Daphne estava na sala de estar, na frente do espelho, gravando um TikTok. A música tocava suavemente ao fundo enquanto ela se mexia no ritmo da canção, mas a mente dela estava distraída. Ela estava sozinha em casa, e embora curtisse o tempo livre, não conseguia evitar sentir uma leve inquietação no ar.
De repente, o telefone dela vibrou. Era uma ligação do marido. Ela atendeu rapidinho. "Vou chegar tarde", ele disse. "Fica tranquila, meu irmão já estava a caminho, fala pra ele me esperar." Daphne assentiu e desligou. A notícia de que ficaria sozinha com o cunhado, embora meio inesperada, fez uma sensação estranha percorrer o corpo dela.
Deixou o telefone em cima da mesa e caminhou até a sala. Sentou-se no sofá, ainda pensando na ligação, quando de repente ouviu o som da porta da frente. Seu cunhado tinha chegado em casa para esperar o irmão. Não o esperava tão cedo. Ele entrou com um sorriso leve, mas a tensão entre eles foi imediata.
Oi, Daphne," ele disse, com a voz suave, mas com um calor que fazia tudo nela tremer.
"Oi," respondeu Daphne, tentando soar descontraída, embora uma pequena vibração percorresse seu corpo ao vê-lo se aproximar. O espaço entre eles parecia pequeno, carregado de uma energia estranha que Daphne não conseguia entender, mas que não podia deixar de sentir.
Um impulso a levou a propor algo inesperado. "Ei, cê topa me ajudar a gravar uns TikToks? Quero ver como é que eu me saio nos passos de dança"
Ele olhou pra ela, meio surpreso, mas com um sorriso safado. "Claro, o que eu tenho que fazer?" respondeu, chegando mais perto
Daphne começou a se mover com confiança, enquanto ele observava de perto. Cada um dos seus movimentos parecia cada vez mais fluido, mas no fundo, ela sentia que algo tinha mudado.
Terminaram de gravar e se sentaram no sofá da sala, ele estava perto, perto demais, e a distância entre eles diminuía a cada passo. Os olhos de Daphne se encontravam com os dele de vez em quando, e cada olhar parecia carregar uma faísca silenciosa que a qualquer momento ia acender o fogo...
A proximidade do cunhado dela a deixava nervosa, mas também a atraía de um jeito incontrolável. O roçar acidental dos braços, a proximidade dos corpos, só intensificavam a tensão.

Quando ela ergueu o olhar, os olhos dele a encaravam com uma intensidade que a fez vacilar por um instante. O ar entre eles ficou escaldante, como se houvesse uma linha invisível que nenhum dos dois queria cruzar, mas que ambos sentiam.
A dúvida já não tinha espaço, Daphne e seu cunhado tinham atravessado a linha que sustentava a relação familiar e só deixaram toda a paixão e o desejo tomarem conta até acabarem cometendo um pecado cheio de luxúria que nunca esqueceriam...

























Se você chegou até aqui, a gente agradece muito. Comenta se você curte o jeito que a gente apresenta nosso conteúdo. Sei que você tá se perguntando, e eu te respondo: sim, tem vídeo, e vou te deixar o link se a gente chegar a 1000 mil pontos.

De repente, o telefone dela vibrou. Era uma ligação do marido. Ela atendeu rapidinho. "Vou chegar tarde", ele disse. "Fica tranquila, meu irmão já estava a caminho, fala pra ele me esperar." Daphne assentiu e desligou. A notícia de que ficaria sozinha com o cunhado, embora meio inesperada, fez uma sensação estranha percorrer o corpo dela.
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Oi, Daphne," ele disse, com a voz suave, mas com um calor que fazia tudo nela tremer. "Oi," respondeu Daphne, tentando soar descontraída, embora uma pequena vibração percorresse seu corpo ao vê-lo se aproximar. O espaço entre eles parecia pequeno, carregado de uma energia estranha que Daphne não conseguia entender, mas que não podia deixar de sentir.
Um impulso a levou a propor algo inesperado. "Ei, cê topa me ajudar a gravar uns TikToks? Quero ver como é que eu me saio nos passos de dança" Ele olhou pra ela, meio surpreso, mas com um sorriso safado. "Claro, o que eu tenho que fazer?" respondeu, chegando mais perto
Daphne começou a se mover com confiança, enquanto ele observava de perto. Cada um dos seus movimentos parecia cada vez mais fluido, mas no fundo, ela sentia que algo tinha mudado.
Terminaram de gravar e se sentaram no sofá da sala, ele estava perto, perto demais, e a distância entre eles diminuía a cada passo. Os olhos de Daphne se encontravam com os dele de vez em quando, e cada olhar parecia carregar uma faísca silenciosa que a qualquer momento ia acender o fogo...
A proximidade do cunhado dela a deixava nervosa, mas também a atraía de um jeito incontrolável. O roçar acidental dos braços, a proximidade dos corpos, só intensificavam a tensão.

Quando ela ergueu o olhar, os olhos dele a encaravam com uma intensidade que a fez vacilar por um instante. O ar entre eles ficou escaldante, como se houvesse uma linha invisível que nenhum dos dois queria cruzar, mas que ambos sentiam.A dúvida já não tinha espaço, Daphne e seu cunhado tinham atravessado a linha que sustentava a relação familiar e só deixaram toda a paixão e o desejo tomarem conta até acabarem cometendo um pecado cheio de luxúria que nunca esqueceriam...


























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6 comentários - A linha invisível que cruzei com minha cunhada