Olá, amigxs, espero que estejam todos bem. Depois de um tempão, sentei pra fazer um post novo, e de quebra, convido vocês a darem uma olhada nos meus posts anteriores. Bom, essa história é simples. Lá pra meados de 2014, num bairro típico da zona sul da grande Buenos Aires, eu já tinha uns 28 anos, começam essas aventuras com a Deborah. Como todo mundo sabe, a morte faz parte da vida, e então, um dia, uma tia minha faleceu. A questão é que fui pro velório na casa funerária (nada de mórbido aqui), enfim, em algum momento chego na recepção pra pedir um café, e pra minha surpresa, a recepcionista (suponho que seja assim que chama quem tá trabalhando e cuida do café e da recepção, etc.) era muito gostosa, cara de mina, corpo bonito, cheguei em silêncio no balcão dela e peguei ela jogando Candy Crush, falei alguma besteira e começou a conversa enquanto ela preparava meu café, papeamos um tempão e fui pra sala do velório. Antes de ir embora, passei pra dar tchau e, claro, queria o número dela, então fui franco e direto, não dava pra perder tempo porque o cortejo já tava começando pro cemitério. Já com o número salvo, fui embora. Depois disso, começou uma troca de mensagens, com muitos encontros e gozadas bem gostosas. Infelizmente, acabou porque ela queria algo sério e era o oposto do que eu queria. Sem mais, deixo umas fotos lindas pra vocês, aproveitem!!!
cara de puta, a tal da garota
e uma fodedora como nenhuma outra





Essa bunda apertada espremia minha pica, geralmente era uma gozada no cu e outra na boca. Convido vocês a passarem pelos meus outros posts, tudo real, tudo experiências minhas.
cara de puta, a tal da garota
e uma fodedora como nenhuma outra





Essa bunda apertada espremia minha pica, geralmente era uma gozada no cu e outra na boca. Convido vocês a passarem pelos meus outros posts, tudo real, tudo experiências minhas.
3 comentários - 11º post, Deborah