Fui visitar minha irmã, depois do meu divórcio fazia tempo que não via ela, desde que casei e fui morar em outro país. Depois de me separar do meu marido, fiquei uns dias na casa delas.
Eles são uma família muito bonita e conservadora, ela e o marido cristãos devotos, pelo menos era o que eu pensava. Minha sobrinha na universidade, muito parecida com a gente, olhos claros lindos, um corpo de matar, dona de muitas punhetas dos colegas, professores e uma ou outra que me inclui também kkkkk.
Aprendi nesses dias a ser mais liberal, experimentar ter certos tipos de aventuras, com homens e mulheres. No começo com elas tudo normal, mas aos poucos o corpo pedia atividade, se é que vocês me entendem.
Fui no guarda-roupa da minha sobrinha, roubei um par de calcinhas fio dental pra me consolar kkkk usava elas como apoio emocional. Muitas vezes eu espiava ela se trocando, na confiança entre garotas a gente andava de calcinha e sutiã as três, isso me deixava com tesão. Uma ou outra roçada de quadril na minha irmã, na minha sobrinha era a mais gostosa. De noite eu batia uma punheta com as calcinhas fio dental da minha sobrinha.
Eu fazia isso tantas vezes que um dia fiz com a porta aberta e de manhã, estava eu na minha, me esfregando na minha buceta com meus dedinhos, quando de repente vejo minha irmã me olhando na porta, apertando um peito e mordendo os lábios. Fiquei estupefata, quando de repente ela veio até mim com passos suaves, e a centímetros de mim, acariciando com a mão, pegou as calcinhas da minha sobrinha e disse com voz firme: "É isso que você faz, vagabunda, se masturba com a roupa da sua filha.
Pego a lata, tiro das minhas mãos, levo até a boca e digo: "Temos uma surpresa pra você. Faz tempo que sabemos o que você faz, sempre te observamos. Desde que você chegou, você foi nossa fantasia."
Ela me pega pela mão, e a gente se levanta, as duas. De repente, vejo minha sobrinha também aparecendo na porta. "Oi, tia, faz tempo que a gente esperava por isso." As duas ficaram do meu lado, uma na esquerda, outra na direita.
Elas começaram a me tocar de um jeito suave, mas quente, sabiam mover as mãos com paixão, dava pra ver que já tinham feito aquilo antes, elas eram as feras e eu a presa. Aos poucos, iam chegando nas minhas partes íntimas, mas com delicadeza, eu mordia os lábios e me entregava a esse prazer lésbico incestuoso. Elas me faziam virar de um lado pro outro, e passavam a mão no meu corpo enquanto me provocavam.
Me beijavam o corpo todo como um par de leoas selvagens, uma me beijava pela frente, a outra por trás, sem hesitar me sentei de costas pra elas, entregando meu corpo aos desejos delas, me deixei levar, só sentia como acariciavam e beijavam meu corpo, mãe e sobrinha me tinham nas mãos, excitada, molhada pelos desejos delas.
Elas chupavam meu miculito enquanto enfiavam os dedos no meu cu e na minha buceta, de um jeito tão suave mas firme, que me fazia vibrar. Eu gemia e gemia enquanto elas faziam o delas, seus sucos se misturavam com a saliva delas.
Me viraram, uma tava na minha buceta, a outra me beijava com paixão, eu correspondia brincando com nossas línguas enquanto a outra lambia meu clitóris.
Depois foi a vez da minha irmãzinha, eu comer a bucetinha dela e estimular com meus dedos safados enquanto minha sobrinha fazia o mesmo comigo. Eu sou boa, girava meus desejos em círculos enquanto minha irmãzinha se virava, dando gritos de prazer, mordendo os lábios, gritava igual uma putinha no cio.
A última foi minha sobrinha, dona das minhas punhetas femininas. Eu a peguei com todo aquele prazer e desejo que estavam escondidos. Agora sim, pequena vadia, você seria minha. Eu comeria essa buceta como manda o figurino: lamber, acariciar, enfiar meus dedos, girar e lamber. Assim como a mãe se contorcia de prazer, eu tive minha irmã e minha sobrinha como amantes. Já não tinha meu marido, mas agora tinha uma família que cuidaria de mim.
Eles são uma família muito bonita e conservadora, ela e o marido cristãos devotos, pelo menos era o que eu pensava. Minha sobrinha na universidade, muito parecida com a gente, olhos claros lindos, um corpo de matar, dona de muitas punhetas dos colegas, professores e uma ou outra que me inclui também kkkkk.
Aprendi nesses dias a ser mais liberal, experimentar ter certos tipos de aventuras, com homens e mulheres. No começo com elas tudo normal, mas aos poucos o corpo pedia atividade, se é que vocês me entendem.
Fui no guarda-roupa da minha sobrinha, roubei um par de calcinhas fio dental pra me consolar kkkk usava elas como apoio emocional. Muitas vezes eu espiava ela se trocando, na confiança entre garotas a gente andava de calcinha e sutiã as três, isso me deixava com tesão. Uma ou outra roçada de quadril na minha irmã, na minha sobrinha era a mais gostosa. De noite eu batia uma punheta com as calcinhas fio dental da minha sobrinha.
Eu fazia isso tantas vezes que um dia fiz com a porta aberta e de manhã, estava eu na minha, me esfregando na minha buceta com meus dedinhos, quando de repente vejo minha irmã me olhando na porta, apertando um peito e mordendo os lábios. Fiquei estupefata, quando de repente ela veio até mim com passos suaves, e a centímetros de mim, acariciando com a mão, pegou as calcinhas da minha sobrinha e disse com voz firme: "É isso que você faz, vagabunda, se masturba com a roupa da sua filha.
Pego a lata, tiro das minhas mãos, levo até a boca e digo: "Temos uma surpresa pra você. Faz tempo que sabemos o que você faz, sempre te observamos. Desde que você chegou, você foi nossa fantasia."Ela me pega pela mão, e a gente se levanta, as duas. De repente, vejo minha sobrinha também aparecendo na porta. "Oi, tia, faz tempo que a gente esperava por isso." As duas ficaram do meu lado, uma na esquerda, outra na direita.
Elas começaram a me tocar de um jeito suave, mas quente, sabiam mover as mãos com paixão, dava pra ver que já tinham feito aquilo antes, elas eram as feras e eu a presa. Aos poucos, iam chegando nas minhas partes íntimas, mas com delicadeza, eu mordia os lábios e me entregava a esse prazer lésbico incestuoso. Elas me faziam virar de um lado pro outro, e passavam a mão no meu corpo enquanto me provocavam.
Me beijavam o corpo todo como um par de leoas selvagens, uma me beijava pela frente, a outra por trás, sem hesitar me sentei de costas pra elas, entregando meu corpo aos desejos delas, me deixei levar, só sentia como acariciavam e beijavam meu corpo, mãe e sobrinha me tinham nas mãos, excitada, molhada pelos desejos delas.
Elas chupavam meu miculito enquanto enfiavam os dedos no meu cu e na minha buceta, de um jeito tão suave mas firme, que me fazia vibrar. Eu gemia e gemia enquanto elas faziam o delas, seus sucos se misturavam com a saliva delas.
Me viraram, uma tava na minha buceta, a outra me beijava com paixão, eu correspondia brincando com nossas línguas enquanto a outra lambia meu clitóris. Depois foi a vez da minha irmãzinha, eu comer a bucetinha dela e estimular com meus dedos safados enquanto minha sobrinha fazia o mesmo comigo. Eu sou boa, girava meus desejos em círculos enquanto minha irmãzinha se virava, dando gritos de prazer, mordendo os lábios, gritava igual uma putinha no cio.
A última foi minha sobrinha, dona das minhas punhetas femininas. Eu a peguei com todo aquele prazer e desejo que estavam escondidos. Agora sim, pequena vadia, você seria minha. Eu comeria essa buceta como manda o figurino: lamber, acariciar, enfiar meus dedos, girar e lamber. Assim como a mãe se contorcia de prazer, eu tive minha irmã e minha sobrinha como amantes. Já não tinha meu marido, mas agora tinha uma família que cuidaria de mim.
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