
Devo admitir que de todas as putas que tive — e entenda "puta" como a mina com quem você combina de se encontrar pra transar e se divertir pra caralho sem um relacionamento sério, com quem pode falar e fazer todas as sacanagens possíveis e imagináveis que nem ela nem você costumam fazer com seu parceiro por "x" motivo —, a Marianita é tipo o ápice.
Senhora de trinta e poucos anos, de Avellaneda, casada, vários filhos, corpo pequeno, cintura fina, com uma bunda muito boa, peitos bonitos, muito disposta a tudo (amarrar, lingerie, vela derretida, tapas, palmadas, chuva dourada, cuspidas, fisting, brinquedos), mas condicionada pelo corno que de repente sente ciúmes, embora uma vez que a devolvi com a bunda bem marcada pelas palmadas (não percebemos e passou do ponto), o cara, quando a viu de fio dental e com as nádegas vermelhas, jogou ela na cama e meteu na bunda direto até gozar, sabendo muito bem que a putinha tinha vindo de trepar... Ela me contou que no dia seguinte o cara estava de muito bom humor, o corno manso.
Enfim, preciso ver minha puta urgentemente porque minha pica vai explodir, enquanto isso continuo mandando áudios de cuck pra ele.













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