A constelação dos teus mamilos (poema de César Sánchez Azueta)
Tu umbigo um arco-íris sobre um olho de vulcão aposentado
En la trampa do profundo lua aprensivo
Vive um servo com um monoculo inútil
Nas trevas pudendas dos cegos
A constelação dos teus mamilos
Guia meus naufrágios
Vindo lentamente no mar de areia
Em rota de erosão até o teu sexo
Seu ventre é um campo de espuma com tato de nuvem
Seus seios são dois redondos bois tecidos de seda
Seu cabelo um guante molhado negro que cobre a mão
De toda a cama
Por instinto abres as pernas e
Seu sexo é um poemiário aberto nas páginas do meio
Onde abaixo de uma rodolha descansa
Uma messômena estendendo suas asas
Quando a borboleta espalha sua graça inflamável
Em os lábios de um incêndio um unicórnio desperta
Em chamas de um sonho metálico, úmido mas inoxidável
Escondido em essa cicatriz que se abre temporariamente
Como uma exalacion profunda de medusa que se inhia
Bebo das tuas aguas na uniao dos rios
E um jogral com uma só palavra entre seus lábios
Repetidamente canta como um grilo
Na escuridão da caverna
E um aborto um parasita dentro tua barriga
Mordendo teus seios até desangrar
A tua ferida natural de mãe
Minhas mãos coloram suas nádegas como o negro a noite
E seu pescoço se estica, e seus dentes são dedos
Que querem segurar alguma coisa
Na contração geme e o teu corpo
Se prolonga em forma curva
Despachando uma flecha perdida com seu arco
Suja
Livre
Maltratada
Sangrando
Feliz
ligação:https://www.youtube.com/watch?v=1gWb5H3ZxYc" rel="nofollow" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=1gWb5H3ZxYc
Tu umbigo um arco-íris sobre um olho de vulcão aposentadoEn la trampa do profundo lua aprensivo
Vive um servo com um monoculo inútil
Nas trevas pudendas dos cegosA constelação dos teus mamilos
Guia meus naufrágios
Vindo lentamente no mar de areia
Em rota de erosão até o teu sexo
Seu ventre é um campo de espuma com tato de nuvem
Seus seios são dois redondos bois tecidos de seda
Seu cabelo um guante molhado negro que cobre a mãoDe toda a cama
Por instinto abres as pernas eSeu sexo é um poemiário aberto nas páginas do meio
Onde abaixo de uma rodolha descansa
Uma messômena estendendo suas asas
Quando a borboleta espalha sua graça inflamávelEm os lábios de um incêndio um unicórnio desperta
Em chamas de um sonho metálico, úmido mas inoxidável
Escondido em essa cicatriz que se abre temporariamenteComo uma exalacion profunda de medusa que se inhia
Bebo das tuas aguas na uniao dos rios
E um jogral com uma só palavra entre seus lábios
Repetidamente canta como um grilo
Na escuridão da caverna
E um aborto um parasita dentro tua barriga
Mordendo teus seios até desangrar
A tua ferida natural de mãe
Minhas mãos coloram suas nádegas como o negro a noiteE seu pescoço se estica, e seus dentes são dedos
Que querem segurar alguma coisa
Na contração geme e o teu corpo
Se prolonga em forma curva
Despachando uma flecha perdida com seu arco
SujaLivre
Maltratada
Sangrando
Feliz

ligação:https://www.youtube.com/watch?v=1gWb5H3ZxYc" rel="nofollow" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=1gWb5H3ZxYc
5 comentários - Seios... Tentações Provincianas...
Muy bueno el poema y deliciosas las tetonas !
Gracias por compartir.
Angie te deja Besos y Lamiditas !!!
La mejor forma de agradecer la buena onda que se recibe es comentando, al menos al que te comenta. Yo comenté tu post, vos comentaste el mío?
Compartamos, comentemos, apoyemos, hagamos cada vez mejor esta maravillosa Comunidad !!!