Sempre fui uma mulher ardente, adoro tudo que tem a ver com sexo, me masturbar vendo filme pornô e ainda mais desde que me divorciei, porque por respeito às minhas filhas nunca trouxe outro homem pra minha casa. Tudo na minha vida era normal até o dia em que, por uma discussão com meu chefe, um homem de pavio curto, tive que voltar pra casa mais cedo do que o previsto. Estacionei meu carro na frente de casa e, com pressa, abri a porta e entrei no banheiro social porque tava com vontade de mijar. Enquanto subia minha calcinha e arrumava minha saia pra sair do banheiro, ouvi barulhos lá em cima, o que não era normal, já que minha filha devia estar na escola. Me assustei, peguei uma vassoura que tava perto e comecei a subir a escada devagar. Cheguei no segundo andar, me aproximei sem fazer barulho do quarto da minha filha e por pouco não gritei de susto. A porta entreaberta me deixou ver minha pequena deitada na cama, com o notebook na frente dela, enquanto com as pernas abertas e a tanga quase enforcando a buceta dela, ela se masturbava de um jeito incrível, chupando os dedos depois de enfiá-los na sua rachinha de pelinhos loiros e quase invisíveis. A cena era tão erótica quanto inacreditável, porque ela parecia bem recatada, não gostava de ter muitas amigas e não parecia ter o tesão da mãe… e no entanto ali estava ela, e nem percebeu que eu tava olhando. Os peitinhos dela de bico rosa estavam nus e ela os acariciava com delicadeza, enfim, uma punhetação de primeira. Silenciosamente e sem fechar a porta dela, me retirei pra não deixar ela constrangida e fui pro meu quarto. Me deitei na cama, afrouxei minha blusa e tirei o sutiã que cobria meus peitos, um pouco grandes pro meu gosto, de bicos escuros e auréola larga, mas ainda firmes. Abri minhas pernas e deixei o ar da janela aberta ventilar meu meio, porque tava sentindo um calor. Tentei fechar os olhos pra dormir, mas quando fiz isso, veio na minha mente a imagem da minha filha e comecei a sentir Uma coisa que eu não esperava, cócegas nos meus peitos. Eu os esfreguei devagar, bem de leve, sentindo eles endurecerem e meus bicos ficarem durinhos também. Passei a língua nos meus peitos, tava me esquentando toda pensando na minha filha… não pode ser, mas meus dedos não obedeceram e desceram até minha saia, levantando ela e depois tocando minha calcinha fio dental. Senti ela molhada, tava cada vez mais tesuda, então fechei os olhos e me acariciei por cima da calcinha, esfreguei devagar e depois fui apertando mais e acelerando até que não aguentei e gozei num delicioso orgasmo interminável que encheu minha mão inteira de sucos.
Eu dormi e acordei quando já tava quase escurecendo, ouvi a porta da rua fechar e levantei assustada, me arrumei um pouco e desci as escadas pra encontrar minha filha que, ao me ver, se surpreendeu porque não era meu horário de chegar: — Oi mãe, chegou mais cedo hoje, e isso? — Tive um mal-estar no escritório, cheguei bem cedo e dormi. Ela ficou vermelha: — Como assim? A que horas você chegou? — Cedo… te ouvi estudando no teu quarto e não falei nada pra não atrapalhar, menti. Ela, ainda mais corada: — Mas… mas você devia ter aberto e me cumprimentado, tava fazendo tarefa. Mas enfim, já passou o mal-estar? — Sim, claro filha, vamos comer.

Terminamos de comer e, entre as duas, lavamos a louça e subimos pro meu quarto pra bater papo como todo dia, abraçadas na cama, só que dessa vez o clima tava tenso. Ela me olhava preocupada, sentia que eu tinha percebido algo. Eu não conseguia esquecer a cena, mesmo agora que ela tava de pijama curto e sem sutiã, igual ao meu, mostrando os biquinhos lindos dela, parecendo pontas de lança apontando pra minha cara... Mas o que tô falando? Mãe, posso te perguntar uma coisa que tô morrendo de vontade de saber? Fala, filha. Se masturbar é errado? Não, filha, nada a ver. Por que a pergunta? É que algumas amigas da escola falam que em casa as mães delas dizem que sim... Bom, você sabe que isso depende da criação. Você já se masturbou alguma vez, mãe? A pergunta me pegou de surpresa e me fez corar. Ela ficou sem graça e disse: desculpa, não quis ser atrevida. Não, filha, tranquila. Já me masturbei muitas vezes, ainda mais depois que me separei do seu pai. É um jeito de aliviar as emoções reprimidas. Ela, feliz, se abraçou em mim, me deu um beijo na bochecha e disse: você é a melhor mãe do mundo, ainda bem que sou sua filha e isso me faz muito feliz. Ela se aninhou mais em mim, quase de conchinha, o que me deu tipo um choque no corpo todo. Fiquei quente, nervosa, tensa. Senti as mãos da minha filha percorrerem meus ombros e apertei ela contra mim com força. Sem querer, virei o rosto e, ao tentar dar um beijo na bochecha dela, acabei acertando os lábios. Ela arregalou os olhos de surpresa, igual a mim, mas antes que eu pudesse me afastar, ela respondeu o beijo. Delicadamente no começo, depois com mais paixão. Os lábios dela eram macios e deliciosos, e o contato me fez esquecer quem eu era. Beijei ela com paixão enquanto ela passava a língua nos meus lábios, querendo entrar na minha boca. Deixei a língua dela entrar e brincar com a minha. A gente tava se beijando, eu e minha filha... E por algum motivo, eu tava gostando. Me virei pra ficar de frente pra ela e a gente... Nos abraçamos enquanto nos beijávamos de um jeito louco e sem freio, ela apertava minha língua entre os lábios dela, minhas mãos desceram pelo pescoço dela até as tetas gostosas dela e acariciei os bicos por cima da camisola, o contato me eletrizou, meus dedos deslizaram esfregando os bicos dela e sentindo como eles ficavam duros, entrelacei minhas pernas com as dela pra sentir ela mais perto, se possível, queria estar dentro da minha filha.Ela se arrepiou e pegou minha mão, deslizando pelos peitos dela enquanto me olhava provocante, enquanto a língua dela lambia meu pescoço e eu percorria os dois peitos dela, desci pela barriga dela procurando o começo do roupão, senti a pele dela arrepiada e amei, a minha já estava assim há um tempão… deslizei meus dois dedos por baixo do roupão e subi pelas coxas dela até sentir a buceta dela, delicada, macia e molhada, ainda estava quase sufocada pela calcinha rosa que ela usava por baixo do roupão, olhei nos olhos dela e ela concordou enquanto meu dedo passava pela calcinha dela pelo meio, forçando os lábios da buceta dela a se abrirem, puxei a calcinha dela para o lado e separei os lábios e passei a mão na vulva dela com delicadeza, ela levantou o rosto e enfiou a língua excitada na minha boca, eu peguei a mão dela e levei direto para a minha racha já molhada e pedi para ela me masturbar, os dedos dela eram muito macios e delicados e ao sentir como percorriam minha racha fechada, meus lábios se abriram.





O cheiro dela me enlouquecia, a maciez dela me deixava mais tesuda ainda, enquanto sentia ela gozar na minha língua, eu enfiava os dedos na minha buceta. Ela desceu um pouco mais até montar na minha cara e me apertar contra a cama, me obrigando a chupar a sua buceta molhada e o clitóris todo duro. Ela se agarrou nas grades da cama e começou a cavalgar na minha cara, mexendo o corpo em círculos, balançando o quadril sem controle. Meus dedos estavam encharcados com meus próprios fluidos, e minha boca recebia os líquidos dela quase em torrente. Senti ela acelerar e a pressão aumentar na minha cara, ela se esfregava de um jeito absurdo até gozar, deixando minha boca cheia dos sucos dela. Ela parou um instante pra respirar e depois arrancou de novo. No final, só quando senti o jorro dourado dela na minha boca, entendi que ela tinha gozado do jeito que queria. Eu não cabia em mim de tanta felicidade, minha filha era minha amante a partir de agora, e minha buceta já estava pronta pra ação. Levantei feliz e tomei um banho rápido, porque já estava atrasada pro trabalho.
Eu dormi e acordei quando já tava quase escurecendo, ouvi a porta da rua fechar e levantei assustada, me arrumei um pouco e desci as escadas pra encontrar minha filha que, ao me ver, se surpreendeu porque não era meu horário de chegar: — Oi mãe, chegou mais cedo hoje, e isso? — Tive um mal-estar no escritório, cheguei bem cedo e dormi. Ela ficou vermelha: — Como assim? A que horas você chegou? — Cedo… te ouvi estudando no teu quarto e não falei nada pra não atrapalhar, menti. Ela, ainda mais corada: — Mas… mas você devia ter aberto e me cumprimentado, tava fazendo tarefa. Mas enfim, já passou o mal-estar? — Sim, claro filha, vamos comer.


Terminamos de comer e, entre as duas, lavamos a louça e subimos pro meu quarto pra bater papo como todo dia, abraçadas na cama, só que dessa vez o clima tava tenso. Ela me olhava preocupada, sentia que eu tinha percebido algo. Eu não conseguia esquecer a cena, mesmo agora que ela tava de pijama curto e sem sutiã, igual ao meu, mostrando os biquinhos lindos dela, parecendo pontas de lança apontando pra minha cara... Mas o que tô falando? Mãe, posso te perguntar uma coisa que tô morrendo de vontade de saber? Fala, filha. Se masturbar é errado? Não, filha, nada a ver. Por que a pergunta? É que algumas amigas da escola falam que em casa as mães delas dizem que sim... Bom, você sabe que isso depende da criação. Você já se masturbou alguma vez, mãe? A pergunta me pegou de surpresa e me fez corar. Ela ficou sem graça e disse: desculpa, não quis ser atrevida. Não, filha, tranquila. Já me masturbei muitas vezes, ainda mais depois que me separei do seu pai. É um jeito de aliviar as emoções reprimidas. Ela, feliz, se abraçou em mim, me deu um beijo na bochecha e disse: você é a melhor mãe do mundo, ainda bem que sou sua filha e isso me faz muito feliz. Ela se aninhou mais em mim, quase de conchinha, o que me deu tipo um choque no corpo todo. Fiquei quente, nervosa, tensa. Senti as mãos da minha filha percorrerem meus ombros e apertei ela contra mim com força. Sem querer, virei o rosto e, ao tentar dar um beijo na bochecha dela, acabei acertando os lábios. Ela arregalou os olhos de surpresa, igual a mim, mas antes que eu pudesse me afastar, ela respondeu o beijo. Delicadamente no começo, depois com mais paixão. Os lábios dela eram macios e deliciosos, e o contato me fez esquecer quem eu era. Beijei ela com paixão enquanto ela passava a língua nos meus lábios, querendo entrar na minha boca. Deixei a língua dela entrar e brincar com a minha. A gente tava se beijando, eu e minha filha... E por algum motivo, eu tava gostando. Me virei pra ficar de frente pra ela e a gente... Nos abraçamos enquanto nos beijávamos de um jeito louco e sem freio, ela apertava minha língua entre os lábios dela, minhas mãos desceram pelo pescoço dela até as tetas gostosas dela e acariciei os bicos por cima da camisola, o contato me eletrizou, meus dedos deslizaram esfregando os bicos dela e sentindo como eles ficavam duros, entrelacei minhas pernas com as dela pra sentir ela mais perto, se possível, queria estar dentro da minha filha.Ela se arrepiou e pegou minha mão, deslizando pelos peitos dela enquanto me olhava provocante, enquanto a língua dela lambia meu pescoço e eu percorria os dois peitos dela, desci pela barriga dela procurando o começo do roupão, senti a pele dela arrepiada e amei, a minha já estava assim há um tempão… deslizei meus dois dedos por baixo do roupão e subi pelas coxas dela até sentir a buceta dela, delicada, macia e molhada, ainda estava quase sufocada pela calcinha rosa que ela usava por baixo do roupão, olhei nos olhos dela e ela concordou enquanto meu dedo passava pela calcinha dela pelo meio, forçando os lábios da buceta dela a se abrirem, puxei a calcinha dela para o lado e separei os lábios e passei a mão na vulva dela com delicadeza, ela levantou o rosto e enfiou a língua excitada na minha boca, eu peguei a mão dela e levei direto para a minha racha já molhada e pedi para ela me masturbar, os dedos dela eram muito macios e delicados e ao sentir como percorriam minha racha fechada, meus lábios se abriram.


Como as pétalas de uma rosa, começamos a nos esfregar ao mesmo tempo, sentindo calor nos nossos corpos. Era uma delícia nos masturbar uma à outra, eu e minha filha, nunca imaginei tanto prazer. Aí senti que ela gozou na minha mão e, enquanto apertava a língua dela entre meus lábios, eu gozei de um jeito absurdo… uma vez e outra, gemendo igual uma louca, não conseguia parar de gozar. Sentia que todos os orgasmos do mundo estavam represados na minha buceta e que era hora de soltar tudo. Me agarrei forte nos ombros dela enquanto ela esfregava e mexia a mão no meio da minha racha aberta ao máximo. Finalmente parei com um suspiro longo e profundo.
Olhei diretamente nos olhos dela e ela me olhou de um jeito especial, os olhos dela brilhavam, o rosto dela era de felicidade. Pela primeira vez em muitos meses dormimos juntas, de manhã ao acordar olhei e ela estava ali do meu lado, esperei que tivesse sido um sonho, mas não, era verdade, tinha transado com minha filha, a cama estava muito molhada, o robe dela e o meu estavam molhados na parte da buceta, tudo era real. Quando me sentiu acordada, ela abriu os olhos e me beijou… na boca, "oi mãe, bom dia, que delícia amanhecer do seu lado, não sabia que era tão gostoso dormir com minha mãe". E como se fosse normal, ela se virou e montou em cima de mim e de novo beijou meus lábios e me obrigou a abrir a boca, enfiando a língua até o fundo e brincando com ela enquanto o corpo dela se movia sobre mim, senti algo escorrendo de baixo para cima do meu corpo e reagi, como uma mulher apaixonada, tesuda, peguei o rosto dela e a beijei com desejo, com fúria, ela respondeu meus beijos com luxúria, sem nenhum pudor, estávamos peladas e não íamos desperdiçar aquilo. Então ela desceu pelo meu peito e começou a lamber meus peitos delicadamente, mas com força, enfiando meus mamilos na boca dela e chupando de um jeito incrível, apalpando meus peitos com as mãos enquanto eu começava a gemer sem controle. Quando ouviu meus gemidos, ela deslizou pela minha barriga até encontrar a entrada da minha racha já molhada naquela altura, a língua dela saboreou minha buceta pela linha e depois começou a empurrar para dentro, eu não conseguia gemer mais alto, a língua dela penetrou minha racha até o fundo e começou a girar lá dentro, me deixava louca de desejo, era uma fera enjaulada querendo devorar aquela língua e a dona dela. A língua dela brincou com meu clitóris, passando por ele uma e outra vez sem piedade, me fazendo torcer a cada lambida, os lábios dela se fecharam nos meus lábios vaginais e de repente senti a chupada dela, ela estava mamando minha racha e eu comecei a me molhar sem controle, agora ela apertou meus lábios na boca dela e sugou meus sucos que não paravam de fluir. Agarrei a cabeça dela entre minhas pernas e comecei a tremer com meu corpo enquanto minhas mãos apertavam a cabeça dela contra minha buceta, desesperada, queria soltar todos os meus orgasmos naquela boca quentinha. Um tempo depois, ela tirou a boca e me deixou descansar.Tô me espreguiçando na cama, mas não ia deixar ela ir embora sem dar um prêmio pra ela. Então virei ela, coloquei de quatro, abri as pernas dela e comecei a lamber. Primeiro, o cuzinho dela, era lindo e tinha um cheiro delicioso, perfumado, jovem, erótico. Com meus dedos, eu percorria a buceta dela por trás, enquanto meu nariz e minha língua lambiam e cheiravam aquele rabo gostoso. Sentia ela apertando o rosto contra os travesseiros pra ninguém ouvir os gemidos dela de tesão. Lambi muito tempo aquele rabo, depois tirei os dedos e meti a língua.

O cheiro dela me enlouquecia, a maciez dela me deixava mais tesuda ainda, enquanto sentia ela gozar na minha língua, eu enfiava os dedos na minha buceta. Ela desceu um pouco mais até montar na minha cara e me apertar contra a cama, me obrigando a chupar a sua buceta molhada e o clitóris todo duro. Ela se agarrou nas grades da cama e começou a cavalgar na minha cara, mexendo o corpo em círculos, balançando o quadril sem controle. Meus dedos estavam encharcados com meus próprios fluidos, e minha boca recebia os líquidos dela quase em torrente. Senti ela acelerar e a pressão aumentar na minha cara, ela se esfregava de um jeito absurdo até gozar, deixando minha boca cheia dos sucos dela. Ela parou um instante pra respirar e depois arrancou de novo. No final, só quando senti o jorro dourado dela na minha boca, entendi que ela tinha gozado do jeito que queria. Eu não cabia em mim de tanta felicidade, minha filha era minha amante a partir de agora, e minha buceta já estava pronta pra ação. Levantei feliz e tomei um banho rápido, porque já estava atrasada pro trabalho.
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