Avô, filha e neta: família do prazer

De vez em quando vou na casa da minha filha, tomar um vinho e bater um papo, na aparência, mas a real é que desde que ela se divorciou, a gente se dá carinho um no outro. Até agora só foi com ela, mas minha neta é um sonho, tá na faculdade. Ela é modelo, com isso ajuda a pagar os estudos, é uma gostosa. Já teve vários namorados e várias vezes eu comi minha filha pensando nela. É uma bombona. Aquele dia, tava lá, conversando com minha filha na sala da casa dela, batendo papo na sala. Minha ideia era comer minha filha, mas minha neta chegou, como os jovens fazem, subiu pro quarto dela. Continuei conversando com minha filha, só nos olhávamos porque minha neta ferrou nosso plano. A gente tava com umas taças de vinho, na metade, de repente minha neta desceu. Olhei pra minha filha, ela entendeu e foi pra cozinha. Servi um vinho pra minha neta e comecei a puxar aquele papo furado, mas vocês já imaginam qual era meu objetivo: servir uma taça atrás da outra. Já tinha minha neta pronta, com os drinques na mão, pronto pra soltar a bomba que ia mudar nossas vidas pra sempreee...Avô, filha e neta: família do prazerEla me perguntou: "Por que você sempre vem aqui toda semana e toma vinho com a minha mãe?" "É um costume que temos, de me aproximar dela. Faz tempo que compartilhamos assim, e principalmente desde o divórcio da sua mãe, tenho dado apoio moral a ela." Ela respondeu: "É, minha mãe desde o divórcio não teve nem um namorado, e ela é uma mulher jovem que tem suas necessidades, me entende, Vô?" "Claro que entendo, e ainda mais uma mulher jovem como você. Já pelos drinks, dava pra ser mais ousado. Sua vida sexual é bem ativa?" Ela ficou um pouco corada e respondeu: "É, Vô, um pouco, mas os namorados que tive foram bem passivos, o normal." "O que é o normal? Descreva." "Vô, é o básico." "Já entendi, pequena. Eles te tocam sem jeito e não deixam você explorar seu desejo." "Isso, Vô.trioMas como você sabe tanto, minha filha? Com esses anos aprendi muito, e sei como fazer uma mulher chegar ao clímax. Ela respondeu: "Sim, vovô, com sua experiência eu sei, mas você sempre foi um homem fiel. Minha avó e você nunca se separaram, você é um homem muito fiel." Claro que fui muito fiel, mas com sua avó aprendi uns truques e também dei minhas escapadas. O que você acha que eu faço com sua mãe aqui? Não entendo o que você está dizendo. Minha mãe e você, o que fazem aqui? Sempre vejo vocês conversando e tomando vinho.

Não, minha filha, o vinho e a conversa são só o começo do que sua mãe e eu fazemos. Minha filha se aproximou por trás e começou a se acariciar. Eu comecei a curtir, me recostando no sofá. Olhei nos olhos dela e disse: "Minha filha, é isso que fazemos aqui", dando um beijo curto na boca dela. Minha neta não se mostrou evasiva, respondeu o beijo com sua linguinha.grupoMinha filha pegou a mão dela e fez ela se levantar do sofá, tocava ela delicadamente e eu via minha neta mordendo os lábios, me olhando com olhos quentes, um ou outro gemido escapava dos lábios dela. Minha filha, de repente, inverteu os papéis e agora era minha neta quem acariciava o corpo dela com as mãozinhas excitadas.

Minha neta esquentava minha filha como uma profissional, eu via como minha filha ficava toda molhada, os olhos dela se moviam bêbados de prazer, as mãos da minha neta eram mágicas, tocavam onde tinha que tocar, deixando ela no limite, vendo como saíam da boca dela gemidinhos e olhares tímidos, mas quentes, para a filha dela. E eu curtia aquele espetáculo de vê-las juntas, realizando um sonho que eu tinha há muitos anos, desde que minha neta fez 16, e eu comecei a comer a mãe dela escondido, no conforto da nossa casa.Incesto FamiliarEu via elas se tocando, até que as duas, quentes, ficaram na minha frente, prontas pra realizar meu desejo. Levantei da minha poltrona, fiquei atrás delas, enquanto acariciava suas costas, olhando muito excitado como elas apertavam os peitos uma da outra na minha frente. Aos poucos, minhas mãos se misturaram com as delas, também acariciando, desejando seus corpos, curtindo os gemidos da minha descendência.maeFui soltando minha calça, enquanto chupava os peitos da minha filha, minha neta engolia meu pau até o fundo. De pé, nessa excitação, não conseguia parar de lamber o corpo da minha filha por todos os lados que podia, enquanto minha neta fazia a parte dela lá embaixo. De repente, elas trocaram de lugar e finalmente pude provar minha neta, aquela bucetinha que eu tanto desejava, lamber cada centímetro do corpo dela com minha língua, enquanto minha filha me dava um boquete muito melhor que o da minha neta.filhaNão resisti quando minha filha soltou meu pau da boca dela. Coloquei minha neta de costas e enfiei dentro dela, fazendo ela gritar de prazer com uns gemidos: "Vovô, por favoooor.vovoDeitei elas no sofá e continuei fazendo o que tanto sonhei fazer com minha neta há muitos anos. Ela estava ali à minha disposição, excitada, molhadinha, totalmente dominada, só respondendo aos desejos do meu pau e aos movimentos da minha cintura. Agora ela ia saber o que é um homem de verdade, não um moleque sem experiência que goza em menos de nada.FamiliaComo ela me olhava com aquela carinha de felicidade pedindo mais, minha filha do meu lado se masturbava com os dedos enquanto com a outra mão tocava minha neta, isso me deixava com muito mais tesão. Mas num movimento rápido, minha filha sentou na minha cara pra eu chupar a buceta dela enquanto minha neta cavalgava no meu pau como toda uma gostosa experiente.netaDepois foi a vez da minha filha, minha neta sentou na minha cara e era a vez de eu comer aquela buceta, jovem e depiladinha, passar minha língua até o clitóris dela e chupar pra fazer ela gemer, enquanto a mãe cavalgava no meu pau sem controle, lamber aquela xota, a mais doce da minha vida, mas minha filha me levou ao limite, gozei, mas consegui jorrar na boca das duas, me dando o melhor espetáculo da minha vida, deixando esse encontro pra continuar só com minha neta.Avô, filha e neta: família do prazer

1 comentários - Avô, filha e neta: família do prazer

Buena hostoria, me recordo mis epocas con mi prima! que buenos años