A calentura da Jane - Porno de 1973

A calentura da Jane - Porno de 1973

vadiaJane, quando era adolescente, era um pedaço de fruta prontinha pra ser comida. Naquela época, ela adorava ver o volume no calção dos caras e enfiar os paus pulsantes deles na boca. A preferência dela por masturbação e sexo sem frescura veio mais tarde, depois que já tinha vivido as decepções com potência causadas pelos limites da excitação erótica. Foi aí que ela adotou a masturbação, porque a buceta dela, toda tarada, exigia comida todo santo dia. Não importava se era um pau ou um objeto, contanto que esfriasse o fogo ardente da buceta jovem dela. O calor de um pau era exatamente o que ela precisava. Trazia frescor e prazer ao mesmo tempo. Mas essa entrega não levou ela ao auge do desejo.retro

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porno classicoA buceta ardia de prazer, mas o orgasmo não vinha.
Fechou os olhos, se revirou nua na cama e pensou em Pierre. Viu ele na frente dela, viu como ele se erguia com o pau duro e como ela mostrava a bunda que ele tanto gostava. Ah, Pierre, gemeu, e abriu os lábios da boceta e alargou as coxas. Tateou com os dedos o interior da gruta e sentiu a enormidade do seu desejo. Me fode, Pierre, sussurrou ela, olha só os lábios carnudos da minha buceta e o clitóris duro. Ah, Pierre, você consegue resistir a isso? Vem, enfia seu bastão doce e rígido na minha abertura apertada. Não me deixa esperar mais.

Olha minha buceta tarada como eu tô mostrando pra você, olha a bunda arqueada que você adorava beijar, o buraco marrom que você adorava furar com seu pau, mesmo quando doía. Não chorei, Pierre, aceitei por amor a você. Vem e me fode o cu quente, enfia seu pau em cada abertura do meu corpo. Me monta entre os peitos, debaixo dos braços, entre as coxas. Enfia entre meus lábios e em todos os buracos que eu te ofereço. Tô com tesão. Doida pelo seu pau, pelo seu fôlego ofegante, pelo seu esperma gostoso, que é tão doce e tão amargo ao mesmo tempo. Ah, vem Pierre. Não me faz esperar muito mais.peluda

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A calentura da Jane - Porno de 1973Estou molhada de tesão. O leite quente na minha buceta me deixa louca. Vem aqui com tua língua, Pierre, lambe o suco que sai de mim, do jeito que você gosta de fazer. Chupa, saboreia o cheiro que minha buceta exala só pra você, Pierre. Cadê você? Não aguento mais, me enche de novo com a monstruosidade da minha buceta. Devo sair na rua? Devo me deixar foder pelo primeiro que aparecer? Ah, Pierre, muitos iam adorar me ter. Brigam por mim, igual abelhas nas flores. Os homens sentem meu descontrole e percebem minha buceta molhada. Mas eu não quero eles. Quero você, Pierre, tua boca, teu pau e teu corpo. A vela, cadê a vela vermelha que tanto me lembra tua rola? Tá aqui e vou enfiar dentro de mim. Mas não tá quente. Não pulsa igual teu pau, Pierre. Vou enfiando devagar no buraco molhado. Enche e aperta as paredes da buceta. Ah, que delícia, mais fundo, enfia até o talo. O desejo me domina e eu aperto a bunda. Tem que entrar mais e tem que me encher. Igual teu pau, Pierre, como sempre. Empurro desesperada, sinto que vou gozar, o suco do amor enche minha buceta, o clitóris vibra, me arrepio e agora... tenho que gozar agora, mas não consigo. Minha excitação morre. Não é bom sem você, Pierre.

Mas aí está você, Pierre, não te ouvi chegar, você sabia e sentiu meu tesão. Tá aí, docinho, e vai me ajudar. Vai enfiar a vela na minha buceta. Não vai me abandonar no meu desejo, na minha agonia sexual. Ah, isso é bom. Tá aí e empurra a vela no meu buraco. Enfia, amor. Sei que vai meter teu pau logo na minha racha, na minha rachinha, e que ao mesmo tempo vou sentir o calor da rola dentro de mim. Ah, isso é maravilhoso. Olha como eu me estico pra você, como tento pegar tua vela com minhas mãos. E agora me deixa de novo. Quero fazer a última punheta sozinha.vadia


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masturbacaoMe dá teu pau, Pierre, me dá nossa vara dura. Deixa eu encher minha boca e me mostra como é gostoso. Que macio e que duro que é. Tua tromba borbulha, gatinho, borbulha, mas não deixa gozar ainda. Adoro sentir ela firme na minha boca. Segura um pouco, deixa teu leite acumular em todo seu esplendor, antes de me inundar com ele. Me agarro nas tuas nádegas, Pierre, e sinto como são duras. Por favor, espera mais um pouco, querida. Segura mais uma vez, sim? E agora vou começar de novo, então chupa bem devagar, com meus lábios macios. Agora começa a gozar, Pierre, deixa sair de você — deixa teu esperma me jorrar — Sim — Sim — Sim!

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