Aos 44 anos me divorciei de um marido muito abusivo psicologicamente, um homem que, diferente de mim, não teve o sucesso que esperava ter. Essa frustração ele descontava em mim. Levávamos anos sem sexo; a última vez que ele me pegou foi muito violenta, ele me sodomizou, desflorando e rasgando meu ânus. Desde aquela vez, nunca mais abri as pernas para ele, e só adiei o processo de divórcio por causa dos meus filhos.
Tenho dois filhos: Mia, a mais nova, de quinze anos, e Fabio, de 24, que está no último ano da faculdade. Com ele me deitei pela primeira vez dois meses depois do divórcio, como se estivesse vivendo o título de um livro: *Crônica de um Incesto Anunciado*.
Não sou puritana nem me escandalizo fácil. Só fui infiel uma vez, com um designer recém-formado que estava fazendo estágio na minha empresa. O garoto era terno, doce, pele muito branca, meio baixinho, magro. A timidez dele me deixava louca, e na cama ele me chamava de "mamãe" enquanto me comia de todos os lados. Isso, somado a tudo que um divórcio envolve, plantou a semente do incesto que estou vivendo com meu filho Fabio.
Antes de fazer com meu filho, nunca tinha pensado em incesto. Sabia do que se tratava, mas não estava no meu cardápio de experiências. Me parecia algo íntimo e pessoal de cada casal. Na minha opinião, se dois adultos quisessem fazer e, além disso, fossem mãe e filho, eu achava complicado, estranho. Não acreditava que a biologia reagisse, que a mãe ficasse molhada e o filho tivesse uma ereção que permitisse um acoplamento mais ou menos natural.
Fabio é meu xodó, meu confidente. É muito fácil nos comunicarmos. Nenhum dos dois é viciado em celular ou redes sociais. Somos da mesma vibe: alegres, meio reservados e vaidosos, viciados em academia (eu faço pilates, zumba e yoga; ele, musculação e boxe). É como se estivéssemos sempre na mesma frequência. E depois de termos relações, nos tornamos inseparáveis, um casal que vai muito além das nossas relações sexuais quase diárias.
Quando me divorciei, ele voltou a morar comigo. Para minha casa, rapidamente trâmitei a transferência da universidade para um campus local e, em menos de um mês, ele estava instalado comigo e minha filha Mia, de quinze anos. Foi um presente do céu, mudou meu caráter, voltei a me preocupar comigo mesma, retomei minha rotina de academia, passei a cuidar da minha aparência, me sentia feliz e completa.
Imediatamente começaram suas frases carinhosas, talvez para me fazer sentir bem, querida, era comum ele me dizer: "sempre estarei aqui por você, contigo até a morte, sinta-me perto, isso é lindo, amor incondicional, Mamãe". Isso chegava muito fundo no meu coração, era o que eu mais precisava naquele momento e ele me dava isso. Já minha filha Mia, não a entendo, está naquela idade do "pavão" e parece viver no mundo dela.
Logo, rapidamente, os contatos físicos evoluíram para algo "diferente": abraços bem apertados pela frente e por trás, onde eu sentia toda a sua virilidade. Cada vez que ele me abraçava, eu sentia a ereção dele. Além disso, vinham beijos de língua no meu pescoço – nunca na frente da minha filha. Ambos sabíamos que eram demonstrações de afeto íntimas e nada comuns entre uma mãe e um filho.
Eu estava bem ciente de que meu filho estava com tesão por mim, que o corpo materno o excitava. Eu não o freava, e para ele isso foi um sinal de que podia ir além. E foi. Ele começou a usar uma espécie de muleta nas mensagens do WhatsApp e nos nossos abrazos, dizendo: "Tem uma coisa que eu sonho em te pedir..."
Eu desconfiava que era sobre sexo, mas não me sentia pronta para uma experiência tão extrema. Sabia que ia acontecer, que era questão de tempo até nosso incesto se consumar, ainda mais sendo consensual. Me limitava a responder: "Tudo chega para quem sabe esperar", ou "Quem espera sempre alcança".
Vivia com aquela dualidade típica das mães que sabem que vão transar com os filhos: o "quero, mas não posso" convivendo dentro de mim. Ele me deixava com tesão, molhada, mas eu não me decidia a dar o passo, pensando nas implicações no nosso dia a dia e na minha filha. Mia, como toda mulher intuitiva, me parecia impossível que ela não percebesse que estava rolando "alguma coisa" entre a mãe e o irmão.
Tentei ser forte e evitar o contato físico. Busquei ajuda na Pao, minha melhor amiga, que passou por uma situação parecida com o filho dela. Com ajuda psicológica e muito autocontrole, ela conseguiu evitar o incesto. Mas o filho dela é tímido, dependia mais dela para que acontecesse. No meu caso era diferente: o Fabio tem personalidade de sobra e não ia desistir até me levar pra cama.
Por dois dias, evitei os abraços dele, me esquivava dando risada. Até que uma tarde, aproveitando que minha filha estava com uma amiga no quarto, ele me agarrou pelo braço e perguntou o que estava acontecendo. Eu respondi: "Estou com medo." "Medo do quê, Mãe? Somos nós dois..." "Tenho medo de machucar..." Não consegui terminar. Terminei a frase e me beijou, na boca, com língua, apesar do risco da situação. Abri a boca e nos beijamos como amantes, com desespero. Ele colocou as mãos na minha bunda, por cima da minha calça, e me puxou para perto. Imediatamente senti a dureza daquilo que inevitavelmente iria me enfiar. Foi um beijo longo, nos separamos com a respiração ofegante. Eu estava tensa, sabendo que o incesto estava à espreita e que, se minha filha não estivesse ali, teríamos feito ali mesmo na cozinha. Esse era o nível de tesão que havia entre nós. O Fabio ficou com os lábios cheios de batom e, antes que ele pudesse dizer "ai", mandei ele lavar a boca.
Cocinhando nerviosa, tensa, aparentemente ele estava vivendo o mesmo processo porque por momentos nossa relação não era natural, instalou-se entre nós a tensão própria de uma mãe e um filho que sabem que estão muito perto de consumar algo muito tabu, minha filha percebeu e duas vezes nos perguntou o que estava acontecendo.
Essa noite meu filho me pediu para ficar na sala vendo um filme, é de amor, mamãe, ele disse. Recusei, estou cansada, falei, vou me deitar com sua irmãzinha. Ao dar o beijo de boa noite, sussurrei no ouvido dele:
- Amei seu beijo... tem mais?
- Muitos... tenho algo para te pedir, mamãe.
- O que foi? - perguntou minha filha.
- Nada - disse Fabio.
E minha filha novamente:
- Tem alguma coisa acontecendo entre vocês.
Teria que ser muito cuidadosa. Para mim, os preâmbulos tinham terminado. Como mãe, teria que ser eu a preparar o cenário. O fim de semana eles iriam para a casa do pai, visita combinada. Teria que me virar para que meu filho se liberasse no sábado e pudéssemos passar o domingo juntos, fodendo. Estava assustada, mas mental e fisicamente decidida a fazer. Queria que quando acontecesse, tivéssemos tempo não só para transar várias vezes, mas principalmente para digerir o que havíamos feito e juntos dar forma a uma nova maneira de nos relacionarmos.
Estava nisso quando chegou um WhatsApp dele:
- E agora, mamãe?
Com absoluta serenidade e segurança respondi:
- Tenta vir no sábado à noite da casa do seu pai para a mamãe? Não tem algo para me pedir?
- Sim.
- Então joga suas cartas. E até lá, evite abraços e beijos.
- Vai ser difícil, mamãe.
- Você está muito perto, Fabio. Temos que nos cuidar.
Para mim - e assumo que por se tratar de um adulto, para ele também - ficou escrito, firmado entre minha umidade materna e a tesura do meu filho por mim: faltavam dois dias. A rotina nos salvaria na sexta - ele na faculdade, eu no trabalho (sou decoradora de interiores). No sábado à noite, com toda certeza, faríamos. Teríamos relações sexuais.
Na sexta não aconteceu muita coisa. Meu ex chegou para buscá-los por volta das... 18h, apesar disso nos organizamos para nos beijarmos, quando estavam entrando no carro do meu marido, meu filho disse "esqueci uma coisa" piscando pra mim, entendi a mensagem, rápido o levei pro meu quarto e nos comemos de beijo, dessa vez desabotoei minha calça e ele conseguiu me tocar na bunda por dentro da minha calcinha, só a buzinada do meu ex conseguiu nos separar, te espero sábado à noite eu disse, ele só acenou com a cabeça, estávamos tão excitados quanto nervosos.
No sábado fui ao salão depilar as pernas e me arrumar um pouco, mesmo sendo loira notava uns pelos e queria parecer mais jovem, não fui à academia e a meu pedido almocei com minha amiga íntima, primeiro ela disse que não podia, quando contei que estava passando pela mesma coisa com meu filho ela aceitou na hora, tô morrendo ela disse.

Nos encontramos num restaurante chamado Gairdner, que tem mesas num jardim onde me sinto à vontade. Há distância suficiente entre as mesas para manter uma conversa desse tipo. Pedimos duas taças de vinho rosé, e sem rodeios, contei a ela o que estava acontecendo entre meu filho e eu. Ela me olhava com os olhos arregalados, de vez em quando dava um gole na taça. Quando terminei, fiz o mesmo. Ela me perguntou...Então tá decidida? Sim. E vai ser hoje? Sim, você tá a horas? Sim. Merda, quase que te invejo, não sei o que te dizer. Te vejo decidida e pelo que você me conta, o Fabito (ela chama ele assim) também. Sim. Então o que você espera que eu diga? Te aconselhar a essa altura é impossível, além do mais eu não saberia o que dizer. Que sei eu? Que dê tudo certo, que não seja traumático e blá blá blá, sei lá. Só tenho um problema: tô ovulando. Merda, só você mesmo! Alérgica à pílula e prestes a dar pro seu filho. Compra camisinha, e várias. É que eu quero sentir ele. Meu Deus, não acredito! Não se arrisque, uma coisa é transar com seu filho, outra é dar um filho pro seu filho. Isso é doentio, amiga, aqui tem uma quarta pessoa envolvida. Quem? Meu filho. Depois de te ouvir dessa vez, vou atrás dele e vai ser muito sério. Ele não tinha perdido a vontade? Acho que não, ainda sinto os olhares dele. Se não rolou é porque ele é tímido e eu não tive coragem. Hoje, depois de te ouvir, não tenho dúvidas. Então? Então vamos ser colegas, por assim dizer.
A tarde voou. Troquei lençóis, coloquei flores, não mexi nas fotos de família. Em muitas delas aparecia o Fabio criança. A essa altura, estava mais do que claro que não tinha foto nem lembrança familiar que impedisse meu filho e eu de termos relações sexuais. Ao me contemplar nua no espelho, vieram as primeiras dúvidas. Eu estava muito magra, ainda tinha bunda empinada, dura, mas meus peitinhos tinham algumas estrias, algumas rugas ao redor dos olhos, e bastante pelinhos lá embaixo. Fechei os olhos e disse pra mim mesma: isso é o que ele quer, isso é o que ele tá procurando. Falando com minha buceta, repeti três vezes: Fabio, é hora de voltar. O incesto tem essas coisas que tornam tudo tão doentio. Um ato cotidiano, diário, como colocar calcinha e sutiã, adquire uma morbidez que às vezes assusta, principalmente sabendo que a próxima vez que você tirar vai ser pra receber seu filho. Dentro de você. Estava frio, mesmo assim coloquei um conjunto de duas peças com uma saia tubo, meia-calça e por baixo da camisa uma regata preta sem mangas, um lenço no pescoço, meu relax, me maquiei bem pouco, perfume e me sentei para esperar. Dez minutos depois, whatsapp do Fabio: "Mamãe, vem me buscar, por favor". Fui para a casa do pai dele, lá estavam os três assistindo a um filme. Ao me ver tão arrumada, meu ex me perguntou se eu tinha um encontro. "Com amigas", respondi. "Deus, como pude te perder", ele acrescentou. "Tarde demais para isso", pensei, especialmente agora que estou a minutos de dar umas sentadas no nosso filho. Não, bem, entramos no carro. Fabio, que estava dirigindo, me perguntou: "Para casa, mamãe?" "Ainda não, estou nervosa." "Por quê, mamãe?" "Por que você acha? Imagina... então vamos a um bar com música dos anos 80.
Pedimos dois mojitos, nos sentamos na mesa mais afastada do bar, era hora do happy hour, então tinha mais gente do que o normal. Quando chegaram nossos cocktails, pedi para falarmos de qualquer coisa. "Impossível, Mamãe", ele me respondeu. Olhei pra ele, percorri seu corpo, pela primeira vez com olhos de mulher no cio. Alto, bonito, barba de três dias, queixo reto, um clone meu com 1,85m e uns 82 quilos. Fisicamente ia ser muito desigual: eu tenho 1,72m e peso 63 quilos. Iam me comer viva. Além disso, eu estava com sapatos baixos, então chegava só no peito dele.
"Estamos sozinhos, Fábio, você e eu. O que você queria me pedir?"
"Mamãe, você sabe."
"E tem certeza do que vai acontecer?"
"Sim."
"E o que vai acontecer, Fábio?"
"Estamos sozinhos e vamos ficar juntos... numa cama."
"Num cama, Mamãe."
Havia entre frase e frase silêncios muito desconfortáveis. De vez em quando baixávamos o olhar, tudo em sussurros. Dei um beijinho na boca dele e, aproveitando a pouca luz, coloquei uma das mãos dele entre minhas pernas e disse no ouvido:
"Não será hora de irmos?"
Ele apressou o gole e balançou a cabeça afirmativamente. Paguei e, de mãos dadas, saímos daquele bar. Mal entramos no carro, ele tentou me beijar.
"Espera, tem gente."
O trajeto até nossa casa foi em silêncio. Nem ele nem eu tínhamos muito o que dizer. Quando entramos em casa, fechei a porta, beijei ele com língua e disse:
"Eu quero fazer."
"Eu também, Mamãe, mas estou nervoso."
"Somos os dois, Fábio. Vem, vamos subir."
Entramos no meu quarto, tranquei a porta. Meu filho olhava para a cama sem saber o que fazer ou dizer. Se eu não tomasse o controle, não ia acontecer o que eu estava morrendo de vontade que acontecesse. Teria que me controlar e levá-lo aos poucos.
"Quer que eu apague um pouco as luzes?"
"Um pouco, Mamãe. Quero ver."
"Deita e me olha."
Me despi bem devagar. Primeiro minha blusa. Quando baixava a vista, dizia: "Olha." Depois me sentei e tirei a calcinha. De vez em quando ele baixava o olhar. "Olha, Fábio, não tira os olhos de mim." Na frente dele, deixei minha saia cair. Ele olhava atônito para o triângulo saliente da minha buceta, coberto por uma calcinha preta minúscula. De vez em quando, ele passava a língua nos lábios. pelos lábios, tirei minha blusa, deixei cair meu sutiã, girei meu corpo,
sua Mãe e hoje sua mulher... Avancei para a cama, meu filho se despiu arrancando a roupa, os botões da sua camisa voaram, sua cueca boxer não conseguia conter a besta dura e ereta que ele tinha entre as pernas e que logo entraria no mais íntimo dos meus tecidos vaginais, "sua, sua" eu não parava de dizer, "Mãe, Mãe" ele sussurrava, nos beijamos, boca, pescoço, instintivamente coloquei meus peitos na boca dele, ele chupava acariciando, "mãe, mãe" não parava de sussurrar, "shhh, sua, sua", sua boca, sua língua foi descendo lentamente lambendo cada poro da minha barriga, da minha carne, eu olhava às vezes sem acreditar no que estava vivendo, sentindo, sabia para onde sua língua se dirigia, posicionou-se entre minhas pernas, lambeu através da minha calcinha, já molhada, tirou-a, "devagar" eu disse e ele o fez, deu uma chupada maravilhosa, às vezes lenta, outras vezes metia dedos e língua, senti que ia gozar, "me fode, mete dentro" e ele me penetrou-
Fechei os olhos vivendo e sentindo o momento mais íntimo e intenso que uma Mãe pode sentir, o beijava, arranhava, cuspia, o pênis do meu filho perfurando ritmicamente uma e outra vez de forma inesgotável as entranhas maternas me tinham em uma espécie de limbo, seus "Mãe, Mãe" me tiraram uma catarata de orgasmo, senti que morri de uma forma celestial, empurrou forte, começou a convulsionar, "Mãe vou, vou... Fora estou ovulandooooooo, Mãeeeeee" ele gozou, ejaculou dentro de mim, sua porra era como um filete escorrendo, espesso, instintivamente tirei ele de cima de mim e chupei metendo meus dedos, ele continuava ereto, sentei em cima dele, "olha como entrou" eu disse e gozei, nem consegui me mexer, ayyyyy nãooooo, nãooooo, caí ao lado dele, nos beijamos longamente, ambos respirávamos agitados, o peito do meu filho estava suado, não encontrava palavras, "te amo Mãe" e eu "meu amor". Fluiu mais ou menos natural, estávamos nus, sobre a cama, eu com restos de porra, muito conscientes de que havíamos consumado um incesto, apesar disso nos sentíamos felizes e com vontade de mais, perguntei desde quando havia começado esse desejo por mim, ele me respondeu mais ou menos assim

Quando adolescente, Mamãe, acho que no meu último ano de colégio, eu te espiava, cheirava suas calcinhas, e quando finalmente você se divorciou não hesitei e aqui estou Mamãe e você? Um pouco de solidão, o divórcio, me sentia muito abandonada, chegou você, meu dengo, suas frases bonitas, seus abrazos, ternura... A primeira vez que nos beijamos eu sabia que ia acontecer e você não hesitou? Um pouco, às vezes, não tinha medo de estar com você, sabia que ia ser maravilhoso. Me preocupava e me preocupa que sua irmã perceba... Não, Mamãe está em outra, continuamos? Pode ter certeza. Pela primeira vez na minha vida tive relações sexuais mais de uma vez, fizemos duas vezes antes de dormir, a terceira foi um 69 babado delicioso, ele meteu língua e dedos por todos os lados, eu comi pênis, bolas, tudo, nunca chupei com tanta vontade, com tanto tesão e amor ao mesmo tempo.Já estamos nessa há um tempo, já tive dois atrasos na minha menstruação, o Fabio tenta se retirar quando vai gozar, mas nem sempre consegue, vamos ver, não quis usar camisinha, quero sentir ele.

Meu filho está nos olhando estranho, ele desconfia de algo. Temos tomado cuidado de ir a hotéis e fazer isso em casa só nos dias que ele não está, o jeito que nos tratamos é diferente. Ele continua me chamando de mamãe, mas de um jeito tão tão... como se fosse morbidamente carinhoso, que me derrete.

Sobre minha amiga, ela ainda não fez. Quando eu conto intimidades nossas, ela fica com vontade e me diz: "essa semana eu vou dar pra ele". Quando pergunto como foi, ela sempre diz a mesma coisa: "não tive coragem, ele é tão tímido". Ela sabe o que vai acontecer, quer que aconteça, mas fica com medo.

Apesar de viver um relacionamento maravilhoso, não quis forçar nada, o incesto não é fácil, é preciso ter muito cuidado, ser muito discreto, segurar a vontade de nos beijar, nos tocar. Às vezes as atividades familiares cansam, fingimos muito, não é fácil, é um filho, mas é maravilhoso, celestial, ninguém se arrependeu, aqui não houve culpas, sobra tesão e seguimos juntos mais unidos do que nunca.
Tenho dois filhos: Mia, a mais nova, de quinze anos, e Fabio, de 24, que está no último ano da faculdade. Com ele me deitei pela primeira vez dois meses depois do divórcio, como se estivesse vivendo o título de um livro: *Crônica de um Incesto Anunciado*.
Não sou puritana nem me escandalizo fácil. Só fui infiel uma vez, com um designer recém-formado que estava fazendo estágio na minha empresa. O garoto era terno, doce, pele muito branca, meio baixinho, magro. A timidez dele me deixava louca, e na cama ele me chamava de "mamãe" enquanto me comia de todos os lados. Isso, somado a tudo que um divórcio envolve, plantou a semente do incesto que estou vivendo com meu filho Fabio.
Antes de fazer com meu filho, nunca tinha pensado em incesto. Sabia do que se tratava, mas não estava no meu cardápio de experiências. Me parecia algo íntimo e pessoal de cada casal. Na minha opinião, se dois adultos quisessem fazer e, além disso, fossem mãe e filho, eu achava complicado, estranho. Não acreditava que a biologia reagisse, que a mãe ficasse molhada e o filho tivesse uma ereção que permitisse um acoplamento mais ou menos natural.
Fabio é meu xodó, meu confidente. É muito fácil nos comunicarmos. Nenhum dos dois é viciado em celular ou redes sociais. Somos da mesma vibe: alegres, meio reservados e vaidosos, viciados em academia (eu faço pilates, zumba e yoga; ele, musculação e boxe). É como se estivéssemos sempre na mesma frequência. E depois de termos relações, nos tornamos inseparáveis, um casal que vai muito além das nossas relações sexuais quase diárias.
Quando me divorciei, ele voltou a morar comigo. Para minha casa, rapidamente trâmitei a transferência da universidade para um campus local e, em menos de um mês, ele estava instalado comigo e minha filha Mia, de quinze anos. Foi um presente do céu, mudou meu caráter, voltei a me preocupar comigo mesma, retomei minha rotina de academia, passei a cuidar da minha aparência, me sentia feliz e completa.
Imediatamente começaram suas frases carinhosas, talvez para me fazer sentir bem, querida, era comum ele me dizer: "sempre estarei aqui por você, contigo até a morte, sinta-me perto, isso é lindo, amor incondicional, Mamãe". Isso chegava muito fundo no meu coração, era o que eu mais precisava naquele momento e ele me dava isso. Já minha filha Mia, não a entendo, está naquela idade do "pavão" e parece viver no mundo dela.
Logo, rapidamente, os contatos físicos evoluíram para algo "diferente": abraços bem apertados pela frente e por trás, onde eu sentia toda a sua virilidade. Cada vez que ele me abraçava, eu sentia a ereção dele. Além disso, vinham beijos de língua no meu pescoço – nunca na frente da minha filha. Ambos sabíamos que eram demonstrações de afeto íntimas e nada comuns entre uma mãe e um filho.Eu estava bem ciente de que meu filho estava com tesão por mim, que o corpo materno o excitava. Eu não o freava, e para ele isso foi um sinal de que podia ir além. E foi. Ele começou a usar uma espécie de muleta nas mensagens do WhatsApp e nos nossos abrazos, dizendo: "Tem uma coisa que eu sonho em te pedir..."
Eu desconfiava que era sobre sexo, mas não me sentia pronta para uma experiência tão extrema. Sabia que ia acontecer, que era questão de tempo até nosso incesto se consumar, ainda mais sendo consensual. Me limitava a responder: "Tudo chega para quem sabe esperar", ou "Quem espera sempre alcança".
Vivia com aquela dualidade típica das mães que sabem que vão transar com os filhos: o "quero, mas não posso" convivendo dentro de mim. Ele me deixava com tesão, molhada, mas eu não me decidia a dar o passo, pensando nas implicações no nosso dia a dia e na minha filha. Mia, como toda mulher intuitiva, me parecia impossível que ela não percebesse que estava rolando "alguma coisa" entre a mãe e o irmão.
Tentei ser forte e evitar o contato físico. Busquei ajuda na Pao, minha melhor amiga, que passou por uma situação parecida com o filho dela. Com ajuda psicológica e muito autocontrole, ela conseguiu evitar o incesto. Mas o filho dela é tímido, dependia mais dela para que acontecesse. No meu caso era diferente: o Fabio tem personalidade de sobra e não ia desistir até me levar pra cama.
Por dois dias, evitei os abraços dele, me esquivava dando risada. Até que uma tarde, aproveitando que minha filha estava com uma amiga no quarto, ele me agarrou pelo braço e perguntou o que estava acontecendo. Eu respondi: "Estou com medo." "Medo do quê, Mãe? Somos nós dois..." "Tenho medo de machucar..." Não consegui terminar. Terminei a frase e me beijou, na boca, com língua, apesar do risco da situação. Abri a boca e nos beijamos como amantes, com desespero. Ele colocou as mãos na minha bunda, por cima da minha calça, e me puxou para perto. Imediatamente senti a dureza daquilo que inevitavelmente iria me enfiar. Foi um beijo longo, nos separamos com a respiração ofegante. Eu estava tensa, sabendo que o incesto estava à espreita e que, se minha filha não estivesse ali, teríamos feito ali mesmo na cozinha. Esse era o nível de tesão que havia entre nós. O Fabio ficou com os lábios cheios de batom e, antes que ele pudesse dizer "ai", mandei ele lavar a boca.
Cocinhando nerviosa, tensa, aparentemente ele estava vivendo o mesmo processo porque por momentos nossa relação não era natural, instalou-se entre nós a tensão própria de uma mãe e um filho que sabem que estão muito perto de consumar algo muito tabu, minha filha percebeu e duas vezes nos perguntou o que estava acontecendo.Essa noite meu filho me pediu para ficar na sala vendo um filme, é de amor, mamãe, ele disse. Recusei, estou cansada, falei, vou me deitar com sua irmãzinha. Ao dar o beijo de boa noite, sussurrei no ouvido dele:
- Amei seu beijo... tem mais?
- Muitos... tenho algo para te pedir, mamãe.
- O que foi? - perguntou minha filha.
- Nada - disse Fabio.
E minha filha novamente:
- Tem alguma coisa acontecendo entre vocês.
Teria que ser muito cuidadosa. Para mim, os preâmbulos tinham terminado. Como mãe, teria que ser eu a preparar o cenário. O fim de semana eles iriam para a casa do pai, visita combinada. Teria que me virar para que meu filho se liberasse no sábado e pudéssemos passar o domingo juntos, fodendo. Estava assustada, mas mental e fisicamente decidida a fazer. Queria que quando acontecesse, tivéssemos tempo não só para transar várias vezes, mas principalmente para digerir o que havíamos feito e juntos dar forma a uma nova maneira de nos relacionarmos.
Estava nisso quando chegou um WhatsApp dele:
- E agora, mamãe?
Com absoluta serenidade e segurança respondi:
- Tenta vir no sábado à noite da casa do seu pai para a mamãe? Não tem algo para me pedir?
- Sim.
- Então joga suas cartas. E até lá, evite abraços e beijos.
- Vai ser difícil, mamãe.
- Você está muito perto, Fabio. Temos que nos cuidar.
Para mim - e assumo que por se tratar de um adulto, para ele também - ficou escrito, firmado entre minha umidade materna e a tesura do meu filho por mim: faltavam dois dias. A rotina nos salvaria na sexta - ele na faculdade, eu no trabalho (sou decoradora de interiores). No sábado à noite, com toda certeza, faríamos. Teríamos relações sexuais.
Na sexta não aconteceu muita coisa. Meu ex chegou para buscá-los por volta das... 18h, apesar disso nos organizamos para nos beijarmos, quando estavam entrando no carro do meu marido, meu filho disse "esqueci uma coisa" piscando pra mim, entendi a mensagem, rápido o levei pro meu quarto e nos comemos de beijo, dessa vez desabotoei minha calça e ele conseguiu me tocar na bunda por dentro da minha calcinha, só a buzinada do meu ex conseguiu nos separar, te espero sábado à noite eu disse, ele só acenou com a cabeça, estávamos tão excitados quanto nervosos.
No sábado fui ao salão depilar as pernas e me arrumar um pouco, mesmo sendo loira notava uns pelos e queria parecer mais jovem, não fui à academia e a meu pedido almocei com minha amiga íntima, primeiro ela disse que não podia, quando contei que estava passando pela mesma coisa com meu filho ela aceitou na hora, tô morrendo ela disse.

Nos encontramos num restaurante chamado Gairdner, que tem mesas num jardim onde me sinto à vontade. Há distância suficiente entre as mesas para manter uma conversa desse tipo. Pedimos duas taças de vinho rosé, e sem rodeios, contei a ela o que estava acontecendo entre meu filho e eu. Ela me olhava com os olhos arregalados, de vez em quando dava um gole na taça. Quando terminei, fiz o mesmo. Ela me perguntou...Então tá decidida? Sim. E vai ser hoje? Sim, você tá a horas? Sim. Merda, quase que te invejo, não sei o que te dizer. Te vejo decidida e pelo que você me conta, o Fabito (ela chama ele assim) também. Sim. Então o que você espera que eu diga? Te aconselhar a essa altura é impossível, além do mais eu não saberia o que dizer. Que sei eu? Que dê tudo certo, que não seja traumático e blá blá blá, sei lá. Só tenho um problema: tô ovulando. Merda, só você mesmo! Alérgica à pílula e prestes a dar pro seu filho. Compra camisinha, e várias. É que eu quero sentir ele. Meu Deus, não acredito! Não se arrisque, uma coisa é transar com seu filho, outra é dar um filho pro seu filho. Isso é doentio, amiga, aqui tem uma quarta pessoa envolvida. Quem? Meu filho. Depois de te ouvir dessa vez, vou atrás dele e vai ser muito sério. Ele não tinha perdido a vontade? Acho que não, ainda sinto os olhares dele. Se não rolou é porque ele é tímido e eu não tive coragem. Hoje, depois de te ouvir, não tenho dúvidas. Então? Então vamos ser colegas, por assim dizer.
A tarde voou. Troquei lençóis, coloquei flores, não mexi nas fotos de família. Em muitas delas aparecia o Fabio criança. A essa altura, estava mais do que claro que não tinha foto nem lembrança familiar que impedisse meu filho e eu de termos relações sexuais. Ao me contemplar nua no espelho, vieram as primeiras dúvidas. Eu estava muito magra, ainda tinha bunda empinada, dura, mas meus peitinhos tinham algumas estrias, algumas rugas ao redor dos olhos, e bastante pelinhos lá embaixo. Fechei os olhos e disse pra mim mesma: isso é o que ele quer, isso é o que ele tá procurando. Falando com minha buceta, repeti três vezes: Fabio, é hora de voltar. O incesto tem essas coisas que tornam tudo tão doentio. Um ato cotidiano, diário, como colocar calcinha e sutiã, adquire uma morbidez que às vezes assusta, principalmente sabendo que a próxima vez que você tirar vai ser pra receber seu filho. Dentro de você. Estava frio, mesmo assim coloquei um conjunto de duas peças com uma saia tubo, meia-calça e por baixo da camisa uma regata preta sem mangas, um lenço no pescoço, meu relax, me maquiei bem pouco, perfume e me sentei para esperar. Dez minutos depois, whatsapp do Fabio: "Mamãe, vem me buscar, por favor". Fui para a casa do pai dele, lá estavam os três assistindo a um filme. Ao me ver tão arrumada, meu ex me perguntou se eu tinha um encontro. "Com amigas", respondi. "Deus, como pude te perder", ele acrescentou. "Tarde demais para isso", pensei, especialmente agora que estou a minutos de dar umas sentadas no nosso filho. Não, bem, entramos no carro. Fabio, que estava dirigindo, me perguntou: "Para casa, mamãe?" "Ainda não, estou nervosa." "Por quê, mamãe?" "Por que você acha? Imagina... então vamos a um bar com música dos anos 80.
Pedimos dois mojitos, nos sentamos na mesa mais afastada do bar, era hora do happy hour, então tinha mais gente do que o normal. Quando chegaram nossos cocktails, pedi para falarmos de qualquer coisa. "Impossível, Mamãe", ele me respondeu. Olhei pra ele, percorri seu corpo, pela primeira vez com olhos de mulher no cio. Alto, bonito, barba de três dias, queixo reto, um clone meu com 1,85m e uns 82 quilos. Fisicamente ia ser muito desigual: eu tenho 1,72m e peso 63 quilos. Iam me comer viva. Além disso, eu estava com sapatos baixos, então chegava só no peito dele."Estamos sozinhos, Fábio, você e eu. O que você queria me pedir?"
"Mamãe, você sabe."
"E tem certeza do que vai acontecer?"
"Sim."
"E o que vai acontecer, Fábio?"
"Estamos sozinhos e vamos ficar juntos... numa cama."
"Num cama, Mamãe."
Havia entre frase e frase silêncios muito desconfortáveis. De vez em quando baixávamos o olhar, tudo em sussurros. Dei um beijinho na boca dele e, aproveitando a pouca luz, coloquei uma das mãos dele entre minhas pernas e disse no ouvido:
"Não será hora de irmos?"
Ele apressou o gole e balançou a cabeça afirmativamente. Paguei e, de mãos dadas, saímos daquele bar. Mal entramos no carro, ele tentou me beijar.
"Espera, tem gente."
O trajeto até nossa casa foi em silêncio. Nem ele nem eu tínhamos muito o que dizer. Quando entramos em casa, fechei a porta, beijei ele com língua e disse:
"Eu quero fazer."
"Eu também, Mamãe, mas estou nervoso."
"Somos os dois, Fábio. Vem, vamos subir."
Entramos no meu quarto, tranquei a porta. Meu filho olhava para a cama sem saber o que fazer ou dizer. Se eu não tomasse o controle, não ia acontecer o que eu estava morrendo de vontade que acontecesse. Teria que me controlar e levá-lo aos poucos.
"Quer que eu apague um pouco as luzes?"
"Um pouco, Mamãe. Quero ver."
"Deita e me olha."
Me despi bem devagar. Primeiro minha blusa. Quando baixava a vista, dizia: "Olha." Depois me sentei e tirei a calcinha. De vez em quando ele baixava o olhar. "Olha, Fábio, não tira os olhos de mim." Na frente dele, deixei minha saia cair. Ele olhava atônito para o triângulo saliente da minha buceta, coberto por uma calcinha preta minúscula. De vez em quando, ele passava a língua nos lábios. pelos lábios, tirei minha blusa, deixei cair meu sutiã, girei meu corpo,
sua Mãe e hoje sua mulher... Avancei para a cama, meu filho se despiu arrancando a roupa, os botões da sua camisa voaram, sua cueca boxer não conseguia conter a besta dura e ereta que ele tinha entre as pernas e que logo entraria no mais íntimo dos meus tecidos vaginais, "sua, sua" eu não parava de dizer, "Mãe, Mãe" ele sussurrava, nos beijamos, boca, pescoço, instintivamente coloquei meus peitos na boca dele, ele chupava acariciando, "mãe, mãe" não parava de sussurrar, "shhh, sua, sua", sua boca, sua língua foi descendo lentamente lambendo cada poro da minha barriga, da minha carne, eu olhava às vezes sem acreditar no que estava vivendo, sentindo, sabia para onde sua língua se dirigia, posicionou-se entre minhas pernas, lambeu através da minha calcinha, já molhada, tirou-a, "devagar" eu disse e ele o fez, deu uma chupada maravilhosa, às vezes lenta, outras vezes metia dedos e língua, senti que ia gozar, "me fode, mete dentro" e ele me penetrou-
Fechei os olhos vivendo e sentindo o momento mais íntimo e intenso que uma Mãe pode sentir, o beijava, arranhava, cuspia, o pênis do meu filho perfurando ritmicamente uma e outra vez de forma inesgotável as entranhas maternas me tinham em uma espécie de limbo, seus "Mãe, Mãe" me tiraram uma catarata de orgasmo, senti que morri de uma forma celestial, empurrou forte, começou a convulsionar, "Mãe vou, vou... Fora estou ovulandooooooo, Mãeeeeee" ele gozou, ejaculou dentro de mim, sua porra era como um filete escorrendo, espesso, instintivamente tirei ele de cima de mim e chupei metendo meus dedos, ele continuava ereto, sentei em cima dele, "olha como entrou" eu disse e gozei, nem consegui me mexer, ayyyyy nãooooo, nãooooo, caí ao lado dele, nos beijamos longamente, ambos respirávamos agitados, o peito do meu filho estava suado, não encontrava palavras, "te amo Mãe" e eu "meu amor". Fluiu mais ou menos natural, estávamos nus, sobre a cama, eu com restos de porra, muito conscientes de que havíamos consumado um incesto, apesar disso nos sentíamos felizes e com vontade de mais, perguntei desde quando havia começado esse desejo por mim, ele me respondeu mais ou menos assim
Quando adolescente, Mamãe, acho que no meu último ano de colégio, eu te espiava, cheirava suas calcinhas, e quando finalmente você se divorciou não hesitei e aqui estou Mamãe e você? Um pouco de solidão, o divórcio, me sentia muito abandonada, chegou você, meu dengo, suas frases bonitas, seus abrazos, ternura... A primeira vez que nos beijamos eu sabia que ia acontecer e você não hesitou? Um pouco, às vezes, não tinha medo de estar com você, sabia que ia ser maravilhoso. Me preocupava e me preocupa que sua irmã perceba... Não, Mamãe está em outra, continuamos? Pode ter certeza. Pela primeira vez na minha vida tive relações sexuais mais de uma vez, fizemos duas vezes antes de dormir, a terceira foi um 69 babado delicioso, ele meteu língua e dedos por todos os lados, eu comi pênis, bolas, tudo, nunca chupei com tanta vontade, com tanto tesão e amor ao mesmo tempo.Já estamos nessa há um tempo, já tive dois atrasos na minha menstruação, o Fabio tenta se retirar quando vai gozar, mas nem sempre consegue, vamos ver, não quis usar camisinha, quero sentir ele.

Meu filho está nos olhando estranho, ele desconfia de algo. Temos tomado cuidado de ir a hotéis e fazer isso em casa só nos dias que ele não está, o jeito que nos tratamos é diferente. Ele continua me chamando de mamãe, mas de um jeito tão tão... como se fosse morbidamente carinhoso, que me derrete.

Sobre minha amiga, ela ainda não fez. Quando eu conto intimidades nossas, ela fica com vontade e me diz: "essa semana eu vou dar pra ele". Quando pergunto como foi, ela sempre diz a mesma coisa: "não tive coragem, ele é tão tímido". Ela sabe o que vai acontecer, quer que aconteça, mas fica com medo.

Apesar de viver um relacionamento maravilhoso, não quis forçar nada, o incesto não é fácil, é preciso ter muito cuidado, ser muito discreto, segurar a vontade de nos beijar, nos tocar. Às vezes as atividades familiares cansam, fingimos muito, não é fácil, é um filho, mas é maravilhoso, celestial, ninguém se arrependeu, aqui não houve culpas, sobra tesão e seguimos juntos mais unidos do que nunca.
1 comentários - Meu filho tinha um pedido pra mim