Oi, me chamo Jasmim, bom, Jasmim Eloísa, Eloísa por causa da minha avó, porque fui a única neta dela (os outros são homens). Além disso, sempre me falaram que sou idêntica a ela, e acho que por isso fui a queridinha do meu avô. Ele amava muito ela e sempre dizia que não sabia o que faria se um dia ela fosse embora.
Infelizmente, ela morreu há mais de um ano num acidente, deixando meu avô muito triste e deprimido. Por isso, eu ia visitá-lo quase todo dia, e todo mundo dizia que comigo ele se sentia melhor. Eu também estava muito triste; me dava super bem com minha avó e sentia muita falta dela. Ela era meio liberal, então às vezes eu contava minhas coisas e intimidades pra ela, e ela também contava pra mim.
Uma vez, conversando com ela, ela me contou que meu avô foi o único homem da vida dela, como ele era bem dotado e como a fazia feliz apesar da idade avançada. A verdade é que, desde aquele dia, fiquei com uma certa curiosidade e também um pouco de tesão, porque, mesmo já tendo transado com alguns caras, sentia que não me satisfaziam completamente. Mais ainda, às vezes tinha que terminar me masturbando. Claro que ficava excitada com eles e sentia gostoso, mas, durante o ato, queria sentir mais, queria que fossem mais fundo, e até fantasiava ter algo maior dentro de mim.
Então, desde que aconteceu o que aconteceu com minha avó, eu ia com meu avô quase todo dia; a gente batia papo sobre as histórias dele, ele me mostrava o álbum de fotos, cantava as músicas e lia os poemas que escreveu pra minha avó, mas dava pra perceber que ele tava triste, e às vezes até via lágrimas escorrendo de tanta tristeza que ele sentia. Eu olhava pra ele e tentava ser forte, mas me dava um aperto no coração, então eu abraçava ele e aí eu desabava a chorar.Passaram-se uns meses e meu avô continuava do mesmo jeito, até que um dia, quando estávamos abraçados e eu chorando, ele me disse:
— Já, Jazz, já chega de chorar, não gosto de te ver assim.
— É que… vovô… te vejo e me sinto mal.
— Por quê? O que você vê?
— Vejo você triste e não gosto de te ver assim.
— Bom, te prometo que não vou mais ficar triste, mas você também me promete o mesmo.
— Sim, vovô, e prometo que vou fazer de tudo pra te fazer feliz.
— Você já me faz feliz por estar aqui do meu lado.Então, desde que aconteceu aquilo com minha avó, eu ia com meu avô quase todo dia; a gente batia um papo sobre as histórias dele, ele me mostrava o álbum de fotos, cantava as músicas e lia os poemas que escreveu pra minha avó. Mas, mesmo assim, eu percebia que ele tava triste, e às vezes até via lágrimas escorrendo de tanta tristeza que ele sentia. Eu olhava pra ele e tentava ser forte, mas me dava uma aperto no coração, então abraçava ele e eu mesma acabava chorando.Passaram-se uns meses e meu avô continuava do mesmo jeito, até que um dia, quando estávamos abraçados e eu chorando, ele me disse:
— Já, Jazz, já não chora mais, não gosto de te ver assim.
— É que… vovô… te vejo e me sinto mal.
— Por quê? O que você vê?
— Ora, te vejo triste e não gosto de te ver assim.
— Bom, te prometo que não vou mais ficar triste, mas você também me promete o mesmo.
— Sim, vovô, e te prometo que vou fazer de tudo pra te fazer feliz.
— Você já me faz feliz por estar aqui do meu lado.

começou a acariciar meu cabelo, meu rosto e continuou dizendo:
—você é tão parecida com sua avó, tão bonita, tão macia
me abraçou, mas de um jeito diferente, mais carinhoso; aproximou o rosto do meu e me deu um beijo suave nos lábios, eu respondi do mesmo jeito e ficamos assim uns 2 minutos. ele se afastou de mim, nos olhamos, pegou minha mão e deu um beijo nela, rimos e ele disse:
—mocinha, já está na hora de ir pra sua casa
—tá bem, senhor, o senhor não vai me acompanhar até a porta? — falei
—claro que sim e rimos
A verdade é que não achei que tinha feito nada de errado, pelo contrário, me sentia bem porque fazia muito tempo que não via meu avô feliz e rindo, além disso, eu também gostei e ficava pensando comigo mesma «é só um beijo, não tem nada de mais».
No dia seguinte fui mais tarde, porque passei na biblioteca, e ele já era outro, parecia mais alegre, com mais vontade de viver e até me fez uma música com meu nome e uns poemas, então ele me disse pra deitar na cama dele e que ali ia recitar pra mim. deitou do meu lado e começou a recitar, cada vez que recitava um eu me sentia muito gostoso e quando terminou me perguntou se eu tinha gostado, respondi que sim, ele chegou mais perto e me beijou de novo, mas com mais paixão do que antes.
Meu avô me beijava bem gostoso, então deixei ele fazer, colou o corpo dele no meu e, mesmo com a roupa, senti a rola dele na minha perna, uuuf, mas que rola, aos poucos foi subindo minha saia até chegar na minha calcinha, puxando pra baixo e senti quando ele tirou o pauzão dele, mesmo que não acreditem, senti vontade de ver, mas dava uma vergonhinha. Continuamos nos beijando e ele colocou a ponta do pau no meio das minhas pernas, que eu abri um pouco pra não atrapalhar, então começou a deslizar devagar, iniciando um vai e vem gostoso e lento, dava pra sentir a cabeça saindo por trás de mim e o tronco roçando meu clitóris, Deus, que delícia que tava.
Como estávamos os dois de lado, ele foi me puxando pra perto dele, entendi o que queria, então primeiro levantei minha perna e depois montei completamente, ele me segurou pela cintura e fez eu percorrer o pau dele de ponta a ponta várias vezes, eu já tava bem molhada, tava doida pra sentir ele dentro de mim, então tomei a iniciativa.Levantei minha saia o máximo que pude e pela primeira vez vi aquela coisa enorme, era grosso e comprido. Peguei ele no meio, encaixei na minha entradinha e comecei a fazer pressão pra ele entrar. Aos poucos foi entrando, sentia a cabecinha dele abrindo meu interior.

Parei um momento quando senti que os outros caras tinham chegado e olhei pra baixo e pude ver que faltava entrar quase a metade.De novo comecei a me mexer pra cima e pra baixo, fazendo cada vez mais pressão, queria ver se entrava tudo, e foi o que aconteceu, aos poucos foi entrando até que senti algo bater lá dentro de mim e, ao mesmo tempo, senti meu clitóris esfregar no púbis do meu avô. Olhei pra baixo de novo e, surpresa, vi como tinha enfiado todo o pau enorme dele.
Sem tirar os olhos de lá, comecei a me levantar pra tirar quase tudo e enfiar de novo, e assim várias vezes. Não consigo explicar o que sentia, tava tipo fascinada, excitada, cheia de tesão, sentia um prazer imenso em sentir e ver aquela pedaço de carne entrando e saindo da minha buceta, e ver meus fluidos escorrendo nele, fazendo ele brilhar, me deixava tipo encantada.
Meu avô percebeu e perguntou:
— O que foi?
— É que... não pensei que ia caber tudo — falei sorrindo.
— Viu só? Você tem o mesmo dom da sua avó — ele disse.
E me puxou pra perto dele e começou a me beijar de novo, eu continuei me mexendo, cada vez mais rápido, até gozar.
Parei um instante sem tirar o pau dele e continuei, mas devagar, bem devagar. Ele começou a beijar e chupar meus peitos, me esquentando de novo. Me segurou pela cintura outra vez, mas com a mão esticada, alcançando minhas nádegas, e disse:
—Assim não, love... assim.
E começou a me mover, mas de um jeito estranho, não mais pra cima e pra baixo, e sim pra frente e pra trás. E cada vez que eu voltava, ele arqueava minha cintura pra frente. Aquilo fez eu encontrar algo que procurava há muito tempo e nunca tinha sentido: meu ponto G. E como é gostoso! Cada vez que ele tocava ali, sentia uns choques elétricos percorrendo meu corpo. Meu avô me movia cada vez mais, mais e mais rápido, até eu sentir outro orgasmo, mas muito diferente dos que já tinha tido. Um orgasmo longo, lindo, que me fez tremer de prazer.
Caí em cima do meu avô, exausta, tirando o pau dele. Mas na hora ele me virou de barriga pra cima na cama, se colocou por cima de mim e disse:
—Agora é minha vez, love.
E aí ele enfiou a coisa dele de novo em mim. Eu, mesmo meio cansada, ainda queria mais. Começamos a nos beijar de novo, ele me beijava e acariciava com mais desespero. De repente, senti meu avô descer a mão até minhas nádegas, enfiando um dos dedos no meu cu, começando a masturbar ele, e que gostoso que era. Ele mexia no mesmo ritmo que enfiava o pau dele. Tudo isso tava me deixando louca de prazer. De repente, comecei a sentir meu avô gozando dentro de mim, jorros e jorros de líquido quente que eu sentia no fundo do meu ser, o que me excitou ainda mais até eu ter outro orgasmo e gozar junto com meu avô.
Meu avô saiu de dentro de mim e se deitou do meu lado. Eu tava super cansada, nunca na minha vida tinha transado tanto como naquele dia e nunca tinha tido tantos orgasmos em menos de uma hora. Fiquei pensando em tanta coisa, como minha avó tinha razão, como sem querer realizei minha fantasia, de saber qual era o meu tamanho e que justamente meu avô tinha ele, e que de agora em diante eu ia ser a mulher do meu avô. Sabia que era errado o que a gente tinha feito, mas não tava nem aí. Meu avô tava feliz e eu também. Além disso, pensei que talvez minha avó se sentisse do mesmo jeito, ao ver o companheiro dela tão feliz.

Nisso tocou meu celular, era minha mãe, perguntando onde eu tava que já era tarde. Falei onde tava e que já ia embora. Eu e meu avô nos olhamos e demos um sorriso. Tava cansadona das pernas e sentia algo escorrendo lá de baixo, percebi que era porra, então tirei a saia, que por sinal tava encharcada de suor, e fui rápido pro banheiro dar uma enxaguada. Quando saí, meu avô tava sentado na cama meio sério e notei que ele segurava o braço direito, enquanto eu me trocava.

perguntei:
— Que foi, cansou?
— É, gostei de você.
Ele respondeu e a gente riu junto. Sentei do lado dele e dei um abraço.
— Sim, adorei. Te amo —
falei e dei um beijo na boca dele, mas notei que ele fez uma careta de dor. Perguntei de novo:
— O que foi? Tá doendo alguma coisa?
— Falta de costume, já tava enferrujando — ele disse e riu.
— Humm, deita aqui. Fuck you, alguma coisa — falei.
— É, me dá um naproxeno que passa, não se preocupa.
Pensei que talvez fosse verdade, então dei o comprimido pra ele e falei que já ia embora. Peguei na mão dele e me despedi com outro beijo na boca.
— Te amo, amanhã a gente se vê.

Infelizmente, ela morreu há mais de um ano num acidente, deixando meu avô muito triste e deprimido. Por isso, eu ia visitá-lo quase todo dia, e todo mundo dizia que comigo ele se sentia melhor. Eu também estava muito triste; me dava super bem com minha avó e sentia muita falta dela. Ela era meio liberal, então às vezes eu contava minhas coisas e intimidades pra ela, e ela também contava pra mim.
Uma vez, conversando com ela, ela me contou que meu avô foi o único homem da vida dela, como ele era bem dotado e como a fazia feliz apesar da idade avançada. A verdade é que, desde aquele dia, fiquei com uma certa curiosidade e também um pouco de tesão, porque, mesmo já tendo transado com alguns caras, sentia que não me satisfaziam completamente. Mais ainda, às vezes tinha que terminar me masturbando. Claro que ficava excitada com eles e sentia gostoso, mas, durante o ato, queria sentir mais, queria que fossem mais fundo, e até fantasiava ter algo maior dentro de mim.
Então, desde que aconteceu o que aconteceu com minha avó, eu ia com meu avô quase todo dia; a gente batia papo sobre as histórias dele, ele me mostrava o álbum de fotos, cantava as músicas e lia os poemas que escreveu pra minha avó, mas dava pra perceber que ele tava triste, e às vezes até via lágrimas escorrendo de tanta tristeza que ele sentia. Eu olhava pra ele e tentava ser forte, mas me dava um aperto no coração, então eu abraçava ele e aí eu desabava a chorar.Passaram-se uns meses e meu avô continuava do mesmo jeito, até que um dia, quando estávamos abraçados e eu chorando, ele me disse: — Já, Jazz, já chega de chorar, não gosto de te ver assim.
— É que… vovô… te vejo e me sinto mal.
— Por quê? O que você vê?
— Vejo você triste e não gosto de te ver assim.
— Bom, te prometo que não vou mais ficar triste, mas você também me promete o mesmo.
— Sim, vovô, e prometo que vou fazer de tudo pra te fazer feliz.
— Você já me faz feliz por estar aqui do meu lado.Então, desde que aconteceu aquilo com minha avó, eu ia com meu avô quase todo dia; a gente batia um papo sobre as histórias dele, ele me mostrava o álbum de fotos, cantava as músicas e lia os poemas que escreveu pra minha avó. Mas, mesmo assim, eu percebia que ele tava triste, e às vezes até via lágrimas escorrendo de tanta tristeza que ele sentia. Eu olhava pra ele e tentava ser forte, mas me dava uma aperto no coração, então abraçava ele e eu mesma acabava chorando.Passaram-se uns meses e meu avô continuava do mesmo jeito, até que um dia, quando estávamos abraçados e eu chorando, ele me disse:
— Já, Jazz, já não chora mais, não gosto de te ver assim.
— É que… vovô… te vejo e me sinto mal.
— Por quê? O que você vê?
— Ora, te vejo triste e não gosto de te ver assim.
— Bom, te prometo que não vou mais ficar triste, mas você também me promete o mesmo.
— Sim, vovô, e te prometo que vou fazer de tudo pra te fazer feliz.
— Você já me faz feliz por estar aqui do meu lado.

começou a acariciar meu cabelo, meu rosto e continuou dizendo:
—você é tão parecida com sua avó, tão bonita, tão macia
me abraçou, mas de um jeito diferente, mais carinhoso; aproximou o rosto do meu e me deu um beijo suave nos lábios, eu respondi do mesmo jeito e ficamos assim uns 2 minutos. ele se afastou de mim, nos olhamos, pegou minha mão e deu um beijo nela, rimos e ele disse:
—mocinha, já está na hora de ir pra sua casa
—tá bem, senhor, o senhor não vai me acompanhar até a porta? — falei
—claro que sim e rimos
A verdade é que não achei que tinha feito nada de errado, pelo contrário, me sentia bem porque fazia muito tempo que não via meu avô feliz e rindo, além disso, eu também gostei e ficava pensando comigo mesma «é só um beijo, não tem nada de mais».
No dia seguinte fui mais tarde, porque passei na biblioteca, e ele já era outro, parecia mais alegre, com mais vontade de viver e até me fez uma música com meu nome e uns poemas, então ele me disse pra deitar na cama dele e que ali ia recitar pra mim. deitou do meu lado e começou a recitar, cada vez que recitava um eu me sentia muito gostoso e quando terminou me perguntou se eu tinha gostado, respondi que sim, ele chegou mais perto e me beijou de novo, mas com mais paixão do que antes.
Meu avô me beijava bem gostoso, então deixei ele fazer, colou o corpo dele no meu e, mesmo com a roupa, senti a rola dele na minha perna, uuuf, mas que rola, aos poucos foi subindo minha saia até chegar na minha calcinha, puxando pra baixo e senti quando ele tirou o pauzão dele, mesmo que não acreditem, senti vontade de ver, mas dava uma vergonhinha. Continuamos nos beijando e ele colocou a ponta do pau no meio das minhas pernas, que eu abri um pouco pra não atrapalhar, então começou a deslizar devagar, iniciando um vai e vem gostoso e lento, dava pra sentir a cabeça saindo por trás de mim e o tronco roçando meu clitóris, Deus, que delícia que tava.Como estávamos os dois de lado, ele foi me puxando pra perto dele, entendi o que queria, então primeiro levantei minha perna e depois montei completamente, ele me segurou pela cintura e fez eu percorrer o pau dele de ponta a ponta várias vezes, eu já tava bem molhada, tava doida pra sentir ele dentro de mim, então tomei a iniciativa.Levantei minha saia o máximo que pude e pela primeira vez vi aquela coisa enorme, era grosso e comprido. Peguei ele no meio, encaixei na minha entradinha e comecei a fazer pressão pra ele entrar. Aos poucos foi entrando, sentia a cabecinha dele abrindo meu interior.

Parei um momento quando senti que os outros caras tinham chegado e olhei pra baixo e pude ver que faltava entrar quase a metade.De novo comecei a me mexer pra cima e pra baixo, fazendo cada vez mais pressão, queria ver se entrava tudo, e foi o que aconteceu, aos poucos foi entrando até que senti algo bater lá dentro de mim e, ao mesmo tempo, senti meu clitóris esfregar no púbis do meu avô. Olhei pra baixo de novo e, surpresa, vi como tinha enfiado todo o pau enorme dele.
Sem tirar os olhos de lá, comecei a me levantar pra tirar quase tudo e enfiar de novo, e assim várias vezes. Não consigo explicar o que sentia, tava tipo fascinada, excitada, cheia de tesão, sentia um prazer imenso em sentir e ver aquela pedaço de carne entrando e saindo da minha buceta, e ver meus fluidos escorrendo nele, fazendo ele brilhar, me deixava tipo encantada.
Meu avô percebeu e perguntou:
— O que foi?
— É que... não pensei que ia caber tudo — falei sorrindo.
— Viu só? Você tem o mesmo dom da sua avó — ele disse.
E me puxou pra perto dele e começou a me beijar de novo, eu continuei me mexendo, cada vez mais rápido, até gozar.
Parei um instante sem tirar o pau dele e continuei, mas devagar, bem devagar. Ele começou a beijar e chupar meus peitos, me esquentando de novo. Me segurou pela cintura outra vez, mas com a mão esticada, alcançando minhas nádegas, e disse: —Assim não, love... assim.
E começou a me mover, mas de um jeito estranho, não mais pra cima e pra baixo, e sim pra frente e pra trás. E cada vez que eu voltava, ele arqueava minha cintura pra frente. Aquilo fez eu encontrar algo que procurava há muito tempo e nunca tinha sentido: meu ponto G. E como é gostoso! Cada vez que ele tocava ali, sentia uns choques elétricos percorrendo meu corpo. Meu avô me movia cada vez mais, mais e mais rápido, até eu sentir outro orgasmo, mas muito diferente dos que já tinha tido. Um orgasmo longo, lindo, que me fez tremer de prazer.
Caí em cima do meu avô, exausta, tirando o pau dele. Mas na hora ele me virou de barriga pra cima na cama, se colocou por cima de mim e disse:
—Agora é minha vez, love.
E aí ele enfiou a coisa dele de novo em mim. Eu, mesmo meio cansada, ainda queria mais. Começamos a nos beijar de novo, ele me beijava e acariciava com mais desespero. De repente, senti meu avô descer a mão até minhas nádegas, enfiando um dos dedos no meu cu, começando a masturbar ele, e que gostoso que era. Ele mexia no mesmo ritmo que enfiava o pau dele. Tudo isso tava me deixando louca de prazer. De repente, comecei a sentir meu avô gozando dentro de mim, jorros e jorros de líquido quente que eu sentia no fundo do meu ser, o que me excitou ainda mais até eu ter outro orgasmo e gozar junto com meu avô.
Meu avô saiu de dentro de mim e se deitou do meu lado. Eu tava super cansada, nunca na minha vida tinha transado tanto como naquele dia e nunca tinha tido tantos orgasmos em menos de uma hora. Fiquei pensando em tanta coisa, como minha avó tinha razão, como sem querer realizei minha fantasia, de saber qual era o meu tamanho e que justamente meu avô tinha ele, e que de agora em diante eu ia ser a mulher do meu avô. Sabia que era errado o que a gente tinha feito, mas não tava nem aí. Meu avô tava feliz e eu também. Além disso, pensei que talvez minha avó se sentisse do mesmo jeito, ao ver o companheiro dela tão feliz.

Nisso tocou meu celular, era minha mãe, perguntando onde eu tava que já era tarde. Falei onde tava e que já ia embora. Eu e meu avô nos olhamos e demos um sorriso. Tava cansadona das pernas e sentia algo escorrendo lá de baixo, percebi que era porra, então tirei a saia, que por sinal tava encharcada de suor, e fui rápido pro banheiro dar uma enxaguada. Quando saí, meu avô tava sentado na cama meio sério e notei que ele segurava o braço direito, enquanto eu me trocava.

perguntei:
— Que foi, cansou?
— É, gostei de você.
Ele respondeu e a gente riu junto. Sentei do lado dele e dei um abraço.
— Sim, adorei. Te amo —
falei e dei um beijo na boca dele, mas notei que ele fez uma careta de dor. Perguntei de novo:
— O que foi? Tá doendo alguma coisa?
— Falta de costume, já tava enferrujando — ele disse e riu.
— Humm, deita aqui. Fuck you, alguma coisa — falei.
— É, me dá um naproxeno que passa, não se preocupa.
Pensei que talvez fosse verdade, então dei o comprimido pra ele e falei que já ia embora. Peguei na mão dele e me despedi com outro beijo na boca.
— Te amo, amanhã a gente se vê.

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