Minha filha ia se casar com 20 anos, depois de já morar junto com o parceiro por mais de três anos. Ela me pediu pra ser o padrinho, e a madrinha seria a mãe do noivo.
Tanto minha filha quanto o namorado são médicos: ela é ginecologista e ele, cirurgião. Trabalham no mesmo hospital; ela atende de manhã e ele faz plantões, porque as salas de cirurgia funcionam 24 horas por dia.
Eu, já com 56 anos, estava viúvo há um ano, depois da morte repentina da minha esposa, e morava numa cidade a 50 km de onde minha filha e toda a família do noivo viviam — e era lá que o casamento ia rolar.
Claro que aceitei, e minha filha disse que ia reservar um quarto pra mim no mesmo hotel da festa, porque, nos custos do hotel, já vinham incluídas, além da suíte pros noivos, mais uns dois quartos pros padrinhos.
O apartamento onde eles moram fica longe pra caralho do hotel, então era muito mais prático aproveitar o quarto do hotel naquela noite.
O casamento era à tarde e tudo rolava no hotel, até a cerimônia, já que era civil — em vez de padre, quem casava era o prefeito da cidade, que era amigo da família do noivo.
Eu fui de carro e cheguei no hotel na hora do almoço, porque tinha combinado de comer com minha filha e o noivo por lá. Depois, cada um ia pro seu quarto descansar e se arrumar pra cerimônia, que era às 8 da noite.
Depois da cerimônia, tinha um coquetel nos jardins do hotel, porque era verão e tava um calor gostoso. Em seguida, o jantar e, depois, baile na discoteca do hotel, com open bar até as três da manhã.
Quando cheguei, peguei a chave do meu quarto na recepção e subi pro último andar — porque, segundo o funcionário que me atendeu, o quarto ficava bem em frente da suíte reservada pros noivos.
Depois, desci pro restaurante, onde minha filha, o noivo e os pais dele já estavam me esperando. A gente se conhecia todo mundo, porque tinham ido no funeral da minha esposa e eu não via minha filha desde então.
Minha filha tava usando uma calça jeans apertada e uma regata, também justa. As duas roupas destacavam todas as curvas do corpo dela, mostrando bem a gostosura que ela tem.
Com aquele corpo, o cabelo preto bem curtinho, os olhos azuis claros e a pele muito branca, ela ainda parecia uma menininha pra mim, a garotinha que sempre foi.
Ela sempre foi muito carinhosa comigo e, no nosso relacionamento, beijos e abraços eram algo normal.
Então, quando cheguei, ela me recebeu com um abraço forte e demorado e vários beijos no rosto.
Tenho que admitir que sempre fui apaixonado pela minha filha, nunca lidei bem com os relacionamentos dela, sentia ciúmes dos namorados dela e agora que ela ia se casar, tava levando bem mal, embora não tivesse escolha a não ser disfarçar e passar felicidade.
Os pais do noivo não ocuparam o quarto que tinham reservado, já que moravam ali mesmo e preferiam dormir na casa deles.
E bom, tudo foi acontecendo como planejado: cerimônia, coquetel, jantar e dança.
Minha filha tava impressionante, não usava um vestido de noiva tradicional. Ela vestia um vestido branco justo que chegava alguns centímetros acima dos joelhos, com zíper escondido nas costas, um decote discreto, um colar de pérolas e uma espécie de chapéu branco pequeno com um enfeite sutil, meias pretas e sapatos de salto também brancos.
Os noivos abriram a dança, e depois o noivo dançou com a madrinha, que era a mãe dele, e a noiva com o padrinho, que era eu.
Dançando com ela, sussurrei no ouvido dela que ela tava impressionante, que era a noiva mais gostosa do mundo. Ela retribuiu dizendo que eu também era o padrinho mais gato do mundo, e nós dois rimos da graça.
Depois, teve muita bebida, embora depois dos primeiros copos eu comecei a tomar só Coca-Cola, e claro, danças, muitas danças.
Dancei com a mãe do noivo e com muitas mulheres da família dela, irmãs, primas, etc.
Dancei com minha filha várias vezes de novo, e já sem ser o centro das atenções, como éramos na primeira dança. Nas danças agarradas, eu apertava ela forte, com nossas caras coladas, e ela acariciava minha nuca com uma das mãos.
Na última vez que dancei com ela, sussurrei no ouvido dela:
- Te amo pra caralho, te amo, minha princesa.
Ela me respondeu:
- Eu também te amo, pai, você sempre foi e sempre será o amor da minha vida.
Dava pra ver que ela já tava bem bêbada.
Quando nos deram o Aviso de que faltava meia hora pra fechar a balada, o povo começou a se despedir e a cair fora.
Nos encontramos no bar com os pais do noivo, nos despedimos deles e de todo mundo, saímos os três juntos da balada, pegamos o elevador e subimos até o último andar, onde ficavam o quarto dele e o meu.
Já no elevador dava pra ver que o noivo tava bem bêbado, e minha filha, embora menos, também tava bem animada. Eu era o que tava mais de boa, graças às Cocas que tinha tomado no final.
Quando chegamos, saímos do elevador e os dois — com minha filha segurando o marido pra ele não cair — foram pro quarto deles. Eu ia me despedir pra ir pro meu, quando minha filha, com umas risadas nervosas, me disse:
— Me ajuda, pai, pega o cartão no bolso da jaqueta do Antonio e abre a porta pra gente, por favor.
Eu, rindo também, falei:
— Claro, amor. Que porre que você tá, Antonio... Kkkk
Procurei o cartão, tirei de um dos bolsos dele, abri a porta e entrei atrás deles pra deixar o cartão na mesinha de cabeceira.
A porta do quarto é daquelas que fecham sozinhas, então fechou assim que entramos os três.
Eu falei pra minha filha:
— Bom, amor, aqui te deixo o cartão.
Minha filha tinha sentado o marido na cama, e ele já tinha se deitado pra trás, só resmungando umas palavras sem sentido.
Eu me virei pra sair pela porta, mas minha filha me disse com a risada boba:
— Espera, pai, não vai não. Me ajuda com o zíper do vestido, porque sozinha não consigo, e esse aí já viu como tá. Kkkk
— Tá bom, amor, fica tranquila.
Fiquei atrás dela e abaixei o zíper do vestido um pouco, mas ela falou:
— Abaixa até o final, porque o vestido é muito justo e sai muito mal.
Abaixei até o fim, que parava bem onde começa a bunda dela. Ela tirou os braços do vestido, colocou cada mão de um lado e rapidamente se livrou dele, tirando pelos pés, que já estavam descalços, enquanto dizia:
— Bufff... que alívio! Tava toda apertada.
Eu fiquei ali parado, Olhando, sem acreditar no que tinha acabado de sair do vestido.
Tinha na minha frente a minha filha com um conjunto de calcinha e sutiã preto arrasador.
Meia presa com cinta-liga, uma calcinha pequenininha e um sutiã transparente que deixava adivinhar os bicos dos peitos dela... Uffa
Aquilo me deu uma tesão instantânea e só saí do meu estado de choque quando minha filha falou:
- Pai, já que você tá aqui, me ajuda a tirar a roupa do Antonio, que eu sozinha não vou dar conta.
O Antonio tinha apagado de vez e até roncava.
Vendo que aquilo ia demorar, tirei o paletó e a gravata pra ficar mais à vontade.
Eu comecei tirando os sapatos dele, enquanto minha filha tirava a gravata dele, colocando a bunda dela na altura da minha cabeça.
Depois, nós dois conseguimos sentar ele e tirar o paletó, eu vendo os peitos da minha filha de cima...
Uffa... O corpo da minha filha me deixava obcecado, meu pau ficou duro e até doía, preso dentro da cueca e da calça.
Aí ela desabotoou a calça dele e tentou puxar pra baixo, mas não conseguia e eu tive que ajudar também.
Já metido na tarefa, comecei a desabotoar o colete e a camisa dele e, de novo, nós dois sentamos ele e tiramos as duas coisas ao mesmo tempo.
Minha filha ficava rindo o tempo todo, com aquela risada besta de quem tinha bebido umas, e claramente não fazia ideia do que a visão do corpo dela tava causando em mim.
Depois de deixar ele só de cueca, nós dois colocamos ele numa posição mais confortável, de lado na cama, de bruços, pra se ele vomitasse não se engasgar.
E enquanto eu terminava de arrumar ele, ouvi minha filha falar:
- Dane-se o sutiã... Uffa, que alívio!
E quando levantei a cabeça, me deparei com minha filha com o par de peitos dela de fora e uma das pernas dela apoiada na cama, tentando soltar as meias da cinta-liga.
Acho que ela não percebeu que eu ainda tava ali, mas tirou minhas dúvidas quando disse:
- Droga de colchetes, pai, vê se você consegue abrir pra mim.
Eu, totalmente abstraído pela situação, me aproximei e, assim que vi como aquilo tava, soltei as amarras de uma perna. Minha filha baixou essa e levantou a outra, e eu, agachado como tava, fiquei com a cabeça na altura do umbigo dela... Uffa.
Minhas mãos tremiam quando enfiei entre as coxas dela pra soltar os ganchos da outra perna. Assim que a calcinha leve foi liberada, minha filha tirou e sentou na cama pra tirar as meias.
Aí eu já pensei: ou ela não tava ligada que tava ficando totalmente pelada na minha frente, ou tava fazendo de propósito esperando minha reação. E minha reação foi me abaixar e começar a tirar uma das meias dela.
Minha filha colocou as mãos na minha cabeça e começou a acariciar meu cabelo. Levantei a cabeça pra olhar na cara dela, ela não falava nada, só me deu um sorrisão e continuou passando a mão no meu cabelo.
Tirei a primeira meia, comecei a baixar a segunda, tirei as duas e fiquei agachado como se esperasse minha filha falar algo, mas ela não dizia nada. Tinha parado de acariciar meu cabelo e também tinha parado de rir.
Levantei, pronto pra vazar, fiquei de frente pra minha filha que ainda tava sentada e falei:
— Bom, querida, se não precisa de mais nada, vou pro meu quarto.
E quando ia me virar pra sair, sinto minha filha me segurar pela cintura da calça, enfiando a mão por trás do cinto, e ela diz:
— Espera, pai, porque agora quero fazer algo por você.
Fiquei parado, e na minha perplexidade, ela começou a soltar meu cinto, o botão da calça, abaixou o zíper, baixou a calça, baixou a cueca, e meu pau, ao se ver livre, pulou como se fosse uma mola e ficou duro a poucos centímetros da cara dela.
Ela pegou ele com uma das mãos, puxou a pele pra trás deixando a cabeça aparecendo, lambeu com a língua por uns segundos, depois enfiou na boca e começou a chupar.
Só aí, com meu pau na boca dela... Boca ergueu os olhos e me olhou
com um sorriso cúmplice.
Eu tirei a camisa, segurei a cabeça dela com as mãos e
comecei a acariciar o cabelo dela.
Não podia acreditar, minha filha tava me chupando na noite de casamento dela e com o marido roncando do lado... Ufff
Tava gostando demais, minha filha sabia chupar muito bem, mas já que tava rolando, eu não ia ficar só na chupada, ia fazer algo que sempre fantasiei, mas nunca pensei que conseguiria: COMER minha Filha, e agora não ia perder a chance que apareceu.
Tirei meu pau da boca dela, minha filha me olhou com cara de surpresa, fiz sinal de silêncio colocando o dedo no nariz, ela entendeu o que vinha, porque acho que também já tinha pensado nisso, então tirou a calcinha, enfiou a bunda pra dentro da cama e deitou de costas.
Eu me aproximei, apoiei as pernas dela nos meus ombros, apontei meu pau na entrada da buceta dela e penetrei enfiando tudo de uma vez.
Ela deu um gemido abafado e me olhou com cara de tesão.
Eu comecei a foder ela como se minha vida dependesse disso, sentindo o maior prazer que um homem pode sentir.
Minha filha não demorou pra gozar, tampando a boca com as mãos pra não fazer muito barulho, mesmo com os roncos do marido abafando os gemidos dela.
Eu também não demorei pra gozar, porque tava muito excitado.
Falei baixinho:
— Amor, vou gozar. Quer dentro?
— Sim, pai, joga seu leite dentro de mim, sempre sonhei que um dia você faria isso.
Pô, minha filha também tinha fantasias comigo, assim como eu com ela, e agora a gente tava realizando nossas fantasias finalmente.
Enfiei tudo até o fundo e comecei a esvaziar cada gota das minhas bolas no fundo do corpo da minha amada filha... Uffffff.
Minha filha teve outro orgasmo, grudado no anterior, e não conseguiu evitar de falar, tentando não gritar:
— Ai, meu Deus! Pai... Sinto o calor do seu leite dentro de miiim... Te amooo... Te amooo... ohoho... Como é bom...
Quando a gente terminou de gozar Tirei ela de mim e me deitei do lado dela, os dois tentando recuperar o fôlego.
E aí a gente conversou, comecei eu dizendo pra ela:
- Nem nos meus melhores sonhos eu imaginaria que realizaria a fantasia de transar com minha filha, o amor da minha vida.
Ela, com uma risadinha contida, me disse:
- Pois eu poderia dizer o mesmo, porque sempre te amei muito como o pai maravilhoso que você é, mas também te amava com aquele amor adolescente que fica pra sempre, e agora tenho seu sêmen dentro do meu útero e até poderia ter engravidado, porque não estou protegida. Exatamente por isso que decidimos casar, porque achávamos que tinha chegado a hora de tentar um filho.
Isso me deixou perplexo e com sentimentos confusos. Disse à minha filha:
- Tá me dizendo que eu poderia ter te engravidado por gozar dentro de você? Mas por que não me avisou pra gozar fora quando eu perguntei?
- Porque naquele exato momento eu percebi que, se você gozasse dentro, eu poderia engravidar do meu pai, o homem que é meu amor. É algo que nunca imaginei que pudesse acontecer, mas quando a oportunidade surgiu, eu quis aproveitar.
- Porra, querida, se você fala assim, por mim, tomara que seu desejo se realize e você engravide com meu sêmen, mas pra aumentar as chances, vamos fazer de novo e eu vou gozar dentro de você de novo, agora com a intenção de te engravidar.
Ela ficou de quatro e disse:
- Agora me fode como se eu fosse sua putinha e só me avisa quando for gozar, porque quero sentir e aproveitar.
Eu, ainda sem acreditar, me ajoelhei atrás dela, apontei meu pau pra entrada da buceta dela, que ainda escorria o sêmen da minha gozada recente, agarrei seus quadris com as duas mãos e, com um empurrão, enfiei tudo lá dentro e comecei a foder ela como um louco, com a ideia fixa na minha mente de que naquele momento eu era um macho inseminando uma mulher pra engravidar ela, com o tesão extra de que aquela mulher era minha amada filha.
Minha filha gemia e ofegava como uma bichinha empalada pelo seu macho.
Quando senti que eu gozei de novo, eu falei pra ela, como ela tinha me pedido pra fazer:
– Tô gozando, amor... Tô gozandooo...
Enfiei até o fundo, fiquei parado e enchi o útero dela com meu leite de novo.
Minha filha já tinha fixado na cabecinha dela a ideia da gravidez e me dizia, sem gritar e com frases entrecortadas pelo orgasmo que estava tendo:
— Siiim... Paaai... Me dá todo o seu leite...
Me engravidaaa... Me prenhaaa... Siiim...
Isso tinha excitado ela demais e, assim que tirei, ela se virou e se jogou em cima de mim, me enchendo de beijos.
Nós dois nos deitamos pelados e começamos a nos beijar e acariciar nossos corpos, enquanto dizíamos o quanto nos amávamos, ignorando que do lado estava o marido dela roncando. A cama era daquelas de 2x2 e cabíamos perfeitamente os três, com bastante espaço entre nós dois abraçados e o marido dela do outro lado.
Minha filha estava exultante e, enquanto acariciava meu pau e minhas bolas, me dizia:
— Obrigada, pai, muito obrigada por me fazer tão feliz, obrigada por me dar a melhor noite de casamento que uma mulher pode ter.
Nunca imaginei que na minha noite de núpcias meu pai seria meu noivo e que, com isso que estou acariciando, quase com toda certeza, você vai acabar me engravidando.
Agora mesmo meu útero está cheio do seu leite e sou a mulher mais feliz do mundo.
Eu, enquanto retribuía os beijos e a acariciava, dizia:
— Quem tem que te agradecer sou eu, por me permitir aproveitar seu corpo e, principalmente, se for assim, por me escolher como pai do seu primeiro filho. Isso seria uma honra autêntica pra mim, porque eu seria seu pai e o pai do seu filho... Uff... Uma verdadeira loucura... Tomara que seus desejos se realizem, que agora também são os meus.
Entre as carícias da minha filha e a conversa excitante que estávamos tendo, meu pau tinha endurecido de novo e minha filha, ao perceber, me disse:
— Vamos aproveitar, pai. Agora vamos fazer na posição tradicional, de missionário, porque assim a gente se olha e pode continuar se beijando, e além disso vamos conseguir que entre mais leite no meu útero, tanto do que você vai meter agora, quanto do que ainda tenho aí das suas gozadas anteriores.
Ninguém melhor que ela, que é ginecologista, conhece o aparelho reprodutor feminino, então supostamente sabia muito bem o que estava dizendo.
Eu não me fiz de rogado, ela abriu as pernas, Eu me meti entre elas, ela levantou os joelhos, eu coloquei meu pau na entrada da bucetinha dela escorrendo, dei um leve empurrão e meu pau deslizou pela sua xota super lubrificada até o fundo.
Me apoiei nos cotovelos pra não esmagar ela com meu peso e comecei a foder ela devagar, porque dessa vez, que eu imaginava que seria a última, queria aproveitar ao máximo, sentindo o roçar dos bicos duros dos peitos dela no meu peito e vendo a cara de felicidade da minha filha.
Depois disso, baixei minha cabeça e comecei a beijá-la apaixonadamente, enfiava minha língua na boca dela e ela chupava como se quisesse me devorar.
Ela também enfiava a língua dela na minha boca e eu chupava do mesmo jeito.
Trocávamos uma porrada de saliva, e eu ficava louco com o gosto e o hálito dela.
Aí comecei a acelerar as penetrações e soltei a boca dela pra ela poder respirar direito.
Ela me olhava com uma cara de entrega total, naqueles momentos, a gente tava fundido num só, ela era minha de corpo e alma e eu era dela do mesmo jeito.
O amor que sempre sentimos um pelo outro a gente tava entregando da forma mais intensa que um homem e uma mulher podem se entregar, e nesse sentimento ainda se juntava o carinho que a gente tinha como pai e filha.
Minha filha começou a ter um orgasmo suave, porque eu comecei a sentir as contrações da buceta dela no meu pau, mas ela não gritava, nem falava nada, tava concentrada me olhando fixo, como se esperasse minha reação.
E eu reagi como ela esperava, senti que ia gozar também e falei pra ela:
— Vou gozar, amor, vou encher você de novo com mais porra, vou te engravidar, como é seu desejo...
Enfiei até o fundo e comecei a esvaziar de novo o conteúdo das minhas bolas dentro do corpo da minha amada filha, agora sim, com toda a vontade de engravidar ela.
Minha filha, ao ouvir minhas palavras e sentir o calor da minha porra, agarrou meu cu com as duas mãos, me apertando com toda força contra ela, num claro esforço pra minha gozada entrar direto no útero dela, e aí sim, começou a falar, entre gemidos e suspiros:
— Siiim, papai... Siiim... Assim... Assim... Goza de novo dentro da sua filha... Me engravida... Me prenhaaaa... Quero ter um filho seuuuu... Ahahah... Oh... Ohhhhh... Que prazerrrrr...
Terminamos nos beijando apaixonadamente, enquanto minhas pobres bolas derramavam até a última gota de porra dentro dela e as contrações da buceta dela foram ficando mais suaves, até ela terminar. também o orgasmo dela.
A gente se separou, mas continuou se beijando e se acariciando por mais um tempinho.
Depois eu falei que ia pro meu quarto, porque já passava das 5 da manhã, a gente tava há mais de duas horas sem parar e os dois precisavam descansar.
Vesti minha roupa, saí do quarto dela e fui pro meu.
No dia seguinte, tomamos café da manhã juntos e depois eles foram para o aeroporto, porque iam viajar 15 dias de lua de mel e eu vim pra minha casa.
Mas quando nos despedimos e eles começaram a andar, minha filha se virou, colocou a mão na barriga e me disse com um sorrisão:
- Tchau, "papai
Tanto minha filha quanto o namorado são médicos: ela é ginecologista e ele, cirurgião. Trabalham no mesmo hospital; ela atende de manhã e ele faz plantões, porque as salas de cirurgia funcionam 24 horas por dia.
Eu, já com 56 anos, estava viúvo há um ano, depois da morte repentina da minha esposa, e morava numa cidade a 50 km de onde minha filha e toda a família do noivo viviam — e era lá que o casamento ia rolar.
Claro que aceitei, e minha filha disse que ia reservar um quarto pra mim no mesmo hotel da festa, porque, nos custos do hotel, já vinham incluídas, além da suíte pros noivos, mais uns dois quartos pros padrinhos.
O apartamento onde eles moram fica longe pra caralho do hotel, então era muito mais prático aproveitar o quarto do hotel naquela noite.
O casamento era à tarde e tudo rolava no hotel, até a cerimônia, já que era civil — em vez de padre, quem casava era o prefeito da cidade, que era amigo da família do noivo.
Eu fui de carro e cheguei no hotel na hora do almoço, porque tinha combinado de comer com minha filha e o noivo por lá. Depois, cada um ia pro seu quarto descansar e se arrumar pra cerimônia, que era às 8 da noite.
Depois da cerimônia, tinha um coquetel nos jardins do hotel, porque era verão e tava um calor gostoso. Em seguida, o jantar e, depois, baile na discoteca do hotel, com open bar até as três da manhã.
Quando cheguei, peguei a chave do meu quarto na recepção e subi pro último andar — porque, segundo o funcionário que me atendeu, o quarto ficava bem em frente da suíte reservada pros noivos.
Depois, desci pro restaurante, onde minha filha, o noivo e os pais dele já estavam me esperando. A gente se conhecia todo mundo, porque tinham ido no funeral da minha esposa e eu não via minha filha desde então.
Minha filha tava usando uma calça jeans apertada e uma regata, também justa. As duas roupas destacavam todas as curvas do corpo dela, mostrando bem a gostosura que ela tem.
Com aquele corpo, o cabelo preto bem curtinho, os olhos azuis claros e a pele muito branca, ela ainda parecia uma menininha pra mim, a garotinha que sempre foi.
Ela sempre foi muito carinhosa comigo e, no nosso relacionamento, beijos e abraços eram algo normal.
Então, quando cheguei, ela me recebeu com um abraço forte e demorado e vários beijos no rosto.Tenho que admitir que sempre fui apaixonado pela minha filha, nunca lidei bem com os relacionamentos dela, sentia ciúmes dos namorados dela e agora que ela ia se casar, tava levando bem mal, embora não tivesse escolha a não ser disfarçar e passar felicidade.
Os pais do noivo não ocuparam o quarto que tinham reservado, já que moravam ali mesmo e preferiam dormir na casa deles.
E bom, tudo foi acontecendo como planejado: cerimônia, coquetel, jantar e dança.
Minha filha tava impressionante, não usava um vestido de noiva tradicional. Ela vestia um vestido branco justo que chegava alguns centímetros acima dos joelhos, com zíper escondido nas costas, um decote discreto, um colar de pérolas e uma espécie de chapéu branco pequeno com um enfeite sutil, meias pretas e sapatos de salto também brancos.
Os noivos abriram a dança, e depois o noivo dançou com a madrinha, que era a mãe dele, e a noiva com o padrinho, que era eu.
Dançando com ela, sussurrei no ouvido dela que ela tava impressionante, que era a noiva mais gostosa do mundo. Ela retribuiu dizendo que eu também era o padrinho mais gato do mundo, e nós dois rimos da graça.
Depois, teve muita bebida, embora depois dos primeiros copos eu comecei a tomar só Coca-Cola, e claro, danças, muitas danças.
Dancei com a mãe do noivo e com muitas mulheres da família dela, irmãs, primas, etc.
Dancei com minha filha várias vezes de novo, e já sem ser o centro das atenções, como éramos na primeira dança. Nas danças agarradas, eu apertava ela forte, com nossas caras coladas, e ela acariciava minha nuca com uma das mãos.
Na última vez que dancei com ela, sussurrei no ouvido dela:
- Te amo pra caralho, te amo, minha princesa.
Ela me respondeu:
- Eu também te amo, pai, você sempre foi e sempre será o amor da minha vida.
Dava pra ver que ela já tava bem bêbada.
Quando nos deram o Aviso de que faltava meia hora pra fechar a balada, o povo começou a se despedir e a cair fora.
Nos encontramos no bar com os pais do noivo, nos despedimos deles e de todo mundo, saímos os três juntos da balada, pegamos o elevador e subimos até o último andar, onde ficavam o quarto dele e o meu. Já no elevador dava pra ver que o noivo tava bem bêbado, e minha filha, embora menos, também tava bem animada. Eu era o que tava mais de boa, graças às Cocas que tinha tomado no final.
Quando chegamos, saímos do elevador e os dois — com minha filha segurando o marido pra ele não cair — foram pro quarto deles. Eu ia me despedir pra ir pro meu, quando minha filha, com umas risadas nervosas, me disse:
— Me ajuda, pai, pega o cartão no bolso da jaqueta do Antonio e abre a porta pra gente, por favor.
Eu, rindo também, falei:
— Claro, amor. Que porre que você tá, Antonio... Kkkk
Procurei o cartão, tirei de um dos bolsos dele, abri a porta e entrei atrás deles pra deixar o cartão na mesinha de cabeceira.
A porta do quarto é daquelas que fecham sozinhas, então fechou assim que entramos os três.
Eu falei pra minha filha:
— Bom, amor, aqui te deixo o cartão.
Minha filha tinha sentado o marido na cama, e ele já tinha se deitado pra trás, só resmungando umas palavras sem sentido.
Eu me virei pra sair pela porta, mas minha filha me disse com a risada boba:
— Espera, pai, não vai não. Me ajuda com o zíper do vestido, porque sozinha não consigo, e esse aí já viu como tá. Kkkk
— Tá bom, amor, fica tranquila.
Fiquei atrás dela e abaixei o zíper do vestido um pouco, mas ela falou:
— Abaixa até o final, porque o vestido é muito justo e sai muito mal.
Abaixei até o fim, que parava bem onde começa a bunda dela. Ela tirou os braços do vestido, colocou cada mão de um lado e rapidamente se livrou dele, tirando pelos pés, que já estavam descalços, enquanto dizia:
— Bufff... que alívio! Tava toda apertada.
Eu fiquei ali parado, Olhando, sem acreditar no que tinha acabado de sair do vestido.
Tinha na minha frente a minha filha com um conjunto de calcinha e sutiã preto arrasador. Meia presa com cinta-liga, uma calcinha pequenininha e um sutiã transparente que deixava adivinhar os bicos dos peitos dela... Uffa
Aquilo me deu uma tesão instantânea e só saí do meu estado de choque quando minha filha falou:
- Pai, já que você tá aqui, me ajuda a tirar a roupa do Antonio, que eu sozinha não vou dar conta.
O Antonio tinha apagado de vez e até roncava.
Vendo que aquilo ia demorar, tirei o paletó e a gravata pra ficar mais à vontade.
Eu comecei tirando os sapatos dele, enquanto minha filha tirava a gravata dele, colocando a bunda dela na altura da minha cabeça.
Depois, nós dois conseguimos sentar ele e tirar o paletó, eu vendo os peitos da minha filha de cima...
Uffa... O corpo da minha filha me deixava obcecado, meu pau ficou duro e até doía, preso dentro da cueca e da calça.
Aí ela desabotoou a calça dele e tentou puxar pra baixo, mas não conseguia e eu tive que ajudar também.
Já metido na tarefa, comecei a desabotoar o colete e a camisa dele e, de novo, nós dois sentamos ele e tiramos as duas coisas ao mesmo tempo.
Minha filha ficava rindo o tempo todo, com aquela risada besta de quem tinha bebido umas, e claramente não fazia ideia do que a visão do corpo dela tava causando em mim.
Depois de deixar ele só de cueca, nós dois colocamos ele numa posição mais confortável, de lado na cama, de bruços, pra se ele vomitasse não se engasgar.
E enquanto eu terminava de arrumar ele, ouvi minha filha falar:
- Dane-se o sutiã... Uffa, que alívio!
E quando levantei a cabeça, me deparei com minha filha com o par de peitos dela de fora e uma das pernas dela apoiada na cama, tentando soltar as meias da cinta-liga.
Acho que ela não percebeu que eu ainda tava ali, mas tirou minhas dúvidas quando disse:
- Droga de colchetes, pai, vê se você consegue abrir pra mim.
Eu, totalmente abstraído pela situação, me aproximei e, assim que vi como aquilo tava, soltei as amarras de uma perna. Minha filha baixou essa e levantou a outra, e eu, agachado como tava, fiquei com a cabeça na altura do umbigo dela... Uffa.Minhas mãos tremiam quando enfiei entre as coxas dela pra soltar os ganchos da outra perna. Assim que a calcinha leve foi liberada, minha filha tirou e sentou na cama pra tirar as meias.
Aí eu já pensei: ou ela não tava ligada que tava ficando totalmente pelada na minha frente, ou tava fazendo de propósito esperando minha reação. E minha reação foi me abaixar e começar a tirar uma das meias dela.
Minha filha colocou as mãos na minha cabeça e começou a acariciar meu cabelo. Levantei a cabeça pra olhar na cara dela, ela não falava nada, só me deu um sorrisão e continuou passando a mão no meu cabelo.
Tirei a primeira meia, comecei a baixar a segunda, tirei as duas e fiquei agachado como se esperasse minha filha falar algo, mas ela não dizia nada. Tinha parado de acariciar meu cabelo e também tinha parado de rir.
Levantei, pronto pra vazar, fiquei de frente pra minha filha que ainda tava sentada e falei:
— Bom, querida, se não precisa de mais nada, vou pro meu quarto.
E quando ia me virar pra sair, sinto minha filha me segurar pela cintura da calça, enfiando a mão por trás do cinto, e ela diz:
— Espera, pai, porque agora quero fazer algo por você.
Fiquei parado, e na minha perplexidade, ela começou a soltar meu cinto, o botão da calça, abaixou o zíper, baixou a calça, baixou a cueca, e meu pau, ao se ver livre, pulou como se fosse uma mola e ficou duro a poucos centímetros da cara dela.
Ela pegou ele com uma das mãos, puxou a pele pra trás deixando a cabeça aparecendo, lambeu com a língua por uns segundos, depois enfiou na boca e começou a chupar.
Só aí, com meu pau na boca dela... Boca ergueu os olhos e me olhou
com um sorriso cúmplice.
Eu tirei a camisa, segurei a cabeça dela com as mãos e
comecei a acariciar o cabelo dela.
Não podia acreditar, minha filha tava me chupando na noite de casamento dela e com o marido roncando do lado... Ufff Tava gostando demais, minha filha sabia chupar muito bem, mas já que tava rolando, eu não ia ficar só na chupada, ia fazer algo que sempre fantasiei, mas nunca pensei que conseguiria: COMER minha Filha, e agora não ia perder a chance que apareceu.
Tirei meu pau da boca dela, minha filha me olhou com cara de surpresa, fiz sinal de silêncio colocando o dedo no nariz, ela entendeu o que vinha, porque acho que também já tinha pensado nisso, então tirou a calcinha, enfiou a bunda pra dentro da cama e deitou de costas.
Eu me aproximei, apoiei as pernas dela nos meus ombros, apontei meu pau na entrada da buceta dela e penetrei enfiando tudo de uma vez.
Ela deu um gemido abafado e me olhou com cara de tesão.
Eu comecei a foder ela como se minha vida dependesse disso, sentindo o maior prazer que um homem pode sentir.
Minha filha não demorou pra gozar, tampando a boca com as mãos pra não fazer muito barulho, mesmo com os roncos do marido abafando os gemidos dela.
Eu também não demorei pra gozar, porque tava muito excitado.
Falei baixinho:
— Amor, vou gozar. Quer dentro?
— Sim, pai, joga seu leite dentro de mim, sempre sonhei que um dia você faria isso.
Pô, minha filha também tinha fantasias comigo, assim como eu com ela, e agora a gente tava realizando nossas fantasias finalmente.
Enfiei tudo até o fundo e comecei a esvaziar cada gota das minhas bolas no fundo do corpo da minha amada filha... Uffffff.
Minha filha teve outro orgasmo, grudado no anterior, e não conseguiu evitar de falar, tentando não gritar:
— Ai, meu Deus! Pai... Sinto o calor do seu leite dentro de miiim... Te amooo... Te amooo... ohoho... Como é bom...
Quando a gente terminou de gozar Tirei ela de mim e me deitei do lado dela, os dois tentando recuperar o fôlego.
E aí a gente conversou, comecei eu dizendo pra ela:
- Nem nos meus melhores sonhos eu imaginaria que realizaria a fantasia de transar com minha filha, o amor da minha vida. Ela, com uma risadinha contida, me disse:
- Pois eu poderia dizer o mesmo, porque sempre te amei muito como o pai maravilhoso que você é, mas também te amava com aquele amor adolescente que fica pra sempre, e agora tenho seu sêmen dentro do meu útero e até poderia ter engravidado, porque não estou protegida. Exatamente por isso que decidimos casar, porque achávamos que tinha chegado a hora de tentar um filho.
Isso me deixou perplexo e com sentimentos confusos. Disse à minha filha:
- Tá me dizendo que eu poderia ter te engravidado por gozar dentro de você? Mas por que não me avisou pra gozar fora quando eu perguntei?
- Porque naquele exato momento eu percebi que, se você gozasse dentro, eu poderia engravidar do meu pai, o homem que é meu amor. É algo que nunca imaginei que pudesse acontecer, mas quando a oportunidade surgiu, eu quis aproveitar.
- Porra, querida, se você fala assim, por mim, tomara que seu desejo se realize e você engravide com meu sêmen, mas pra aumentar as chances, vamos fazer de novo e eu vou gozar dentro de você de novo, agora com a intenção de te engravidar.
Ela ficou de quatro e disse:
- Agora me fode como se eu fosse sua putinha e só me avisa quando for gozar, porque quero sentir e aproveitar.
Eu, ainda sem acreditar, me ajoelhei atrás dela, apontei meu pau pra entrada da buceta dela, que ainda escorria o sêmen da minha gozada recente, agarrei seus quadris com as duas mãos e, com um empurrão, enfiei tudo lá dentro e comecei a foder ela como um louco, com a ideia fixa na minha mente de que naquele momento eu era um macho inseminando uma mulher pra engravidar ela, com o tesão extra de que aquela mulher era minha amada filha.
Minha filha gemia e ofegava como uma bichinha empalada pelo seu macho.
Quando senti que eu gozei de novo, eu falei pra ela, como ela tinha me pedido pra fazer:
– Tô gozando, amor... Tô gozandooo...
Enfiei até o fundo, fiquei parado e enchi o útero dela com meu leite de novo.
Minha filha já tinha fixado na cabecinha dela a ideia da gravidez e me dizia, sem gritar e com frases entrecortadas pelo orgasmo que estava tendo:
— Siiim... Paaai... Me dá todo o seu leite... Me engravidaaa... Me prenhaaa... Siiim...
Isso tinha excitado ela demais e, assim que tirei, ela se virou e se jogou em cima de mim, me enchendo de beijos.
Nós dois nos deitamos pelados e começamos a nos beijar e acariciar nossos corpos, enquanto dizíamos o quanto nos amávamos, ignorando que do lado estava o marido dela roncando. A cama era daquelas de 2x2 e cabíamos perfeitamente os três, com bastante espaço entre nós dois abraçados e o marido dela do outro lado.
Minha filha estava exultante e, enquanto acariciava meu pau e minhas bolas, me dizia:
— Obrigada, pai, muito obrigada por me fazer tão feliz, obrigada por me dar a melhor noite de casamento que uma mulher pode ter.
Nunca imaginei que na minha noite de núpcias meu pai seria meu noivo e que, com isso que estou acariciando, quase com toda certeza, você vai acabar me engravidando.
Agora mesmo meu útero está cheio do seu leite e sou a mulher mais feliz do mundo.
Eu, enquanto retribuía os beijos e a acariciava, dizia:
— Quem tem que te agradecer sou eu, por me permitir aproveitar seu corpo e, principalmente, se for assim, por me escolher como pai do seu primeiro filho. Isso seria uma honra autêntica pra mim, porque eu seria seu pai e o pai do seu filho... Uff... Uma verdadeira loucura... Tomara que seus desejos se realizem, que agora também são os meus.
Entre as carícias da minha filha e a conversa excitante que estávamos tendo, meu pau tinha endurecido de novo e minha filha, ao perceber, me disse:
— Vamos aproveitar, pai. Agora vamos fazer na posição tradicional, de missionário, porque assim a gente se olha e pode continuar se beijando, e além disso vamos conseguir que entre mais leite no meu útero, tanto do que você vai meter agora, quanto do que ainda tenho aí das suas gozadas anteriores.
Ninguém melhor que ela, que é ginecologista, conhece o aparelho reprodutor feminino, então supostamente sabia muito bem o que estava dizendo.
Eu não me fiz de rogado, ela abriu as pernas, Eu me meti entre elas, ela levantou os joelhos, eu coloquei meu pau na entrada da bucetinha dela escorrendo, dei um leve empurrão e meu pau deslizou pela sua xota super lubrificada até o fundo.
Me apoiei nos cotovelos pra não esmagar ela com meu peso e comecei a foder ela devagar, porque dessa vez, que eu imaginava que seria a última, queria aproveitar ao máximo, sentindo o roçar dos bicos duros dos peitos dela no meu peito e vendo a cara de felicidade da minha filha.
Depois disso, baixei minha cabeça e comecei a beijá-la apaixonadamente, enfiava minha língua na boca dela e ela chupava como se quisesse me devorar. Ela também enfiava a língua dela na minha boca e eu chupava do mesmo jeito.
Trocávamos uma porrada de saliva, e eu ficava louco com o gosto e o hálito dela.
Aí comecei a acelerar as penetrações e soltei a boca dela pra ela poder respirar direito.
Ela me olhava com uma cara de entrega total, naqueles momentos, a gente tava fundido num só, ela era minha de corpo e alma e eu era dela do mesmo jeito.
O amor que sempre sentimos um pelo outro a gente tava entregando da forma mais intensa que um homem e uma mulher podem se entregar, e nesse sentimento ainda se juntava o carinho que a gente tinha como pai e filha.
Minha filha começou a ter um orgasmo suave, porque eu comecei a sentir as contrações da buceta dela no meu pau, mas ela não gritava, nem falava nada, tava concentrada me olhando fixo, como se esperasse minha reação.
E eu reagi como ela esperava, senti que ia gozar também e falei pra ela:
— Vou gozar, amor, vou encher você de novo com mais porra, vou te engravidar, como é seu desejo...
Enfiei até o fundo e comecei a esvaziar de novo o conteúdo das minhas bolas dentro do corpo da minha amada filha, agora sim, com toda a vontade de engravidar ela.
Minha filha, ao ouvir minhas palavras e sentir o calor da minha porra, agarrou meu cu com as duas mãos, me apertando com toda força contra ela, num claro esforço pra minha gozada entrar direto no útero dela, e aí sim, começou a falar, entre gemidos e suspiros:
— Siiim, papai... Siiim... Assim... Assim... Goza de novo dentro da sua filha... Me engravida... Me prenhaaaa... Quero ter um filho seuuuu... Ahahah... Oh... Ohhhhh... Que prazerrrrr...
Terminamos nos beijando apaixonadamente, enquanto minhas pobres bolas derramavam até a última gota de porra dentro dela e as contrações da buceta dela foram ficando mais suaves, até ela terminar. também o orgasmo dela.
A gente se separou, mas continuou se beijando e se acariciando por mais um tempinho.
Depois eu falei que ia pro meu quarto, porque já passava das 5 da manhã, a gente tava há mais de duas horas sem parar e os dois precisavam descansar.
Vesti minha roupa, saí do quarto dela e fui pro meu.
No dia seguinte, tomamos café da manhã juntos e depois eles foram para o aeroporto, porque iam viajar 15 dias de lua de mel e eu vim pra minha casa. Mas quando nos despedimos e eles começaram a andar, minha filha se virou, colocou a mão na barriga e me disse com um sorrisão:
- Tchau, "papai
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