Oi, hoje vim contar minha aventura com minha prima. Oi, meu nome é Edén e hoje vim te contar da vez que transei com minha prima de 19 anos. Tava chegando o fim de ano, época de muita festa, a gente sempre se reunia na casa dos meus avós em Querétaro, porque é de lá que é a família do meu pai. Dessa vez, achei que ia passar um Natal triste e chato, já que meu irmão e minha mãe iam ficar com a família materna, e eu resolvi acompanhar meu pai. Chegando em Querétaro, conheci meu tio Paco, porque ele tava nos Estados Unidos e seria a primeira vez que eu ia vê-lo. Pra minha surpresa, ele não veio sozinho, trouxe com ele minha tia Chelsee e minha prima Xcaret, pessoas totalmente desconhecidas pra mim. Uma coisa que não consegui evitar foi olhar o dia inteiro pra bunda da minha tia e da minha prima, elas eram gostosas pra caralho, porque eram americanas. Não conseguia parar de olhar pra aquela bunda e peitos gostosos, uma cintura com curvas lindas. Acordei de madrugada na primeira noite, porque me sentia desconfortável por estar fora de casa. Fui beber água, quando vejo a Xcaret saindo do quarto onde ela e meus tios iam dormir. Do nada, ela foi direto pra cozinha pegar um copo d'água, e digo "do nada" porque ela tava só de calcinha fio dental linda. Ainda lembro como aquelas nádegas redondas preenchiam aquela calcinha preta linda e a camiseta colada no corpo. Só parei de andar e fiquei observando ela caminhar e mexer aquela bunda maravilhosa. Não consegui evitar imaginar como seria chegar por trás e me encostar naquela bunda gostosa. Continuei andando até a cozinha atrás dela. Depois ela percebeu minha presença, e sem nenhuma vergonha, começou a conversa. Xcaret: Hello! Também tá com sede? Eu: Claro, não me sinto tão confortável longe de casa. Xcaret: Pelo menos você não teve que sair do país que nem eu, hehe! Eu: Mesmo assim é um saco ficar longe, não me dou muito bem com a maioria dos parentes do meu pai. Só tô aqui porque ele prometeu me comprar um carro novo se eu viesse com ele. Xcaret: Uau! Que sorte, eu tô aqui contra a minha vontade. Pô, mas mesmo assim tô me sentindo muito quente (de calorão).
Eu: Sério? Eu tô morrendo de frio.
Xcaret: Bom, é que no meu país faz muito frio nesses meses, então não tô acostumada com esse friozinho daqui.
Eu: É verdade.
Xcaret: Quer vir comigo lá fora? Vou fumar um baseado.
Foi aí que senti que não devia perder minha chance de ficar perto dela, então resolvi acompanhar, já que eu também fumava maconha de vez em quando.
Xcaret: Espera um pouco, vou pegar meu roupão e já saio.
Eu: Claro, vou pegar um casaco também, tô morrendo de frio.
Xcaret: Haha!
Entrei no meu quarto e acabei acordando meu pai sem querer ao abrir a mala, porque no primeiro dia cheguei meio cansado da viagem longa e não desfiz as malas. Meu pai perguntou o que eu tava fazendo acordado, então resolvi falar que ia no banheiro, o que ele não ligou e não me questionou mais. Quando saí do quarto, a Xcaret já tava esperando lá fora com um casaco gigante e uma legging cinza que mesmo assim deixava a bunda dela bem gostosa. Aí perguntei:
Eu: Por que você se trocou? Será que sentiu um pouco de frio?
Xcaret: Claro que não, idiota, mas também não ia ficar andando pela casa só de calcinha. Pensei que por ser 4 da manhã não teria ninguém vagando pela casa, e não dei importância. Pelo menos fico feliz que foi você e não algum dos nossos primos, que são estranhos — fiquei observando eles o dia todo, não paravam de me olhar. Acho que você é o único que posso dizer que é meio normal.
Eu sorri e falei: — É verdade, também notei.
Não consegui evitar mentir, porque eu também tava igual a eles, impressionado com aquela mulher. Achava que só existia em site pornô.
Continuamos andando até ficar um pouco longe de onde os outros estavam dormindo, pra que o cheiro não acordasse ninguém.
Xcaret: Quantos anos você tem?
Eu: 21, e você?
Xcaret: Tenho 19.
Eu: Ah! Tem alguma ocupação?
Xcaret: Faço faculdade e trabalho. com meu pai nos fins de semana no negócio que a gente tem, sinceramente não faço muita coisa, meu tempo vai embora estudando e trabalhando, não tenho muitas amizades, e quando saio pras festas não converso muito com caras, já que não tenho tempo nem paciência pra me envolver num relacionamento sentimental, mesmo sabendo que tenho um corpo bem provocante, realmente não tive nenhum parceiro nos últimos dois anos, tive um rolo de verão, mas era só fumar weed, andar pelas ruas e talvez um beijo num banco do parque, coisas simples pra minha idade de 17 anos. Eu: Caralho, me dá um pouco dessa erva, o cheiro é muito bom Xcaret: HAHA! claro, trouxe do meu país, acho que meu pai mencionou que aqui não era legal. Eu: O quê?! meu tio sabe que você fuma isso? Xcaret: Por que você tá surpreso? Eu: Bom, pelo menos eu tinha uma ideia diferente do meu tio, não sabia que ele teria essa liberdade, ainda mais com a filha única dele. Xcaret: Acho que é estranho pra você, mas lá é super normal Eu: cê tem razão, talvez porque aqui envolve conseguir por meios nada convencionais. De repente comecei a sentir minhas mãos dormentes, meu coração batendo forte, e só pensava numa coisa, tava fluindo e eu tava gostando da experiência. Xcaret: Bom, acho que já tô meio chapada, a gente devia ir dormir. Eu: Claro, também tô me sentindo muito chapado. A gente foi andando pros nossos quartos, já que eram um do lado do outro, quando chegamos primeiro no dela, e eu falei — Valeu pelo baseado, foi bom demais, aí fui me despedir com um beijo, coisa que não costumo fazer porque sou meio tímido, talvez foi sem pensar por estar chapado. E que prêmio, tava tão escuro que só senti nossos lábios se tocando, acabei beijando ela sem querer, pedi desculpa, e ela só fez uma cara de vergonha e não falou nada. De manhã, acordei com muita sede e um pouco de ressaca, já que não descansei direito, pra minha surpresa só tava minha prima e eu em casa, porque todo mundo tinha saído cedo. Fui tomar café num restaurante que eu não queria ir porque tava com uma dor de cabeça chata. Minha surpresa foi quando entrei no banheiro e vi a Xcaret pelada, porque ela não tinha trancado a porta e nem percebeu que eu tava ali, já que tava de costas. Só via a água escorrendo pelas costas e pela bunda dela. Decidi fechar a porta pra ver melhor. Quando ela virou, vi os peitões enormes dela e a buceta depilada, rosinha, era especial. Longe de se assustar comigo, ela só sorriu e falou: Xcaret: "Aaah, ainda bem que é você, não sabia que tava em casa, não te vi de manhã. O que cê tá fazendo aqui?" Eu: "Queria usar o banheiro, só vim mijar, me desculpa, vou sair já." Xcaret: "Relaxa, usa o banheiro, vou virar de costas pra você fazer o que precisa." Tava meio nervoso, então não consegui evitar de olhar pra ela de costas e não me concentrar no que tinha que fazer. Aí ela virou e falou: Xcaret: "Cê tá me olhando demais, será que cê tá gostando do que vê?" Eu: "Me perdoa, é impossível não te olhar, cê é muito gostosa, tem um rostinho lindo, uma cintura bonita, uma bunda deliciosa, e tô imaginando umas coisas gostosas que poderia fazer com você." Xcaret: "Então não fica só imaginando, vem comigo pro chuveiro." Comecei a tirar a roupa e entrei com ela. Peguei ela por trás e comecei a apertar os peitos dela, a água caía entre nós, e eu fui descendo minhas mãos cada vez mais. Toquei a perna dela, toquei o clitóris, e enfiei meus dedos na bucetinha apertada dela, porque ela ainda era virgem. Depois, Xcaret se virou e começou a me beijar enquanto eu ainda tocava a buceta dela. Eu ouvia ela gemer e pedir pra eu não parar de tocar a bucetinha gostosa dela. Ela se ajoelhou e começou a chupar meu pau, parecia uma expert, porque chupava com muita vontade, como se não fosse a primeira vez chupando um. Aí virei ela e comecei a meter meu pau devagar na buceta dela. No começo ela disse que tava doendo um pouco, mas logo só pedia mais e mais. Pedi permissão pra tirar uma foto gostosa dela e na hora aceito
Eu estava transando com minha prima no chuveiro, depois de odiar essa viagem com meu pai porque detestava meus primos, já que não eram meu tipo de pessoa, eram alucinados e muito fora do meu estilo, eu sempre fui reservado e tranquilo. Peguei ela pela cintura e continuei metendo forte, ficamos pouco mais de 30 minutos no chuveiro, depois saímos e fomos para o quarto dos meus tios, lá continuei comendo ela. Para minha má sorte, esqueci meu celular no chuveiro, não consegui continuar tirando fotos.
Xcaret: Ufa, que gostosa, você está me comendo, não sabia que era tão bom, já tinha me masturbado várias vezes, mas isso não se compara a nada.
Eu: Então se prepara, porque nesses dias que estivermos aqui, espero que se repita.
Xcaret: Não para, filho da puta, que sinto que vou gozar.
Eu: Vou te dar até gozar dentro de você.
Xcaret: Nãooo! Por favor, dentro de mim não, quero que você goze na minha boca.
Eu: Vou gozar na sua boca então.
Terminei na boca dela, eu estava em êxtase, ela voltou para o chuveiro porque tinha se molhado completamente, e tinha caído um pouco de sêmen no rosto dela quando gozei na boca dela. Entrei no meu quarto e fiquei analisando tudo o que tinha acontecido. Quando meu pai chegou, eu estava de muito bom humor, já que era dia 24 de dezembro. Então, naquela mesma noite, estávamos toda a família reunida: meus avós, meus tios, meu pai, meus primos e, principalmente, Xcaret, de quem não tirei os olhos nenhum momento, porque ainda lembrava do que tínhamos feito naquela manhã, e ela me olhava do mesmo jeito. Ela estava com um vestido preto colado no corpo, suas lindas pernas brancas, com uns saltos pretos bem provocantes, eu só queria repetir de novo. Chegou a hora de todo mundo dormir, eram 5h da manhã e ela me mandou uma mensagem.
Xcaret: Vem, vamos de novo para o quintal de casa, quero fumar um pouco com você.
Eu: Tá bom, saio daqui a pouco.
Então saí, fomos fumar, e já lá fora começamos a conversar.
Eu: Ainda não paro de pensar no que aconteceu ontem de manhã.
Xcaret: A verdade é que eu também não, acho que vou vir mais vezes, vou fazer isso no verão, já sei onde vou passar minhas férias, pra você também fazer.
Eu: Claro, ainda tô morrendo de vontade de transar mais com você
Xcaret: Terminando esse cigarro, vamos fazer rápido aqui sentados
Eu: Ia ser foda, tô muito tarado
Terminando o baseado, comecei a apalpar os peitos dela, ela por cima de mim e eu enfiando a mão na calça dela, tocando a buceta dela, aí ela abaixou a calça e comecei a meter nela.
Continuei comendo ela, e ela gemia baixinho. Quando terminei, decidimos ir dormir, já que quase amanhecia e todo mundo ia acordar pra abrir os presentes, sem saber que a gente já tinha se adiantado e trocado os nossos. Se quiser que eu continue contando o que rolou na semana seguinte, deixa sua avaliação, me segue e me apoia com um comentário falando o que achou da minha história até agora. Vou dar continuidade porque é algo que eu ainda lembro e me deixa com muito tesão toda vez que penso. Valeu por ler, espero que tenha bastante apoio. Vêm fotos novas por aí ❤️
Eu: Sério? Eu tô morrendo de frio.
Xcaret: Bom, é que no meu país faz muito frio nesses meses, então não tô acostumada com esse friozinho daqui.
Eu: É verdade.
Xcaret: Quer vir comigo lá fora? Vou fumar um baseado.
Foi aí que senti que não devia perder minha chance de ficar perto dela, então resolvi acompanhar, já que eu também fumava maconha de vez em quando.
Xcaret: Espera um pouco, vou pegar meu roupão e já saio.
Eu: Claro, vou pegar um casaco também, tô morrendo de frio.
Xcaret: Haha!
Entrei no meu quarto e acabei acordando meu pai sem querer ao abrir a mala, porque no primeiro dia cheguei meio cansado da viagem longa e não desfiz as malas. Meu pai perguntou o que eu tava fazendo acordado, então resolvi falar que ia no banheiro, o que ele não ligou e não me questionou mais. Quando saí do quarto, a Xcaret já tava esperando lá fora com um casaco gigante e uma legging cinza que mesmo assim deixava a bunda dela bem gostosa. Aí perguntei:
Eu: Por que você se trocou? Será que sentiu um pouco de frio?
Xcaret: Claro que não, idiota, mas também não ia ficar andando pela casa só de calcinha. Pensei que por ser 4 da manhã não teria ninguém vagando pela casa, e não dei importância. Pelo menos fico feliz que foi você e não algum dos nossos primos, que são estranhos — fiquei observando eles o dia todo, não paravam de me olhar. Acho que você é o único que posso dizer que é meio normal.
Eu sorri e falei: — É verdade, também notei.
Não consegui evitar mentir, porque eu também tava igual a eles, impressionado com aquela mulher. Achava que só existia em site pornô.
Continuamos andando até ficar um pouco longe de onde os outros estavam dormindo, pra que o cheiro não acordasse ninguém.
Xcaret: Quantos anos você tem?
Eu: 21, e você?
Xcaret: Tenho 19.
Eu: Ah! Tem alguma ocupação?
Xcaret: Faço faculdade e trabalho. com meu pai nos fins de semana no negócio que a gente tem, sinceramente não faço muita coisa, meu tempo vai embora estudando e trabalhando, não tenho muitas amizades, e quando saio pras festas não converso muito com caras, já que não tenho tempo nem paciência pra me envolver num relacionamento sentimental, mesmo sabendo que tenho um corpo bem provocante, realmente não tive nenhum parceiro nos últimos dois anos, tive um rolo de verão, mas era só fumar weed, andar pelas ruas e talvez um beijo num banco do parque, coisas simples pra minha idade de 17 anos. Eu: Caralho, me dá um pouco dessa erva, o cheiro é muito bom Xcaret: HAHA! claro, trouxe do meu país, acho que meu pai mencionou que aqui não era legal. Eu: O quê?! meu tio sabe que você fuma isso? Xcaret: Por que você tá surpreso? Eu: Bom, pelo menos eu tinha uma ideia diferente do meu tio, não sabia que ele teria essa liberdade, ainda mais com a filha única dele. Xcaret: Acho que é estranho pra você, mas lá é super normal Eu: cê tem razão, talvez porque aqui envolve conseguir por meios nada convencionais. De repente comecei a sentir minhas mãos dormentes, meu coração batendo forte, e só pensava numa coisa, tava fluindo e eu tava gostando da experiência. Xcaret: Bom, acho que já tô meio chapada, a gente devia ir dormir. Eu: Claro, também tô me sentindo muito chapado. A gente foi andando pros nossos quartos, já que eram um do lado do outro, quando chegamos primeiro no dela, e eu falei — Valeu pelo baseado, foi bom demais, aí fui me despedir com um beijo, coisa que não costumo fazer porque sou meio tímido, talvez foi sem pensar por estar chapado. E que prêmio, tava tão escuro que só senti nossos lábios se tocando, acabei beijando ela sem querer, pedi desculpa, e ela só fez uma cara de vergonha e não falou nada. De manhã, acordei com muita sede e um pouco de ressaca, já que não descansei direito, pra minha surpresa só tava minha prima e eu em casa, porque todo mundo tinha saído cedo. Fui tomar café num restaurante que eu não queria ir porque tava com uma dor de cabeça chata. Minha surpresa foi quando entrei no banheiro e vi a Xcaret pelada, porque ela não tinha trancado a porta e nem percebeu que eu tava ali, já que tava de costas. Só via a água escorrendo pelas costas e pela bunda dela. Decidi fechar a porta pra ver melhor. Quando ela virou, vi os peitões enormes dela e a buceta depilada, rosinha, era especial. Longe de se assustar comigo, ela só sorriu e falou: Xcaret: "Aaah, ainda bem que é você, não sabia que tava em casa, não te vi de manhã. O que cê tá fazendo aqui?" Eu: "Queria usar o banheiro, só vim mijar, me desculpa, vou sair já." Xcaret: "Relaxa, usa o banheiro, vou virar de costas pra você fazer o que precisa." Tava meio nervoso, então não consegui evitar de olhar pra ela de costas e não me concentrar no que tinha que fazer. Aí ela virou e falou: Xcaret: "Cê tá me olhando demais, será que cê tá gostando do que vê?" Eu: "Me perdoa, é impossível não te olhar, cê é muito gostosa, tem um rostinho lindo, uma cintura bonita, uma bunda deliciosa, e tô imaginando umas coisas gostosas que poderia fazer com você." Xcaret: "Então não fica só imaginando, vem comigo pro chuveiro." Comecei a tirar a roupa e entrei com ela. Peguei ela por trás e comecei a apertar os peitos dela, a água caía entre nós, e eu fui descendo minhas mãos cada vez mais. Toquei a perna dela, toquei o clitóris, e enfiei meus dedos na bucetinha apertada dela, porque ela ainda era virgem. Depois, Xcaret se virou e começou a me beijar enquanto eu ainda tocava a buceta dela. Eu ouvia ela gemer e pedir pra eu não parar de tocar a bucetinha gostosa dela. Ela se ajoelhou e começou a chupar meu pau, parecia uma expert, porque chupava com muita vontade, como se não fosse a primeira vez chupando um. Aí virei ela e comecei a meter meu pau devagar na buceta dela. No começo ela disse que tava doendo um pouco, mas logo só pedia mais e mais. Pedi permissão pra tirar uma foto gostosa dela e na hora aceito
Eu estava transando com minha prima no chuveiro, depois de odiar essa viagem com meu pai porque detestava meus primos, já que não eram meu tipo de pessoa, eram alucinados e muito fora do meu estilo, eu sempre fui reservado e tranquilo. Peguei ela pela cintura e continuei metendo forte, ficamos pouco mais de 30 minutos no chuveiro, depois saímos e fomos para o quarto dos meus tios, lá continuei comendo ela. Para minha má sorte, esqueci meu celular no chuveiro, não consegui continuar tirando fotos.Xcaret: Ufa, que gostosa, você está me comendo, não sabia que era tão bom, já tinha me masturbado várias vezes, mas isso não se compara a nada.
Eu: Então se prepara, porque nesses dias que estivermos aqui, espero que se repita.
Xcaret: Não para, filho da puta, que sinto que vou gozar.
Eu: Vou te dar até gozar dentro de você.
Xcaret: Nãooo! Por favor, dentro de mim não, quero que você goze na minha boca.
Eu: Vou gozar na sua boca então.
Terminei na boca dela, eu estava em êxtase, ela voltou para o chuveiro porque tinha se molhado completamente, e tinha caído um pouco de sêmen no rosto dela quando gozei na boca dela. Entrei no meu quarto e fiquei analisando tudo o que tinha acontecido. Quando meu pai chegou, eu estava de muito bom humor, já que era dia 24 de dezembro. Então, naquela mesma noite, estávamos toda a família reunida: meus avós, meus tios, meu pai, meus primos e, principalmente, Xcaret, de quem não tirei os olhos nenhum momento, porque ainda lembrava do que tínhamos feito naquela manhã, e ela me olhava do mesmo jeito. Ela estava com um vestido preto colado no corpo, suas lindas pernas brancas, com uns saltos pretos bem provocantes, eu só queria repetir de novo. Chegou a hora de todo mundo dormir, eram 5h da manhã e ela me mandou uma mensagem.
Xcaret: Vem, vamos de novo para o quintal de casa, quero fumar um pouco com você.
Eu: Tá bom, saio daqui a pouco.
Então saí, fomos fumar, e já lá fora começamos a conversar.
Eu: Ainda não paro de pensar no que aconteceu ontem de manhã.
Xcaret: A verdade é que eu também não, acho que vou vir mais vezes, vou fazer isso no verão, já sei onde vou passar minhas férias, pra você também fazer.
Eu: Claro, ainda tô morrendo de vontade de transar mais com você
Xcaret: Terminando esse cigarro, vamos fazer rápido aqui sentados
Eu: Ia ser foda, tô muito tarado
Terminando o baseado, comecei a apalpar os peitos dela, ela por cima de mim e eu enfiando a mão na calça dela, tocando a buceta dela, aí ela abaixou a calça e comecei a meter nela.
Continuei comendo ela, e ela gemia baixinho. Quando terminei, decidimos ir dormir, já que quase amanhecia e todo mundo ia acordar pra abrir os presentes, sem saber que a gente já tinha se adiantado e trocado os nossos. Se quiser que eu continue contando o que rolou na semana seguinte, deixa sua avaliação, me segue e me apoia com um comentário falando o que achou da minha história até agora. Vou dar continuidade porque é algo que eu ainda lembro e me deixa com muito tesão toda vez que penso. Valeu por ler, espero que tenha bastante apoio. Vêm fotos novas por aí ❤️
3 comentários - Prima gostosa no Natal vira meu presente