Fui passar o Natal com minha irmã e o marido dela em Mendoza, e não esperava que todos os parentes deles estivessem lá. O tio e os pais do meu cunhado estavam presentes. Depois daquela vez que transei com eles, não respondi mensagens nem atendi ligações, na verdade, bloqueei eles. O pai do meu cunhado é um velho muito tarado e babão, sempre foi. Minha irmã já normalizou as coisas que ele fala pra ela. Eu tinha levado um vestido bem curto, decotado e com as costas todas de fora, óbvio que não usei porque ia me sentir desconfortável com os olhares.
Por sorte, o Nacho, pai do meu cunhado, se comportou.
Já o Gaston, irmão dele, ficava falando umas coisas quando podia. Minha irmã ouviu quando ele disse: "Não parava de pensar em como você gemia e como sentava quando tava por cima."
Minha irmã me perguntou se eu tinha tido algo com o Gaston. Falei que não, que ele não parava de insistir pra eu sair com ele um dia, e fica falando essas coisas.
Bebemos muito todos aquela noite. O Gaston insistiu tanto pra eu ir com ele num bar, dizendo que queria sair, que a gente ia só junto e que ele não ia tentar nada.
Fomos num bar, continuamos bebendo e dançamos.
Quando ele foi ao banheiro, fiquei respondendo umas mensagens pra um cara de Mendoza. Falei em qual bar eu tava e perguntei o que ele tava fazendo. É um cara com quem eu vinha trocando ideia e sabia que eu ia pra Mendoza no Natal. Ele disse que tava numa festa numa casa, e que vinha me buscar se eu quisesse ir pra lá com ele e os amigos dele.
Falei pro Gaston que ia embora porque ia encontrar alguém, e que a gente podia se ver depois num after nessa casa.
Ele insistiu pra eu ficar com ele, mas falei que não, que tava me sentindo muito desconfortável e pra ele parar de insistir. Pedi pra ele me levar, e ele me levou.
O Carlos tava esperando do lado de fora quando eu disse que tava chegando.
Entramos na casa, cumprimentei todo mundo. Eram cinco caras e um que tava com a namorada, todos bebendo pesado.
Comecei a beber com eles e, depois de um tempo, o casal se despediu e foi embora porque tinham que buscar os filhos ao meio-dia. Estavam com os avós.
Mario, o dono da casa, era um puta galanteador, não parava de me elogiar, falava pro Carlos que perdoasse ele, mas que tinha se apaixonado à primeira vista.
Já era quase meio-dia e tava um calorão.
Mario falou: "Vamos pra piscina."
Pau: "Não trouxe biquíni comigo..."
Mario: "Tá tudo fechado, é dia 25, senão comprava o que você quisesse. Não quer entrar de roupa íntima?"
Pau: "Tô usando uma fio-dental bem pequena porque ia vestir outro vestido e, se usasse calcinha comum, ia marcar demais."
Mario: "Beleza, sem problema, a gente vai nós dois pra piscina." Dois amigos dele também foram embora.
Carlos: "Eu entro de cueca, sem drama."
Levamos o prato e as bebidas pra fora, e eu entrei rápido na piscina porque sentia que não paravam de me olhar.
Na água, continuamos bebendo e com música também.
Quando saí, fui pegar um sol numa espreguiçadeira e queria pegar de costas também. Mas a fio-dental era quase um fiozinho...
De vez em quando voltava pra água por causa do calor, e falei: "Já que é assim..."
Estendi uma das toalhas e me deitei de bruços. Mario falou um monte de coisas elogiando a bunda que eu tinha, e eu disse que tava me sentindo desconfortável, que não queria que estragasse a amizade que a gente tava construindo.
Ele pediu desculpas e não falou mais nada.
Carlos: "Quando você quiser, a gente vai embora."
Eu tinha mensagens e duas ligações da minha irmã, falei que voltava à noite.
Não dava pra voltar daquele jeito, todo mundo ia perceber como eu tava.
Já eram 16h, eu falei: "Não bebo mais, senão não consigo voltar assim pra casa da minha irmã."
Mario e Carlos se ofereceram pra eu ficar.
Eu ia passar o fim de semana em Mendoza também e voltava domingo à noite pra Córdoba.
Continuamos bebendo. Compraram mais e álcool também.
Me perguntaram como eu ficava? Que algumas minas ficavam excitadas e outras não.
Pau: "Na maioria, faz a gente ficar excitada mais rápido. E na maioria dos caras, faz não subir."
Mario: "Comigo é o contrário, fica mais dura."
Carlos: "A Às vezes eu não consigo ficar duro...
Mario: Olha, não leva a mal, mas eu olhando pra sua bunda, olha como já começa a subir... e ele se tocava.
Pau: Para, para, não precisa, acredito em você. Eu vim por causa do Carlos e não acho certo desrespeitar ele... Você é bonito, interessante, mas eu vim com seu amigo.
Mario: A gente divide tudo, tudo, não é mesmo, Carlos? Que voltava com cerveja e champanhe.
Carlos: Sim, sim, se você não tem problema... Já fez ménage?
Pau: Demorei pra responder... sim, já fiz.
Mario: E você gostou? Só uma vez ou várias?
Pau: Só uma vez, falei.
Carlos: Começou a me beijar e enquanto a gente se beijava, senti ele me apoiar e me abraçar por trás, o Mario. Pegou meu rosto e começou a me beijar, sentia ele encostando em mim, todo duro. Sentou na borda da piscina sem a sunga e disse: "Você vai chupar duas picas."
Carlos sentou do lado dele e se masturbava porque não conseguia ficar duro.
Comecei a chupar ele enquanto batia uma pro Mario, e ele não parava de falar: "Vai, chupa ele até subir, senão vou te comer só eu..."
A pica do Carlos começou a subir, crescendo e crescendo... e daqui a pouco ele começou a falar: "Isso, isso, assim, toma o gozo... quer gozo??" Eu com a pica na boca, do jeito que dava, respondia: "Sim, sim, quero" e ele começou a gozar, não tinha passado nem 5 minutos...
Carlos: "Engole tudo, tudo é pra você..." enquanto me empurrava, puxando meu cabelo.
Tive que engolir tudo enquanto quase vomitava...
Mario: "Agora vem, chupa eu..." Chupei ele por um tempo e saímos da piscina, ele me fez apoiar numa espreguiçadeira e, enquanto tirava minha tanga, começou a chupar minha bunda e me tocava, dizendo: "Que molhada você tá, tá toda molhada... quer pica? Pede pica... me pede pra te comer..."
Pau: "Coloca camisinha... me come... quero pica..."
Carlos vinha de dentro com camisinhas... "Chupa ele em pé de novo", ele disse, enquanto Mario começava a me comer forte. Eu gemia como dava enquanto chupava ele, e ele ficou duro de novo...
Pau: "Me come..." falei olhando pra ele. Ele colocou a camisinha e o Mario... Ele veio pra frente pra eu chupar ele. Senti entrando, ele era bem mais grosso que o Mario. Comecei a me tocar e tive um orgasmo, e o Carlos cada vez mais forte e rápido me comia até que gozou..
O Mario me fez subir na mesa e começou a me chupar, e eu me molhei de novo. Ele começou a me beijar e eu senti que ele já estava começando a me comer..
Pau: "põe uma camisinha", falei entre os gemidos. E senti entrando, ele começou a me comer e enquanto eu gemia, falei "goza fora" ... e ele saiu e gozou fora...
Fui no banheiro e tomei banho. Quando saí, perguntei se alguém podia me levar ou pedir um Uber.
"Fica", falou o Mario... "a gente continua bebendo e transando."
Pau: "Não, não, eu não vim pra isso..."
Carlos: "Vamos quando você quiser. Pode ficar também, não precisa continuar transando, fica tranquila.











Por sorte, o Nacho, pai do meu cunhado, se comportou.
Já o Gaston, irmão dele, ficava falando umas coisas quando podia. Minha irmã ouviu quando ele disse: "Não parava de pensar em como você gemia e como sentava quando tava por cima."
Minha irmã me perguntou se eu tinha tido algo com o Gaston. Falei que não, que ele não parava de insistir pra eu sair com ele um dia, e fica falando essas coisas.
Bebemos muito todos aquela noite. O Gaston insistiu tanto pra eu ir com ele num bar, dizendo que queria sair, que a gente ia só junto e que ele não ia tentar nada.
Fomos num bar, continuamos bebendo e dançamos.
Quando ele foi ao banheiro, fiquei respondendo umas mensagens pra um cara de Mendoza. Falei em qual bar eu tava e perguntei o que ele tava fazendo. É um cara com quem eu vinha trocando ideia e sabia que eu ia pra Mendoza no Natal. Ele disse que tava numa festa numa casa, e que vinha me buscar se eu quisesse ir pra lá com ele e os amigos dele.
Falei pro Gaston que ia embora porque ia encontrar alguém, e que a gente podia se ver depois num after nessa casa.
Ele insistiu pra eu ficar com ele, mas falei que não, que tava me sentindo muito desconfortável e pra ele parar de insistir. Pedi pra ele me levar, e ele me levou.
O Carlos tava esperando do lado de fora quando eu disse que tava chegando.
Entramos na casa, cumprimentei todo mundo. Eram cinco caras e um que tava com a namorada, todos bebendo pesado.
Comecei a beber com eles e, depois de um tempo, o casal se despediu e foi embora porque tinham que buscar os filhos ao meio-dia. Estavam com os avós.
Mario, o dono da casa, era um puta galanteador, não parava de me elogiar, falava pro Carlos que perdoasse ele, mas que tinha se apaixonado à primeira vista.
Já era quase meio-dia e tava um calorão.
Mario falou: "Vamos pra piscina."
Pau: "Não trouxe biquíni comigo..."
Mario: "Tá tudo fechado, é dia 25, senão comprava o que você quisesse. Não quer entrar de roupa íntima?"
Pau: "Tô usando uma fio-dental bem pequena porque ia vestir outro vestido e, se usasse calcinha comum, ia marcar demais."
Mario: "Beleza, sem problema, a gente vai nós dois pra piscina." Dois amigos dele também foram embora.
Carlos: "Eu entro de cueca, sem drama."
Levamos o prato e as bebidas pra fora, e eu entrei rápido na piscina porque sentia que não paravam de me olhar.
Na água, continuamos bebendo e com música também.
Quando saí, fui pegar um sol numa espreguiçadeira e queria pegar de costas também. Mas a fio-dental era quase um fiozinho...
De vez em quando voltava pra água por causa do calor, e falei: "Já que é assim..."
Estendi uma das toalhas e me deitei de bruços. Mario falou um monte de coisas elogiando a bunda que eu tinha, e eu disse que tava me sentindo desconfortável, que não queria que estragasse a amizade que a gente tava construindo.
Ele pediu desculpas e não falou mais nada.
Carlos: "Quando você quiser, a gente vai embora."
Eu tinha mensagens e duas ligações da minha irmã, falei que voltava à noite.
Não dava pra voltar daquele jeito, todo mundo ia perceber como eu tava.
Já eram 16h, eu falei: "Não bebo mais, senão não consigo voltar assim pra casa da minha irmã."
Mario e Carlos se ofereceram pra eu ficar.
Eu ia passar o fim de semana em Mendoza também e voltava domingo à noite pra Córdoba.
Continuamos bebendo. Compraram mais e álcool também.
Me perguntaram como eu ficava? Que algumas minas ficavam excitadas e outras não.
Pau: "Na maioria, faz a gente ficar excitada mais rápido. E na maioria dos caras, faz não subir."
Mario: "Comigo é o contrário, fica mais dura."
Carlos: "A Às vezes eu não consigo ficar duro...
Mario: Olha, não leva a mal, mas eu olhando pra sua bunda, olha como já começa a subir... e ele se tocava.
Pau: Para, para, não precisa, acredito em você. Eu vim por causa do Carlos e não acho certo desrespeitar ele... Você é bonito, interessante, mas eu vim com seu amigo.
Mario: A gente divide tudo, tudo, não é mesmo, Carlos? Que voltava com cerveja e champanhe.
Carlos: Sim, sim, se você não tem problema... Já fez ménage?
Pau: Demorei pra responder... sim, já fiz.
Mario: E você gostou? Só uma vez ou várias?
Pau: Só uma vez, falei.
Carlos: Começou a me beijar e enquanto a gente se beijava, senti ele me apoiar e me abraçar por trás, o Mario. Pegou meu rosto e começou a me beijar, sentia ele encostando em mim, todo duro. Sentou na borda da piscina sem a sunga e disse: "Você vai chupar duas picas."
Carlos sentou do lado dele e se masturbava porque não conseguia ficar duro.
Comecei a chupar ele enquanto batia uma pro Mario, e ele não parava de falar: "Vai, chupa ele até subir, senão vou te comer só eu..."
A pica do Carlos começou a subir, crescendo e crescendo... e daqui a pouco ele começou a falar: "Isso, isso, assim, toma o gozo... quer gozo??" Eu com a pica na boca, do jeito que dava, respondia: "Sim, sim, quero" e ele começou a gozar, não tinha passado nem 5 minutos...
Carlos: "Engole tudo, tudo é pra você..." enquanto me empurrava, puxando meu cabelo.
Tive que engolir tudo enquanto quase vomitava...
Mario: "Agora vem, chupa eu..." Chupei ele por um tempo e saímos da piscina, ele me fez apoiar numa espreguiçadeira e, enquanto tirava minha tanga, começou a chupar minha bunda e me tocava, dizendo: "Que molhada você tá, tá toda molhada... quer pica? Pede pica... me pede pra te comer..."
Pau: "Coloca camisinha... me come... quero pica..."
Carlos vinha de dentro com camisinhas... "Chupa ele em pé de novo", ele disse, enquanto Mario começava a me comer forte. Eu gemia como dava enquanto chupava ele, e ele ficou duro de novo...
Pau: "Me come..." falei olhando pra ele. Ele colocou a camisinha e o Mario... Ele veio pra frente pra eu chupar ele. Senti entrando, ele era bem mais grosso que o Mario. Comecei a me tocar e tive um orgasmo, e o Carlos cada vez mais forte e rápido me comia até que gozou..
O Mario me fez subir na mesa e começou a me chupar, e eu me molhei de novo. Ele começou a me beijar e eu senti que ele já estava começando a me comer..
Pau: "põe uma camisinha", falei entre os gemidos. E senti entrando, ele começou a me comer e enquanto eu gemia, falei "goza fora" ... e ele saiu e gozou fora...
Fui no banheiro e tomei banho. Quando saí, perguntei se alguém podia me levar ou pedir um Uber.
"Fica", falou o Mario... "a gente continua bebendo e transando."
Pau: "Não, não, eu não vim pra isso..."
Carlos: "Vamos quando você quiser. Pode ficar também, não precisa continuar transando, fica tranquila.












4 comentários - Natal em Mendoza, porra!!!