Natal em Mendoza, porra!!!

Fui passar o Natal com minha irmã e o marido dela em Mendoza, e não esperava que todos os parentes deles estivessem lá. O tio e os pais do meu cunhado estavam presentes. Depois daquela vez que transei com eles, não respondi mensagens nem atendi ligações, na verdade, bloqueei eles. O pai do meu cunhado é um velho muito tarado e babão, sempre foi. Minha irmã já normalizou as coisas que ele fala pra ela. Eu tinha levado um vestido bem curto, decotado e com as costas todas de fora, óbvio que não usei porque ia me sentir desconfortável com os olhares.
Por sorte, o Nacho, pai do meu cunhado, se comportou.
Já o Gaston, irmão dele, ficava falando umas coisas quando podia. Minha irmã ouviu quando ele disse: "Não parava de pensar em como você gemia e como sentava quando tava por cima."
Minha irmã me perguntou se eu tinha tido algo com o Gaston. Falei que não, que ele não parava de insistir pra eu sair com ele um dia, e fica falando essas coisas.
Bebemos muito todos aquela noite. O Gaston insistiu tanto pra eu ir com ele num bar, dizendo que queria sair, que a gente ia só junto e que ele não ia tentar nada.
Fomos num bar, continuamos bebendo e dançamos.
Quando ele foi ao banheiro, fiquei respondendo umas mensagens pra um cara de Mendoza. Falei em qual bar eu tava e perguntei o que ele tava fazendo. É um cara com quem eu vinha trocando ideia e sabia que eu ia pra Mendoza no Natal. Ele disse que tava numa festa numa casa, e que vinha me buscar se eu quisesse ir pra lá com ele e os amigos dele.
Falei pro Gaston que ia embora porque ia encontrar alguém, e que a gente podia se ver depois num after nessa casa.
Ele insistiu pra eu ficar com ele, mas falei que não, que tava me sentindo muito desconfortável e pra ele parar de insistir. Pedi pra ele me levar, e ele me levou.
O Carlos tava esperando do lado de fora quando eu disse que tava chegando.
Entramos na casa, cumprimentei todo mundo. Eram cinco caras e um que tava com a namorada, todos bebendo pesado.
Comecei a beber com eles e, depois de um tempo, o casal se despediu e foi embora porque tinham que buscar os filhos ao meio-dia. Estavam com os avós.
Mario, o dono da casa, era um puta galanteador, não parava de me elogiar, falava pro Carlos que perdoasse ele, mas que tinha se apaixonado à primeira vista.
Já era quase meio-dia e tava um calorão.
Mario falou: "Vamos pra piscina."
Pau: "Não trouxe biquíni comigo..."
Mario: "Tá tudo fechado, é dia 25, senão comprava o que você quisesse. Não quer entrar de roupa íntima?"
Pau: "Tô usando uma fio-dental bem pequena porque ia vestir outro vestido e, se usasse calcinha comum, ia marcar demais."
Mario: "Beleza, sem problema, a gente vai nós dois pra piscina." Dois amigos dele também foram embora.
Carlos: "Eu entro de cueca, sem drama."
Levamos o prato e as bebidas pra fora, e eu entrei rápido na piscina porque sentia que não paravam de me olhar.
Na água, continuamos bebendo e com música também.
Quando saí, fui pegar um sol numa espreguiçadeira e queria pegar de costas também. Mas a fio-dental era quase um fiozinho...
De vez em quando voltava pra água por causa do calor, e falei: "Já que é assim..."
Estendi uma das toalhas e me deitei de bruços. Mario falou um monte de coisas elogiando a bunda que eu tinha, e eu disse que tava me sentindo desconfortável, que não queria que estragasse a amizade que a gente tava construindo.
Ele pediu desculpas e não falou mais nada.
Carlos: "Quando você quiser, a gente vai embora."
Eu tinha mensagens e duas ligações da minha irmã, falei que voltava à noite.
Não dava pra voltar daquele jeito, todo mundo ia perceber como eu tava.
Já eram 16h, eu falei: "Não bebo mais, senão não consigo voltar assim pra casa da minha irmã."
Mario e Carlos se ofereceram pra eu ficar.
Eu ia passar o fim de semana em Mendoza também e voltava domingo à noite pra Córdoba.
Continuamos bebendo. Compraram mais e álcool também.
Me perguntaram como eu ficava? Que algumas minas ficavam excitadas e outras não.
Pau: "Na maioria, faz a gente ficar excitada mais rápido. E na maioria dos caras, faz não subir."
Mario: "Comigo é o contrário, fica mais dura."
Carlos: "A Às vezes eu não consigo ficar duro...
Mario: Olha, não leva a mal, mas eu olhando pra sua bunda, olha como já começa a subir... e ele se tocava.
Pau: Para, para, não precisa, acredito em você. Eu vim por causa do Carlos e não acho certo desrespeitar ele... Você é bonito, interessante, mas eu vim com seu amigo.
Mario: A gente divide tudo, tudo, não é mesmo, Carlos? Que voltava com cerveja e champanhe.
Carlos: Sim, sim, se você não tem problema... Já fez ménage?
Pau: Demorei pra responder... sim, já fiz.
Mario: E você gostou? Só uma vez ou várias?
Pau: Só uma vez, falei.
Carlos: Começou a me beijar e enquanto a gente se beijava, senti ele me apoiar e me abraçar por trás, o Mario. Pegou meu rosto e começou a me beijar, sentia ele encostando em mim, todo duro. Sentou na borda da piscina sem a sunga e disse: "Você vai chupar duas picas."
Carlos sentou do lado dele e se masturbava porque não conseguia ficar duro.
Comecei a chupar ele enquanto batia uma pro Mario, e ele não parava de falar: "Vai, chupa ele até subir, senão vou te comer só eu..."
A pica do Carlos começou a subir, crescendo e crescendo... e daqui a pouco ele começou a falar: "Isso, isso, assim, toma o gozo... quer gozo??" Eu com a pica na boca, do jeito que dava, respondia: "Sim, sim, quero" e ele começou a gozar, não tinha passado nem 5 minutos...
Carlos: "Engole tudo, tudo é pra você..." enquanto me empurrava, puxando meu cabelo.
Tive que engolir tudo enquanto quase vomitava...
Mario: "Agora vem, chupa eu..." Chupei ele por um tempo e saímos da piscina, ele me fez apoiar numa espreguiçadeira e, enquanto tirava minha tanga, começou a chupar minha bunda e me tocava, dizendo: "Que molhada você tá, tá toda molhada... quer pica? Pede pica... me pede pra te comer..."
Pau: "Coloca camisinha... me come... quero pica..."
Carlos vinha de dentro com camisinhas... "Chupa ele em pé de novo", ele disse, enquanto Mario começava a me comer forte. Eu gemia como dava enquanto chupava ele, e ele ficou duro de novo...
Pau: "Me come..." falei olhando pra ele. Ele colocou a camisinha e o Mario... Ele veio pra frente pra eu chupar ele. Senti entrando, ele era bem mais grosso que o Mario. Comecei a me tocar e tive um orgasmo, e o Carlos cada vez mais forte e rápido me comia até que gozou..

O Mario me fez subir na mesa e começou a me chupar, e eu me molhei de novo. Ele começou a me beijar e eu senti que ele já estava começando a me comer..

Pau: "põe uma camisinha", falei entre os gemidos. E senti entrando, ele começou a me comer e enquanto eu gemia, falei "goza fora" ... e ele saiu e gozou fora...

Fui no banheiro e tomei banho. Quando saí, perguntei se alguém podia me levar ou pedir um Uber.

"Fica", falou o Mario... "a gente continua bebendo e transando."

Pau: "Não, não, eu não vim pra isso..."

Carlos: "Vamos quando você quiser. Pode ficar também, não precisa continuar transando, fica tranquila.Natal em Mendoza, porra!!!

morena

vadia

Cordoba

Paulina

morena gostosa de rabao

Natal em Mendoza, porra!!!

morena

vadia

Cordoba

Paulina

morena gostosa de rabao

Natal em Mendoza, porra!!!

4 comentários - Natal em Mendoza, porra!!!

Não sei o que deixa mais tesudo, se é o pedaço de mulher que você é ou a história.
as 2 coisas