O verdureiro da esquina era tão jovem quanto suas verduras. Vera, que era dona de casa e esposa insatisfeita, também era jovem. E adorava verduras. Não é de se admirar que Jan, o verdureiro, fizesse de tudo pra dar o melhor que tinha. Nesta manhã, ele chegou com uma cesta cheia. Vera tinha que escolher. Talvez, finalmente, ela percebeu suas tentativas nada disfarçadas não só de entregar verduras praquela mulher gostosa, mas também de meter o trabalho nela. Vera sabia o quão tarado aquele filho da puta era. Mais de uma vez ela reparou não só nos aspargos que ele vendia, mas também no próprio aspargo dele quando ele se aproximava dela.

Tinha decidido que hoje não só compraria as verduras dela, mas também a sua força. Quando o comerciante chegou, ela não estava de calcinha e partiu logo pro ataque. Enfiou a vara mole na boca da Vera e agarrou ela com força por baixo da saia, sentindo a vontade quente da buceta excitada dela. Já tinha dobrado ela pra trás e a mão dele tocava o buraco quente dela. Vera fechou os olhos e o cara montou nela como o marido dela nunca tinha feito.
Já tinha enfiado a cenoura na buceta dela e enfiado a língua até o fundo da boca dela. Vera gemeu. Aquilo era uma delícia pra ela: a cenoura na buceta e a língua do cara na boca. Depois, ele enfiou um pepino na boca dela, virou ela e meteu a cenoura por trás, na xota brilhante dela.
Mas a cenoura era pequena demais. Não ia encher a buceta excitada dela. Mas ela não queria a pica do cara. Queria o pepino. A coisa verde se cravou fundo na buceta dela e Vera gemeu de êxtase. Isso já era alguma coisa. Com sons escorregadios, o vegetal verde ia e voltava na vulva molhada dela. A baba da buceta dela borbulhava em volta do pepino. Vera se sacudiu, porque a "gozada" era enorme. E agora, o que vai rolar? O aspargo tem que entrar em ação. Nunca um aspargo teve uma boceta mais gostosa.


Mas agora chegou o par perfeito. - A pica do Jans. Lindo como a fera se levantou. Vera o recebeu de boca aberta… aquele cheiro. Ela chupou a pica devagar e Jan ficou tremendo diante da mulher. Sentiu que ia explodir. O suco do amor jorrou nas bolas dele. Ele grunhiu de prazer enquanto gozava e o sêmen escorria pela garganta sedenta da mulher que se contorcia.



Vera quase se afogou quando o homem, gemendo, derramou o leite dele dentro dela. Fechou os olhos e apalpou a própria buceta com a mão. Agora queria ser comida. Agora queria o arpão duro e escorregadio no fundo da sua gruta. Jan a pegou e comeu como nunca tinha comido na vida. Com pancadas potentes, bombeou na carne pulsante e pronta da mulher praticamente inconsciente. "Ah - ah - ah - Sim - agora - me come - mais rápido - me fode!" Ela reboleava as nádegas como uma louca. Jan tinha muita dificuldade em segurar a mulher que se contorcia. Também custava a controlar o próprio esperma. Tinha que satisfazer a mulher ofegante, não podia gozar três vezes. Sentiu a vagina da mulher ofegante se apertar mais, se fechar em volta do pau dele como um sapato no pé. Ele rugiu.
Vera sentiu que o homem estava prestes a gozar, apertou mais os lábios da buceta, mas tomou cuidado. Queria que o suco do amor do selvagem e fodido homem escorresse sobre os peitos dela. A buceta dela estava cheia dele. Jan gemeu fundo — e Vera se jogou para trás, agarrou o tiro esperto dele. Mas Jan entendeu. Deixou as gotas quentes escorrerem sobre os peitos e levou as últimas gotas à boca. Os dois estavam profundamente satisfeitos.





Tinha decidido que hoje não só compraria as verduras dela, mas também a sua força. Quando o comerciante chegou, ela não estava de calcinha e partiu logo pro ataque. Enfiou a vara mole na boca da Vera e agarrou ela com força por baixo da saia, sentindo a vontade quente da buceta excitada dela. Já tinha dobrado ela pra trás e a mão dele tocava o buraco quente dela. Vera fechou os olhos e o cara montou nela como o marido dela nunca tinha feito.
Já tinha enfiado a cenoura na buceta dela e enfiado a língua até o fundo da boca dela. Vera gemeu. Aquilo era uma delícia pra ela: a cenoura na buceta e a língua do cara na boca. Depois, ele enfiou um pepino na boca dela, virou ela e meteu a cenoura por trás, na xota brilhante dela.Mas a cenoura era pequena demais. Não ia encher a buceta excitada dela. Mas ela não queria a pica do cara. Queria o pepino. A coisa verde se cravou fundo na buceta dela e Vera gemeu de êxtase. Isso já era alguma coisa. Com sons escorregadios, o vegetal verde ia e voltava na vulva molhada dela. A baba da buceta dela borbulhava em volta do pepino. Vera se sacudiu, porque a "gozada" era enorme. E agora, o que vai rolar? O aspargo tem que entrar em ação. Nunca um aspargo teve uma boceta mais gostosa.



Mas agora chegou o par perfeito. - A pica do Jans. Lindo como a fera se levantou. Vera o recebeu de boca aberta… aquele cheiro. Ela chupou a pica devagar e Jan ficou tremendo diante da mulher. Sentiu que ia explodir. O suco do amor jorrou nas bolas dele. Ele grunhiu de prazer enquanto gozava e o sêmen escorria pela garganta sedenta da mulher que se contorcia.



Vera quase se afogou quando o homem, gemendo, derramou o leite dele dentro dela. Fechou os olhos e apalpou a própria buceta com a mão. Agora queria ser comida. Agora queria o arpão duro e escorregadio no fundo da sua gruta. Jan a pegou e comeu como nunca tinha comido na vida. Com pancadas potentes, bombeou na carne pulsante e pronta da mulher praticamente inconsciente. "Ah - ah - ah - Sim - agora - me come - mais rápido - me fode!" Ela reboleava as nádegas como uma louca. Jan tinha muita dificuldade em segurar a mulher que se contorcia. Também custava a controlar o próprio esperma. Tinha que satisfazer a mulher ofegante, não podia gozar três vezes. Sentiu a vagina da mulher ofegante se apertar mais, se fechar em volta do pau dele como um sapato no pé. Ele rugiu.Vera sentiu que o homem estava prestes a gozar, apertou mais os lábios da buceta, mas tomou cuidado. Queria que o suco do amor do selvagem e fodido homem escorresse sobre os peitos dela. A buceta dela estava cheia dele. Jan gemeu fundo — e Vera se jogou para trás, agarrou o tiro esperto dele. Mas Jan entendeu. Deixou as gotas quentes escorrerem sobre os peitos e levou as últimas gotas à boca. Os dois estavam profundamente satisfeitos.





1 comentários - Verdulerías de los 70s