E aí, vou contar pra vocês que tem um cara insistindo pra gente se conhecer, dizendo que eu sou a mulher que ele precisa, que somos feitos um pro outro. Aceitei sair pra jantar, numa quinta à noite. Ele combinou de me buscar, eu tava na casa de uma amiga a uns quarteirões da minha, mudei de roupa lá na casa da Lore. Coloquei um jeans branco com um top preto e uma jaqueta que eu amo. Quando desci, me aproximei do carro e entrei, cumprimentei ele e já quis me beijar na boca.
Marcos: Você é mais linda pessoalmente, Paulina.
Pau: Muito obrigada, você também. Na real, nem parece que você tem 65 anos. Tá muito bem, parece bem mais novo.
Marcos: Bom, obrigado, meu amor. Preciso passar no meu apartamento pra buscar uma coisa. Não quer que eu peça sushi e a gente janta no meu ap, lá tranquilo, tomamos uns vinhos?
Pau: Não sei, você tá falando do seu apartamento? A gente nem se conhece, não te conheço.
Marcos: Claro que a gente se conhece, amor, fica tranquila. Você vê que eu sou um cara legal. Vai pensando enquanto a gente vai, eu preciso passar lá, sem falta.
Chegamos nas Torres Gama. Entramos, ele estacionou o carro.
Marcos: O que a gente faz? Quer alguma coisa? Usar o banheiro?
Pau: É, preciso do banheiro, mas posso segurar.
Marcos: É ruim segurar, ainda mais pra mulheres, depois dá infecção. Vamos lá.
Desci com ele, subimos e ele me mostrou o apartamento, me levou pro banheiro suíte do quarto dele. Saio e ele tava com duas taças.
Marcos: Já abri um champanhe pra começar.
Pau: Bom, tomamos uma taça e vamos. Fui pra varanda e ele me abraçou por trás, eu me virei. Ele continuou me abraçando e começou a beijar meu pescoço, porque desviei o rosto.
Marcos: Meu amor, faz quanto tempo a gente tá conversando? Até cyber sex a gente já teve, trocamos umas fotos e uma vez até nos masturbamos por videoconferência. Eu me toquei pouco e menti, dizendo que também tinha gozado.
Marcos: Olha como eu tô com ele já bem duro... por você e pra você, meu amor. E aí ele me beijou de novo e eu deixei, sem pensar eu também beijava ele, ele me tocava por todo lado, tirando uns gemidos de prazer de mim. Eu soltei a calça dele e abaixei... tudo e me ajoelhei para chupar ele, que já estava duro... Quando me levantei, ele me virou e fiquei de frente para a varanda enquanto ele abaixava meu jeans e a calcinha. Pau: vamos lá pra dentro, vamos pro seu quarto. Marcos: olha como você tá molhada e excitada, minha love, não se preocupa - ele apagou a luz da varanda e disse: ninguém vê assim no escuro e eu não tô vendo ninguém. Abri as pernas. Me puxando pelo cabelo, ele sussurrou no meu ouvido: que putinha gostosa, você é a minha puta, fala que é a minha puta. Pau: aiii meu cabelo ahhh ahh sim, eu sou puta. Sua puta, eu sou. Aí senti ele entrar e começar a me comer - põe uma camisinha. Marcos: eu não tenho nada, não gosto com camisinha. Ele continuou falando: vai, vai, mamita, vai, minha puta. Talvez ninguém estivesse nos vendo, mas com certeza estavam ouvindo ele. E em menos de 2 minutos ele gozou... Marcos: o primeiro foi rápido ou você gozou? Pau: não, não gozei, ele gozou dentro. Marcos: eu vou te fazer gozar de qualquer jeito. Você vai ver, espera. Fui ao banheiro e me lavei, ele tinha gozado um monte. Pau: a gente tem que se cuidar, eu não tomo pílula nem nada. Como você vai gozar dentro? Falta muito pra minha menstruação descer. Vou ter que tomar a pílula do dia seguinte e isso desregula totalmente o ciclo. Marcos: calma, minha love, eu tenho filhos grandes e você quer ser mãe, não tinha me dito? Pau: a gente nem se conhece direito! Marcos: eu sou o tipo de homem que você gosta? Pau: sim, você é, por isso aceitei sair pra jantar. Marcos: sim, sim, agora vamos jantar. Tenho uns amigos em casa, em um em São Paulo, vamos com eles um pouco e depois vamos pro casino, quer? Pau: você acha? Com seus amigos? Marcos: eles estão com as mulheres, minha love. Assim você vai conhecendo elas. Chegamos e eles já estavam comendo, arrumaram mais dois lugares e comemos e tomamos vinho e vodka depois. Eles eram simpáticos, botaram música e dançamos em casais. Eu comecei a me sentir mal e corri pro banheiro e vomitei, e mais e mais. Marcos e dois dos casais me ajudaram, me deram água. Foi o que a gente comeu e bebeu, a mistura. Tinha um dos amigos do Marcos que também não estava se sentindo bem, vomitou. ele também fez no quintal. Me deram água e umas gotas para o vômito. Marcos e a dona da casa me deitaram num quarto, Marcos se deitou do meu lado e me cobria. E acariciava minha barriga e cada vez descia mais. Pau: para não, não quero, não me sinto bem e estamos na casa de gente que não conheço. Marcos: bom, se você tem razão, não te toco. Dorme um pouquinho assim você se sente melhor. Não sei como aconteceu e se eu dormi profundamente perto das 3 da manhã quando Marcos estava se deitando comigo, aí eu acordei. Pau: vamos. Me levanto, me sinto bem. Que horas são?? Marcos: com você de bêbada porque tomaram tudo. Ele me disse são 3, eu tomei um pouco, era bastante na verdade. E você dormiu, então Mirna disse que a gente fica pra dormir até amanhã. Deita direito, tira a roupa. Pau: dormir, vamos dormir. Marcos: sim, sim, meu amor. Vira de lado, vamos dormir de conchinha. No minuto seguinte senti sua respiração no meu pescoço e nas costas e ele roncava. Tentei me virar e ele parou de roncar. Eu fiquei de calcinha fio-dental e sem nada em cima porque não tinha levado sutiã. Dormimos, eu novamente profundamente. Me sentia exausta, fraca. Acabamos os dois destapados de tanto que nos mexemos. Por volta das 9 e meia sinto que um lençol cobre meu corpo e quando abro os olhos era Ángel, o marido da Mirna, amigo do Marcos. Tentei me cobrir, ele disse são perto das 10, vão se levantar? Pau: sim, sim, agora. Eu me perguntava quanto tempo ele ficou me olhando quase nua, dormindo. Se tinha tirado alguma foto ou não. Marcos, Marcos, acorda. Marcos: Olá, meu amor, que lindo acordar com você. Começou a me beijar. Pau: não, não, para, nem lavei os dentes... E era ele que tinha bafo ruim, como quando a gente acorda. Marcos: você não tem, meu amor, nem cheiro de bafo ruim. E se tiver, não me incomoda, é mais, tudo que eu gosto em você, que não sei se tem algo que não vá me agradar. Ele tentava puxar a calcinha fio-dental e diretamente a arrancou e ela rasgou. Agora vamos e você compra novas e as que quiser. Me beijando, sinto como ele Ele meteu e, em vez de um gemido, saiu um "ai" devagar. Quase não estava molhada e senti incômodo quando ele entrou e começou a me foder forte. Rapidamente fiquei toda excitada e me molhei toda. Ele me colocou de quatro e a cada investida a gente gemía junto, e ele começou a falar: "Como esse rabo balança. Vou comer ele, sabe?" Pau: "Não, hoje não, pelo rabo não... ahh, sim, aham, ahh... me deixa por cima..." Marcos: "Aiiiiiiiij, ahhh, ahhh... Acabou, meu amor?" Pau: "Faltava pouco, por isso queria estar por cima de você." Fomos ao banho, tomamos um banho rápido. "Não tenho calcinha, você rasgou. Preciso de uma agora. Por que isso acontece comigo, por que eu permito?" E coloquei o jeans branco sem calcinha. Quando saímos do quarto, comecei a sentir que ele continuava escorrendo e ele gozou dentro de novo. Fui ao banheiro, me lavei de novo. Tomamos uns mates, me senti melhor. "Fiquem, hoje o dia está lindo aqui. Até as mulheres podem pegar sol." Pau: "Não, não estava a fim de biquíni." E minha Mirna concordou comigo. Marcos: "Não temos nada, vamos ao centro comprar algo, assim a gente troca de roupa. Escolhe o que quiser, sem drama com grana." Comprei dois shorts cavados, uma calça e uma camiseta para trocar. Chegou uma das filhas da Mirna com o namorado... Ana e Federico. Quando nos vimos, percebi que Federico era um dos advogados. Nos apresentaram e nos cumprimentamos como se nunca tivéssemos nos conhecido antes. Começaram a organizar o almoço e continuamos com os mates. Angel: "Fede, preciso que você vá buscar uns vinhos, já estão pagos, e comprem fernet ou algo para fazer uns drinks." Ana: "Bom, mais alguma coisa? Pau, vem com a gente, você sai um pouco, vamos lá." Ela pegou minha mão e me levou com eles. Ana tem 37 anos, quase minha idade. "Conta aí, sério, você é a namorada do Marcos? Ele tem o dobro da sua idade." Pau: "Estamos nos conhecendo, vamos ver. Sempre gostei de homens mais velhos." Ana: "Então você gosta do meu pai (Angel)? Tem 1 ano de diferença, e meu velho está muito melhor fisicamente e em tudo." Fiquei olhando para ela. Ana: "Tô perguntando na zoeira, acho que meu velho já não... Funciona. Angel (estava chamando FEDE. ANA.). Fede, anda logo porque vão fechar já já, e você Ana, preciso que busque seu tio e padrinho que está a pé, anda na minha caminhonete. Você Pauli, acompanha o Fede, têm muitas garrafas pra carregar no porta-malas. Vamos indo e quis me tocar. Fede: deixa eu ver como está essa bucetinha. Pau: para, menino, o que você tá fazendo? Já não sou mais essa gatinha, não faço mais nada disso e tô começando a ficar com o Marcos. Fede: bom, se voltar em algum momento me avisa. Quero te comer de novo e só eu. Carregamos as coisas e voltamos. Ana já tinha voltado com Aníbal, o irmão do Angel. Mais novo, um cara de 51 anos. Conversamos bem pouco e ele não parava de me olhar. Achei que já o tinha visto em algum lugar. Ele se aproxima e me traz uma taça de vinho e diz Aníbal: não tinha me dado conta de onde te conhecia e me lembrei, quando vi as fotos que você tinha me enviado, eu percebi. Há uns meses te encontrei um dia procurando acompanhante e lembro que você disse que fazia isso de vez em quando. Olha aqui, tenho as fotos. Pau: Aníbal, como te falei, era um extra financeiro e não faço isso há muito tempo. Aníbal: há muito tempo não, se meu primo é advogado Carlos tanto e se eu lembrei do Carlos. Ele ficou com você há uma semana mais ou menos, me contou que foi incrível e por isso eu mandei um monte de mensagens e te liguei e você deve ter me bloqueado. Pau: não pode ser, o Carlos sim, porque ligava todo dia dizia que queria me ver uma ou duas vezes por semana e eu fazia isso um ou dois dias por mês e parei. Aníbal: você não vai me deixar com vontade de te experimentar. Pau: não faço mais, não sou acompanhante. Aníbal: e o Marcos e meus familiares sabem que você era puta até uma semana atrás? Pau: Não e não deveria importar, era minha vida passada. Fede: vocês se conhecem? Aníbal é muito putanheiro e vem às vezes com a gente pescar.. um fim de semana que você não foi, tivemos a Paulina. Não sabe a buceta apertada que ela tinha quando chegou. E o cu quase virgem. Pau: chega, para... o que você pensa em contar pra Ana, que eu era uma vadia e vocês me pagaram?? Me Fui com o Marcos e brinde atrás de brinde eu já estava bêbada. Aumentaram a música, dançávamos, eu como podia e o Marcos nem conseguia ficar em pé de tanto que bebeu de novo. Tentei me afastar do Aníbal e caí, estava completamente bêbada. Me levantaram e me levaram pro quarto, lá a Ana e a Mirna tiraram minha roupa suja pela queda e me deitaram, fiquei só de calcinha fio dental. Aníbal e Federico continuavam bebendo e fazendo todo mundo beber. A Ana, também completamente bêbada, vomitou e a deitaram em outro quarto. Mirna e Ângel cochilavam juntos num sofá, em outro canto o Marcos estava completamente apagado.
Acordo porque sinto que me tocam por todos os lados.
Pau: Para, Marcos, para um pouco… Ele tira minha calcinha fio dental.
Pau: Marcos, não, para, assim não.
E eu quero me afastar e outras mãos começam a me tocar.
Pau: Que para, o que você tá fazendo?
Federico: Sou eu, mi love, lembra que meu pau é o que mais te fez gozar??
Pau: O que você tá fazendo? Paraaa.
Federico: Mi love, se você já tá toda molhadinha… Ele meteu dois dedos e começamos a nos beijar. Ele era um dos advogados que eu mais gostava e sim, foi ele que me fez gozar várias vezes.
Federico: Quer chupar meu pau?
Pau: Sim, sim, quero comer ele todinho.
Federico: Vai comer dois paus de qualidade. Ele dizia enquanto, segurando meus cabelos, fodia minha boca.
Federico: Chupa o outro agora.
Puxando meus cabelos, ele me vira e vejo o Ângel sentado se masturbando.
Fede: Vai, putinha, vai chupar o pau dele.
Quando me aproximei, já sentia que ele tinha pau grande, ele me agarrou e fodeu minha boca também. Tive que parar antes de chupar porque tinha cheiro.
Acenderam a luz e me faziam chupar um e outro. Os dois tinham pau grande, 18 ou 19 cm. O Aníbal começou a me foder.
Ele sai e diz:
Aníbal: Vem aqui em cima, cavalga como a putinha que você é.
Ele apertava meus peitos tão forte que eu sentia dor e não conseguia gozar.
Pau: Para, para, não me machuca, tá doendo se você aperta tão forte… aha aha aha. Aiiiiiiii simmmmmm.
Aníbal: Filha da puta, vai, tira meu leite, vai, vai.
Assim, isso, isso, sim.
E o Fede metia o pau na minha boca e eu consegui dizer pra ele: Pau: goza fora. Não tô me cuidando. Aníbal: vai, vai. Mais, mais. Fica de quatro. Isso, puta, isso, isso. Que bunda linda você tem. E começou mais devagar. Vou te dar pelo outro agora. Pau: tá doendo, você é muito grande e ai... para, para, mordendo o travesseiro, ele me fodia bem rápido, tirou e meteu de novo. Para, devagar, eu disse. Aníbal: quero essa boceta quentinha, ele me virou e levantou minhas pernas, fodendo e me beijando e... Aníbal:: tomaaa, meu amorrr. Federico me virou e destruiu minha bunda, não aguentava mais, o tempo foi eterno, ele me virou de novo como o Aníbal. Me abriram e levantaram as pernas entre os dois e ele continuou fodendo. E ele dizia: você gosta, olha, você tá toda quente, e eu não parava de gemer. Tava gostando sim, tinha transado duas vezes com o Marcos e não tinha gozado. Fede:: tomaaaa a minha tambémããã. Eles se vestiram e saíram do quarto. Os lençóis estavam manchados. Não achava minha calcinha, peguei uma camiseta e fui ao banheiro. Me lavei e quando saí estavam o Ángel e o Aníbal trazendo o Marcos. Vamos deitar ele com você, me disseram. Me ajudaram a tirar a roupa dele e ele baixou a cueca também e o Aníbal disse: vem pequenininho o negócio... Continuei procurando a calcinha e não achei. Dormi depois de um tempo abraçando o Marcos. Sentia a bunda toda aberta e ainda descia porra dos dois. Acordei com sêmen nas coxas e na cama. Enquanto dormia, continuava saindo. Comecei a chupar ele e ele acordou. Marcos: quero chupar essa boceta, meu amor... Pau: não, não, hoje não me lavei, me sinto suja. Subi em cima dele e ele me fez gozar rápido. Continuei dizendo: Me dá mais pau, amor, me dá essa porra, me dá... Marcos: siiim, tomaaaa... Não acho a calcinha, pensava. Tiramos os lençóis, procurei e não estava. Alguém levou ontem à noite. Levantamos, tomamos café e alguns mates e nós voltamos para Córdoba, cumprimentamos a todos e o Aníbal me disse. Fico com essa calcinha de puta e um vídeo que filmei... Tchau. Chegamos em Córdoba e pedi para ele me deixar na minha departamento, tomei outro banho. . Dormi um monte de horas













Marcos: Você é mais linda pessoalmente, Paulina.
Pau: Muito obrigada, você também. Na real, nem parece que você tem 65 anos. Tá muito bem, parece bem mais novo.
Marcos: Bom, obrigado, meu amor. Preciso passar no meu apartamento pra buscar uma coisa. Não quer que eu peça sushi e a gente janta no meu ap, lá tranquilo, tomamos uns vinhos?
Pau: Não sei, você tá falando do seu apartamento? A gente nem se conhece, não te conheço.
Marcos: Claro que a gente se conhece, amor, fica tranquila. Você vê que eu sou um cara legal. Vai pensando enquanto a gente vai, eu preciso passar lá, sem falta.
Chegamos nas Torres Gama. Entramos, ele estacionou o carro.
Marcos: O que a gente faz? Quer alguma coisa? Usar o banheiro?
Pau: É, preciso do banheiro, mas posso segurar.
Marcos: É ruim segurar, ainda mais pra mulheres, depois dá infecção. Vamos lá.
Desci com ele, subimos e ele me mostrou o apartamento, me levou pro banheiro suíte do quarto dele. Saio e ele tava com duas taças.
Marcos: Já abri um champanhe pra começar.
Pau: Bom, tomamos uma taça e vamos. Fui pra varanda e ele me abraçou por trás, eu me virei. Ele continuou me abraçando e começou a beijar meu pescoço, porque desviei o rosto.
Marcos: Meu amor, faz quanto tempo a gente tá conversando? Até cyber sex a gente já teve, trocamos umas fotos e uma vez até nos masturbamos por videoconferência. Eu me toquei pouco e menti, dizendo que também tinha gozado.
Marcos: Olha como eu tô com ele já bem duro... por você e pra você, meu amor. E aí ele me beijou de novo e eu deixei, sem pensar eu também beijava ele, ele me tocava por todo lado, tirando uns gemidos de prazer de mim. Eu soltei a calça dele e abaixei... tudo e me ajoelhei para chupar ele, que já estava duro... Quando me levantei, ele me virou e fiquei de frente para a varanda enquanto ele abaixava meu jeans e a calcinha. Pau: vamos lá pra dentro, vamos pro seu quarto. Marcos: olha como você tá molhada e excitada, minha love, não se preocupa - ele apagou a luz da varanda e disse: ninguém vê assim no escuro e eu não tô vendo ninguém. Abri as pernas. Me puxando pelo cabelo, ele sussurrou no meu ouvido: que putinha gostosa, você é a minha puta, fala que é a minha puta. Pau: aiii meu cabelo ahhh ahh sim, eu sou puta. Sua puta, eu sou. Aí senti ele entrar e começar a me comer - põe uma camisinha. Marcos: eu não tenho nada, não gosto com camisinha. Ele continuou falando: vai, vai, mamita, vai, minha puta. Talvez ninguém estivesse nos vendo, mas com certeza estavam ouvindo ele. E em menos de 2 minutos ele gozou... Marcos: o primeiro foi rápido ou você gozou? Pau: não, não gozei, ele gozou dentro. Marcos: eu vou te fazer gozar de qualquer jeito. Você vai ver, espera. Fui ao banheiro e me lavei, ele tinha gozado um monte. Pau: a gente tem que se cuidar, eu não tomo pílula nem nada. Como você vai gozar dentro? Falta muito pra minha menstruação descer. Vou ter que tomar a pílula do dia seguinte e isso desregula totalmente o ciclo. Marcos: calma, minha love, eu tenho filhos grandes e você quer ser mãe, não tinha me dito? Pau: a gente nem se conhece direito! Marcos: eu sou o tipo de homem que você gosta? Pau: sim, você é, por isso aceitei sair pra jantar. Marcos: sim, sim, agora vamos jantar. Tenho uns amigos em casa, em um em São Paulo, vamos com eles um pouco e depois vamos pro casino, quer? Pau: você acha? Com seus amigos? Marcos: eles estão com as mulheres, minha love. Assim você vai conhecendo elas. Chegamos e eles já estavam comendo, arrumaram mais dois lugares e comemos e tomamos vinho e vodka depois. Eles eram simpáticos, botaram música e dançamos em casais. Eu comecei a me sentir mal e corri pro banheiro e vomitei, e mais e mais. Marcos e dois dos casais me ajudaram, me deram água. Foi o que a gente comeu e bebeu, a mistura. Tinha um dos amigos do Marcos que também não estava se sentindo bem, vomitou. ele também fez no quintal. Me deram água e umas gotas para o vômito. Marcos e a dona da casa me deitaram num quarto, Marcos se deitou do meu lado e me cobria. E acariciava minha barriga e cada vez descia mais. Pau: para não, não quero, não me sinto bem e estamos na casa de gente que não conheço. Marcos: bom, se você tem razão, não te toco. Dorme um pouquinho assim você se sente melhor. Não sei como aconteceu e se eu dormi profundamente perto das 3 da manhã quando Marcos estava se deitando comigo, aí eu acordei. Pau: vamos. Me levanto, me sinto bem. Que horas são?? Marcos: com você de bêbada porque tomaram tudo. Ele me disse são 3, eu tomei um pouco, era bastante na verdade. E você dormiu, então Mirna disse que a gente fica pra dormir até amanhã. Deita direito, tira a roupa. Pau: dormir, vamos dormir. Marcos: sim, sim, meu amor. Vira de lado, vamos dormir de conchinha. No minuto seguinte senti sua respiração no meu pescoço e nas costas e ele roncava. Tentei me virar e ele parou de roncar. Eu fiquei de calcinha fio-dental e sem nada em cima porque não tinha levado sutiã. Dormimos, eu novamente profundamente. Me sentia exausta, fraca. Acabamos os dois destapados de tanto que nos mexemos. Por volta das 9 e meia sinto que um lençol cobre meu corpo e quando abro os olhos era Ángel, o marido da Mirna, amigo do Marcos. Tentei me cobrir, ele disse são perto das 10, vão se levantar? Pau: sim, sim, agora. Eu me perguntava quanto tempo ele ficou me olhando quase nua, dormindo. Se tinha tirado alguma foto ou não. Marcos, Marcos, acorda. Marcos: Olá, meu amor, que lindo acordar com você. Começou a me beijar. Pau: não, não, para, nem lavei os dentes... E era ele que tinha bafo ruim, como quando a gente acorda. Marcos: você não tem, meu amor, nem cheiro de bafo ruim. E se tiver, não me incomoda, é mais, tudo que eu gosto em você, que não sei se tem algo que não vá me agradar. Ele tentava puxar a calcinha fio-dental e diretamente a arrancou e ela rasgou. Agora vamos e você compra novas e as que quiser. Me beijando, sinto como ele Ele meteu e, em vez de um gemido, saiu um "ai" devagar. Quase não estava molhada e senti incômodo quando ele entrou e começou a me foder forte. Rapidamente fiquei toda excitada e me molhei toda. Ele me colocou de quatro e a cada investida a gente gemía junto, e ele começou a falar: "Como esse rabo balança. Vou comer ele, sabe?" Pau: "Não, hoje não, pelo rabo não... ahh, sim, aham, ahh... me deixa por cima..." Marcos: "Aiiiiiiiij, ahhh, ahhh... Acabou, meu amor?" Pau: "Faltava pouco, por isso queria estar por cima de você." Fomos ao banho, tomamos um banho rápido. "Não tenho calcinha, você rasgou. Preciso de uma agora. Por que isso acontece comigo, por que eu permito?" E coloquei o jeans branco sem calcinha. Quando saímos do quarto, comecei a sentir que ele continuava escorrendo e ele gozou dentro de novo. Fui ao banheiro, me lavei de novo. Tomamos uns mates, me senti melhor. "Fiquem, hoje o dia está lindo aqui. Até as mulheres podem pegar sol." Pau: "Não, não estava a fim de biquíni." E minha Mirna concordou comigo. Marcos: "Não temos nada, vamos ao centro comprar algo, assim a gente troca de roupa. Escolhe o que quiser, sem drama com grana." Comprei dois shorts cavados, uma calça e uma camiseta para trocar. Chegou uma das filhas da Mirna com o namorado... Ana e Federico. Quando nos vimos, percebi que Federico era um dos advogados. Nos apresentaram e nos cumprimentamos como se nunca tivéssemos nos conhecido antes. Começaram a organizar o almoço e continuamos com os mates. Angel: "Fede, preciso que você vá buscar uns vinhos, já estão pagos, e comprem fernet ou algo para fazer uns drinks." Ana: "Bom, mais alguma coisa? Pau, vem com a gente, você sai um pouco, vamos lá." Ela pegou minha mão e me levou com eles. Ana tem 37 anos, quase minha idade. "Conta aí, sério, você é a namorada do Marcos? Ele tem o dobro da sua idade." Pau: "Estamos nos conhecendo, vamos ver. Sempre gostei de homens mais velhos." Ana: "Então você gosta do meu pai (Angel)? Tem 1 ano de diferença, e meu velho está muito melhor fisicamente e em tudo." Fiquei olhando para ela. Ana: "Tô perguntando na zoeira, acho que meu velho já não... Funciona. Angel (estava chamando FEDE. ANA.). Fede, anda logo porque vão fechar já já, e você Ana, preciso que busque seu tio e padrinho que está a pé, anda na minha caminhonete. Você Pauli, acompanha o Fede, têm muitas garrafas pra carregar no porta-malas. Vamos indo e quis me tocar. Fede: deixa eu ver como está essa bucetinha. Pau: para, menino, o que você tá fazendo? Já não sou mais essa gatinha, não faço mais nada disso e tô começando a ficar com o Marcos. Fede: bom, se voltar em algum momento me avisa. Quero te comer de novo e só eu. Carregamos as coisas e voltamos. Ana já tinha voltado com Aníbal, o irmão do Angel. Mais novo, um cara de 51 anos. Conversamos bem pouco e ele não parava de me olhar. Achei que já o tinha visto em algum lugar. Ele se aproxima e me traz uma taça de vinho e diz Aníbal: não tinha me dado conta de onde te conhecia e me lembrei, quando vi as fotos que você tinha me enviado, eu percebi. Há uns meses te encontrei um dia procurando acompanhante e lembro que você disse que fazia isso de vez em quando. Olha aqui, tenho as fotos. Pau: Aníbal, como te falei, era um extra financeiro e não faço isso há muito tempo. Aníbal: há muito tempo não, se meu primo é advogado Carlos tanto e se eu lembrei do Carlos. Ele ficou com você há uma semana mais ou menos, me contou que foi incrível e por isso eu mandei um monte de mensagens e te liguei e você deve ter me bloqueado. Pau: não pode ser, o Carlos sim, porque ligava todo dia dizia que queria me ver uma ou duas vezes por semana e eu fazia isso um ou dois dias por mês e parei. Aníbal: você não vai me deixar com vontade de te experimentar. Pau: não faço mais, não sou acompanhante. Aníbal: e o Marcos e meus familiares sabem que você era puta até uma semana atrás? Pau: Não e não deveria importar, era minha vida passada. Fede: vocês se conhecem? Aníbal é muito putanheiro e vem às vezes com a gente pescar.. um fim de semana que você não foi, tivemos a Paulina. Não sabe a buceta apertada que ela tinha quando chegou. E o cu quase virgem. Pau: chega, para... o que você pensa em contar pra Ana, que eu era uma vadia e vocês me pagaram?? Me Fui com o Marcos e brinde atrás de brinde eu já estava bêbada. Aumentaram a música, dançávamos, eu como podia e o Marcos nem conseguia ficar em pé de tanto que bebeu de novo. Tentei me afastar do Aníbal e caí, estava completamente bêbada. Me levantaram e me levaram pro quarto, lá a Ana e a Mirna tiraram minha roupa suja pela queda e me deitaram, fiquei só de calcinha fio dental. Aníbal e Federico continuavam bebendo e fazendo todo mundo beber. A Ana, também completamente bêbada, vomitou e a deitaram em outro quarto. Mirna e Ângel cochilavam juntos num sofá, em outro canto o Marcos estava completamente apagado.
Acordo porque sinto que me tocam por todos os lados.
Pau: Para, Marcos, para um pouco… Ele tira minha calcinha fio dental.
Pau: Marcos, não, para, assim não.
E eu quero me afastar e outras mãos começam a me tocar.
Pau: Que para, o que você tá fazendo?
Federico: Sou eu, mi love, lembra que meu pau é o que mais te fez gozar??
Pau: O que você tá fazendo? Paraaa.
Federico: Mi love, se você já tá toda molhadinha… Ele meteu dois dedos e começamos a nos beijar. Ele era um dos advogados que eu mais gostava e sim, foi ele que me fez gozar várias vezes.
Federico: Quer chupar meu pau?
Pau: Sim, sim, quero comer ele todinho.
Federico: Vai comer dois paus de qualidade. Ele dizia enquanto, segurando meus cabelos, fodia minha boca.
Federico: Chupa o outro agora.
Puxando meus cabelos, ele me vira e vejo o Ângel sentado se masturbando.
Fede: Vai, putinha, vai chupar o pau dele.
Quando me aproximei, já sentia que ele tinha pau grande, ele me agarrou e fodeu minha boca também. Tive que parar antes de chupar porque tinha cheiro.
Acenderam a luz e me faziam chupar um e outro. Os dois tinham pau grande, 18 ou 19 cm. O Aníbal começou a me foder.
Ele sai e diz:
Aníbal: Vem aqui em cima, cavalga como a putinha que você é.
Ele apertava meus peitos tão forte que eu sentia dor e não conseguia gozar.
Pau: Para, para, não me machuca, tá doendo se você aperta tão forte… aha aha aha. Aiiiiiiii simmmmmm.
Aníbal: Filha da puta, vai, tira meu leite, vai, vai.
Assim, isso, isso, sim.
E o Fede metia o pau na minha boca e eu consegui dizer pra ele: Pau: goza fora. Não tô me cuidando. Aníbal: vai, vai. Mais, mais. Fica de quatro. Isso, puta, isso, isso. Que bunda linda você tem. E começou mais devagar. Vou te dar pelo outro agora. Pau: tá doendo, você é muito grande e ai... para, para, mordendo o travesseiro, ele me fodia bem rápido, tirou e meteu de novo. Para, devagar, eu disse. Aníbal: quero essa boceta quentinha, ele me virou e levantou minhas pernas, fodendo e me beijando e... Aníbal:: tomaaa, meu amorrr. Federico me virou e destruiu minha bunda, não aguentava mais, o tempo foi eterno, ele me virou de novo como o Aníbal. Me abriram e levantaram as pernas entre os dois e ele continuou fodendo. E ele dizia: você gosta, olha, você tá toda quente, e eu não parava de gemer. Tava gostando sim, tinha transado duas vezes com o Marcos e não tinha gozado. Fede:: tomaaaa a minha tambémããã. Eles se vestiram e saíram do quarto. Os lençóis estavam manchados. Não achava minha calcinha, peguei uma camiseta e fui ao banheiro. Me lavei e quando saí estavam o Ángel e o Aníbal trazendo o Marcos. Vamos deitar ele com você, me disseram. Me ajudaram a tirar a roupa dele e ele baixou a cueca também e o Aníbal disse: vem pequenininho o negócio... Continuei procurando a calcinha e não achei. Dormi depois de um tempo abraçando o Marcos. Sentia a bunda toda aberta e ainda descia porra dos dois. Acordei com sêmen nas coxas e na cama. Enquanto dormia, continuava saindo. Comecei a chupar ele e ele acordou. Marcos: quero chupar essa boceta, meu amor... Pau: não, não, hoje não me lavei, me sinto suja. Subi em cima dele e ele me fez gozar rápido. Continuei dizendo: Me dá mais pau, amor, me dá essa porra, me dá... Marcos: siiim, tomaaaa... Não acho a calcinha, pensava. Tiramos os lençóis, procurei e não estava. Alguém levou ontem à noite. Levantamos, tomamos café e alguns mates e nós voltamos para Córdoba, cumprimentamos a todos e o Aníbal me disse. Fico com essa calcinha de puta e um vídeo que filmei... Tchau. Chegamos em Córdoba e pedi para ele me deixar na minha departamento, tomei outro banho. . Dormi um monte de horas














6 comentários - Me convidaram pra sair e me enganaram.
Voy a Córdoba la semana que viene.
Pásame tu contacto