Holis, vou contar pra vocês que tem um cara que fica insistindo pra me conhecer, diz que sou a mulher que ele precisa, que somos um pro outro. Aceitei sair pra jantar com ele, numa quinta à noite. Ele combinou de me pegar, eu tava na casa de uma amiga a umas quadras da minha, me troquei lá na casa da Lore. Coloquei uma calça jeans branca com top preto e uma jaqueta que amo. Quando desci, fui até o carro, entrei, cumprimentei ele e ele já quis me beijar na boca. Marcos: "Você é mais bonita pessoalmente, Paulina." Pau: "Muito obrigada, você também, verdade que não parece que tem 65 anos." Ele tá muito bem, parece bem menos. Marcos: "Bom, obrigado, meu amor. Preciso passar no meu apartamento pra pegar uma coisa. Que tal pedir sushi e jantarmos lá, tranquilos, tomando uns vinhos?" Pau: "Não sei, você acha? Seu apartamento? A gente nem se conhece direito, não te conheço." Marcos: "Claro que nos conhecemos, amor, fica tranquila, vê que sou um cara de boa. Vai pensando enquanto a gente vai, eu preciso passar, sem falta." Chegamos nas torres Gamma. Entramos, ele estacionou o carro. Marcos: "O que a gente faz? Quer alguma coisa? Usar o banheiro?" Pau: "Preciso, mas posso segurar." Marcos: "Faz mal segurar, ainda mais pra mulher, depois dá infecção. Vamos lá." Desci, subimos, ele me mostrou o apartamento e me mandou pro banheiro que fica na suíte do quarto dele. Saí e ele já tava com duas taças. Marcos: "Já abri um champanhe pra começar." Pau: "Beleza, a gente toma uma taça e vamos." Fui pra varanda, ele me abraçou por trás e eu me virei. Ele continuou me abraçando e começou a beijar meu pescoço, porque eu desviei o rosto. Marcos: "Meu amor, há quanto tempo a gente conversa? Até cybersex a gente teve, mandou umas fotos, e por videochamada a gente se masturbou uma vez." Eu me toquei pouco e menti, dizendo que também tinha gozado. Marcos: "Olha como eu tô, já duraço... por você e pra você, meu amor." E aí ele me beijou de novo, e eu deixei, e sem pensar eu também tava beijando ele, ele me apalpava toda, arrancando gemidos de prazer de mim. Eu desabotoei a calça dele e puxei pra baixo. Tudo, e me ajoelhei pra chupar ela, já tava dura... Levantei, me virou, fiquei olhando pra fora da sacada enquanto ele abaixava meu jeans e a tanga. Pau: vamos pra dentro, vamos pro teu quarto. Marcos: olha como você tá gostosa e molhada, meu amor, não se preocupa, apaguei a luz da sacada e disse ninguém vê assim no escuro e não vejo ninguém. Abri as pernas. Me segurando pelos cabelos, no ouvido ele falava que yummy slut, você é minha slut, diz que é minha slut. Pau: aiii, pelo cabelo, ahhh, ahh, sim, sim, sou slut. Sua slut, sou. Aí senti como ele entrou e começou a me comer, coloca uma camisinha. Marcos: eu não tenho nada, não gosto com camisinha. Continuou falando: vai, vai, mamãe, vai, minha slut. Talvez ninguém nos visse, mas ele com certeza era ouvido. E em menos de 2 minutos gozou... Marcos: o primeiro foi rapidinho ou você gozou? Pau: não, não gozei, e ele gozou por cima. Marcos: vou fazer você gozar de qualquer jeito. Já vai, vê. Fui no banheiro e me lavei, gozou pra caralho. Pau: a gente tem que se cuidar, eu não tomo pílula nem nada. Como você vai gozar dentro? Falta muito pra eu gozar. Vou ter que tomar a pílula do dia seguinte e isso desregula todo o ciclo. Marcos: calma, meu amor, eu tenho filhos grandes e você queria ser mãe, não disse? Pau: a gente mal se conhece! Marcos: sou o tipo de homem que você gosta? Pau: sim, sim, é por isso que aceitei sair pra jantar. Marcos: sim, sim, agora vamos jantar. Tenho uns amigos em casa, de um em paz vamos com eles um pouco, depois vamos pro cassino, quer? Pau: você acha? Com seus amigos? Marcos: estão com as mulheres deles, meu amor. Assim você vai conhecendo elas. Chegamos, já estavam comendo, arrumaram mais 2 lugares e comemos e bebemos vinho e vodka depois. Eram legais, colocaram música e dançamos em casais. Eu comecei a me sentir mal e corri pro banheiro e vomitei, e mais e mais. Marcos e 2 dos casais me ajudaram, me deram água. Foi o que comemos e bebemos, a mistura. Tinha um dos amigos do Marcos que também não se sentia bem, vomitou. Ele também fez isso no quintal. Me deram água e umas gotas pra vomitar. Marcos e a dona da casa me deitaram num quarto, Marcos deitou do meu lado, me cobriu. E ficou acariciando minha barriga, e cada vez descia mais. Pau: para, não, não quero, não tô me sentindo bem e a gente tá na casa de gente que não conheço. Marcos: bom, se você tem razão, não vou te tocar. Dorme um pouquinho pra se sentir melhor. Não sei como aconteceu, e se eu dormi profundamente, perto das 3 da manhã, quando Marcos estava deitando comigo ali, eu acordei. Pau: vamos. Levanto, tô me sentindo bem. Que horas são?? Marcos: com você de bêbada porque beberam tudo. Ele me disse são 3, eu tomei um pouco, era bastante na verdade. E você dormiu, então Mirna disse pra gente ficar dormindo até amanhã. Deita direito, tira a roupa. Pau: dormir, vamos dormir. Marcos: sim, sim, meu amor. Vira de costas, vamos dormir de conchinha. No minuto seguinte, senti a respiração dele no meu pescoço e nas costas, e ele roncava. Tentei me virar e ele parou de roncar. Eu fiquei de fio dental e sem nada em cima porque não tinha levado sutiã. A gente dormiu, eu de novo profundamente. Me sentia exausta, fraca. Terminamos os dois destapados de tanto que a gente se mexia. Perto das 9 e meia, sinto um lençol cobrindo meu corpo e quando abro os olhos era o Anjo, o marido da Mirna, amigo do Marcos. Tentei me cobrir, ele me disse são quase 10, vocês vão levantar? Pau: sim, sim, agora. Fiquei me perguntando quanto tempo ele ficou me olhando quase nua dormindo. Se tinha tirado alguma foto ou não. Marcos, Marcos, acorda. Marcos: Oi, meu amor, que delícia acordar com você. Começou a me beijar. Pau: não, não, para, não lavei nem os dentes.. E era ele que tinha bafo, tipo quando acorda. Marcos: você não tem, meu amor, nem cheiro de mau hálito. E se tiver, não me incomoda, aliás, tudo que eu gosto em você, não sei se tem algo que eu não vá gostar. Tentou puxar o fio dental e jogou direto, rasgou. Agora vamos e você compra novos e os que quiser. Me beijando, sinto como ele me ela mete e, em vez de um gemido, saiu um "ai, devagar". Quase não estava molhada e senti desconforto quando entrou e começou a me comer forte rápido, me excitei de novo e me molhei toda. Ele me colocou de quatro e a cada estocada a gente gemia junto, e ele começou a falar "como essa bunda se mexe". Vou pegar ele, sabe. Pau: não, hoje não por causa da bunda, não... ahh sim, aham ahh. Me deixa por cima... Marcos: aiiiiiiiij ahhh ahhh. Gozou, meu amor? Pau: tava quase, por isso queria ficar por cima de você. Fomos pro banheiro, tomamos um banho rápido, não tenho calcinha, você rasgou. Preciso de uma agora. Por que isso acontece comigo? Por que eu permito? E vesti o jeans branco sem calcinha. Quando saímos do quarto, comecei a sentir que ainda tava escorrendo e ele gozou dentro de novo. Fui no banheiro, me lavei de novo. Tomamos uns mates, eu já me sentia melhor. Fiquem aqui hoje, tá bonito o dia. Dá até pra tomar sol, mulheres. Pau: não, não tava a fim de biquíni. E minha Mirna concordou comigo. Marcos: não temos nada, vamos no centro comprar alguma coisa pra gente trocar. Escolhe o que quiser, sem problema com dinheiro. Comprei duas calcinhas fio dental, uma calça e uma camiseta pra trocar. Chegou uma das filhas da Mirna com o namorado... Ana e Federico. Quando nos vimos, percebi que era o Federico, um dos advogados. Nos apresentaram e cumprimentamos como se nunca tivéssemos nos conhecido. Começaram a organizar o almoço e a gente continuava com os mates. Angel: Fede, preciso que você vá buscar uns vinhos, já tão pagos, e compra fernet ou algo pra fazer uns drinks. Ana: bom, mais alguma coisa? Pau, vem com a gente, sai um pouco, vamos lá, pega na minha mão e me levou com eles. Ana tem 37 anos, quase minha idade. Me conta sério, você é a namorada do Marcos? Ele tem o dobro da sua idade. Pau: a gente tá se conhecendo, vamos ver. Sempre gostei de homens mais velhos. Ana: então você gosta do meu pai (Angel)? Tem 1 ano de diferença e meu velho é muito melhor fisicamente e em tudo. Fiquei olhando pra ela. Ana: tô perguntando de brincadeira, acho que meu pai já não... Funciona. Angel (tava chamando FEDE. ANA.). Fede, anda logo porque já já fecha, e você, Ana, preciso que ache seu tio e padrinho que tá a pé, vai na minha caminhonete. Você, Pauli, acompanha o Fede, tem um monte de garrafa pra carregar no porta-malas. Arrancamos e ele quis me tocar. Fede: "Vamo ver como é que tá essa buceta." Pau: "Para, moleque, que que cê tá fazendo? Já não sou mais aquela novinha, não faço mais nada disso e tô começando a ficar com o Marcos." Fede: "Bom, se voltar um dia, me avisa. Quero te comer de novo e sozinho." Carregamos as coisas e voltamos. A Ana já tinha voltado com o Aníbal, irmão do Angel. Mais novo, um cara de 51 anos. A gente conversou bem pouco e ele não parava de me olhar. Acho que já vi ele em algum lugar. Ele se aproxima, me traz uma taça de vinho e fala: Aníbal: "Não tava sacando onde te conhecia, mas aí lembrei, e quando vi as fotos que você me mandou, caiu a ficha. Uns meses atrás, te encontrei um dia procurando acompanhante e lembro que você disse que fazia isso de vez em quando. Olha aqui, tenho as fotos." Pau: "Aníbal, como eu te falei, era um extra financeiro e não faço isso há muito tempo." Aníbal: "Há muito tempo, não? Se meu primo é advogado, Carlos, tanto que lembrei dele. Ele esteve com você uma semana atrás, mais ou menos, me contou que se divertiu pra caralho, e por isso eu mandei um monte de mensagens e te liguei, e você deve ter me bloqueado." Pau: "Não pode ser, o Carlos? Sim, porque ele ligava todo dia dizendo que queria me ver uma ou duas vezes por semana, e eu fazia isso um ou dois dias por mês e parei." Aníbal: "Você não vai me deixar na vontade de te provar." Pau: "Não faço mais, não sou acompanhante." Aníbal: "E o Marcos e meus parentes sabem que você era puta até uma semana atrás?" Pau: "Não, e não devia importar, era minha vida passada." Fede: "Vocês se conhecem?" Aníbal é um putanheiro danado e vem com a gente pescar às vezes. Um fim de semana que você não foi, a gente comeu a Paulina. Não sabe a buceta apertada que ela tinha quando chegou. E o cu quase virgem." Pau: "Chega, pá... O que cê vai falar pra Ana, que eu era uma vadia e vocês me pagaram? Fui com o Marcos e, brinde após brinde, eu já tava bêbada. Aumentaram a música, a gente dançava, eu do jeito que dava, e o Marcos nem conseguia ficar em pé de tanto que bebeu de novo. Tentei me afastar do Aníbal e caí, tava completamente bêbada. Me levantaram e me levaram pro quarto, lá a Ana e a Mirna tiraram minha roupa suja por causa da queda e me deitaram, fiquei só de thong. O Aníbal e o Federico continuavam bebendo e fazendo todo mundo beber. A Ana também, completamente bêbada, vomitou e deitaram ela em outro quarto. A Mirna e o Ângelo estavam cochilando juntos num sofá, e noutro canto o Marcos tava completamente dormindo. Acordei porque senti alguém me tocando por todo lado. Pau: "Para, Marcos, para um pouco..." Ele tirou minha thong. Pau: "Marcos, não para assim, não." E eu tento me afastar, mas outras mãos começam a me tocar. Pau: "Que isso, para, o que cê tá fazendo?" Federico: "Sou eu, meu amor, lembra que meu pau é o que mais te fez gozar?" Pau: "O que cê tá fazendo? Paraa." Federico: "Meu amor, se você já tá toda molhada..." Ele enfiou dois dedos e a gente começou a se beijar. Ele era um dos advogados que eu mais gostava e, sim, foi ele que me fez gozar várias vezes. Federico: "Quer chupar meu pau?" Pau: "Sim, sim, quero comer ele todinho." Federico: "Duas picas boas você vai comer." Ele falava enquanto me puxava pelos cabelos e comia minha boca. Federico: "Chupa a outra agora." Puxando meus cabelos, ele me vira e eu vejo o Ângelo sentado se tocando. Fede: "Vai, putinha, vai chupar o pau dele." Quando me aproximei, já sentia que ele tinha um cheiro forte, ele me agarrou e comeu minha boca também, tive até ânsia antes de chupar porque tava com odor. Acenderam a luz e me faziam chupar um e outro. Os dois tinham paus grandes, uns 18 ou 19 cm. O Aníbal começou a me comer. Ele sai e diz: Aníbal: "Vem cá, monta como a putinha que você é." Ele apertava meus peitos tão forte que doía e eu não conseguia gozar. Pau: "Para, para, não me machuca, dói se você aperta tão forte... aha aja aja. Aiiiiii simmmmmmm." Aníbal: "Filha da puta, vai, tira meu leite, vai, vai." "Assim, sim, sim." E o Fede enfiava o pau na minha boca e eu consegui dizer: Pau: goza fora. Não tô me cuidando.
Anibal: manda essa. Manda mais, mais. Fica de quatro. Isso, sua puta, isso sim. Que rabo lindo você tem. E começou mais devagar. Pelo outro vou te dar agora.
Pau: tá doendo, você tem muito grande e aí... para, para... mordendo o travesseiro, ele me comia bem rápido, saiu e voltou a meter. Para, devagar, eu falei.
Anibal: quero essa buceta quentinha. Me virou e levantou minhas pernas, me comendo e me beijando... e...
Anibal: toma, meu amorrr.
Federico me virou e destruiu minha bunda, não aguentava mais. O tempo foi eterno. Ele me virou de novo, igual o Anibal. Me abriram e levantaram minhas pernas entre os dois e continuaram comendo. E dizia: "tá vendo, você tá super excitada", e eu não parava de gemer. Sim, tava gostando. Já tinha transado duas vezes com o Marcos e não consegui gozar.
Fede: tomaaaa a minha tambémnnn.
Se vestiram e saíram do quarto. Os lençóis estavam manchados. Não achava minha calcinha. Peguei uma camiseta com a mão e fui pro banheiro. Me lavei e quando saí, o Anjo e o Anibal estavam trazendo o Marcos. "Vamos deitar ele com você", falaram. Me ajudaram a tirar a roupa dele, ele também abaixou a cueca e o Anibal disse: "o negócio é pequeno..." Continuei procurando a calcinha e não achei.
Dormi depois de um tempo abraçada no Marcos. Sentia a bunda bem aberta e ainda escorria gozo dos dois. Acordei com sêmen nas coxas e na cama. Enquanto dormia, continuava saindo.
Comecei a chupar ele e o Marcos acordou.
Marcos: quero chupar essa buceta, meu amor...
Pau: não, não, hoje não tomei banho, me sinto suja. Sentei em cima dele e ele me fez gozar rápido. Continuei falando: "Me dá mais pau, amor, me dá essa porra, me dá..."
Marcos: siiiim, tomaaaa...
Não achava a calcinha, pensava. Tiramos os lençóis, procurei e não tava. Alguém levou ontem à noite.
Levantamos, tomamos café e alguns mates, e a gente voltou pra Córdoba. Nos despedimos de todo mundo e o Anibal me disse: "Fico com essa tanga de puta e um vídeo que filmei... Tchau."
Chegamos em CBA e pedi pra ele me deixar em casa. departamento, tomei outro banho. Dormi pra caramba.













Anibal: manda essa. Manda mais, mais. Fica de quatro. Isso, sua puta, isso sim. Que rabo lindo você tem. E começou mais devagar. Pelo outro vou te dar agora.
Pau: tá doendo, você tem muito grande e aí... para, para... mordendo o travesseiro, ele me comia bem rápido, saiu e voltou a meter. Para, devagar, eu falei.
Anibal: quero essa buceta quentinha. Me virou e levantou minhas pernas, me comendo e me beijando... e...
Anibal: toma, meu amorrr.
Federico me virou e destruiu minha bunda, não aguentava mais. O tempo foi eterno. Ele me virou de novo, igual o Anibal. Me abriram e levantaram minhas pernas entre os dois e continuaram comendo. E dizia: "tá vendo, você tá super excitada", e eu não parava de gemer. Sim, tava gostando. Já tinha transado duas vezes com o Marcos e não consegui gozar.
Fede: tomaaaa a minha tambémnnn.
Se vestiram e saíram do quarto. Os lençóis estavam manchados. Não achava minha calcinha. Peguei uma camiseta com a mão e fui pro banheiro. Me lavei e quando saí, o Anjo e o Anibal estavam trazendo o Marcos. "Vamos deitar ele com você", falaram. Me ajudaram a tirar a roupa dele, ele também abaixou a cueca e o Anibal disse: "o negócio é pequeno..." Continuei procurando a calcinha e não achei.
Dormi depois de um tempo abraçada no Marcos. Sentia a bunda bem aberta e ainda escorria gozo dos dois. Acordei com sêmen nas coxas e na cama. Enquanto dormia, continuava saindo.
Comecei a chupar ele e o Marcos acordou.
Marcos: quero chupar essa buceta, meu amor...
Pau: não, não, hoje não tomei banho, me sinto suja. Sentei em cima dele e ele me fez gozar rápido. Continuei falando: "Me dá mais pau, amor, me dá essa porra, me dá..."
Marcos: siiiim, tomaaaa...
Não achava a calcinha, pensava. Tiramos os lençóis, procurei e não tava. Alguém levou ontem à noite.
Levantamos, tomamos café e alguns mates, e a gente voltou pra Córdoba. Nos despedimos de todo mundo e o Anibal me disse: "Fico com essa tanga de puta e um vídeo que filmei... Tchau."
Chegamos em CBA e pedi pra ele me deixar em casa. departamento, tomei outro banho. Dormi pra caramba.














6 comentários - Saída, me chamaram enganada
Voy a Córdoba la semana que viene.
Pásame tu contacto