Meu filho tinha algo pra me pedir

Aos 44 anos, me divorciei de um marido muito abusivo psicologicamente, um homem que, ao contrário de mim, não teve o sucesso que esperava. Essa frustração ele descontava em mim. Ficamos anos sem sexo. A última vez que ele me tocou foi muito violento: me sodomizou, desflorando e rasgando meu ânus. Desde então, nunca mais abri as pernas pra ele, e só demorei o divórcio por causa dos meus filhos.

Tenho dois filhos: Mia, a caçula de quinze anos, e Fabio, de 24, que está no último ano da faculdade. Com ele, transei pela primeira vez dois meses depois de divorciada, meio que imitando o título de um livro: *Crônica de um Incesto Anunciado*.

Não sou caretice nem me escandalizo fácil. Fui infiel uma única vez, com um designer recém-formado que estava fazendo estágio na minha empresa. O garoto era meigo, doce, pele bem branca, baixinho, magro. Eu ficava louca com a timidez dele e com ele me chamando de "Mamita" na cama enquanto eu comia ele de todos os jeitos. Isso, junto com tudo que um divórcio envolve, plantou a semente do incesto que estou vivendo com meu filho Fabio.

Antes de transar com meu filho, nunca tinha pensado em incesto. Sabia o que era, mas não estava no meu cardápio de experiências. Pra mim, parecia algo íntimo e pessoal de cada casal. Na minha opinião, se dois adultos querem fazer isso e ainda são mãe e filho, achava complicado, estranho. Não acreditava que a biologia reagisse, que molhasse a mãe e desse uma ereção no filho pra eles se encaixarem de forma mais ou menos natural.

Fabio é meu xodó, meu confidente. A gente se comunica muito fácil. Nenhum dos dois é viciado em celular ou redes sociais. Somos da mesma vibe: alegres, meio reservados e vaidosos. Viciados em academia (eu: pilates, zumba, yoga. Ele: musculação e boxe). É como se estivéssemos sempre na mesma sintonia. E depois que transamos, ficamos inseparáveis — um relacionamento de casal que vai muito além das nossas fodas quase diárias.

Quando me divorciei, ele voltou a morar comigo. Pra minha casa, rapidinho dei um jeito de transferir a faculdade pra uma sede local e, antes de um mês, ele já tava instalado comigo e com minha filha Mia, de quinze anos. Foi um presente dos céus, mudou meu jeito de ser, voltei a me preocupar comigo, retomei minha rotina de academia, me cuidei pra ficar gostosa. Me sentia feliz e completa.

Logo de cara, ele começou com umas frases carinhosas, talvez pra me fazer sentir bem, querida. Era comum ele me dizer:
"vou estar sempre aqui pra você", "com você até a morte", "me sinta perto", "você é linda demais", "amor incondicional, mãe".
Isso entrava fundo no meu coração, era exatamente o que eu mais precisava naquele momento, e ele me dava. Minha filha Mia, não entendo ela, tá naquela fase que chamam de aborrescência e parecia viver no mundinho dela.Meu filho tinha algo pra me pedirRapidamente passei para contatos físicos "diferentes", abraços por trás e pela frente bem apertados onde ele me fazia sentir sua virilidade. Cada vez que me abraçava, eu sentia sua ereção, além de beijos de língua no meu pescoço, nunca na frente da minha filha. Ambos sabíamos que eram demonstrações de afeto íntimas e incomuns para uma Mãe e um Filho.

Eu estava muito consciente de que meu filho estava a fim de mim, que o corpo Materno o excitava. Não o freio, e pra ele isso foi um sinal de que podia ir mais longe, e ele foi. Começou a usar uma espécie de bordão nas mensagens de WhatsApp e nos nossos abraços, me dizendo: "Tem algo que sonho em te pedir."

Suspeitava que era sobre sexo, mas não me sentia pronta pra uma experiência tão extrema. Sabia que ia acontecer, que era questão de tempo até consumarmos nosso incesto, ainda mais sendo consensual. Eu me limitava a responder: "Tudo chega pra quem sabe esperar" ou "Quem espera nunca se desespera."

Vivia com aquela dualidade típica das Mães que sabem que vão transar com seus filhos, onde convive o "quero mas não posso". Ele me deixava molhada, com tesão, mas eu não me decidia a dar o passo por causa das implicações que podia ter no nosso dia a dia e pela minha filha, que é como toda Mulher intuitiva. Parecia impossível que a Mia não percebesse que entre a Mãe e o Irmão dela tava rolando "algo".

Tentei ser forte e evitar o contato físico, busquei ajuda na Pao, minha melhor amiga, que passou por uma situação parecida com o filho dela. Com ajuda de psicólogo e muito autocontrole, ela conseguiu evitar o incesto, mas o filho dela é tímido, dependia mais dela do que de consumar. No meu caso, é diferente. O Fabio tem personalidade de sobra e não ia desistir até me levar pra cama.

Por dois dias, evitei os abraços dele, me esquivava rindo, até que uma tarde, aproveitando que minha filha tava com uma amiga no quarto dela, ele me agarrou pelo braço e perguntou o que tava rolando. Respondi: "Tô com medo." "Do que você tem medo, Mãe? Somos nós." "Tenho medo de machucar..." Não terminei a frase. terminar a frase e me beijou, na boca, com língua, apesar do risco da situação eu abri a boca e nos beijamos como amantes, com desespero, ele colocou as mãos na minha bunda, por cima da calça, e me apertou contra ele, na hora senti a dureza do que inevitavelmente iam meter em mim, foi um beijo longo, nos separamos ofegantes, eu tensa sabendo que o incesto tava ali na esquina e que se não fosse meu filho a gente teria feito ali mesmo na cozinha, era esse o nível de tesão que tava rolando entre nós, Fábio tava com os lábios cheios de batom e antes que eu pudesse falar qualquer merda mandei ele lavar a boca. 

vadiaCozinha nervosa, tensa, parecia que ele tava passando pelo mesmo processo porque às vezes nossa relação não era natural, se instalou entre nós a tensão típica de uma Mãe e um filho que sabem que tão muito perto de consumar algo muito tabu, minha filha percebeu e duas vezes perguntou o que tava rolando com a gente.

Naquela noite meu filho me pediu pra ficar na sala vendo um filme, é de amor Mãe ele disse, recusei, tô cansada falei, vou deitar com sua irmãzinha, ao dar o beijo de boa noite sussurrei no ouvido dele

Adorei seu beijo tem mais? muitos tenho algo pra te pedir Mãe O que perguntou minha filha, nada disse Fabio e de novo minha filha, algo tá rolando entre vocês respondeu.

Eu teria que ser muito cuidadosa, pra mim os preâmbulos tinham acabado, como Mãe teria que ser eu a preparar o cenário, o fim de semana eles iam pra casa do Pai visita combinada, teria que dar um jeito pro meu filho se liberar no sábado e a gente poder passar o domingo juntos, fodendo, tava assustada mas mental e fisicamente decidida a fazer, queria que quando rolasse a gente tivesse tempo não só pra transar várias vezes mas principalmente pra digerir o que a gente tinha feito e juntos dar forma a um novo jeito de se relacionar, tava nessa quando recebi um whatsapp dele

e agora Mãe?

Com absoluta serenidade e segurança respondi

tenta vir no sábado à noite da Casa do seu Pai pra Mãe? não tem algo pra me pedir? Sim Então joga suas cartas e até lá evita abraços e beijos vai ser difícil Mãe cê tá muito perto Fabio a gente precisa se cuidar

Pra mim e assumo que por se tratar de um adulto pra ele Ficou escrito, firmado entre minha umidade Materna e a tesão do meu filho por mim, faltavam dois dias, na sexta a rotina ia salvar a gente, ele faculdade eu meu trampo (sou decoradora de interiores) no sábado à noite com toda certeza a gente ia fazer, ia transar.

Na sexta não rolou muito, meu ex chegou pra buscar eles perto das 18h, mesmo assim combinamos de nos encontrar para um beijo na mão. Quando estavam entrando no carro do meu marido, meu filho disse: "Esqueci algo", piscando um olho pra mim. Entendi o recado na hora, apressada, levei ele pro meu quarto e nos pegamos de boca. Dessa vez, desabotoei minha calça e ele conseguiu enfiar a mão na minha bunda por dentro da calcinha. Só a buzina do meu ex conseguiu nos separar. "Te espero sábado à noite", falei. Ele só balançou a cabeça confirmando. Estávamos tão excitados quanto nervosos.

No sábado, fui ao salão depilar as pernas e me arrumar um pouco. Mesmo sendo loira, dava pra ver uns pelinhos e queria me sentir mais jovem. Não fui à academia e, a meu pedido, almocei com minha melhor amiga. Primeiro ela disse que não podia, mas quando contei que estava passando pela mesma coisa com meu filho, aceitou na hora. "Tô morrendo", ela disse. 

incesto


 Nos encontramos num restaurante chamado Gairdner, que tem mesas num jardim que me agrada. Tem distância suficiente entre as mesas pra manter uma conversa desse tipo. Pedimos duas taças de vinho rosé e, sem rodeios, contei pra ela o que tava rolando entre meu filho e eu. Ela ficou de olhos arregalados, de vez em quando dava um gole na taça. Quando terminei, fiz o mesmo. Ela me perguntou:Então tá decidida? Sim. E vai ser hoje? Sim, tá a horas? Sim. Merda, quase que te invejo, não sei o que te dizer. Te vejo decidida e pelo que me conta, o Fabito (ela chama ele assim) também. Sim. Então o que você espera que eu te diga? Te dar conselho a essa altura é impossível, além disso não saberia o que falar. Sei lá, que dê tudo certo, que não seja traumático e blá blá blá, não sei. Só tenho um problema: tô ovulando. Merda, só você, alérgica a pílulas e prestes a comer seu filho. Compra camisinha e várias. É que quero sentir ele. Meu Deus, não acredito. Não se arrisca. Uma coisa é foder seu filho, outra é dar um filho pro seu filho. Isso é doentio. Aqui, amiga, tem um quarto envolvido. Quem? Meu filho. Depois de te ouvir, dessa vez vou atrás dele e vai ser bem a sério. Não tinham passado as vontades? Acho que não, ainda sinto os olhares dele. Se não rolou, é porque ele é tímido e eu não tive coragem. Hoje, depois de te ouvir, não tenho dúvidas. Então? Então vamos ser colegas, por assim dizer. A tarde voou. Troquei os lençóis, coloquei flores, não mexi nas fotos de família. Em muitas delas aparecia o Fabio criança. A essa altura tava mais que claro que não tinha foto nem lembrança de família que impedisse eu e meu filho de transar. Ao me ver nua na frente do espelho, vieram as primeiras dúvidas. Tava muito magra, ainda tinha a bunda empinada, dura, mas meus peitinhos pequenos tinham umas estrias, umas ruguinhas ao redor dos olhos, e muito pentelho lá embaixo. Fechei os olhos e falei pra mim mesma: é isso que ele quer, é isso que ele tá procurando. Falando com minha buceta, repeti três vezes: Fabio, é hora de voltar. O incesto tem essas coisas que deixam tudo tão doentio. Um ato cotidiano, diário, como colocar calcinha e sutiã, ganha uma morbidez que às vezes assusta, principalmente sabendo que da próxima vez que tirar vai ser pra receber seu filho. Dentro de você. Estava frio, mesmo assim vesti um conjunto de duas peças com uma saia lápis, meia-calça e por baixo da blusa uma regata preta sem manga, um lenço no pescoço, meu relax. Me maquiei bem pouco, perfume e sentei pra esperar. Dez minutos depois, WhatsApp do Fabio: "Mãe, vem me buscar, por favor." Fui até a casa do pai dele, os três estavam lá vendo um filme. Quando me viu tão arrumada, meu ex perguntou se eu tinha um encontro. "Com amigas", respondi. "Meu Deus, como eu pude te perder?", ele completou. Tarde pra isso, pensei, ainda mais agora que tô a minutos de comer o nosso filho. Logo subimos no carro. Fabio, que tava dirigindo, perguntou: "Pra casa, mãe?" Ainda não tô nervosa. "Por quê, mãe?" Por que você acha? Imagina... Então vamos a um bar com música dos anos 80. 

mae e filhoPedimos dois mojitos, sentamos na mesa mais afastada do balcão, era hora do happy hour, então tinha mais gente que o normal. Quando chegaram nossos drinks, pedi pra ele falar de qualquer coisa, impossível, Mamãe respondeu. Olhei pra ele, percorri ele, pela primeira vez com olhos de mulher no cio. Alto, gostoso, barba por fazer, queixo reto, um clone meu de 1,85m e uns 82 quilos. Fisicamente ia ser bem desigual, eu tenho 1,72m e peso 63 quilos, iam me comer, ainda mais que tava de salto baixo, então chegava só no peito dele.

— Estamos sozinhos, Fabio, eu e você. O que você queria me pedir?
— Mamãe, você sabe.
— E tem certeza do que vai acontecer?
— Sim.
— E o que vai acontecer, Fabio?
— Estamos sozinhos e vamos ficar juntos... numa cama.
— Numa cama, Mamãe.

Entre uma frase e outra, silêncios muito constrangedores, de vez em quando a gente baixava o olhar, tudo em sussurros. Dei um beijinho na boca dele, aproveitando a pouca luz, coloquei uma das mãos dele entre minhas pernas e falei no ouvido:

— Não tá na hora da gente ir?

Ele virou o drink rápido e balançou a cabeça que sim. Paguei e, de mãos dadas, saímos daquele bar. Mal entramos no carro, ele tentou me beijar.

— Espera, tem gente.

O trajeto até nossa casa foi em silêncio, nem eu nem ele tínhamos muito o que dizer. Quando entramos em casa, fechei a porta, beijei ele de língua e falei:

— Quero fazer isso.
— Eu também, Mamãe, mas tô nervoso.
— Somos dois, Fabio. Vem, vamos subir.

Entramos no meu quarto, tranquei a porta. Meu filho olhava pra cama sem saber o que fazer ou dizer. Se eu não tomasse o controle, não ia rolar o que eu tava morrendo de vontade que rolasse. Ia ter que me segurar e levar devagar.

— Quer que eu apague um pouco as luzes?
— Um pouco, Mamãe. Quero ver.

Deita e me olha.

Me despi bem devagar, primeiro minha blusa. Quando ele baixava o olhar, eu falava: "Olha". Depois sentei e tirei a calcinha. De vez em quando ele desviava o olhar.

— Olha, Fabio, não tira os olhos de mim.

Na frente dele, deixei a saia cair. Ele olhava atônito pro triângulo saliente da minha buceta coberta por uma calcinha preta minúscula. De vez em quando, passava a língua nos lábios. pelos lábios, tirei minha blusa, deixei cair meu sutiã, virei meu corpo,insaciavelSua mãe e hoje sua mulher. Avancei pra cama, meu filho se despiu, arrancando a roupa com força, os botões da camisa voaram, a cueca tipo short não conseguia segurar a besta dura e ereta que ele tinha entre as pernas e que ia entrar no mais íntimo dos meus tecidos vaginais, sua, sua, não parava de dizer, Mãe, Mãe, ele sussurrava, a gente se beijou, boca, pescoço, instintivamente coloquei meus peitos na boca dele, ele mamava acariciando eles, mãe, mãe, não parava de sussurrar, shhh, sua, sua, a boca dele, a língua dele foi descendo devagar, lambendo cada poro da minha barriga, da minha carne, eu olhava pra ele de vez em quando sem acreditar no que tava vivendo, sentindo, sabia pra onde a língua dele tava indo, ele se posicionou entre minhas pernas, lambeu através da minha calcinha, molhada, tirei ela, devagar, falei, e ele tirou, me deu uma chupada maravilhosa, às vezes devagar, outras vezes enfiava dedos e língua, senti que ia gozar, mete, mete dentro eeeee ele me penetrou.jovenzinhoFecha os olhos, vivendo e sentindo o momento mais íntimo e intenso que uma Mãe pode sentir, eu beijava, arranhava, cuspia, o pau do meu filho perfurando ritmicamente uma e outra vez de forma incansável as entranhas maternas me deixava numa espécie de limbo, seus "Mãe, Mãe" me arrancaram uma cachoeira de orgasmo, senti que morria de um jeito celestial, ele empurrou forte, começou a se contorcer, "Mãe, vou, vou", "Lá fora, estou ovulandooooooo", "Mãeeeeee", ele gozou, ejaculou dentro de mim, seu sêmen escorrendo como um fiozinho, grosso, instintivamente tirei ele de cima de mim e chupei ele enfiando os dedos, ele continuava duro, sentei em cima dele, "olha, entrou", falei e gozei, nem consegui me mexer, "aiii, nãoooo, nãoooo", caí do lado dele, nos beijamos longamente, os dois respirando ofegantes, o peito do meu filho estava suado, não encontrava palavras,
"Te amo, Mãe", e eu "meu amor".
Fluiu mais ou menos natural, estávamos pelados, na cama, eu com restos de sêmen, muito conscientes de que tínhamos consumado um incesto, mesmo assim nos sentíamos felizes e com vontade de mais, perguntei desde quando tinha começado esse desejo por mim, ele respondeu mais ou menos assim:
Meu filho tinha algo pra me pedir
Quando era adolescente, Mamãe, acho que no meu último ano do colégio, eu te espiava, cheirava suas calcinhas, e quando você finalmente se divorciou, não hesitei e aqui estou eu, Mamãe. E você? Um pouco de solidão, o divórcio, me sentia muito abandonada. Você chegou, meu xodó, suas frases bonitas, seus abraços, carinho. Na primeira vez que nos beijamos, eu sabia que ia rolar. E você não hesitou? Um pouco, às vezes. Não tinha medo de estar com você, sabia que ia ser maravilhoso. Me preocupava e me preocupa que sua irmã descubra. Não, Mamãe, ela tá por fora. Continuamos? Pode dar como certo. Pela primeira vez na vida, transei mais de uma vez. Fizemos duas vezes antes de dormir, a terceira foi um 69 babado e gostoso. Ela meteu língua e dedos em tudo quanto é lugar, eu chupei o pau dele, as bolas, tudo. Nunca chupei com tanta vontade, com tanto tesão e amor ao mesmo tempo.Já tem um tempo que a gente tá nessa, já tive dois atrasos na menstruação, o Fabio tenta tirar na hora de gozar, mas nem sempre consegue, vamos ver, não quis usar camisinha, quero sentir ele.
vadia

Meu filho me olha estranho, ele desconfia de algo, tomamos cuidado pra ir em hotéis e transar em casa só nos dias que ele não está, o tratamento entre a gente é diferente, ele continua me chamando de Mãe, mas de um jeito tão, tão morbidamente carinhoso que me derrete.

 

incesto

Sobre a minha amiga, ela ainda não fez. Quando conto intimidades nossas, ela fica com vontade e me diz: "essa semana eu vou foder ele". Quando pergunto como foi, ela sempre responde a mesma coisa: "não tive coragem, ele é tão tímido". Sabe que vai rolar, quer que role, mas fica com medo.

mae e filho

Mesmo vivendo um relacionamento maravilhoso, não quis forçar a barra. Incesto não é fácil, tem que se cuidar muito, ser bem discreto, segurar a vontade de se beijar, de se tocar. Às vezes, as atividades em família cansam, a gente finge muito, não é fácil. É o meu filho, mas é maravilhoso, celestial. Ninguém se arrependeu, aqui não tem culpa, só tem vontade de sobra e seguimos juntos, mais unidos do que nunca.

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