Ao passar pelo quarto, vi meu filho se masturbando. Fiquei bem surpresa, não por ele estar batendo uma, mas por fazer isso com a porta aberta. Ele estava em cima da cama, completamente nu, socando a vara pra cima e pra baixo. Por uns instantes, fiquei ali olhando ele se punhetar sem pensar, até que me toquei: "porra, o que você tá fazendo?", e fui embora.
Naquele dia, não consegui tirar a cena da cabeça. Ela voltava uma hora e outra, e eu tentava não pensar nisso — era meu filho. Mas, claro, ele tinha uma bela pica, tenho que admitir, e parecia bem durinha. Um moleque de 17 anos já tá bem formadinho, mesmo sendo novo. Não comentei nada com ele, embora quase tenha dito pra fechar a porta quando estivesse pelado. Mas me calei, talvez porque no fundo eu queria ver de novo.
No sábado seguinte, aconteceu de novo. Eu ia pro chuveiro, a porta tava aberta, olhei pra dentro e lá estava ele, se masturbando de novo, de olhos fechados e gemendo de tanto prazer que tava sentindo.
Dessa vez, não consegui evitar. Me afastei um pouco pra não ficar na frente da porta e fiquei observando. Sentia curiosidade de ver como ele fazia. Via ele batendo, puxando a pele pra baixo, deixando a cabecinha de fora, e depois voltando de novo. Depois de um tempo — não saberia dizer quanto — saiu o primeiro jato. Esse primeiro foi forte, mas o segundo foi ainda mais, molhando até o peito dele, seguido de outros que já quase não subiam tanto.
Saí correndo pro chuveiro, com a cabeça naqueles potentes jorros de porra saindo da pica do meu filho. Quando entrei, toquei na buceta e tava completamente molhada. Enfiei um dedo na vagina e, sem pensar, comecei a me masturbar pensando na punheta do meu filho. Quando gozei, me senti mal. Como eu podia ficar com tesão pelo meu filho? Era nojento.
A semana foi passando, e eu tentava não pensar nisso, embora fosse muito difícil, porque sem querer aquilo voltava à minha cabeça. E quando eu transava com meu marido, lá estava ele. filho na minha mente se masturbando e jogando o sêmen pra fora, e eu gozava igual uma porca, por culpa dele comecei a me masturbar com frequência, fazia isso todo dia e várias vezes em alguns dias.
Notei que meu filho me olhava muito, não sei se foi depois disso ou se ele já fazia antes. Sem perceber, comecei a me sentir mais gostosa, comprava lingerie sexy, que meu marido adorava, e andava mais arrumada. Não que eu não fizesse isso antes, mas parecia que eu tava com vontade de seduzir. Um dia que levei nosso filho no carro, eu tava com um vestidinho curto e claro, mal cobria as pernas. Logo percebi que meu menino não parava de olhar pra elas, fiquei meio nervosa, não sei por quê, bom, sei sim, porque me deixou com tesão, tanto que naquele mesmo dia tive vários orgasmos por causa do meu filho.
Sempre que eu levava ele, colocava o vestido ou a saia mais curta que tinha e quase mostrava a calcinha quando sentava no carro, sei que é errado falar isso, mas adorava que ele me visse. Um dia senti a mão do meu filho na minha coxa, olhei pra baixo e vi ela na minha pele, não falei nada, mas me deu um calorão no corpo todo, tanto que senti minha buceta molhando quase na hora. Depois de um tempo, a mão foi deslizando devagar até minha virilha, quando percebi, ele tava tocando meu púbis no meio das minhas coxas, não sabia o que fazer, se enlouquecia ou brigava com ele, porque eu tava gostando.
Deixei ele continuar um pouco até sentir ele enfiar um dedo pra baixo, chegando na minha rachinha por cima da calcinha, ele empurrou o dedo com força várias vezes — fica quieto, amor, não vê que eu tô dirigindo?, foi o que consegui falar. Mas ele continuou, apertando e batendo com o dedo, até que eu tirei a mão dele, não com grosseria, mas com cuidado, enquanto dizia — anda, fica quieto, para de me apalpar, saiu assim, e naquele dia ele não me tocou de novo.
Nunca imaginei que meu filho fosse me apalpar, mas aconteceu, por uns dias não sabia o que fazer, a cabeça tava a mil, pensava que tinha que falar com ele e outras vezes pensava que era um adolescente e que já ia passar essa besteira, e além disso gostava que ele me tocasse, o que eu ia fazer, adorava. Isso me afetava não só porque era a mãe dele, mas porque me deixava com muito tesão e não era nada certo. Durante uns dias, tentava passar sem olhar para o quarto, mesmo estando com tesão. Mas no final, voltava a olhar de novo, acho que ele me esperava para se masturbar. A do carro acontecia sempre e eu, antes de entrar, já estava com um tesão danado pensando que meu filho ia me tocar, embora tivesse que fingir que estava ofendida, claro. Às vezes, deixava a mão dele um pouco mais de tempo na minha entreperna. Um dia, estava tão quente que decidi dar uma surpresa. Decidi, na última hora, colocar a calcinha na bolsa e entrar no carro sem ela, depois colocaria no banheiro do escritório. Passei a mão na minha buceta, já estava escorrendo. Ao entrar no carro, me arrependi, sabia que meu filho ia me tocar e ia notar que eu estava sem calcinha. Percebi, antes de sentar, que por estar molhada, ia acabar manchando o vestido, porra, não tinha pensado nisso. Não tive escolha a não ser levantar o vestido para não sentar em cima. Meu filho logo reparou nas minhas pernas completamente nuas, coloquei o vestido cobrindo as coxas e liguei o carro. Ele não demorou muito para colocar a mão como sempre fazia. Não era a primeira vez, como eu disse, mas por estar sem calcinha, fiquei mais nervosa do que nunca. Dessa vez, ele levou a mão para trás, tocando meu quadril, me acariciou. Eu estava muito nervosa e, sem mais, ele começou a descer até minha entreperna. Eu tirei a mão dele. — Não, querido. — Mas por quê? — ele perguntou, claro que achou estranho, já que há algum tempo eu deixava ele tocar um pouco. — Não, hoje não. — Mas se eu só vou te acariciar, nada mais. — Eu sei, querido, mas hoje não pode ser. — Ah, deixa eu um pouco, vai, só te acariciar, nada mais. — Já te falei que não. — Um pouquinho só, vai, por favor. — Só por cima da calcinha, então. Estranhei que ele não percebeu que levantar o vestido que eu tava sem elas - não pode ser porque eu vou sem elas, falei sem pensar.
Mas que merda eu falei, o que meu menino vai pensar de mim? pensei.
Isso parece que animou ele ainda mais, porque meteu a mão sem rodeios entre minhas pernas de uma vez - ei, deixa, falei quando senti um dedo no meio da minha buceta molhada - que macia, mamãe. Ele mexeu por uns segundos, mas eu conseguia me segurar, tive que tirar a mão dali na hora. Naquele dia me arrependi, mas fazer o quê, já tava feito.
Na maioria das vezes tenho que me tocar sozinha, meu marido levanta cedo e sai correndo, fico muito sozinha e não tenho quem me faça feliz, é que tenho que confessar que sou muito safada. Comecei a passar na frente do quarto dele, com o roupão aberto e nada por baixo, mas ele sempre tava de olhos fechados e eu me tocava, acariciava meus peitos, me masturbava com a buceta de fora na frente do quarto dele enquanto meu filho também fazia o mesmo. Comecei a deixar a porta do banheiro aberta, pra ele me ver, mas não acontecia nada e eu ficava frustrada, até que um dia. Tirei o gel e coloquei no outro banheiro e chamei meu filho gritando pra ele me ouvir - querido, pode trazer o gel do outro banheiro que acabou esse aqui? Na mesma hora me arrependi disso, parecia uma puta, mas já tava feito.
Ele ficou na porta olhando atordoado com o pote na mão, eu tava nua e molhada dentro do chuveiro - entra, querido, me dá o gel, anda. Eu tapava sem jeito meus peitos com a mão e o braço e minha buceta com a outra mão, ele só de cueca e duro que nem um burro. Dava pra ver a cara de tesão ao me ver daquele jeito. Abri a porta do box, tive que tirar a mão dos peitos pra pegar o pote, ele ficou olhando pra eles como se tivesse bobão e depois desceu o olhar pra minha buceta, tirei a mão e estiquei os braços, mostrando todo o meu corpo - mamãe, como cê tá? - mas o que cê tá falando? respondi sorrindo.
Fechei o box e comecei a me ensaboar, enquanto meu filho me olhava, eu já tava muito excitada. e meu filho ali parado olhando. — Mãe, posso tomar banho com você também? Isso eu não esperava, não consegui responder, não sabia o que dizer, fiquei muito nervosa como se fosse uma colegial. — O que você tá dizendo, querido, como vai tomar banho comigo? — Ah, deixa disso, não terminei de falar e ele já estava entrando no chuveiro do meu lado — O que você tá fazendo? Minha voz tremia, eu olhava pro pau dele, reto como uma estaca apontando pra cima. Sem dizer uma palavra, começou a me ensaboar com a mão — Só nas costas, hein? Falei enquanto me virava. Senti na hora o pau dele contra minha bunda, empurrando contra ela, não falei nada, eu tava cada vez mais excitada, segurava o chuveirinho na mão e a água escorria pelos meus peitos, de olhos fechados sentindo a mão dele na minha pele. As mãos dele acariciavam minhas costas, desciam até a bunda e apertavam enquanto o pau dele ficava no meio das nádegas, empurrava e eu sentia a cabeçona entrando no meio delas, eu não fazia nem dizia nada. Subia com a mão direita enquanto a esquerda segurava meu quadril, chegou no meu peito por trás, olhei pra baixo, vi a mão dele fechando em volta e apertando — aaaah, soltei um gemido sem conseguir evitar, ele subiu a outra mão e segurou meus dois peitos enquanto se colava em mim com força, me fazendo bater contra os azulejos do banheiro. O chuveirinho caiu no chão — O que, o que você tá fazendo, querido, por favor? Ele não dizia nada. Se apertou ainda mais contra mim por trás, eu sentia o corpo todo dele em cima do meu e como ele me empurrava — Afasta um pouquinho, por favor, que eu tô sentindo ele todinho contra mim, falei. Porra, quanto tempo fazia que eu não sentia algo assim. — Me deixa, por favor, que eu sou sua mãe, falei com a voz tremendo de emoção, enquanto minhas mãos faziam força contra o azulejo pra me segurar. Eu continuava de costas, ele desceu a mão até minha buceta, enquanto descia, eu derretia de tesão, quando chegou na minha ppk começou a me tocar. Enfiou um dedo entre meus lábios vaginais e começou a me masturbar. Ao mesmo tempo, enquanto com a outra mão espremia meus peitos, apertei os lábios, fechei a boca pra tentar não gemer, mas tava foda pra caralho.Eu deixava ele não fazer nada, não conseguia, minha cabeça já tinha parado de existir naquele momento de tanta emoção que me tomava, tava sentindo algo muito forte, algo como nunca tinha sentido na vida, nem quando era adolescente. Abri as pernas e ele enfiou a mão mais pra baixo — aaaah, aaaah, o que você tá fazeeendo?
Deixa, deixa, uuf, minha vida, como você tá me deixando, filho. Meu filho continuava metendo a mão em mim bem fundo, mexendo os dedos na minha buceta, e apertando meus peitos com a outra mão, meu menino tava me dominando. — Cê tá gostando, mamãe? Não sabia o que responder, senti os lábios dele na minha nuca, ele beijou várias vezes, me mordeu, senti os dentes dele. — Cuidado, filho, não vai me fazer um chupão nem uma marca. Não queria que meu marido visse, não ia saber o que dizer, não ia contar que foi nosso filho num momento de paixão. — Não se preocupa, mãe, ele me disse, vou te dar prazer, já vai ver, tô com muita vontade de você.
Ele se esfregava em mim com força, como se quisesse juntar o corpo dele com o meu. — Quero te foder, ele falou sem parar de beijar meu pescoço. Eu virei os olhos, meu filho tava disposto a me penetrar, queria foder a puta da mãe dele. — Uuuf, oooh, tem certeza, amor? Que besteira eu falei, claro que ele tinha certeza, falei por falar. — Sim, mamãe, por favor, quero te foder, tô com muita vontade de você, quero meter tudo dentro de você.
Sem pensar, me virei, peguei a cabeça do meu filho e dei um beijão na boca dele. — Filho, te amo, falei. Ele abriu a boca, colocou a língua pra fora e enfiou na minha. Começamos a nos beijar como dois adolescentes, com paixão, eu sem parar de acariciar o rosto do meu filho. Ele, enquanto isso, metia a mão na minha buceta, eu mexia a cintura pra frente, pra sentir mais a mão dele.
— Meu amoooor, te amooo, te amooo, eu falava sem parar. Ele começou a mexer a pica na direção da minha buceta, senti ela colada. A posição que a gente tava era desconfortável, eu tinha as costas apoiadas nos azulejos e a gente escorregava, além disso, queria que minha primeira transa com meu filho fosse melhor. — Espera, amor, melhor a gente ir pra cama, falei. E foi assim, a gente se secou um pouco e foi se agarrando, se beijando e se tocando até chegar na minha cama, parecíamos dois adolescentes no cio, meu filho era, mas eu era a puta quente da mãe dele. Me deitei de barriga pra cima, abri as pernas, ele ficou parado. Olhando— porra, mamãe, como você tá gostosa, que puta raba você tem— vem filho, sobe em cima de mim, me fode, vai, tô toda sua.
Ela se meteu na cama enquanto o pau dele balançava, era grande e grosso, lambi os lábios só de olhar pra ele. Ele subiu em cima como eu mandei, segurei o pau dele, acariciei um pouco, puxei a pele pra trás e coloquei, sem mais enrolação, na entrada da buceta— fode a tarada da sua mamãe, vai. Não tava pra frescura, queria ele dentro e queria agora, depois de tantos dias pensando nisso e me masturbando que nem uma louca, e quando transava com meu marido pensando no meu filho, porra, finalmente, pensei.
Quando senti ele na entrada, falei— empurra, amor, e ajudei também com a bunda e zás, enfiou tudo até o fundo— AAAAAAAIIII, aaaai meu Deeeeeeus, gritei de prazer— finalmenteee, aaaah finalmente, queridooo, tenho você dentro de mim, aaaah, aaaah, minha vidaaa— mamãe, mamãe, adoro te foder. Ele falava enquanto eu sentia o pau saindo e entrando na minha buceta— eu também, meu amor, me fode, vai, fode sua mamãe, que é uma puta, me dá prazer, filhooo, aaaah, aaaah.
Começamos a nos mover ritmadamente, dava pra ouvir nossos corpos batendo, chot, chot, chot, enquanto meu menino enfiava o pau até o fundo, uma vez e outra. Eu sentia ele dentro de mim— sinto você dentro, filho, envolvia ele com minhas coxas e apertava com força, quase não deixava ele mexer— não sou sua mãe, sou uma puta, me fode como uma puta, vai— sim, mamãe, sim, você é minha puta, é uma vagabunda— aaaah, minha vida, como você me deixa, quanto eu queria, filho, que você me fodesse, enfia até o fundo, rasga minha buceta, deixo você fazer tudo, tudooo, meu amor, uuuf, uuuf, como eu sinto isso, assim, assim, filho da puta, você tá me fodendo finalmente, hein? cê gosta?— sim, mamãe, adoro, meu filho ofegava e caíam umas gotas de saliva da boca dele, enquanto eu já tava fora de mim, falava coisas que nunca tinha coragem de dizer pro meu marido.
Adorava me sentir suja e tarada, isso me excitava muito, ser tratada como uma puta na hora do sexo. Fodiamos, bem, meu marido claro, embora com ele eu me retraísse muito. No entanto, com meu filho não sei o que acontecia, mas eu não me escondia, a puta que existia em mim vinha à tona. Nós nos movíamos desenfreados, sem parar — me fode, filho da puta, fode a sua mãe — uuf uuf mamãe, que gostoso.
— Espera, me dá por trás como uma vagabunda. Me virei e fiquei de quatro. Minha intenção era que ele penetrasse minha buceta, mas em vez disso ele colocou o pau na entrada do meu cu. No começo não disse nada, deixei, ele empurrou, senti meu cu se abrindo, parecia que ia rasgar — EEEEI, EEEEI, querido, gritei, para, para, meu amor, que você tá me machucando, falei.
— Vou arrebentar seu cu, mamãe.
— Para, filho, que tá doendo. Ele cuspiu na mão várias vezes, molhou a cabeça do pau e empurrou de novo — Vai devagar, filho, não seja bruto, não machuca sua mamãe, falei com medo — Você vai ver como vai gostar, eu sei que você é uma puta — AAAAI, AAAAI, que dor, gritei de novo quando ele enfiou um pouco, para, para, amor, eu tava falando quando ele segurou minha cintura, puxou com força pra dentro dele e meteu tudo, acho que inteiro, gritei AAAI, AAAI para, para, pelo amor de Deus.
Foi uma dor tremenda, parecia que ele tinha rasgado meu cu, fiquei bem quieta, lágrimas vieram aos meus olhos, me deixei cair pra frente. Meu filho continuava segurando minha cintura, sentia como duas garras apertando com força e o ferro quente dele dentro das minhas entranhas me apertando, quase sem conseguir respirar. Ele não tirava, apertava mais pra frente, eu não ousava nem respirar. Tava desejando que tudo acabasse, era dor, não prazer, que meu filho tava me dando naquele momento.
Ele empurrava, ofegava, e eu soluçava e rezava pra que aquele sofrimento terminasse, ainda bem que não durou muito — Uuf, uuf, vou gozar, mamãe, vou gozar no seu cu de puta. O pau dele cresceu dentro de mim e então senti calor, ele tava gozando dentro. Ele se deitou de lado, eu ainda fiquei de quatro, não ousava nem me mexer, doía muito.
Aos poucos me virei — Você me machucou Muito dano, filho. Disse ainda soluçando.
— Eu pensei que você gostasse.
— Não, não gostei, doeu muito. Te falei pra parar.
— Achei que você tava falando por falar, que tava gostando.
— Pois não, as lágrimas escorriam pelo meu rosto.
— Nunca te comeram por trás?
— Não, nunca. Seu pai tentou várias vezes, mas sempre doía e eu não deixava, respondi.
— Então me desculpa, mãe.
— Pois é, vai você, meu próprio filho, e faz isso comigo à força.
Ele me beijou na boca.
— Desculpa, mãe, só queria te dar prazer, não te machucar.
— Pois não fez muito bem, digamos assim.
Ele me beijou de novo, bem ternamente, várias vezes. Eu devolvi os beijos. Já estava começando a esquecer a violação do meu filho por trás, já estava começando a me excitar de novo, até que me dei conta da hora.
— Porra, filho, tenho que levantar, que horas são, meu Deus.
Ao passar pelo quarto, vi meu filho se masturbando. Me surpreendeu bastante, não por ele se masturbar, mas por fazer isso com a porta aberta. Ele estava em cima da cama, completamente nu, e batendo uma pra cima e pra baixo. Por uns instantes, fiquei olhando como ele se tocava, sem pensar, até que me disse: "Buceta, mas o que você tá fazendo?" e fui embora.
Durante aquele dia, não consegui tirar a cena da cabeça. Vinha à mente uma e outra vez, e eu tentava não pensar nisso. Era meu filho. Mas é claro que ele tinha uma bela pica, tudo tem que se dizer, e parecia bem durinha. Um moleque de 17 anos já é bem formado, mesmo sendo muito jovem. Eu não comentei nada, embora estivesse prestes a dizer que ele precisa manter a porta fechada se está nu. Mas me calei, talvez porque no fundo eu queria ver de novo.
No sábado seguinte, a mesma coisa aconteceu de novo. Eu ia tomar banho, a porta estava aberta, olhei pra dentro e lá estava ele outra vez, se masturbando de olhos fechados e gemendo de tanto prazer que sentia.
Dessa vez, não consegui evitar. Me afastei um pouco pra não ficar na frente da porta e fiquei observando. Sentia curiosidade de ver como ele fazia. Via como ele batia, puxava a pele pra cima... abaixo, deixando a cabeça dele de fora e depois voltava de novo. Depois de um tempo, não saberia dizer quanto, saiu o primeiro jato dele, esse primeiro foi forte, mas o segundo foi ainda mais, molhando até o torso, seguido de outros que já quase não levantavam muito.
Saí correndo para o chuveiro, com a cabeça naqueles jatos potentes de porra saindo do pau do meu filho. Quando entrei, toquei na buceta e estava completamente molhada. Enfiei um dedo na vagina e, sem pensar, comecei a me masturbar com a cabeça na punheta do meu filho. Quando tive o orgasmo, me senti mal. Como eu podia ficar com tesão pelo meu filho? Era nojento.
A semana foi passando e eu tentava não pensar nisso, embora fosse muito difícil, porque sem querer aquilo vinha à minha cabeça. E quando eu transava com meu marido, lá estava meu filho na minha mente, se masturbando e jorrando o esperma dele, e eu gozava como uma porca. Por causa dele, comecei a me masturbar com frequência, fazia isso todo dia e várias vezes em alguns dias.
Notei que meu filho me olhava muito, não sei se foi depois disso ou se ele já fazia antes. Sem perceber, comecei a me sentir mais gostosa, comprava lingerie sexy, que meu marido adorava, e andava mais arrumada. Não que eu não fizesse isso antes, mas parecia que eu queria seduzir. Um dia, quando levei nosso filho no carro, eu estava com um vestidinho curto e claro, mal cobrindo as pernas. Logo percebi que meu menino não parava de olhar para elas. Fiquei meio nervosa, não sei por quê. Bom, sei sim, porque me deixou com tesão, tanto que naquele mesmo dia tive vários orgasmos por causa do meu filho.
Sempre que o levava, eu colocava o vestido ou a saia mais curta que tinha e quase mostrava a calcinha quando sentava no carro. Eu sei que é errado falar isso, mas adorava que ele me visse. Um dia, senti a mão do meu filho na minha coxa. Olhei para baixo e vi ela na minha pele. Não disse nada, mas senti um tesão terrível por todo o corpo, tanto que notei minha A buceta dela ficou molhada quase de repente. Depois de um tempo, ela foi se esfregando devagarzinho na minha virilha, quando percebi, já tava tocando meu púbis no meio das minhas coxas. Não sabia o que fazer: se bancar a doida ou brigar com ela, porque tava gostando pra caralho.
Deixei ele um pouco até perceber como ele enfiava um dedo pra baixo, chegando na minha rachinha por cima da calcinha. Ele empurrava o dedo com força várias vezes — "Fica quieto, amor, não vê que eu tô dirigindo?", me ocorreu falar. Mas ele continuou, apertando e batendo com o dedo, até que eu tirei a mão dele, não de mal jeito, mas com delicadeza, enquanto dizia: "Anda, fica quieto, para de me apalpar." Saiu assim, e naquele dia ele não me tocou mais.
Nunca imaginei que meu filho fosse me apalpar, mas aconteceu. Por uns dias, não sabia o que fazer, minha cabeça tava a mil. Pensava que tinha que conversar com ele, e outras vezes achava que era coisa de adolescente e que a bobagem ia passar. E além disso, gostei que ele me tocasse, o que eu ia fazer? Adorava. Isso me afetava não só porque eu era a mãe dele, mas porque me deixava com muito tesão, e não tava nem um pouco certo. Por uns dias, tentei passar sem olhar pro quarto, mesmo estando com tesão. Mas no fim, olhava de novo. Acho que ele me esperava pra se masturbar.
A história do carro acontecia sempre, e antes de entrar eu já tava com um tesão danado, pensando que meu filho ia me tocar, embora tivesse que fingir que tava ofendida, claro. Às vezes, deixava a mão dele um pouco mais tempo na minha virilha. Um dia, tava tão quente que resolvi dar uma surpresa nele. Decidi, na última hora, colocar a calcinha na bolsa e entrar no carro sem ela. Depois eu colocava no banheiro do escritório. Me toquei na buceta, já tava escorrendo.
Quando entrei no carro, me arrependi. Sabia que meu filho ia me tocar e ia perceber que eu tava sem calcinha. Percebi, antes de sentar, que por estar molhada, ia sujar o vestido. "Porra, não tinha pensado nisso", pensei. Não tive escolha senão levantar o vestido pra não sentar em cima. Meu filho logo reparou nas minhas pernas completamente nuas. Coloquei o vestido cobrindo as coxas e liguei o carro. Ele não demorou muito pra colocar a mão, como sempre fazia. Não era a primeira vez, como eu disse. Mas como eu estava sem calcinha, fiquei mais nervosa do que nunca.
Dessa vez ele levou a mão pra trás, tocando meu quadril, me acariciou, eu tava muito nervosa e sem mais nem menos ele começou a descer até minha entreperna, eu afastei a mão dele.
— Não, querido.
— Mas por quê? — ele perguntou, claro que achou estranho, já que fazia um tempo que eu deixava ele tocar um pouco.
— Hoje não.
— Mas se eu só acariciar, nada mais.
— Eu sei, querido, mas hoje não dá.
— Ah, deixa eu só um pouquinho, só te acariciar, nada mais.
— Já te falei que não.
— Só um pouquinho, vai, por favor.
— Só por cima da calcinha, então. — Estranhei ele não ter percebido que eu tava sem quando levantou o vestido.
— Não dá porque eu tô sem calcinha — falei sem pensar.
Que besteira que eu falei, o que meu menino vai pensar de mim? pensei.
Isso parece que animou ele ainda mais, porque ele enfiou a mão sem rodeios direto na minha entreperna de uma vez.
— Ei, para — falei quando senti um dedo no meio da minha racha molhada.
— Que macia, mamãe.
Ele ficou mexendo por uns segundos, mas eu não aguentei, tive que tirar a mão dele dali na hora.
Naquele dia me arrependi, mas fazer o quê, já tava feito.Na maioria das vezes tenho que me tocar sozinha, meu marido acorda cedo e sai correndo, fico muito sozinha e não tenho quem me faça feliz, é que tenho que confessar que sou muito safada. Comecei a passar na frente do quarto dele, com o roupão aberto e sem nada por baixo, mas ele sempre ficava de olhos fechados e eu me tocava, acariciava meus peitos, me masturbava com a buceta de fora na frente do quarto dele enquanto meu filho também fazia o mesmo. Comecei
deixar a porta do banheiro aberta, pra ele me ver, mas não acontecia nada e eu ficava frustrada, até que um dia. Tirei o gel e coloquei no outro banheiro e chamei meu filho gritando pra ele me ouvir – amor, pode trazer o gel do outro banheiro que acabou aqui? Na mesma hora me arrependi disso, parecia uma puta, mas já tava feito.
Ele ficou na porta olhando atordoado com o pote na mão, eu tava nua e molhada dentro do chuveiro – entra amor, me dá o gel, vai. Eu tapava sem jeito meus peitos com a mão e o braço e minha buceta com a outra mão, ele tava só de cueca e com o pau duro igual um burro. Dava pra ver a cara de tesão dele ao me ver daquele jeito. Abri a porta de vidro, tive que tirar a mão dos peitos pra pegar o pote, ele ficou olhando pra eles como se tivesse bobão e depois desceu o olhar pra minha buceta, tirei a mão e estiquei os braços, mostrando meu corpo todo – mãe, como você tá? – mas o que você tá dizendo? respondi sorrindo.
Fechei a porta e comecei a me ensaboar, enquanto meu filho me olhava, eu já tava muito puta e meu filho ali parado vendo. – mãe, posso tomar banho com você também? Isso eu não esperava, não consegui responder, não sabia o que dizer, fiquei muito nervosa como se fosse uma colegial. – o que você tá dizendo amor, como vai tomar banho comigo? – vai, deixa eu entrar, ele não terminou de falar e já tava entrando no chuveiro do meu lado – o que você tá fazendo? Minha voz tremia, olhava pro pau dele, reto igual uma estaca apontando pra cima. Sem dizer uma palavra, começou a me ensaboar com a mão – só pelas costas, hein? falei enquanto me virava.
Senti na hora o pau dele contra minhas nádegas, como ele empurrava contra elas, não falei nada, eu tava cada vez mais molhada, tinha o chuveirinho na mão e a água escorria dos meus peitos, os olhos fechados sentindo a mão dele na minha pele. As mãos dele acariciavam minhas costas, desciam até a bunda e tocavam e apertavam enquanto o pau dele tava no meio das nádegas, empurrava e eu sentia a cabeçona entrando no meio Elas, eu não fazia nem dizia nada.
Ela subiu com a mão direita enquanto segurava minha cintura com a esquerda, chegou no meu peito por trás, olhei pra baixo, vi a mão dela fechando ele e apertando — oooh, soltei um gemido sem conseguir evitar. Ela subiu a outra mão e segurou meus dois peitos enquanto se colava em mim com força, me empurrando contra os azulejos do banheiro. A mangueira do chuveiro caiu no chão.
— O que, o que você tá fazendo, amor, por favor? — Ela não dizia nada.
Se apertou ainda mais contra mim por trás, sentia o corpo todo dela em cima do meu e como me empurrava.
— Afasta um pouquinho, por favor, que eu tô sentindo tudo de você contra mim — falei. Porra, quanto tempo fazia que eu não sentia uma coisa dessas.
— Me deixa, por favor, que eu sou sua mãe — falei, com a voz tremendo de tesão, enquanto minhas mãos faziam força contra o azulejo pra me segurar.
Eu continuava de costas, ela desceu a mão até minha buceta, enquanto descia, eu derretia de paixão. Quando chegou na minha ppk, começou a me tocar. Meteu um dedo entre meus lábios vaginais e começou a me masturbar ali mesmo, enquanto com a outra mão apertava meus peitos. Apertei os lábios, fechei a boca pra tentar não gemer, mas tava difícil pra caralho.Eu deixava ele não fazer nada, não conseguia, minha cabeça já tinha parado de existir naquele momento de tanta emoção que me tomava, tava sentindo algo muito forte, algo como nunca tinha sentido na vida, nem quando era adolescente. Abri as pernas e ele enfiou a mão mais pra baixo — aaaah, aaaah, o que você tá fazeeendo?

Deixa, deixa, uff, minha vida
como você tá me deixando, filho. Meu filho continuava passando a mão em mim bem fundo,
mexendo os dedos dentro da minha buceta, e apertando meus peitos com a outra mão,
meu menino tava me dominando —
você tá gostando, mamãe? Eu não sabia o que responder,
senti os lábios dele na minha nuca, ele me beijou várias vezes, me mordeu,
senti os dentes dele — toma cuidado, filho, não vai me fazer um chupão nem uma marca,
não queria que meu marido visse, não ia saber o que dizer pra ele, não ia contar
que foi nosso filho num momento de paixão —
não se preocupa, mamãe, ele me disse, vou te fazer sentir prazer, já vai ver,
tô com muita vontade de você.Se esfregava com força contra mim, como se quisesse juntar o corpo dela com o meu.
— Quero te foder — ela disse, sem parar de beijar meu pescoço.
Eu revirei os olhos, meu filho estava pronto pra me penetrar, queria foder a puta da mãe dele.
— Uuuf, oooh, tem certeza, amor? — que besteira eu falei, claro que ele tinha certeza, falei por falar.
— Sim, mamãe, por favor, quero te foder, tô com muita vontade, quero meter tudo dentro de você.
Sem pensar, me virei, peguei a cabeça do meu filho e dei um beijão daqueles na boca dele.
— Filho, te amo — falei. Ele abriu a boca, colocou a língua pra fora e enfiou na minha.
Começamos a nos beijar como dois adolescentes, com paixão, eu sem parar de acariciar o rosto do meu filho.
Ele, enquanto isso, metia a mão na minha buceta, eu mexia a bunda pra frente, tentando sentir mais a mão dele.
— Meu amoooor, te amooo, te amooo — eu falava sem parar.
Ele começou a mexer a pica em direção à minha buceta, eu senti ela encostada. A posição que a gente tava era desconfortável, eu tava com as costas apoiadas nos azulejos e escorregando, além disso, queria que minha primeira vez com meu filho fosse algo melhor.
— Espera, amor, melhor a gente ir pra cama — falei.
E foi assim, a gente se secou um pouco e foi se agarrando, se beijando e se tocando até chegar na minha cama. Parecíamos dois adolescentes no cio, meu filho era, mas eu era a puta gostosa da mãe dele.
Me deitei de barriga pra cima, abri as pernas, ele ficou olhando.
— Porra, mãe, como você é gostosa, que buceta boa —
— Vem, filho, deita em cima, me fode logo, tô aqui pra você.
Ele entrou na cama enquanto a pica dele balançava, era grande e grossa, eu lambi os lábios só de olhar.
Ele se deitou em cima como eu pedi, segurei a pica dele, acariciei um pouco, puxei o prepúcio pra trás e coloquei, sem mais enrolação, na entrada da vagina.
— Fode a tarada da sua mamãe, vai.
Não tava pra muitas frescuras, queria ela dentro e queria já, depois de tantos dias pensando nela e me masturbando que nem uma louca, e quando fodava com meu marido pensando no meu filho. Porra, finalmente, eu pensei.
Quando notei ela na entrada, eu disse:
— Empurra, amor, eu ajudei também com a bunda e *zaaas*, ele meteu tudo até o fundo.
— OOOOuuuu, oooh meu senhoooor — gritei de prazer —, finalmente, oooh finalmente, querido, tenho você dentro de mim, oooh, ooooh minha vidaaaa.
— Mamãe, mamãe, adoro te foder.
Ele dizia isso enquanto eu sentia ele saindo e entrando na minha buceta.
— Eu também, minha vida, me fode, vai, fode a sua mamãe, que é uma putinha, me dá prazer, filhoooh, oooh.Começamos a nos mover ritmicamente, dava pra ouvir nossos corpos batendo, chot, chot, chot, enquanto meu filho enfiava o pau dele até o fundo em mim uma vez atrás da outra. Eu sentia ele dentro de mim — "te sinto dentro, filho", eu envolvia ele com minhas coxas e apertava com força, quase não deixava ele se mexer — "não sou sua mãe, sou uma puta, me fode como uma puta, vai." — "Sim, mamãe, sim, você é minha puta, você é uma vagabunda.
oooh minha vidaaa como você me deixa, quanto eu desejava isso filho que você me fodesse, mete até o fundo, arrebenta minha bucetaaa, eu deixo tudo, tudooo, meu amor, uuuf uuf como eu sinto ela, assim, assim mesmo, filho da puta, você tá me fodendo finalmente, né? cê gosta? - sim mamãe, adoro, meu filho ofegava e umas gotas de saliva caíam da boca dele, enquanto eu já tava fora de mim, falava coisas que nunca tive coragem de falar pro meu marido. Adorava me sentir suja e safada, isso me excitava muito, ser tratada como uma puta quando tava sendo fodida, bom, meu marido claro, mas com ele eu me segurava muito. Já com meu filho, sei lá o que rolava, mas eu não me escondia, a puta que existia em mim vinha à tona. A gente se mexia sem parar, desenfreados - me fode filho da puta, fode a sua mãezinhaa - uuf uuf mamãe que gostoso. - espera, me dá por trás igual uma vagabunda, me virei e fiquei de quatro. Minha intenção era que ele penetrasse minha buceta, mas em vez disso ele colocou o pau na entrada do meu cu. No começo não falei nada, deixei, ele empurrou, senti meu cu se abrindo, parecia que ia rasgar - EEEEI, EEEEI querido, gritei, para, para meu amor, que tá me machucando, falei. - vou arrebentar sua bunda, mamãe. - quieto filho, que tá doendo, ele cuspiu na mão várias vezes, molhou a cabeça do pau e empurrou de novo - vai devagar filho, não seja bruto, não machuca sua mãe, falei com medo - já vai ver como cê vai gostar, eu sei que você é uma puta - AAAAI AAAAI, que dór, gritei de novo quando ele enfiou um pouco, para, para amor, eu tava falando quando ele segurou minha cintura, puxou com força pra ele e meteu tudo, acho que inteira, gritei AAAI, AAAI para paraa pelo amor de Deus. Foi uma dor tremenda, parecia que tinha rasgado minha bunda, fiquei bem quieta, lágrimas vieram nos meus olhos, me deixei cair pra frente. Meu filho continuava segurando minha cintura, sentia como duas garras apertando com força e o ferro quente dele dentro das minhas entranhas me apertando, quase sem conseguir respirar. Ele não tirava, apertava mais. Vai pra frente, eu nem ousava respirar. Tava morrendo de vontade que aquilo acabasse, era dor, não prazer, que meu filho tava me dando naquele momento. Ele empurrava, ofegava, e eu soluçava e rezava pra que aquele sofrimento terminasse, ainda bem que não durou muito. — Uuuf, uuf, vou gozar, mamãe, vou gozar dentro da sua buceta de puta. O pau dele cresceu dentro de mim e aí senti um calor, ele tava gozando lá dentro. Ele se deitou de lado, eu ainda fiquei de quatro, não ousava nem me mexer, tava doendo pra caralho. Aos poucos me virei. — Você me machucou muito, filho — falei ainda soluçando. — Achei que você gostava. — Não, não gostei, doeu pra cacete, te falei pra parar. — Achei que era só da boca pra fora, que você gostava. — Pois não — as lágrimas escorriam pelo meu rosto. — Nunca te comeram por trás? — Não, nunca. Seu pai tentou várias vezes, mas sempre doía e eu não deixava — respondi. — Então me desculpa, mamãe. — Viu só, você, meu próprio filho, me forçou a fazer isso.Me beijou na boca.
— Desculpa, mãe, só queria te dar prazer, não te machucar.
— Pois é, não fez muito bem, não.
Ele me beijou de novo, bem suavemente, várias vezes, e eu devolvi os beijos. Já estava começando a esquecer a violação do meu filho por trás, já estava começando a me excitar de novo, até que me dei conta da hora.
— Porra, filho, tenho que levantar, que horas são, meu Deus.
Ao passar pelo quarto, vi meu filho se masturbando. Fiquei bem surpresa, não por ele estar batendo uma, mas por fazer isso com a porta aberta. Ele estava em cima da cama, completamente pelado, socando a vara pra cima e pra baixo. Por uns instantes, fiquei olhando ele se punhetar sem pensar, até que me toquei: "Porra, o que cê tá fazendo?" e fui embora.
Naquele dia, não consegui tirar a cena da cabeça. Ela vinha à mente uma hora e outra, e eu tentava não pensar nisso — era meu filho. Mas, claro, ele tinha uma bela pica, tenho que admitir, e parecia bem durinha. Um moleque de 17 anos já é bem formadinho, mesmo sendo muito novo. Não comentei nada com ele, embora quase tenha dito que precisa fechar a porta se vai ficar pelado. Mas me calei, talvez porque no fundo eu queria ver de novo.
No sábado seguinte, aconteceu de novo. Eu ia tomar banho, a porta estava aberta, olhei pra dentro e lá estava ele, se masturbando de novo, de olhos fechados e gemendo de prazer.
Dessa vez, não consegui evitar. Me afastei um pouco pra não ficar na frente da porta e fiquei observando. Tava curiosa pra ver como ele fazia. Via ele batendo uma, puxando a pele pra baixo, deixando a cabeça de fora, e depois voltando. Depois de um tempo — não sei dizer quanto — saiu o primeiro jato. O primeiro foi forte, mas o segundo foi ainda mais, molhando até o peito, seguido de outros que já quase não levantavam.
Saí correndo pro chuveiro, com a cabeça naqueles potentes jatos de porra saindo da pica do meu filho. Quando entrei, toquei na buceta e tava completamente molhada. Enfiei um dedo na vagina e, sem pensar, comecei a me masturbar pensando na punheta do meu filho. Quando gozei, me senti mal. Como eu podia ficar excitada com meu filho? Era nojento.
A semana foi passando, e eu tentava não pensar nisso, embora fosse muito difícil, porque sem querer aquilo vinha à cabeça. E quando eu transava com meu marido, aquilo estava lá. meu filho na minha mente se masturbando e jogando o sêmen dele pra fora, e eu gozava que nem uma porca, por culpa dele comecei a me masturbar com frequência, fazia isso todo dia e várias vezes em alguns dias.
Percebi que meu filho me olhava muito, não sei se foi depois disso ou se ele já fazia antes. Sem perceber, comecei a me sentir mais gostosa, comprava lingerie sexy, que meu marido adorava, e andava mais arrumada. Não que eu não fizesse isso antes, mas parecia que eu tava com vontade de seduzir. Um dia que levei nosso filho no carro, eu tava com um vestidinho curto e claro, mal cobria as pernas. Logo percebi que meu menino não parava de olhar pra elas, fiquei meio nervosa, não sei por quê, bom, sei sim, porque me deixou com tesão, tanto que naquele mesmo dia tive vários orgasmos por causa do meu filho.Eu, toda vez que levava ele, colocava o vestido ou a saia mais curta que tinha e quase ia mostrando a calcinha quando sentava no carro. Sei que é errado falar isso, mas adorava que ele me visse. Um dia, senti a mão do meu filho na minha coxa, olhei pra baixo e vi ela na minha pele. Não falei nada, mas deu um tesão danado no corpo todo, tanto que senti minha buceta molhar quase na hora. Depois de um tempo, a mão foi deslizando devagar até minha virilha. Quando percebi, ele tava tocando meu púbis no meio das minhas coxas. Não sabia o que fazer: se fingir de louca ou dar uma bronca nele, é que eu tava gostando.
Deixei ele um pouco até perceber como ele enfiava um dedo pra baixo, chegando na minha rachinha por cima da calcinha, empurrou com força o dedo várias vezes — fica quieto, amor, não vê que eu tô dirigindo? — falei, me ocorreu dizer. Mas ele continuou, apertando e batendo com o dedo, até que eu tirei a mão dele, não com grosseria, mas com delicadeza, enquanto dizia — anda, fica quieto, para de me apalpar — saiu assim, naquele dia ele não me tocou mais.
Nunca imaginei que meu filho fosse me apalpar, mas aconteceu. Por uns dias, não sabia o que fazer, a cabeça tava a mil, pensava que tinha que conversar com ele e outras vezes achava que era um adolescente e que a besteira ia passar, e além disso, gostei que ele me tocasse, o que eu ia fazer? Adorava. Isso me afetava não só porque eu era a mãe dele, mas porque me deixava com muito tesão e não tava nem um pouco certo. Por uns dias, tentei passar sem olhar pro quarto, mesmo estando com tesão. Mas no final, voltava a olhar de novo, acho que ele me esperava pra se masturbar.
A do carro acontecia sempre e eu, antes de entrar, já tava com um tesão danado pensando que meu filho ia me tocar, embora tivesse que fingir que tava ofendida, claro. Às vezes, deixava a mão dele um pouco mais tempo na minha virilha. Um dia, tava tão quente que decidi dar uma surpresa nele. Resolvi de última hora colocar a calcinha na bolsa e entrar no carro sem ela, depois colocaria no banheiro do escritório. Me toquei na buceta, já tava escorrendo.
Ao entrar no carro, me arrependi, sabia que meu filho ia me tocar e ia perceber que eu tava sem calcinha. Percebi antes de sentar que, por estar molhada, ia sujar o vestido, porra, não tinha pensado nisso. Não tive escolha a não ser levantar o vestido pra não sentar em cima. Meu filho logo reparou nas minhas pernas completamente nuas, coloquei o vestido cobrindo as coxas e liguei o carro. Não demorou muito pra ele colocar a mão como sempre fazia. Não era a primeira vez, como eu disse. Mas como eu estava sem calcinha, fiquei mais nervosa do que nunca.
Dessa vez, ele levou a mão pra trás, tocando meu quadril, me acariciou. Eu tava muito nervosa e, sem mais, ele começou a descer até minha entreperna. Eu afastei a mão dele.
— Não, amor.
— Mas por quê? — ele perguntou. Claro, achou estranho, já que fazia um tempo que eu deixava ele tocar um pouco.
— Hoje não.
— Mas é só uma carícia, nada mais.
— Eu sei, amor, mas hoje não dá.
— Ah, deixa eu só um pouquinho, só te acariciar, nada mais.
— Já te falei que não.
— Só um pouco, vai, por favor.
— Só por cima da calcinha, então. — Estranhei ele não ter percebido, ao levantar o vestido, que eu tava sem ela.
— Não dá, porque eu tô sem calcinha — falei sem pensar.
Que besteira eu falei, o que meu menino vai pensar de mim? — pensei.
Isso pareceu animá-lo ainda mais, porque ele enfiou a mão sem rodeios direto na minha entreperna, de uma vez.
— Ei, para — falei quando senti um dedo no meio da minha racha molhada.
— Que macia, mamãe.
Ele mexeu por uns segundos, mas eu não aguentei. Tive que tirar a mão dele dali na hora. Naquele dia, me arrependi disso, mas fazer o quê, já estava feito.Na maioria das vezes tenho que me tocar sozinha, meu marido acorda cedo e sai correndo, fico muito sozinha e não tenho quem me faça feliz, é que tenho que confessar que sou muito safada. Comecei a passar na frente do quarto dele, com o roupão aberto e sem nada por baixo, mas ele sempre ficava de olhos fechados e eu me tocava, acariciava meus peitos, me masturbava com a buceta de fora na frente do quarto dele enquanto meu filho também fazia o mesmo. Comecei

Deixar a porta do banheiro aberta pra ele me ver, mas não acontecia nada e eu ficava frustrada, até que um dia. Tirei o gel e coloquei no outro banheiro e chamei meu filho gritando pra ele me ouvir:
— Amor, pode trazer o gel do outro banheiro que acabou aqui?
Na mesma hora me arrependi disso, parecia uma puta, mas já era tarde.Ele ficou parado na porta, olhando atordoado com o frasco na mão, eu estava nua e molhada dentro do chuveiro — entra, amor, me dá o gel, vai. Eu tapava desajeitadamente meus peitos com a mão e o braço, e minha buceta com a outra mão, ele estava só de cueca e duro como um burro. Dava pra ver a cara de tesão dele ao me ver daquele jeito. Abri a porta do box, tive que tirar a mão dos meus peitos pra pegar o frasco, ele ficou olhando pra eles como se estivesse bobão e depois desceu o olhar pra minha buceta, eu tirei a mão e estiquei os braços, mostrando todo o meu corpo — mamãe, como você tá? — mas o que você tá dizendo? respondi sorrindo. Fechei o box e comecei a me ensaboar, enquanto meu filho me olhava, eu já tava muito puta e meu filho ali parado vendo. — Mãe, posso tomar banho com você também? Isso eu não esperava, não consegui responder, não sabia o que dizer, fiquei muito nervosa como se fosse uma colegial. — O que você tá dizendo, amor, como vai tomar banho comigo? — Vai, deixa, ele não terminou de falar isso e já tava entrando no box do meu lado — o que você tá fazendo? Minha voz tremia, eu olhava pro pau dele, reto como uma estaca apontando pra cima. Sem dizer uma palavra, ele começou a me ensaboar com a mão — só pelas costas, hein? falei enquanto me virava. Senti na hora o pau dele contra minhas nádegas, como ele empurrava contra elas, não falei nada, eu tava cada vez mais molhada, tinha o chuveirinho na mão e a água escorria dos meus peitos, os olhos fechados sentindo a mão dele na minha pele. As mãos dele acariciavam minhas costas, desciam até a bunda e tocavam e apertavam enquanto o pau dele ficava no meio das nádegas, empurrava e eu sentia a cabeçona dele se enfiar no meio delas, eu não fazia nem dizia nada. Ele subia com a mão direita enquanto segurava minha cintura com a esquerda, chegou no meu peito por trás, olhei pra baixo, vi a mão dele fechando em volta dele e apertando — aaaah, soltei um gemido sem conseguir evitar, ele subiu a outra mão e segurou os dois peitos enquanto se colava contra mim com força, me fazendo ir contra os azulejos do banheiro. A mangueira do chuveiro caiu no chão — o que, o que você tá fazendo, amor, pelo amor de Deus? Não dizia nada.
Ele se apertou ainda mais contra mim por trás, sentia o corpo todo dele em cima do meu e como ele me empurrava — afasta um pouquinho, por favor, que eu tô sentindo ele todo contra mim, falei. Porra, quanto tempo fazia que eu não sentia algo assim.
— Me deixa, pelo amor de Deus, que eu sou sua mãe, falei com a voz tremendo de emoção, enquanto minhas mãos faziam força contra o azulejo pra me segurar. Eu continuava de costas, ele desceu a mão até minha buceta, enquanto descia, eu me derretia de tesão, quando chegou na minha ppk começou a me tocar. Enfiou um dedo entre meus lábios vaginais e começou a me masturbar ali mesmo, enquanto com a outra mão apertava meus peitos, eu apertei os lábios, fechei a boca pra tentar não gemer, mas tava difícil pra caralho.
Eu deixava, não fazia nada, não conseguia, minha cabeça já tinha deixado de existir naquele momento de tanta emoção que me tomava, tava sentindo algo muito forte, algo como nunca tinha sentido na vida, nem quando era adolescente. Abri as pernas e ele enfiou a mão mais pra baixo — oooh, oooh, o que você tá fazeeendo? Deixa, deixa, uuf, minha vida, como você tá me deixando, filho. Meu filho continuava me apalpando bem fundo, mexendo os dedos dentro da minha buceta, e apertando meus peitos com a outra mão, meu menino tava me dominando — cê tá gostando, mamãe? Não sabia o que responder, senti os lábios dele no meu pescoço, me beijou várias vezes, me mordeu, senti os dentes dele — tem cuidado, filho, não vai me fazer um chupão nem uma marca, não queria que meu marido visse, não ia saber o que dizer, não ia falar que foi nosso filho num momento de tesão — não se preocupa, mamãe, ele disse, vou te fazer sentir prazer, já vai ver, tô com muita vontade de você.
Ele se esfregava contra mim com força, como se quisesse juntar o corpo dele com o meu — quero te foder, ele disse sem parar de beijar meu pescoço. Eu revirei os olhos, meu filho tava disposto a me penetrar, queria foder a puta da mãe dele — uuuf, oooh, cê tá... seguro, gostosa? Que besteira eu falei, claro que tava seguro, falei por falar.
– sim, mamãe, por favor, quero te foder, tô com muita vontade, quero meter tudo dentro de você.
Sem pensar, me virei, peguei a cabeça do meu filho e dei um beijão daqueles na boca dele.
– filho, te amo, falei, ele abriu a boca e colocou a língua na minha. Começamos a nos beijar como dois adolescentes, com paixão, eu sem parar de acariciar o rosto do meu filho. Ele, enquanto isso, metia a mão na minha buceta, eu mexia a cintura pra frente, tentando sentir mais a mão dele.
– meu amoooor, te amooo, te amooo, eu falava sem parar. Ele começou a mover a pica em direção à minha buceta, senti ela encostada. A posição que a gente tava era desconfortável, eu com as costas apoiadas nos azulejos e escorregando, além disso, queria que meu primeiro tesão com meu filho fosse algo melhor.
– espera, amor, melhor a gente ir pra cama, falei. E foi assim, a gente se secou um pouco e foi se agarrando, se beijando e se tocando até chegar na minha cama, parecíamos dois adolescentes no cio, meu filho era, mas eu era a puta quente da mãe dele. Deitei de barriga pra cima, abri as pernas, ele ficou olhando.
– porra, mãe, que gostosa que você tá, que buceta gostosa, – vem, filho, sobe em cima, me fode, vai, tô aqui pra você.
Ele entrou na cama enquanto a pica dele balançava, era grande e grossa, lambi os lábios só de olhar pra ela. Subiu em cima como eu mandei, segurei a pica dele, acariciei um pouco, puxei o prepúcio pra trás e coloquei, sem mais enrolação, na entrada da buceta.
– fode a tarada da sua mãe, vai. Não tava pra frescura, queria ela dentro e queria já, depois de tantos dias pensando nela e me masturbando que nem uma louca, e quando fodía com meu marido pensando no meu filho, porra, finalmente, pensei.
Quando senti ela na entrada, falei:
– empurra, amor, ajudei também com a cintura e zaaas, meteu tudo até o fundo.
– OOOOuuuu, oooh meu amooOooor, gritei de prazer – finalmeeeente, oooh finalmente, querido, te tenho dentro de mi, oooh, ooooh minha vidaaaa- mamãe, mamãe, adoro te foder.
Ele me dizia enquanto eu sentia ele saindo e entrando da minha buceta.
- eu também
minha vida, me fode, vai, fode a sua mamãe, que é uma putinha, me dá prazer filhooooh, ooooh.Começamos a nos mover ritmicamente, dava pra ouvir nossos corpos batendo, chot, chot, chot, enquanto meu filho enfiava o pau dele até o fundo dentro de mim, uma e outra vez. Eu sentia ele lá dentro — "te sinto dentro, filho", eu envolvia ele com minhas coxas e apertava com força, quase não deixava ele se mexer — "não sou sua mãe, sou uma puta, me fode como se fosse uma puta, vai." — "Sim, mamãe, sim, você é minha puta, você é uma vagabunda.
oooh minha vidaaa como você me deixa, quanto eu desejava isso filho que você me fodesse, mete até o fundo, arrebenta minha bucetaaa, eu deixo tudo, tudooo, meu amor, uuuf uuf como eu sinto ela, assim, assim mesmo, filho da puta, você tá me fodendo finalmente né, cê gosta? - sim mamãe, adoro, meu filho ofegava e umas gotas de saliva caíam da boca dele, enquanto eu já tava fora de mim, falava coisas que nunca tive coragem de falar pro meu marido. Adorava me sentir suja e safada, isso me excitava muito, ser tratada como uma puta quando me fodiam, bom, meu marido claro, embora com ele eu me segurava muito. Mas com meu filho não sei o que acontecia, não me escondia, a puta que existia em mim aparecia. A gente se mexia sem freio, sem parar - me fode filho da puta fode a sua mãezinha - uuf uuf mamãe que gostoso. - espera, me dá por trás que nem uma vagabunda, me virei e fiquei de quatro. Minha intenção era que ele penetrasse minha buceta mas em vez disso ele colocou o pau na entrada do meu cu. No começo não falei nada, deixei, ele empurrou, senti meu cu se abrindo, parecia que ia rasgar - EEEEI, EEEEI querido, gritei, para, para meu amor, que tá me machucando falei. - vou arrebentar sua bunda mamãe. - quieto filho que tá doendo, ele cuspiu na mão várias vezes molhou a cabeça do pau e empurrou de novo - vai devagar filho, não seja bruto, não machuca sua mãe, falei com medo - cê vai ver como cê vai gostar, eu sei que cê é uma puta - AAAAI AAAAI, que dor, gritei de novo quando ele enfiou um pouco, para, para amor, eu tava falando quando ele segurou minha cintura apertou com força pra dentro dele e enfiou, acho que tudo, gritei AAAI AAAI para paraa pelo amor de deus. Foi uma dor tremenda, parecia que tinha rasgado meu cu, fiquei bem quieta, lágrimas vieram nos meus olhos, me deixei cair pra frente. Meu filho continuava segurando minha cintura, sentia como duas garras apertando com força e o ferro quente dele dentro das minhas entranhas me apertando, quase sem conseguir respirar. Ele não tirava, apertava mais. Vai pra frente, eu nem ousava respirar. Tava morrendo de vontade que aquilo acabasse, era dor, não prazer, que meu filho tava me dando naquele momento. Ele empurrava, ofegava, e eu soluçava e rezava pra que aquele sofrimento terminasse, ainda bem que não durou muito.
— Uuuf, uuf, vou gozar, mamãe, vou gozar na sua buceta de puta. O pau dele cresceu dentro de mim e aí senti um calor, ele tava gozando dentro. Ele se deitou de lado, eu ainda fiquei de quatro, nem ousava me mexer, tava doendo muito.
Aos poucos me virei. — Me fez muita mal, filho — falei ainda soluçando.
— Pensei que você gostava.
— Não, não gostei, doeu muito, falei pra você parar.
— Achei que era só da boca pra fora, que você gostava.
— Pois não — as lágrimas escorriam pelo meu rosto. — Nunca meteram por trás em você?
— Não, nunca. Seu pai tentou várias vezes, mas sempre doía e eu não deixava — respondi.
— Então me desculpa, mamãe.
— Pois é, vai você, meu próprio filho, e faz isso à força.Ele me beijou na boca.
— Desculpa, mãe, só queria te dar prazer, não te machucar.
— Pois é, não fez muito bem, não.
Ele me beijou de novo, bem suave, várias vezes, e eu devolvi os beijos. Já tava começando a esquecer a violação do meu filho por trás, já tava começando a me excitar de novo, até que eu vi as horas.
— Porra, filho, tenho que levantar, que horas são, meu Deus.

Naquele dia, não consegui tirar a cena da cabeça. Ela voltava uma hora e outra, e eu tentava não pensar nisso — era meu filho. Mas, claro, ele tinha uma bela pica, tenho que admitir, e parecia bem durinha. Um moleque de 17 anos já tá bem formadinho, mesmo sendo novo. Não comentei nada com ele, embora quase tenha dito pra fechar a porta quando estivesse pelado. Mas me calei, talvez porque no fundo eu queria ver de novo.
No sábado seguinte, aconteceu de novo. Eu ia pro chuveiro, a porta tava aberta, olhei pra dentro e lá estava ele, se masturbando de novo, de olhos fechados e gemendo de tanto prazer que tava sentindo.
Dessa vez, não consegui evitar. Me afastei um pouco pra não ficar na frente da porta e fiquei observando. Sentia curiosidade de ver como ele fazia. Via ele batendo, puxando a pele pra baixo, deixando a cabecinha de fora, e depois voltando de novo. Depois de um tempo — não saberia dizer quanto — saiu o primeiro jato. Esse primeiro foi forte, mas o segundo foi ainda mais, molhando até o peito dele, seguido de outros que já quase não subiam tanto.
Saí correndo pro chuveiro, com a cabeça naqueles potentes jorros de porra saindo da pica do meu filho. Quando entrei, toquei na buceta e tava completamente molhada. Enfiei um dedo na vagina e, sem pensar, comecei a me masturbar pensando na punheta do meu filho. Quando gozei, me senti mal. Como eu podia ficar com tesão pelo meu filho? Era nojento.
A semana foi passando, e eu tentava não pensar nisso, embora fosse muito difícil, porque sem querer aquilo voltava à minha cabeça. E quando eu transava com meu marido, lá estava ele. filho na minha mente se masturbando e jogando o sêmen pra fora, e eu gozava igual uma porca, por culpa dele comecei a me masturbar com frequência, fazia isso todo dia e várias vezes em alguns dias.
Notei que meu filho me olhava muito, não sei se foi depois disso ou se ele já fazia antes. Sem perceber, comecei a me sentir mais gostosa, comprava lingerie sexy, que meu marido adorava, e andava mais arrumada. Não que eu não fizesse isso antes, mas parecia que eu tava com vontade de seduzir. Um dia que levei nosso filho no carro, eu tava com um vestidinho curto e claro, mal cobria as pernas. Logo percebi que meu menino não parava de olhar pra elas, fiquei meio nervosa, não sei por quê, bom, sei sim, porque me deixou com tesão, tanto que naquele mesmo dia tive vários orgasmos por causa do meu filho.
Sempre que eu levava ele, colocava o vestido ou a saia mais curta que tinha e quase mostrava a calcinha quando sentava no carro, sei que é errado falar isso, mas adorava que ele me visse. Um dia senti a mão do meu filho na minha coxa, olhei pra baixo e vi ela na minha pele, não falei nada, mas me deu um calorão no corpo todo, tanto que senti minha buceta molhando quase na hora. Depois de um tempo, a mão foi deslizando devagar até minha virilha, quando percebi, ele tava tocando meu púbis no meio das minhas coxas, não sabia o que fazer, se enlouquecia ou brigava com ele, porque eu tava gostando.
Deixei ele continuar um pouco até sentir ele enfiar um dedo pra baixo, chegando na minha rachinha por cima da calcinha, ele empurrou o dedo com força várias vezes — fica quieto, amor, não vê que eu tô dirigindo?, foi o que consegui falar. Mas ele continuou, apertando e batendo com o dedo, até que eu tirei a mão dele, não com grosseria, mas com cuidado, enquanto dizia — anda, fica quieto, para de me apalpar, saiu assim, e naquele dia ele não me tocou de novo.
Nunca imaginei que meu filho fosse me apalpar, mas aconteceu, por uns dias não sabia o que fazer, a cabeça tava a mil, pensava que tinha que falar com ele e outras vezes pensava que era um adolescente e que já ia passar essa besteira, e além disso gostava que ele me tocasse, o que eu ia fazer, adorava. Isso me afetava não só porque era a mãe dele, mas porque me deixava com muito tesão e não era nada certo. Durante uns dias, tentava passar sem olhar para o quarto, mesmo estando com tesão. Mas no final, voltava a olhar de novo, acho que ele me esperava para se masturbar. A do carro acontecia sempre e eu, antes de entrar, já estava com um tesão danado pensando que meu filho ia me tocar, embora tivesse que fingir que estava ofendida, claro. Às vezes, deixava a mão dele um pouco mais de tempo na minha entreperna. Um dia, estava tão quente que decidi dar uma surpresa. Decidi, na última hora, colocar a calcinha na bolsa e entrar no carro sem ela, depois colocaria no banheiro do escritório. Passei a mão na minha buceta, já estava escorrendo. Ao entrar no carro, me arrependi, sabia que meu filho ia me tocar e ia notar que eu estava sem calcinha. Percebi, antes de sentar, que por estar molhada, ia acabar manchando o vestido, porra, não tinha pensado nisso. Não tive escolha a não ser levantar o vestido para não sentar em cima. Meu filho logo reparou nas minhas pernas completamente nuas, coloquei o vestido cobrindo as coxas e liguei o carro. Ele não demorou muito para colocar a mão como sempre fazia. Não era a primeira vez, como eu disse, mas por estar sem calcinha, fiquei mais nervosa do que nunca. Dessa vez, ele levou a mão para trás, tocando meu quadril, me acariciou. Eu estava muito nervosa e, sem mais, ele começou a descer até minha entreperna. Eu tirei a mão dele. — Não, querido. — Mas por quê? — ele perguntou, claro que achou estranho, já que há algum tempo eu deixava ele tocar um pouco. — Não, hoje não. — Mas se eu só vou te acariciar, nada mais. — Eu sei, querido, mas hoje não pode ser. — Ah, deixa eu um pouco, vai, só te acariciar, nada mais. — Já te falei que não. — Um pouquinho só, vai, por favor. — Só por cima da calcinha, então. Estranhei que ele não percebeu que levantar o vestido que eu tava sem elas - não pode ser porque eu vou sem elas, falei sem pensar.
Mas que merda eu falei, o que meu menino vai pensar de mim? pensei.
Isso parece que animou ele ainda mais, porque meteu a mão sem rodeios entre minhas pernas de uma vez - ei, deixa, falei quando senti um dedo no meio da minha buceta molhada - que macia, mamãe. Ele mexeu por uns segundos, mas eu conseguia me segurar, tive que tirar a mão dali na hora. Naquele dia me arrependi, mas fazer o quê, já tava feito.
Na maioria das vezes tenho que me tocar sozinha, meu marido levanta cedo e sai correndo, fico muito sozinha e não tenho quem me faça feliz, é que tenho que confessar que sou muito safada. Comecei a passar na frente do quarto dele, com o roupão aberto e nada por baixo, mas ele sempre tava de olhos fechados e eu me tocava, acariciava meus peitos, me masturbava com a buceta de fora na frente do quarto dele enquanto meu filho também fazia o mesmo. Comecei a deixar a porta do banheiro aberta, pra ele me ver, mas não acontecia nada e eu ficava frustrada, até que um dia. Tirei o gel e coloquei no outro banheiro e chamei meu filho gritando pra ele me ouvir - querido, pode trazer o gel do outro banheiro que acabou esse aqui? Na mesma hora me arrependi disso, parecia uma puta, mas já tava feito.
Ele ficou na porta olhando atordoado com o pote na mão, eu tava nua e molhada dentro do chuveiro - entra, querido, me dá o gel, anda. Eu tapava sem jeito meus peitos com a mão e o braço e minha buceta com a outra mão, ele só de cueca e duro que nem um burro. Dava pra ver a cara de tesão ao me ver daquele jeito. Abri a porta do box, tive que tirar a mão dos peitos pra pegar o pote, ele ficou olhando pra eles como se tivesse bobão e depois desceu o olhar pra minha buceta, tirei a mão e estiquei os braços, mostrando todo o meu corpo - mamãe, como cê tá? - mas o que cê tá falando? respondi sorrindo.
Fechei o box e comecei a me ensaboar, enquanto meu filho me olhava, eu já tava muito excitada. e meu filho ali parado olhando. — Mãe, posso tomar banho com você também? Isso eu não esperava, não consegui responder, não sabia o que dizer, fiquei muito nervosa como se fosse uma colegial. — O que você tá dizendo, querido, como vai tomar banho comigo? — Ah, deixa disso, não terminei de falar e ele já estava entrando no chuveiro do meu lado — O que você tá fazendo? Minha voz tremia, eu olhava pro pau dele, reto como uma estaca apontando pra cima. Sem dizer uma palavra, começou a me ensaboar com a mão — Só nas costas, hein? Falei enquanto me virava. Senti na hora o pau dele contra minha bunda, empurrando contra ela, não falei nada, eu tava cada vez mais excitada, segurava o chuveirinho na mão e a água escorria pelos meus peitos, de olhos fechados sentindo a mão dele na minha pele. As mãos dele acariciavam minhas costas, desciam até a bunda e apertavam enquanto o pau dele ficava no meio das nádegas, empurrava e eu sentia a cabeçona entrando no meio delas, eu não fazia nem dizia nada. Subia com a mão direita enquanto a esquerda segurava meu quadril, chegou no meu peito por trás, olhei pra baixo, vi a mão dele fechando em volta e apertando — aaaah, soltei um gemido sem conseguir evitar, ele subiu a outra mão e segurou meus dois peitos enquanto se colava em mim com força, me fazendo bater contra os azulejos do banheiro. O chuveirinho caiu no chão — O que, o que você tá fazendo, querido, por favor? Ele não dizia nada. Se apertou ainda mais contra mim por trás, eu sentia o corpo todo dele em cima do meu e como ele me empurrava — Afasta um pouquinho, por favor, que eu tô sentindo ele todinho contra mim, falei. Porra, quanto tempo fazia que eu não sentia algo assim. — Me deixa, por favor, que eu sou sua mãe, falei com a voz tremendo de emoção, enquanto minhas mãos faziam força contra o azulejo pra me segurar. Eu continuava de costas, ele desceu a mão até minha buceta, enquanto descia, eu derretia de tesão, quando chegou na minha ppk começou a me tocar. Enfiou um dedo entre meus lábios vaginais e começou a me masturbar. Ao mesmo tempo, enquanto com a outra mão espremia meus peitos, apertei os lábios, fechei a boca pra tentar não gemer, mas tava foda pra caralho.Eu deixava ele não fazer nada, não conseguia, minha cabeça já tinha parado de existir naquele momento de tanta emoção que me tomava, tava sentindo algo muito forte, algo como nunca tinha sentido na vida, nem quando era adolescente. Abri as pernas e ele enfiou a mão mais pra baixo — aaaah, aaaah, o que você tá fazeeendo?
Deixa, deixa, uuf, minha vida, como você tá me deixando, filho. Meu filho continuava metendo a mão em mim bem fundo, mexendo os dedos na minha buceta, e apertando meus peitos com a outra mão, meu menino tava me dominando. — Cê tá gostando, mamãe? Não sabia o que responder, senti os lábios dele na minha nuca, ele beijou várias vezes, me mordeu, senti os dentes dele. — Cuidado, filho, não vai me fazer um chupão nem uma marca. Não queria que meu marido visse, não ia saber o que dizer, não ia contar que foi nosso filho num momento de paixão. — Não se preocupa, mãe, ele me disse, vou te dar prazer, já vai ver, tô com muita vontade de você. Ele se esfregava em mim com força, como se quisesse juntar o corpo dele com o meu. — Quero te foder, ele falou sem parar de beijar meu pescoço. Eu virei os olhos, meu filho tava disposto a me penetrar, queria foder a puta da mãe dele. — Uuuf, oooh, tem certeza, amor? Que besteira eu falei, claro que ele tinha certeza, falei por falar. — Sim, mamãe, por favor, quero te foder, tô com muita vontade de você, quero meter tudo dentro de você.
Sem pensar, me virei, peguei a cabeça do meu filho e dei um beijão na boca dele. — Filho, te amo, falei. Ele abriu a boca, colocou a língua pra fora e enfiou na minha. Começamos a nos beijar como dois adolescentes, com paixão, eu sem parar de acariciar o rosto do meu filho. Ele, enquanto isso, metia a mão na minha buceta, eu mexia a cintura pra frente, pra sentir mais a mão dele.
— Meu amoooor, te amooo, te amooo, eu falava sem parar. Ele começou a mexer a pica na direção da minha buceta, senti ela colada. A posição que a gente tava era desconfortável, eu tinha as costas apoiadas nos azulejos e a gente escorregava, além disso, queria que minha primeira transa com meu filho fosse melhor. — Espera, amor, melhor a gente ir pra cama, falei. E foi assim, a gente se secou um pouco e foi se agarrando, se beijando e se tocando até chegar na minha cama, parecíamos dois adolescentes no cio, meu filho era, mas eu era a puta quente da mãe dele. Me deitei de barriga pra cima, abri as pernas, ele ficou parado. Olhando— porra, mamãe, como você tá gostosa, que puta raba você tem— vem filho, sobe em cima de mim, me fode, vai, tô toda sua.
Ela se meteu na cama enquanto o pau dele balançava, era grande e grosso, lambi os lábios só de olhar pra ele. Ele subiu em cima como eu mandei, segurei o pau dele, acariciei um pouco, puxei a pele pra trás e coloquei, sem mais enrolação, na entrada da buceta— fode a tarada da sua mamãe, vai. Não tava pra frescura, queria ele dentro e queria agora, depois de tantos dias pensando nisso e me masturbando que nem uma louca, e quando transava com meu marido pensando no meu filho, porra, finalmente, pensei.
Quando senti ele na entrada, falei— empurra, amor, e ajudei também com a bunda e zás, enfiou tudo até o fundo— AAAAAAAIIII, aaaai meu Deeeeeeus, gritei de prazer— finalmenteee, aaaah finalmente, queridooo, tenho você dentro de mim, aaaah, aaaah, minha vidaaa— mamãe, mamãe, adoro te foder. Ele falava enquanto eu sentia o pau saindo e entrando na minha buceta— eu também, meu amor, me fode, vai, fode sua mamãe, que é uma puta, me dá prazer, filhooo, aaaah, aaaah.
Começamos a nos mover ritmadamente, dava pra ouvir nossos corpos batendo, chot, chot, chot, enquanto meu menino enfiava o pau até o fundo, uma vez e outra. Eu sentia ele dentro de mim— sinto você dentro, filho, envolvia ele com minhas coxas e apertava com força, quase não deixava ele mexer— não sou sua mãe, sou uma puta, me fode como uma puta, vai— sim, mamãe, sim, você é minha puta, é uma vagabunda— aaaah, minha vida, como você me deixa, quanto eu queria, filho, que você me fodesse, enfia até o fundo, rasga minha buceta, deixo você fazer tudo, tudooo, meu amor, uuuf, uuuf, como eu sinto isso, assim, assim, filho da puta, você tá me fodendo finalmente, hein? cê gosta?— sim, mamãe, adoro, meu filho ofegava e caíam umas gotas de saliva da boca dele, enquanto eu já tava fora de mim, falava coisas que nunca tinha coragem de dizer pro meu marido.
Adorava me sentir suja e tarada, isso me excitava muito, ser tratada como uma puta na hora do sexo. Fodiamos, bem, meu marido claro, embora com ele eu me retraísse muito. No entanto, com meu filho não sei o que acontecia, mas eu não me escondia, a puta que existia em mim vinha à tona. Nós nos movíamos desenfreados, sem parar — me fode, filho da puta, fode a sua mãe — uuf uuf mamãe, que gostoso.
— Espera, me dá por trás como uma vagabunda. Me virei e fiquei de quatro. Minha intenção era que ele penetrasse minha buceta, mas em vez disso ele colocou o pau na entrada do meu cu. No começo não disse nada, deixei, ele empurrou, senti meu cu se abrindo, parecia que ia rasgar — EEEEI, EEEEI, querido, gritei, para, para, meu amor, que você tá me machucando, falei.
— Vou arrebentar seu cu, mamãe.
— Para, filho, que tá doendo. Ele cuspiu na mão várias vezes, molhou a cabeça do pau e empurrou de novo — Vai devagar, filho, não seja bruto, não machuca sua mamãe, falei com medo — Você vai ver como vai gostar, eu sei que você é uma puta — AAAAI, AAAAI, que dor, gritei de novo quando ele enfiou um pouco, para, para, amor, eu tava falando quando ele segurou minha cintura, puxou com força pra dentro dele e meteu tudo, acho que inteiro, gritei AAAI, AAAI para, para, pelo amor de Deus.
Foi uma dor tremenda, parecia que ele tinha rasgado meu cu, fiquei bem quieta, lágrimas vieram aos meus olhos, me deixei cair pra frente. Meu filho continuava segurando minha cintura, sentia como duas garras apertando com força e o ferro quente dele dentro das minhas entranhas me apertando, quase sem conseguir respirar. Ele não tirava, apertava mais pra frente, eu não ousava nem respirar. Tava desejando que tudo acabasse, era dor, não prazer, que meu filho tava me dando naquele momento.
Ele empurrava, ofegava, e eu soluçava e rezava pra que aquele sofrimento terminasse, ainda bem que não durou muito — Uuf, uuf, vou gozar, mamãe, vou gozar no seu cu de puta. O pau dele cresceu dentro de mim e então senti calor, ele tava gozando dentro. Ele se deitou de lado, eu ainda fiquei de quatro, não ousava nem me mexer, doía muito.
Aos poucos me virei — Você me machucou Muito dano, filho. Disse ainda soluçando.
— Eu pensei que você gostasse.
— Não, não gostei, doeu muito. Te falei pra parar.
— Achei que você tava falando por falar, que tava gostando.
— Pois não, as lágrimas escorriam pelo meu rosto.
— Nunca te comeram por trás?
— Não, nunca. Seu pai tentou várias vezes, mas sempre doía e eu não deixava, respondi.
— Então me desculpa, mãe.
— Pois é, vai você, meu próprio filho, e faz isso comigo à força.
Ele me beijou na boca.
— Desculpa, mãe, só queria te dar prazer, não te machucar.
— Pois não fez muito bem, digamos assim.
Ele me beijou de novo, bem ternamente, várias vezes. Eu devolvi os beijos. Já estava começando a esquecer a violação do meu filho por trás, já estava começando a me excitar de novo, até que me dei conta da hora.
— Porra, filho, tenho que levantar, que horas são, meu Deus.
Ao passar pelo quarto, vi meu filho se masturbando. Me surpreendeu bastante, não por ele se masturbar, mas por fazer isso com a porta aberta. Ele estava em cima da cama, completamente nu, e batendo uma pra cima e pra baixo. Por uns instantes, fiquei olhando como ele se tocava, sem pensar, até que me disse: "Buceta, mas o que você tá fazendo?" e fui embora.
Durante aquele dia, não consegui tirar a cena da cabeça. Vinha à mente uma e outra vez, e eu tentava não pensar nisso. Era meu filho. Mas é claro que ele tinha uma bela pica, tudo tem que se dizer, e parecia bem durinha. Um moleque de 17 anos já é bem formado, mesmo sendo muito jovem. Eu não comentei nada, embora estivesse prestes a dizer que ele precisa manter a porta fechada se está nu. Mas me calei, talvez porque no fundo eu queria ver de novo.
No sábado seguinte, a mesma coisa aconteceu de novo. Eu ia tomar banho, a porta estava aberta, olhei pra dentro e lá estava ele outra vez, se masturbando de olhos fechados e gemendo de tanto prazer que sentia.
Dessa vez, não consegui evitar. Me afastei um pouco pra não ficar na frente da porta e fiquei observando. Sentia curiosidade de ver como ele fazia. Via como ele batia, puxava a pele pra cima... abaixo, deixando a cabeça dele de fora e depois voltava de novo. Depois de um tempo, não saberia dizer quanto, saiu o primeiro jato dele, esse primeiro foi forte, mas o segundo foi ainda mais, molhando até o torso, seguido de outros que já quase não levantavam muito.
Saí correndo para o chuveiro, com a cabeça naqueles jatos potentes de porra saindo do pau do meu filho. Quando entrei, toquei na buceta e estava completamente molhada. Enfiei um dedo na vagina e, sem pensar, comecei a me masturbar com a cabeça na punheta do meu filho. Quando tive o orgasmo, me senti mal. Como eu podia ficar com tesão pelo meu filho? Era nojento.
A semana foi passando e eu tentava não pensar nisso, embora fosse muito difícil, porque sem querer aquilo vinha à minha cabeça. E quando eu transava com meu marido, lá estava meu filho na minha mente, se masturbando e jorrando o esperma dele, e eu gozava como uma porca. Por causa dele, comecei a me masturbar com frequência, fazia isso todo dia e várias vezes em alguns dias.
Notei que meu filho me olhava muito, não sei se foi depois disso ou se ele já fazia antes. Sem perceber, comecei a me sentir mais gostosa, comprava lingerie sexy, que meu marido adorava, e andava mais arrumada. Não que eu não fizesse isso antes, mas parecia que eu queria seduzir. Um dia, quando levei nosso filho no carro, eu estava com um vestidinho curto e claro, mal cobrindo as pernas. Logo percebi que meu menino não parava de olhar para elas. Fiquei meio nervosa, não sei por quê. Bom, sei sim, porque me deixou com tesão, tanto que naquele mesmo dia tive vários orgasmos por causa do meu filho.
Sempre que o levava, eu colocava o vestido ou a saia mais curta que tinha e quase mostrava a calcinha quando sentava no carro. Eu sei que é errado falar isso, mas adorava que ele me visse. Um dia, senti a mão do meu filho na minha coxa. Olhei para baixo e vi ela na minha pele. Não disse nada, mas senti um tesão terrível por todo o corpo, tanto que notei minha A buceta dela ficou molhada quase de repente. Depois de um tempo, ela foi se esfregando devagarzinho na minha virilha, quando percebi, já tava tocando meu púbis no meio das minhas coxas. Não sabia o que fazer: se bancar a doida ou brigar com ela, porque tava gostando pra caralho.
Deixei ele um pouco até perceber como ele enfiava um dedo pra baixo, chegando na minha rachinha por cima da calcinha. Ele empurrava o dedo com força várias vezes — "Fica quieto, amor, não vê que eu tô dirigindo?", me ocorreu falar. Mas ele continuou, apertando e batendo com o dedo, até que eu tirei a mão dele, não de mal jeito, mas com delicadeza, enquanto dizia: "Anda, fica quieto, para de me apalpar." Saiu assim, e naquele dia ele não me tocou mais.Nunca imaginei que meu filho fosse me apalpar, mas aconteceu. Por uns dias, não sabia o que fazer, minha cabeça tava a mil. Pensava que tinha que conversar com ele, e outras vezes achava que era coisa de adolescente e que a bobagem ia passar. E além disso, gostei que ele me tocasse, o que eu ia fazer? Adorava. Isso me afetava não só porque eu era a mãe dele, mas porque me deixava com muito tesão, e não tava nem um pouco certo. Por uns dias, tentei passar sem olhar pro quarto, mesmo estando com tesão. Mas no fim, olhava de novo. Acho que ele me esperava pra se masturbar.
A história do carro acontecia sempre, e antes de entrar eu já tava com um tesão danado, pensando que meu filho ia me tocar, embora tivesse que fingir que tava ofendida, claro. Às vezes, deixava a mão dele um pouco mais tempo na minha virilha. Um dia, tava tão quente que resolvi dar uma surpresa nele. Decidi, na última hora, colocar a calcinha na bolsa e entrar no carro sem ela. Depois eu colocava no banheiro do escritório. Me toquei na buceta, já tava escorrendo.
Quando entrei no carro, me arrependi. Sabia que meu filho ia me tocar e ia perceber que eu tava sem calcinha. Percebi, antes de sentar, que por estar molhada, ia sujar o vestido. "Porra, não tinha pensado nisso", pensei. Não tive escolha senão levantar o vestido pra não sentar em cima. Meu filho logo reparou nas minhas pernas completamente nuas. Coloquei o vestido cobrindo as coxas e liguei o carro. Ele não demorou muito pra colocar a mão, como sempre fazia. Não era a primeira vez, como eu disse. Mas como eu estava sem calcinha, fiquei mais nervosa do que nunca.
Dessa vez ele levou a mão pra trás, tocando meu quadril, me acariciou, eu tava muito nervosa e sem mais nem menos ele começou a descer até minha entreperna, eu afastei a mão dele.
— Não, querido.
— Mas por quê? — ele perguntou, claro que achou estranho, já que fazia um tempo que eu deixava ele tocar um pouco.
— Hoje não.
— Mas se eu só acariciar, nada mais.
— Eu sei, querido, mas hoje não dá.
— Ah, deixa eu só um pouquinho, só te acariciar, nada mais.
— Já te falei que não.
— Só um pouquinho, vai, por favor.
— Só por cima da calcinha, então. — Estranhei ele não ter percebido que eu tava sem quando levantou o vestido.
— Não dá porque eu tô sem calcinha — falei sem pensar.
Que besteira que eu falei, o que meu menino vai pensar de mim? pensei.
Isso parece que animou ele ainda mais, porque ele enfiou a mão sem rodeios direto na minha entreperna de uma vez.
— Ei, para — falei quando senti um dedo no meio da minha racha molhada.
— Que macia, mamãe.
Ele ficou mexendo por uns segundos, mas eu não aguentei, tive que tirar a mão dele dali na hora.
Naquele dia me arrependi, mas fazer o quê, já tava feito.Na maioria das vezes tenho que me tocar sozinha, meu marido acorda cedo e sai correndo, fico muito sozinha e não tenho quem me faça feliz, é que tenho que confessar que sou muito safada. Comecei a passar na frente do quarto dele, com o roupão aberto e sem nada por baixo, mas ele sempre ficava de olhos fechados e eu me tocava, acariciava meus peitos, me masturbava com a buceta de fora na frente do quarto dele enquanto meu filho também fazia o mesmo. Comecei
deixar a porta do banheiro aberta, pra ele me ver, mas não acontecia nada e eu ficava frustrada, até que um dia. Tirei o gel e coloquei no outro banheiro e chamei meu filho gritando pra ele me ouvir – amor, pode trazer o gel do outro banheiro que acabou aqui? Na mesma hora me arrependi disso, parecia uma puta, mas já tava feito.Ele ficou na porta olhando atordoado com o pote na mão, eu tava nua e molhada dentro do chuveiro – entra amor, me dá o gel, vai. Eu tapava sem jeito meus peitos com a mão e o braço e minha buceta com a outra mão, ele tava só de cueca e com o pau duro igual um burro. Dava pra ver a cara de tesão dele ao me ver daquele jeito. Abri a porta de vidro, tive que tirar a mão dos peitos pra pegar o pote, ele ficou olhando pra eles como se tivesse bobão e depois desceu o olhar pra minha buceta, tirei a mão e estiquei os braços, mostrando meu corpo todo – mãe, como você tá? – mas o que você tá dizendo? respondi sorrindo.
Fechei a porta e comecei a me ensaboar, enquanto meu filho me olhava, eu já tava muito puta e meu filho ali parado vendo. – mãe, posso tomar banho com você também? Isso eu não esperava, não consegui responder, não sabia o que dizer, fiquei muito nervosa como se fosse uma colegial. – o que você tá dizendo amor, como vai tomar banho comigo? – vai, deixa eu entrar, ele não terminou de falar e já tava entrando no chuveiro do meu lado – o que você tá fazendo? Minha voz tremia, olhava pro pau dele, reto igual uma estaca apontando pra cima. Sem dizer uma palavra, começou a me ensaboar com a mão – só pelas costas, hein? falei enquanto me virava.
Senti na hora o pau dele contra minhas nádegas, como ele empurrava contra elas, não falei nada, eu tava cada vez mais molhada, tinha o chuveirinho na mão e a água escorria dos meus peitos, os olhos fechados sentindo a mão dele na minha pele. As mãos dele acariciavam minhas costas, desciam até a bunda e tocavam e apertavam enquanto o pau dele tava no meio das nádegas, empurrava e eu sentia a cabeçona entrando no meio Elas, eu não fazia nem dizia nada.
Ela subiu com a mão direita enquanto segurava minha cintura com a esquerda, chegou no meu peito por trás, olhei pra baixo, vi a mão dela fechando ele e apertando — oooh, soltei um gemido sem conseguir evitar. Ela subiu a outra mão e segurou meus dois peitos enquanto se colava em mim com força, me empurrando contra os azulejos do banheiro. A mangueira do chuveiro caiu no chão.
— O que, o que você tá fazendo, amor, por favor? — Ela não dizia nada.
Se apertou ainda mais contra mim por trás, sentia o corpo todo dela em cima do meu e como me empurrava.
— Afasta um pouquinho, por favor, que eu tô sentindo tudo de você contra mim — falei. Porra, quanto tempo fazia que eu não sentia uma coisa dessas.
— Me deixa, por favor, que eu sou sua mãe — falei, com a voz tremendo de tesão, enquanto minhas mãos faziam força contra o azulejo pra me segurar.
Eu continuava de costas, ela desceu a mão até minha buceta, enquanto descia, eu derretia de paixão. Quando chegou na minha ppk, começou a me tocar. Meteu um dedo entre meus lábios vaginais e começou a me masturbar ali mesmo, enquanto com a outra mão apertava meus peitos. Apertei os lábios, fechei a boca pra tentar não gemer, mas tava difícil pra caralho.Eu deixava ele não fazer nada, não conseguia, minha cabeça já tinha parado de existir naquele momento de tanta emoção que me tomava, tava sentindo algo muito forte, algo como nunca tinha sentido na vida, nem quando era adolescente. Abri as pernas e ele enfiou a mão mais pra baixo — aaaah, aaaah, o que você tá fazeeendo?

Deixa, deixa, uff, minha vida
como você tá me deixando, filho. Meu filho continuava passando a mão em mim bem fundo,
mexendo os dedos dentro da minha buceta, e apertando meus peitos com a outra mão,
meu menino tava me dominando —
você tá gostando, mamãe? Eu não sabia o que responder,
senti os lábios dele na minha nuca, ele me beijou várias vezes, me mordeu,
senti os dentes dele — toma cuidado, filho, não vai me fazer um chupão nem uma marca,
não queria que meu marido visse, não ia saber o que dizer pra ele, não ia contar
que foi nosso filho num momento de paixão —
não se preocupa, mamãe, ele me disse, vou te fazer sentir prazer, já vai ver,
tô com muita vontade de você.Se esfregava com força contra mim, como se quisesse juntar o corpo dela com o meu.
— Quero te foder — ela disse, sem parar de beijar meu pescoço.
Eu revirei os olhos, meu filho estava pronto pra me penetrar, queria foder a puta da mãe dele.
— Uuuf, oooh, tem certeza, amor? — que besteira eu falei, claro que ele tinha certeza, falei por falar.
— Sim, mamãe, por favor, quero te foder, tô com muita vontade, quero meter tudo dentro de você.
Sem pensar, me virei, peguei a cabeça do meu filho e dei um beijão daqueles na boca dele.
— Filho, te amo — falei. Ele abriu a boca, colocou a língua pra fora e enfiou na minha.
Começamos a nos beijar como dois adolescentes, com paixão, eu sem parar de acariciar o rosto do meu filho.
Ele, enquanto isso, metia a mão na minha buceta, eu mexia a bunda pra frente, tentando sentir mais a mão dele.
— Meu amoooor, te amooo, te amooo — eu falava sem parar.
Ele começou a mexer a pica em direção à minha buceta, eu senti ela encostada. A posição que a gente tava era desconfortável, eu tava com as costas apoiadas nos azulejos e escorregando, além disso, queria que minha primeira vez com meu filho fosse algo melhor.
— Espera, amor, melhor a gente ir pra cama — falei.
E foi assim, a gente se secou um pouco e foi se agarrando, se beijando e se tocando até chegar na minha cama. Parecíamos dois adolescentes no cio, meu filho era, mas eu era a puta gostosa da mãe dele.
Me deitei de barriga pra cima, abri as pernas, ele ficou olhando.
— Porra, mãe, como você é gostosa, que buceta boa —
— Vem, filho, deita em cima, me fode logo, tô aqui pra você.
Ele entrou na cama enquanto a pica dele balançava, era grande e grossa, eu lambi os lábios só de olhar.
Ele se deitou em cima como eu pedi, segurei a pica dele, acariciei um pouco, puxei o prepúcio pra trás e coloquei, sem mais enrolação, na entrada da vagina.
— Fode a tarada da sua mamãe, vai.
Não tava pra muitas frescuras, queria ela dentro e queria já, depois de tantos dias pensando nela e me masturbando que nem uma louca, e quando fodava com meu marido pensando no meu filho. Porra, finalmente, eu pensei.
Quando notei ela na entrada, eu disse:
— Empurra, amor, eu ajudei também com a bunda e *zaaas*, ele meteu tudo até o fundo.
— OOOOuuuu, oooh meu senhoooor — gritei de prazer —, finalmente, oooh finalmente, querido, tenho você dentro de mim, oooh, ooooh minha vidaaaa.
— Mamãe, mamãe, adoro te foder.
Ele dizia isso enquanto eu sentia ele saindo e entrando na minha buceta.
— Eu também, minha vida, me fode, vai, fode a sua mamãe, que é uma putinha, me dá prazer, filhoooh, oooh.Começamos a nos mover ritmicamente, dava pra ouvir nossos corpos batendo, chot, chot, chot, enquanto meu filho enfiava o pau dele até o fundo em mim uma vez atrás da outra. Eu sentia ele dentro de mim — "te sinto dentro, filho", eu envolvia ele com minhas coxas e apertava com força, quase não deixava ele se mexer — "não sou sua mãe, sou uma puta, me fode como uma puta, vai." — "Sim, mamãe, sim, você é minha puta, você é uma vagabunda.
oooh minha vidaaa como você me deixa, quanto eu desejava isso filho que você me fodesse, mete até o fundo, arrebenta minha bucetaaa, eu deixo tudo, tudooo, meu amor, uuuf uuf como eu sinto ela, assim, assim mesmo, filho da puta, você tá me fodendo finalmente, né? cê gosta? - sim mamãe, adoro, meu filho ofegava e umas gotas de saliva caíam da boca dele, enquanto eu já tava fora de mim, falava coisas que nunca tive coragem de falar pro meu marido. Adorava me sentir suja e safada, isso me excitava muito, ser tratada como uma puta quando tava sendo fodida, bom, meu marido claro, mas com ele eu me segurava muito. Já com meu filho, sei lá o que rolava, mas eu não me escondia, a puta que existia em mim vinha à tona. A gente se mexia sem parar, desenfreados - me fode filho da puta, fode a sua mãezinhaa - uuf uuf mamãe que gostoso. - espera, me dá por trás igual uma vagabunda, me virei e fiquei de quatro. Minha intenção era que ele penetrasse minha buceta, mas em vez disso ele colocou o pau na entrada do meu cu. No começo não falei nada, deixei, ele empurrou, senti meu cu se abrindo, parecia que ia rasgar - EEEEI, EEEEI querido, gritei, para, para meu amor, que tá me machucando, falei. - vou arrebentar sua bunda, mamãe. - quieto filho, que tá doendo, ele cuspiu na mão várias vezes, molhou a cabeça do pau e empurrou de novo - vai devagar filho, não seja bruto, não machuca sua mãe, falei com medo - já vai ver como cê vai gostar, eu sei que você é uma puta - AAAAI AAAAI, que dór, gritei de novo quando ele enfiou um pouco, para, para amor, eu tava falando quando ele segurou minha cintura, puxou com força pra ele e meteu tudo, acho que inteira, gritei AAAI, AAAI para paraa pelo amor de Deus. Foi uma dor tremenda, parecia que tinha rasgado minha bunda, fiquei bem quieta, lágrimas vieram nos meus olhos, me deixei cair pra frente. Meu filho continuava segurando minha cintura, sentia como duas garras apertando com força e o ferro quente dele dentro das minhas entranhas me apertando, quase sem conseguir respirar. Ele não tirava, apertava mais. Vai pra frente, eu nem ousava respirar. Tava morrendo de vontade que aquilo acabasse, era dor, não prazer, que meu filho tava me dando naquele momento. Ele empurrava, ofegava, e eu soluçava e rezava pra que aquele sofrimento terminasse, ainda bem que não durou muito. — Uuuf, uuf, vou gozar, mamãe, vou gozar dentro da sua buceta de puta. O pau dele cresceu dentro de mim e aí senti um calor, ele tava gozando lá dentro. Ele se deitou de lado, eu ainda fiquei de quatro, não ousava nem me mexer, tava doendo pra caralho. Aos poucos me virei. — Você me machucou muito, filho — falei ainda soluçando. — Achei que você gostava. — Não, não gostei, doeu pra cacete, te falei pra parar. — Achei que era só da boca pra fora, que você gostava. — Pois não — as lágrimas escorriam pelo meu rosto. — Nunca te comeram por trás? — Não, nunca. Seu pai tentou várias vezes, mas sempre doía e eu não deixava — respondi. — Então me desculpa, mamãe. — Viu só, você, meu próprio filho, me forçou a fazer isso.Me beijou na boca.— Desculpa, mãe, só queria te dar prazer, não te machucar.
— Pois é, não fez muito bem, não.
Ele me beijou de novo, bem suavemente, várias vezes, e eu devolvi os beijos. Já estava começando a esquecer a violação do meu filho por trás, já estava começando a me excitar de novo, até que me dei conta da hora.
— Porra, filho, tenho que levantar, que horas são, meu Deus.
Ao passar pelo quarto, vi meu filho se masturbando. Fiquei bem surpresa, não por ele estar batendo uma, mas por fazer isso com a porta aberta. Ele estava em cima da cama, completamente pelado, socando a vara pra cima e pra baixo. Por uns instantes, fiquei olhando ele se punhetar sem pensar, até que me toquei: "Porra, o que cê tá fazendo?" e fui embora.Naquele dia, não consegui tirar a cena da cabeça. Ela vinha à mente uma hora e outra, e eu tentava não pensar nisso — era meu filho. Mas, claro, ele tinha uma bela pica, tenho que admitir, e parecia bem durinha. Um moleque de 17 anos já é bem formadinho, mesmo sendo muito novo. Não comentei nada com ele, embora quase tenha dito que precisa fechar a porta se vai ficar pelado. Mas me calei, talvez porque no fundo eu queria ver de novo.
No sábado seguinte, aconteceu de novo. Eu ia tomar banho, a porta estava aberta, olhei pra dentro e lá estava ele, se masturbando de novo, de olhos fechados e gemendo de prazer.
Dessa vez, não consegui evitar. Me afastei um pouco pra não ficar na frente da porta e fiquei observando. Tava curiosa pra ver como ele fazia. Via ele batendo uma, puxando a pele pra baixo, deixando a cabeça de fora, e depois voltando. Depois de um tempo — não sei dizer quanto — saiu o primeiro jato. O primeiro foi forte, mas o segundo foi ainda mais, molhando até o peito, seguido de outros que já quase não levantavam.
Saí correndo pro chuveiro, com a cabeça naqueles potentes jatos de porra saindo da pica do meu filho. Quando entrei, toquei na buceta e tava completamente molhada. Enfiei um dedo na vagina e, sem pensar, comecei a me masturbar pensando na punheta do meu filho. Quando gozei, me senti mal. Como eu podia ficar excitada com meu filho? Era nojento.
A semana foi passando, e eu tentava não pensar nisso, embora fosse muito difícil, porque sem querer aquilo vinha à cabeça. E quando eu transava com meu marido, aquilo estava lá. meu filho na minha mente se masturbando e jogando o sêmen dele pra fora, e eu gozava que nem uma porca, por culpa dele comecei a me masturbar com frequência, fazia isso todo dia e várias vezes em alguns dias.
Percebi que meu filho me olhava muito, não sei se foi depois disso ou se ele já fazia antes. Sem perceber, comecei a me sentir mais gostosa, comprava lingerie sexy, que meu marido adorava, e andava mais arrumada. Não que eu não fizesse isso antes, mas parecia que eu tava com vontade de seduzir. Um dia que levei nosso filho no carro, eu tava com um vestidinho curto e claro, mal cobria as pernas. Logo percebi que meu menino não parava de olhar pra elas, fiquei meio nervosa, não sei por quê, bom, sei sim, porque me deixou com tesão, tanto que naquele mesmo dia tive vários orgasmos por causa do meu filho.Eu, toda vez que levava ele, colocava o vestido ou a saia mais curta que tinha e quase ia mostrando a calcinha quando sentava no carro. Sei que é errado falar isso, mas adorava que ele me visse. Um dia, senti a mão do meu filho na minha coxa, olhei pra baixo e vi ela na minha pele. Não falei nada, mas deu um tesão danado no corpo todo, tanto que senti minha buceta molhar quase na hora. Depois de um tempo, a mão foi deslizando devagar até minha virilha. Quando percebi, ele tava tocando meu púbis no meio das minhas coxas. Não sabia o que fazer: se fingir de louca ou dar uma bronca nele, é que eu tava gostando.
Deixei ele um pouco até perceber como ele enfiava um dedo pra baixo, chegando na minha rachinha por cima da calcinha, empurrou com força o dedo várias vezes — fica quieto, amor, não vê que eu tô dirigindo? — falei, me ocorreu dizer. Mas ele continuou, apertando e batendo com o dedo, até que eu tirei a mão dele, não com grosseria, mas com delicadeza, enquanto dizia — anda, fica quieto, para de me apalpar — saiu assim, naquele dia ele não me tocou mais.Nunca imaginei que meu filho fosse me apalpar, mas aconteceu. Por uns dias, não sabia o que fazer, a cabeça tava a mil, pensava que tinha que conversar com ele e outras vezes achava que era um adolescente e que a besteira ia passar, e além disso, gostei que ele me tocasse, o que eu ia fazer? Adorava. Isso me afetava não só porque eu era a mãe dele, mas porque me deixava com muito tesão e não tava nem um pouco certo. Por uns dias, tentei passar sem olhar pro quarto, mesmo estando com tesão. Mas no final, voltava a olhar de novo, acho que ele me esperava pra se masturbar.
A do carro acontecia sempre e eu, antes de entrar, já tava com um tesão danado pensando que meu filho ia me tocar, embora tivesse que fingir que tava ofendida, claro. Às vezes, deixava a mão dele um pouco mais tempo na minha virilha. Um dia, tava tão quente que decidi dar uma surpresa nele. Resolvi de última hora colocar a calcinha na bolsa e entrar no carro sem ela, depois colocaria no banheiro do escritório. Me toquei na buceta, já tava escorrendo.
Ao entrar no carro, me arrependi, sabia que meu filho ia me tocar e ia perceber que eu tava sem calcinha. Percebi antes de sentar que, por estar molhada, ia sujar o vestido, porra, não tinha pensado nisso. Não tive escolha a não ser levantar o vestido pra não sentar em cima. Meu filho logo reparou nas minhas pernas completamente nuas, coloquei o vestido cobrindo as coxas e liguei o carro. Não demorou muito pra ele colocar a mão como sempre fazia. Não era a primeira vez, como eu disse. Mas como eu estava sem calcinha, fiquei mais nervosa do que nunca.
Dessa vez, ele levou a mão pra trás, tocando meu quadril, me acariciou. Eu tava muito nervosa e, sem mais, ele começou a descer até minha entreperna. Eu afastei a mão dele.
— Não, amor.
— Mas por quê? — ele perguntou. Claro, achou estranho, já que fazia um tempo que eu deixava ele tocar um pouco.
— Hoje não.
— Mas é só uma carícia, nada mais.
— Eu sei, amor, mas hoje não dá.
— Ah, deixa eu só um pouquinho, só te acariciar, nada mais.
— Já te falei que não.
— Só um pouco, vai, por favor.
— Só por cima da calcinha, então. — Estranhei ele não ter percebido, ao levantar o vestido, que eu tava sem ela.
— Não dá, porque eu tô sem calcinha — falei sem pensar.
Que besteira eu falei, o que meu menino vai pensar de mim? — pensei.
Isso pareceu animá-lo ainda mais, porque ele enfiou a mão sem rodeios direto na minha entreperna, de uma vez.
— Ei, para — falei quando senti um dedo no meio da minha racha molhada.
— Que macia, mamãe.
Ele mexeu por uns segundos, mas eu não aguentei. Tive que tirar a mão dele dali na hora. Naquele dia, me arrependi disso, mas fazer o quê, já estava feito.Na maioria das vezes tenho que me tocar sozinha, meu marido acorda cedo e sai correndo, fico muito sozinha e não tenho quem me faça feliz, é que tenho que confessar que sou muito safada. Comecei a passar na frente do quarto dele, com o roupão aberto e sem nada por baixo, mas ele sempre ficava de olhos fechados e eu me tocava, acariciava meus peitos, me masturbava com a buceta de fora na frente do quarto dele enquanto meu filho também fazia o mesmo. Comecei

Deixar a porta do banheiro aberta pra ele me ver, mas não acontecia nada e eu ficava frustrada, até que um dia. Tirei o gel e coloquei no outro banheiro e chamei meu filho gritando pra ele me ouvir:
— Amor, pode trazer o gel do outro banheiro que acabou aqui?
Na mesma hora me arrependi disso, parecia uma puta, mas já era tarde.Ele ficou parado na porta, olhando atordoado com o frasco na mão, eu estava nua e molhada dentro do chuveiro — entra, amor, me dá o gel, vai. Eu tapava desajeitadamente meus peitos com a mão e o braço, e minha buceta com a outra mão, ele estava só de cueca e duro como um burro. Dava pra ver a cara de tesão dele ao me ver daquele jeito. Abri a porta do box, tive que tirar a mão dos meus peitos pra pegar o frasco, ele ficou olhando pra eles como se estivesse bobão e depois desceu o olhar pra minha buceta, eu tirei a mão e estiquei os braços, mostrando todo o meu corpo — mamãe, como você tá? — mas o que você tá dizendo? respondi sorrindo. Fechei o box e comecei a me ensaboar, enquanto meu filho me olhava, eu já tava muito puta e meu filho ali parado vendo. — Mãe, posso tomar banho com você também? Isso eu não esperava, não consegui responder, não sabia o que dizer, fiquei muito nervosa como se fosse uma colegial. — O que você tá dizendo, amor, como vai tomar banho comigo? — Vai, deixa, ele não terminou de falar isso e já tava entrando no box do meu lado — o que você tá fazendo? Minha voz tremia, eu olhava pro pau dele, reto como uma estaca apontando pra cima. Sem dizer uma palavra, ele começou a me ensaboar com a mão — só pelas costas, hein? falei enquanto me virava. Senti na hora o pau dele contra minhas nádegas, como ele empurrava contra elas, não falei nada, eu tava cada vez mais molhada, tinha o chuveirinho na mão e a água escorria dos meus peitos, os olhos fechados sentindo a mão dele na minha pele. As mãos dele acariciavam minhas costas, desciam até a bunda e tocavam e apertavam enquanto o pau dele ficava no meio das nádegas, empurrava e eu sentia a cabeçona dele se enfiar no meio delas, eu não fazia nem dizia nada. Ele subia com a mão direita enquanto segurava minha cintura com a esquerda, chegou no meu peito por trás, olhei pra baixo, vi a mão dele fechando em volta dele e apertando — aaaah, soltei um gemido sem conseguir evitar, ele subiu a outra mão e segurou os dois peitos enquanto se colava contra mim com força, me fazendo ir contra os azulejos do banheiro. A mangueira do chuveiro caiu no chão — o que, o que você tá fazendo, amor, pelo amor de Deus? Não dizia nada.
Ele se apertou ainda mais contra mim por trás, sentia o corpo todo dele em cima do meu e como ele me empurrava — afasta um pouquinho, por favor, que eu tô sentindo ele todo contra mim, falei. Porra, quanto tempo fazia que eu não sentia algo assim.
— Me deixa, pelo amor de Deus, que eu sou sua mãe, falei com a voz tremendo de emoção, enquanto minhas mãos faziam força contra o azulejo pra me segurar. Eu continuava de costas, ele desceu a mão até minha buceta, enquanto descia, eu me derretia de tesão, quando chegou na minha ppk começou a me tocar. Enfiou um dedo entre meus lábios vaginais e começou a me masturbar ali mesmo, enquanto com a outra mão apertava meus peitos, eu apertei os lábios, fechei a boca pra tentar não gemer, mas tava difícil pra caralho.
Eu deixava, não fazia nada, não conseguia, minha cabeça já tinha deixado de existir naquele momento de tanta emoção que me tomava, tava sentindo algo muito forte, algo como nunca tinha sentido na vida, nem quando era adolescente. Abri as pernas e ele enfiou a mão mais pra baixo — oooh, oooh, o que você tá fazeeendo? Deixa, deixa, uuf, minha vida, como você tá me deixando, filho. Meu filho continuava me apalpando bem fundo, mexendo os dedos dentro da minha buceta, e apertando meus peitos com a outra mão, meu menino tava me dominando — cê tá gostando, mamãe? Não sabia o que responder, senti os lábios dele no meu pescoço, me beijou várias vezes, me mordeu, senti os dentes dele — tem cuidado, filho, não vai me fazer um chupão nem uma marca, não queria que meu marido visse, não ia saber o que dizer, não ia falar que foi nosso filho num momento de tesão — não se preocupa, mamãe, ele disse, vou te fazer sentir prazer, já vai ver, tô com muita vontade de você.
Ele se esfregava contra mim com força, como se quisesse juntar o corpo dele com o meu — quero te foder, ele disse sem parar de beijar meu pescoço. Eu revirei os olhos, meu filho tava disposto a me penetrar, queria foder a puta da mãe dele — uuuf, oooh, cê tá... seguro, gostosa? Que besteira eu falei, claro que tava seguro, falei por falar.
– sim, mamãe, por favor, quero te foder, tô com muita vontade, quero meter tudo dentro de você.
Sem pensar, me virei, peguei a cabeça do meu filho e dei um beijão daqueles na boca dele.
– filho, te amo, falei, ele abriu a boca e colocou a língua na minha. Começamos a nos beijar como dois adolescentes, com paixão, eu sem parar de acariciar o rosto do meu filho. Ele, enquanto isso, metia a mão na minha buceta, eu mexia a cintura pra frente, tentando sentir mais a mão dele.
– meu amoooor, te amooo, te amooo, eu falava sem parar. Ele começou a mover a pica em direção à minha buceta, senti ela encostada. A posição que a gente tava era desconfortável, eu com as costas apoiadas nos azulejos e escorregando, além disso, queria que meu primeiro tesão com meu filho fosse algo melhor.
– espera, amor, melhor a gente ir pra cama, falei. E foi assim, a gente se secou um pouco e foi se agarrando, se beijando e se tocando até chegar na minha cama, parecíamos dois adolescentes no cio, meu filho era, mas eu era a puta quente da mãe dele. Deitei de barriga pra cima, abri as pernas, ele ficou olhando.
– porra, mãe, que gostosa que você tá, que buceta gostosa, – vem, filho, sobe em cima, me fode, vai, tô aqui pra você.
Ele entrou na cama enquanto a pica dele balançava, era grande e grossa, lambi os lábios só de olhar pra ela. Subiu em cima como eu mandei, segurei a pica dele, acariciei um pouco, puxei o prepúcio pra trás e coloquei, sem mais enrolação, na entrada da buceta.
– fode a tarada da sua mãe, vai. Não tava pra frescura, queria ela dentro e queria já, depois de tantos dias pensando nela e me masturbando que nem uma louca, e quando fodía com meu marido pensando no meu filho, porra, finalmente, pensei.
Quando senti ela na entrada, falei:
– empurra, amor, ajudei também com a cintura e zaaas, meteu tudo até o fundo.
– OOOOuuuu, oooh meu amooOooor, gritei de prazer – finalmeeeente, oooh finalmente, querido, te tenho dentro de mi, oooh, ooooh minha vidaaaa- mamãe, mamãe, adoro te foder.
Ele me dizia enquanto eu sentia ele saindo e entrando da minha buceta.
- eu também
minha vida, me fode, vai, fode a sua mamãe, que é uma putinha, me dá prazer filhooooh, ooooh.Começamos a nos mover ritmicamente, dava pra ouvir nossos corpos batendo, chot, chot, chot, enquanto meu filho enfiava o pau dele até o fundo dentro de mim, uma e outra vez. Eu sentia ele lá dentro — "te sinto dentro, filho", eu envolvia ele com minhas coxas e apertava com força, quase não deixava ele se mexer — "não sou sua mãe, sou uma puta, me fode como se fosse uma puta, vai." — "Sim, mamãe, sim, você é minha puta, você é uma vagabunda.
oooh minha vidaaa como você me deixa, quanto eu desejava isso filho que você me fodesse, mete até o fundo, arrebenta minha bucetaaa, eu deixo tudo, tudooo, meu amor, uuuf uuf como eu sinto ela, assim, assim mesmo, filho da puta, você tá me fodendo finalmente né, cê gosta? - sim mamãe, adoro, meu filho ofegava e umas gotas de saliva caíam da boca dele, enquanto eu já tava fora de mim, falava coisas que nunca tive coragem de falar pro meu marido. Adorava me sentir suja e safada, isso me excitava muito, ser tratada como uma puta quando me fodiam, bom, meu marido claro, embora com ele eu me segurava muito. Mas com meu filho não sei o que acontecia, não me escondia, a puta que existia em mim aparecia. A gente se mexia sem freio, sem parar - me fode filho da puta fode a sua mãezinha - uuf uuf mamãe que gostoso. - espera, me dá por trás que nem uma vagabunda, me virei e fiquei de quatro. Minha intenção era que ele penetrasse minha buceta mas em vez disso ele colocou o pau na entrada do meu cu. No começo não falei nada, deixei, ele empurrou, senti meu cu se abrindo, parecia que ia rasgar - EEEEI, EEEEI querido, gritei, para, para meu amor, que tá me machucando falei. - vou arrebentar sua bunda mamãe. - quieto filho que tá doendo, ele cuspiu na mão várias vezes molhou a cabeça do pau e empurrou de novo - vai devagar filho, não seja bruto, não machuca sua mãe, falei com medo - cê vai ver como cê vai gostar, eu sei que cê é uma puta - AAAAI AAAAI, que dor, gritei de novo quando ele enfiou um pouco, para, para amor, eu tava falando quando ele segurou minha cintura apertou com força pra dentro dele e enfiou, acho que tudo, gritei AAAI AAAI para paraa pelo amor de deus. Foi uma dor tremenda, parecia que tinha rasgado meu cu, fiquei bem quieta, lágrimas vieram nos meus olhos, me deixei cair pra frente. Meu filho continuava segurando minha cintura, sentia como duas garras apertando com força e o ferro quente dele dentro das minhas entranhas me apertando, quase sem conseguir respirar. Ele não tirava, apertava mais. Vai pra frente, eu nem ousava respirar. Tava morrendo de vontade que aquilo acabasse, era dor, não prazer, que meu filho tava me dando naquele momento. Ele empurrava, ofegava, e eu soluçava e rezava pra que aquele sofrimento terminasse, ainda bem que não durou muito. — Uuuf, uuf, vou gozar, mamãe, vou gozar na sua buceta de puta. O pau dele cresceu dentro de mim e aí senti um calor, ele tava gozando dentro. Ele se deitou de lado, eu ainda fiquei de quatro, nem ousava me mexer, tava doendo muito.
Aos poucos me virei. — Me fez muita mal, filho — falei ainda soluçando.
— Pensei que você gostava.
— Não, não gostei, doeu muito, falei pra você parar.
— Achei que era só da boca pra fora, que você gostava.
— Pois não — as lágrimas escorriam pelo meu rosto. — Nunca meteram por trás em você?
— Não, nunca. Seu pai tentou várias vezes, mas sempre doía e eu não deixava — respondi.
— Então me desculpa, mamãe.
— Pois é, vai você, meu próprio filho, e faz isso à força.Ele me beijou na boca.
— Desculpa, mãe, só queria te dar prazer, não te machucar.
— Pois é, não fez muito bem, não.
Ele me beijou de novo, bem suave, várias vezes, e eu devolvi os beijos. Já tava começando a esquecer a violação do meu filho por trás, já tava começando a me excitar de novo, até que eu vi as horas.
— Porra, filho, tenho que levantar, que horas são, meu Deus.

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