Minha irmãzinha ninfomaníaca incestuosa com fotos 11ª

O final daquele último dia foi exaustivo, depois de ter estado com a Marina, a coleguinha de escola, e depois comigo, a mãe dela, ainda sobrava o prato mais caro: a irmã dela.Minha irmãzinha ninfomaníaca incestuosa com fotos 11ªEla, Felina, minha filha, tinha começado a se viciar em sexo, não especificamente por causa do que o irmão fazia com ela, mas isso vinha de antes, aquela sede genital dela. No entanto, com a inclusão do Leo, meu filho, na vida sexual dela, a libido disparou, o tesão ficou fora de controle, ela se desinibiu de vez, se soltou de um jeito safado, ficou totalmente sem freio, uma puta. Mas o curioso é que, se alguém a procurava, ela se fazia de difícil, enrolava, negava, fazia questão de ser implorada. Se ignoravam, ela saía atrás de estranhos, entrava em qualquer carro ou vinha atrás dos parentes, amigos e/ou conhecidos.manoOlhava pra eles com cara de "Insistam, me peguem!" ou dizia pra largarem, mas não soltava a mão, pra irem embora, e quando iam, se atravessava na frente deles.
Naquela noite, ela veio até ele, procurou meu filho, o irmão dela, genitalmente.
Comecei a pensar seriamente que eu tinha despertado algo nela, uma doença, um vício adormecido, uma luxúria pesada, algo que estava nos nossos genes, na genealogia das mulheres da nossa família. Parecia uma ninfomaníaca de novela ou filme. Insaciável, com um impulso instintivo que a levava a satisfazer seus desejos ou necessidades de qualquer jeito, a qualquer custo, de qualquer maneira, de forma voraz, de modo traiçoeiro.
Esse foi o começo de todo o drama familiar que no futuro a gente sofreria.incestoAssim como ela andava quase sem roupa pela casa, ou literalmente pelada, começou também a fazer isso na rua e em público.
Saía semi-nua, ou vestida de forma provocante, e ia com qualquer um que chegasse perto ou a convidasse.
No começo, longe do bairro, mas no fim, até com os vizinhos mais próximos ou conhecidos.
Claro, isso eu não sabia, não fazia ideia, e só fui descobrir depois.IrmaNaquela noite, Leo chupou ela, lambeu, usou os dedos, porque apesar da genital deliciosa dela e da atitude desinibida, o corpo do irmão dele, meu filho, tava exausto, mas ainda assim broxou um par de vezes.

De certa forma, isso foi positivo pra ele, porque como eu disse antes, se não pediam, ela se dava, se entregava.

Ela disse: "Me penetra!" e Leo respondeu: "Temos que avaliar melhor, depois a gente conversa!" E isso deixou ela louca de lascívia, impudícia, sentiu a lubrificação na buceta, se inundou e inundou os membros de fluido, derramou as secreções dela sobre o irmão.

Meu filho Leo tinha sido sorteado pra "colimba", o serviço militar obrigatório, caiu no exército, uma das três forças armadas. Curiosamente, foi a última geração que fez a conscrição, porque lá pelo meio de 1994, com a morte de um conscrito, o governo da época decretou o fim dessa obrigatoriedade.

Novamente exausto e esgotado, Leo acordou na cama da irmãzinha, minha filha. Ela já não tava mais no quarto. A cama do meu filho tava arrumadinha, contrariado, ele se levantou pelado e se jogou nela (na cama dele), pra família não perceber o que tinha rolado.

Minutos depois, eu, a mãe dele, entrei pra pedir que ele se levantasse pra ir pra escola.

"Sim, já vou levantar!" Ele respondeu.

Quando Felina voltou do banho, Leo reclamou: "Idiota, por que não me acordou ou desarrumou minha cama!"

"Imagina se a mãe entrava e via ela perfeitinha!" Exclamou o irmão contrariado.

"É tarde, o pai nos viu dormindo juntos e pelados." Ela respondeu laconicamente.FamiliaQuero me matar! E agora, o que a gente fala? — exclamou Léo.
Nada! O que você vai falar? — respondeu Felina, sem se importar.
Léo não se preocupava só com o que ia acontecer com ele; o que mais o incomodava era a mãe descobrir e a decepção que ela sentiria. Passou o dia inteiro pensando numa desculpa, num álibi.Minha irmãzinha ninfomaníaca incestuosa com fotos 11ªFicou deprimido o dia inteiro, ignorou completamente a Marina na escola. Depois do sexo do dia anterior, a única coisa na cabeça dele era o que fazer, o que dizer, como mentir.
Os dois voltaram pra casa e ele continuava do mesmo jeito: desanimado, pessimista, desmoralizado. Tanto que teve que aguentar um interrogatório meu, da mãe dele, e ainda por cima mimado com carinhos e panos úmidos que só aumentavam a culpa nele.

— Me deve um favor? — perguntou a irmã, se aproximando do Leo.
— Como assim, o quê, do que você tá falando? — ele perguntou, atordoado.
— Daquilo que te preocupa. Eu convenço o papai! — garantiu Felina, a irmã dele.
— E como? — ele perguntou, sem acreditar nela nem na possibilidade.
— Você sabe que é o preferido da mamãe. E eu, se você não sabe, sou a preferida do papai! Fica sabendo se não é! — afirmou Felina.

Naquele momento, ele não entendeu direito o que a irmã tava dizendo. Muito mais tarde ele ia sacar a real.
— É, verdade! — ele disse, com um tom de dúvida misturado com um pouco de esperança.
— Bom, mas isso tem um preço! — deixou claro Felina.
— Que preço? — ele perguntou, ainda distraído, besta, leso.
— Você vai me dever um favor pra sempre, pelo resto da sua vida! E vai pagar até eu achar que já foi o suficiente, ok? — perguntou a irmãzinha.

Leo não tava em posição de questionar nada. Tava com muito medo, pânico do escândalo, e não viu segundas intenções.
— Ok! — ele disse, aceitando o trato.
— Vamos apertar as mãos como sinal de compromisso! — pediu ela, e Leo apertou.

Aquela noite passou, e o resto dos dias também, até ele ir pro serviço militar, sem nenhum problema na família.
A vida dele continuou perfeita: comendo a irmãzinha, a mãe e a coleguinha da escola.
Ah, claro, ia esquecendo: no final, ele acabou penetrando a irmã. E ele achava que aquele era o preço da intervenção dela pra evitar o escândalo. Que ilusão, sério. No fim das contas, quem mais curtia era ele, o Leo, mais do que ela, a irmã Felina. Ou, no mínimo, os dois curtiam igual.

Aconteceu na noite anterior ao serviço militar dele. Incorporação ao exército para realizar o serviço militar. Depois do jantar, da despedida da família dela (Felina) e dele (Leo), eles tiveram sua íntima celebração carnal, amorosa, que terminou com a penetração, quase sem querer querendo.
Transaram a noite toda, até o amanhecer.manoPrimeiro, ela optou por sentar no pau dele, com a desculpa de testar até onde dava pra ir, porque se o Leo montasse nela, com certeza ia romper o hímem dela, e ela não tinha certeza se queria fazer isso ainda, ou com ele, o Leo, o irmão dela. Aliás, ela até sugeriu a possibilidade de fazerem contra a natureza, pelo cu, enquanto falava isso o Leo já tava delirando de tesão.incestoE aí ele entregou a bunda primeiro, foi uma delícia, o primeiro que o Leo tinha feito, era o da mãe dele e foi o segundo da colheita pessoal dele o dela, o da irmãzinha dele.IrmaEla aguentou firme, reclamou um pouco, mas com gemidos de prazer. Depois de alguns minutos, já tava indo como uma manteiga. Primeiro, o Leo preparou ela com os dedos, porque percebeu que não dilatava fácil igual o da mãe dela — esse aqui era virgem, tava sendo profanado pela primeira vez.FamiliaDepois, Felina deixou ele entrar na buceta dela, e foi o êxtase total, ela tinha colocado a mão entre a base do pau e a vulva, como se fosse um limite pra ele não meter de uma vez, mas depois de duas ou três metidas, ela tirou a mão e enterrou até o fundo.
Felina, depois de um tempo, rebolava gostoso no pau do irmão Leo, era uma exímia dançarina nessa dança maravilhosa.Minha irmãzinha ninfomaníaca incestuosa com fotos 11ªO único que ela pediu foi que ele tomasse cuidado, que avisasse e gozasse fora, e ele fez isso, tudo como um cavalheiro responsável. E foi embora, de manhã cedo, rumo a La Plata, pra se apresentar pro serviço militar.mano

248 comentários - Minha irmãzinha ninfomaníaca incestuosa com fotos 11ª

por nada, con mucho gusto!. me encantan los relatos, y mas sii tienes imagenes y gif...