continuei metendo sem parar, nos beijávamos, nos mordíamos, nos ajeitamos de novo com a magrinha por cima de mim... ela começou a rebolar, quando senti que ela ia gozar, comecei a meter mais forte, ela gozou com um gemido rouco enquanto eu continuava bombando, gozei, acho que não soltei nem uma gota... mas não tava nem aí, nos vestimos e levei ela até o trabalho.. O pau ficou sensível o dia inteiro, até pra mijar sentia a cabeça bem sensível, mas valeu a pena..

Deixo umas imagens "de brinde
Flaca, loca y degenerada III

peitos

conchas

Aqui esta a traducao para o p






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