Milf noche Inolvidable 🥵

Baseado numa história real: "Acordei pelada e com um pouco de frio, o lençol estava nos meus pés, lá fora tava caindo um temporal, o quarto escuro, só entrava um pouco de luz da rua pela janela no pé da cama. Não reconhecia nada do lugar, também não lembrava como tinha chegado, tava meio tonta e sentia que tinha bebido. Me virei na cama e trombei com um braço pesado. Na hora eu soube onde estava, bom, pelo menos com quem. Do meu lado estava o cara que eu conheci umas horas antes no rolê. Minha cabeça lembrou na hora como a gente começou a dançar, ele me pegou pela cintura enquanto eu me abaixava e rebolava, esfregando minha bunda na pica dele. Acho que os jovens de hoje chamam de ‘perrear’. Agora que tô te contando, me sinto meio ridícula, uma mulher de 45 anos não devia ficar rebolando a buceta pros caras, mas naquela hora, sei lá se por causa do lugar ou da bebida, não senti nem um pingo de vergonha. Embora eu tenha que admitir que não cheguei nem perto de rebolar que nem as novinhas. Enfim, meu ponto forte é outro. De volta na cama, fiquei olhando pra ele, parece com meu filho, quero dizer, na idade. Isso sim, esse moleque é mais forte e mais alto, a barba e as tatuagens dão um toque mais perigoso. Estiquei o lençol e cobri nós dois, me aninhei do lado dele pra me esquentar e coloquei minha mão no abdômen definido dele, acariciei o torso inteiro, é uma rocha. Desci minha mão até o pau dele, tava mole, mas nem fodendo que cabe nas minhas mãozinhas, tava quentinho e comecei a massagear. Queria que ele ficasse tão duro quanto quando a gente chegou no apê dele. Ele me comeu tanto que acho que minha buceta nunca mais vai ser a mesma kkkk. O cara é um forno, não passou nem 5 minutos e eu já não sentia mais frio, então decidi agradecer ele por me comer tão gostoso. Fazia anos que ninguém me dava um sexo tão pesado, ele me fez sentir como uma bonequinha, quase parecia que esse moleque só tava me usando. Ainda debaixo do lençol, eu... Me acomodei entre as pernas dela, joguei meu cabelo pra um lado e comecei a dar beijinhos por toda a virilha, nas bolas dela, na base do pau e fui subindo até a ponta, enquanto com a mão eu massageava ele pra cima e pra baixo. Era grosso, amei, o cara tinha uma piroca linda e não aguentei chupar, assim que coloquei na boca senti ele começando a endurecer. Comecei a saborear o pau dele com vontade, lambia e beijava cada parte, descia até os ovos e acariciava eles com a língua, subi de novo até a ponta do pau e comecei a enfiar ele até o fundo da minha garganta, o pau dele tava durasso, tive que abrir bem a boca porque quase não cabia de tão grosso que era, sentia as veias roçando meus lábios. De repente senti as mãos dele na minha cabeça, me empurraram até o fundo, meu nariz amassou contra os pelinhos pubianos dele. Não resisti, abri minha boca e garganta o máximo que pude, o pau dele ocupava todo o espaço disponível. Ele me segurou lá por uns segundos até me soltar — AAAAHHH — respirei ofegante — amor, quer me afogar? — falei cuspindo na cabeça do pau dele a mistura de saliva e lubrificante. Ele só riu. Masturbei ele um pouco até ele pegar minha cabeça de novo pra foder minha boca. Me sacudiu pra cima e pra baixo por vários minutos até que senti o pau dele inchar ainda mais e então ele me segurou com força e com um empurrão enfiou tudo, senti o líquido quente dele jorrando na minha garganta, o pau dele pulsava na minha boca e tive que engolir tudo, ele se esvaziou em várias pulsadas e com cada jato do suco dele eu sentia como se ele tivesse me dando litros da porra gostosa dele. Finalmente ele terminou de se esvaziar dentro do meu pescoço e me soltou — AAAAHHH AAAAHHH — respirei desesperada de novo, dessa vez um fio de porra escapou da minha boca. Sem dizer nada, comecei a lamber o pau dele, dando muito amor até ele finalmente ficar mole. Subi e fiquei em cima do peito dele — gostou de mim? — perguntei com voz de namoradinha carente — sim… amei como você engoliu. Tudo bem... digamos que quando eu gosto de alguém, sou uma putinha de respeito. Comecei a beijar o pescoço dele. Ficamos nos amassando por um tempão, ele percorria meu corpo todo, principalmente minha bunda e meus peitos com aquelas mãos enormes, e eu beijava ele e entregava meus biquinhos pra ele chupar. A gente se pegou no escuro por muito tempo, lá fora trovejava e continuava chovendo como nunca. De repente, o alarme do meu celular tocou — merda, já são 5:30. Desci da cama e comecei a procurar minha bolsa no meio da bagunça de roupas no chão. Finalmente achei e peguei o celular, tinha várias mensagens no WhatsApp. As amigas com quem eu tinha saído não me viram ir embora com o cara e estavam preocupadas. "Tô bem, tô com o gato, depois te conto." Embaixo tinha outra mensagem do meu filho, que ele mandou quando eu ainda estava com minhas amigas. Não abri, mas deu pra ler que ele ia passar em casa. — Vou embora. Achei meu sutiã e meu vestido fácil. — Quer que te leve? — Não, não, obrigada — falei, colocando o sutiã. — Tá chovendo e não tenho problema em... — Não, bebê, tô bem mesmo — me aproximei e beijei ele. — Pelo que você me fez essa noite, tô mais que satisfeita. Finalmente terminei de vestir o vestido, mas não achei minha calcinha fio-dental preta em lugar nenhum. No meio do vai-e-vem, meu garanhão tinha jogado ela longe, e por mais que a gente procurasse, não encontrou. — Bom, fica de lembrança — falei. Me joguei nele e enchi ele de beijos, ele segurou minha bunda e quase me levantou. Depois de mais uns amassos, a gente se despediu e eu saí correndo pra pegar o Uber. No caminho, percebi o quão desarrumada eu tinha ficado, mas como ia chegar no meu apê tão cedo, sabia que ninguém notaria. No trajeto, fiquei pensando naquela noite, não acreditava que ainda conseguia provocar caras como aquele. Eu me mantenho em forma, mas não tinha um sexo tão selvagem há anos. Me molhei de novo lembrando como ele me colocou de quatro. Finalmente cheguei. Morrendo de sono, tirei o vestido e me joguei na cama. Dormi em segundos. Abri os olhos com o barulho de uma chamada, era meu filho — Alô? — Mãe, tamo chegando. Pai esqueceu a chave do portão, cê pode abrir pra gente? — Sim, sim... daqui a quanto tempo vocês chegam? — Ah... uns 10 minutos. — Que bom, filho, espero vocês. Desliguei e saí correndo pro chuveiro, coloquei minhas roupas pra lavar, que estavam fedendo a sexo, e no espelho percebi as marcas de mordidas nos meus peitos e os hematomas na minha bunda. Meu marido ia ter que aguentar uns dias antes de me ver sem roupa, kkkk. Quando desci pra abrir, lá estavam meus dois gordinhos — Amor, e a viagem? — Cansativa, dirigir na chuva na estrada é sempre uma merda — disse meu marido com uma cara de quem não aguentava mais de sono. Meu marido foi direto dormir e meu filho foi pra casa da namorada. Era um domingo de manhã e não tinha mais nada pra fazer, então fiquei limpando e cozinhando enquanto trocava ideia com minhas amigas sobre a noite mais incrível que eu tinha tido em anos. Combinamos de sair de novo no próximo sábado. Meus gordinhos adoram ir acampar e pescar. E eu também peguei o gosto de pegar uns paus bons por aí.Milf noche Inolvidable 🥵

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