


Podríamos ser felizes os dois, claro, cada um do seu jeito. Eu posso ser a mais puta de todas e você a mulherzinha que sempre quis ser. É sábado à noite e você sabe que eu amo festa, meu amor. Como sempre, me arrumo gostosa e vou com minhas amigas pra uma balada dançar, beber e me divertir, e se eu tiver sorte — e você sabe que eu sempre tenho — poder dançar com um homem gato. Entre danças, risadas e flertes, a gente se beija devagar enquanto ele aperta minha bunda, passa a mão e a gente acaba indo pro banheiro pra transar, e depois disso vai pra um motel comer um ao outro com mais calma. Nunca deixei você ver como eles me fazem deles porque sou muito envergonhada, meu bem, mas você pode ter uma ideia quando no dia seguinte eu volto com minha bunda vermelha de tanto tapa que levei, com hematomas nos peitos e no pescoço, cheiro de sexo no corpo todo, meu cuzinho dilatado com cheiro de pinto que você tanto ama, minha bucetinha aberta e com cheiro de porra.Mas a ideia é os dois se divertirem, lembra? Você, nesse mesmo sábado à noite, claro que vai ter ação também, meu bom garoto. Vai estar vestida de menininha como sempre, com sua roupinha sexy e de castidade, com sua gaiolinha no lugar. Claro, a chave sempre fica comigo, pendurada no meu tornozelo. Enquanto eu cavalgo um pau que pode ter certeza que é muito maior que o seu na cama do motel, você também vai estar se divertindo no nosso quarto, montando um grande falo, um dos seus tantos brinquedos, seu dildo rosinha favorito, mexendo seus quadris pra cima e pra baixo, imaginando como eu dou pra outro homem e o que ele me faz sentir, o poder de ser dele enquanto você, trancado, mete um dildo no cu, trancado como a putinha submissa que você é. Nós dois nos divertimos do nosso jeito, bebê!
Óbvio e naturalmente, eu gosto que você grave sua sessão de penetração completa no celular e me mande os vídeos. É sempre divertido mostrar pras minhas amigas ou você se masturbar com meus pés ou meus dois dedinhos enquanto eu te obrigo a ver esses mesmos vídeos na TV da sala. Sala ou nosso quarto. Enquanto eu digo meu amoooor, você sabe rebolar essa bunda, olha como esse dildo desaparece! Muito bem, que bunda gostosa, que putinha. Sei que às vezes você se pergunta como acabamos nessa posição tão peculiar, onde eu passei de sua namorada para sua dona, e você, de namorado dominante padrão, virou minha putinha, minha submissa, minha escrava. Você vê meu corpo nu e é inevitável pensar que um dia você comeu tudo isso, que me teve como sua quando quis, que um dia pôde aproveitar meus boquetes, meu cuzinho, minha bucetinha, chupar meus peitos, me dar tapas na bunda — algo que hoje é só lembrança, um sonho. Lembra? O engraçado é que agora os papéis se inverteram. Imagem traduzida por mim. 💕 Deixem suas notas, putinhas, deem like e me sigam, é uma ordem.
3 comentários - A gente daria um casalzão, docinho 😘🤗💕😍😍😍