Fui pro jantar com o Miguel só pra fazer presença.
Ele é um cara muito bonito fisicamente, tem uma barriguinha que dá um charme, cai super bem nele. É um cara interessante e quando fala te prende, até quando conta alguma coisa parece e faz tudo parecer super interessante. Foi um jantar gostoso, com muita conversa e risada.
O uruguaio se chama Matías e tá com a última esposa há 4 meses, eles são casados. Ele tem 54 anos e ela 35, é jornalista, mas não tá atuando agora. Quem tava sem parceira era o Walter, sócio do Miguel, e mora em Buenos Aires. Vem um ou dois dias pra Córdoba. Contou que já tá na casa dele em San Isidro e que o apartamento do Miguel ainda não foi pintado do jeito que ele queria, fica em Puerto Madero. Aí o Miguel falou:
— Olha, segunda-feira a Paulina pega um avião e escolhe ela as cores dos quartos, e pronto. Olhando pra mim. — Dá pra ir?
Pau: — Acho que sim.
Depois do jantar, eu e a Analía saímos pra fumar, os homens tinham que discutir coisas sozinhos.
Pau: — Como vai o casamento?
Analía: — Bem pra caramba, o Mati quer me ver grávida antes do fim do ano. E você, Pau?
Pau: — Vou te falar a verdade, conheci ele hoje, só tô fazendo presença.
Analía: — Você não parece uma mulher que faz isso.
Pau: — É a primeira vez. E sem sexo, já deixei claro.
Miguel: — Venham, gostosas…
Voltamos e pediram mais champanhe pra comemorar, iam fechar um negócio.
Já perto das 2 da manhã, tava bêbada e falei: — Migue, vou embora, tô cansada.
Miguel: — Eu te levo. E no meu ouvido perguntou: — Quanto pra você ficar a noite toda?
Pau: — Não, não vamos fazer nada!
Miguel: — Não é pra sexo, a gente conversa e continua bebendo algo.
Pau: — Sei lá, quero ir dormir… Mais 300 e fico mais umas horas.
Miguel: — Onde te transfiro? E me transferiu.
— Vamos pra casa, todo mundo — ele falou depois de um tempo.
Fomos pra casa dele num condomínio fechado.
Analía e Matías ficaram um tempo e perto das 4 foram pra um quarto dormir.
Walter: — Preciso tomar uns tragos, vocês querem?
Miguel: — Eu não, você sabe que não.
Pau: — Só um pouquinho, pra dar um grau. Passei a tontura do champanhe.
Depois de tomar dois copos cada um, eu já estava desperta e renovada.
Pau: Nossa, que boa..
Walter: Se eu beber, fico bom, senão não.
Miguel, meio bêbado, continuava insistindo pra eu ficar. E me agarrava pra dançar.
Era um cara que tinha me atraído a noite toda até ele beber tanto assim. Já era outro.
Miguel: Vai, meu amor, quanto?
Pau: Chega, sério, quero ir embora, não gosto de como você tá agora.
Walter: Eu te levo, já vou indo, já tô novo.
A gente se despediu do Miguel e saímos pra Nova Córdoba.
Walter: Minha ex-mulher mora aqui em Córdoba, mas não posso chegar assim pra dormir lá. Hoje vou pra um hotel. Quer beber mais um pouco disso?
Pau: Se quiser, pode ser. Mas só mais um pouco.
Fomos pro meu apartamento, abrimos um vinho e ele colocou num prato pra beber.. botamos música..
Pau: Hmm, senti forte até a garganta...
Enquanto dançava, senti que me molhava só pelo fato de consumir.
Fui pro banheiro, tirei a calcinha fio dental molhada e deixei lá no chuveiro, fui pro meu quarto e coloquei outra fio dental e uma legging pra ficar mais confortável.
Entro no banheiro e não sabia que o Walter tava com minha calcinha cheirando ela.
Walter: Desculpa, desculpa.. já vou sair e saiu..
Pau: O que cê tá fazendo??
Walter: Foi mal, queria sentir seu cheirinho e é uma delícia.
Walter já era um cara gordo, com muita barriga. Nada bonito.








Ele é um cara muito bonito fisicamente, tem uma barriguinha que dá um charme, cai super bem nele. É um cara interessante e quando fala te prende, até quando conta alguma coisa parece e faz tudo parecer super interessante. Foi um jantar gostoso, com muita conversa e risada.
O uruguaio se chama Matías e tá com a última esposa há 4 meses, eles são casados. Ele tem 54 anos e ela 35, é jornalista, mas não tá atuando agora. Quem tava sem parceira era o Walter, sócio do Miguel, e mora em Buenos Aires. Vem um ou dois dias pra Córdoba. Contou que já tá na casa dele em San Isidro e que o apartamento do Miguel ainda não foi pintado do jeito que ele queria, fica em Puerto Madero. Aí o Miguel falou:
— Olha, segunda-feira a Paulina pega um avião e escolhe ela as cores dos quartos, e pronto. Olhando pra mim. — Dá pra ir?
Pau: — Acho que sim.
Depois do jantar, eu e a Analía saímos pra fumar, os homens tinham que discutir coisas sozinhos.
Pau: — Como vai o casamento?
Analía: — Bem pra caramba, o Mati quer me ver grávida antes do fim do ano. E você, Pau?
Pau: — Vou te falar a verdade, conheci ele hoje, só tô fazendo presença.
Analía: — Você não parece uma mulher que faz isso.
Pau: — É a primeira vez. E sem sexo, já deixei claro.
Miguel: — Venham, gostosas…
Voltamos e pediram mais champanhe pra comemorar, iam fechar um negócio.
Já perto das 2 da manhã, tava bêbada e falei: — Migue, vou embora, tô cansada.
Miguel: — Eu te levo. E no meu ouvido perguntou: — Quanto pra você ficar a noite toda?
Pau: — Não, não vamos fazer nada!
Miguel: — Não é pra sexo, a gente conversa e continua bebendo algo.
Pau: — Sei lá, quero ir dormir… Mais 300 e fico mais umas horas.
Miguel: — Onde te transfiro? E me transferiu.
— Vamos pra casa, todo mundo — ele falou depois de um tempo.
Fomos pra casa dele num condomínio fechado.
Analía e Matías ficaram um tempo e perto das 4 foram pra um quarto dormir.
Walter: — Preciso tomar uns tragos, vocês querem?
Miguel: — Eu não, você sabe que não.
Pau: — Só um pouquinho, pra dar um grau. Passei a tontura do champanhe.
Depois de tomar dois copos cada um, eu já estava desperta e renovada.
Pau: Nossa, que boa..
Walter: Se eu beber, fico bom, senão não.
Miguel, meio bêbado, continuava insistindo pra eu ficar. E me agarrava pra dançar.
Era um cara que tinha me atraído a noite toda até ele beber tanto assim. Já era outro.
Miguel: Vai, meu amor, quanto?
Pau: Chega, sério, quero ir embora, não gosto de como você tá agora.
Walter: Eu te levo, já vou indo, já tô novo.
A gente se despediu do Miguel e saímos pra Nova Córdoba.
Walter: Minha ex-mulher mora aqui em Córdoba, mas não posso chegar assim pra dormir lá. Hoje vou pra um hotel. Quer beber mais um pouco disso?
Pau: Se quiser, pode ser. Mas só mais um pouco.
Fomos pro meu apartamento, abrimos um vinho e ele colocou num prato pra beber.. botamos música..
Pau: Hmm, senti forte até a garganta...
Enquanto dançava, senti que me molhava só pelo fato de consumir.
Fui pro banheiro, tirei a calcinha fio dental molhada e deixei lá no chuveiro, fui pro meu quarto e coloquei outra fio dental e uma legging pra ficar mais confortável.
Entro no banheiro e não sabia que o Walter tava com minha calcinha cheirando ela.
Walter: Desculpa, desculpa.. já vou sair e saiu..
Pau: O que cê tá fazendo??
Walter: Foi mal, queria sentir seu cheirinho e é uma delícia.
Walter já era um cara gordo, com muita barriga. Nada bonito.









3 comentários - Presença...
te entro hasta que Chile gane un mundial