Todo tempo passado foi melhor... diríamos. Fazendo um pouco de história, vou contar que neste prédio, mais precisamente no primeiro andar, funcionou de 2006 a 2014 o famoso puteiro de Cabildo 96, em Morón. A 50 metros da estação de trem do ramal Sarmiento e da esquina Larralde, também perto da Universidade de Morón.
A esse cabaré se entrava pelas escadas, do lado do quiosque. Chegava numa porta e abriam pra você passar. Lá dentro, dava pra ouvir a música que saía da jukebox e se sentar nas mesas do bar, num salão de 9x6 metros com luzes de neon, com as putas dançando, tomando um drink ou se apresentando pros clientes. O puteiro funcionava 24 horas por dia, 7 dias por semana — dava pra entrar, tomar uma bebida, escolher uma mina pra dividir um copo ou ir direto pra uma transa. Sexta e sábado à noite era uma putaria sem controle, de tanta gente que ia. O nível das putas variava: às vezes você encontrava umas gatinhas lindas, outras vezes nem tanto; novinhas, milf, loiras, morenas, rabudas, peitudas, argentinas, paraguaias, dominicanas. Mas sempre tinha alguma joia rara que surpreendia pelo corpo ou pelo serviço. De 18 anos pra cima, valia tudo. Vestidas de putas, com apalpação, suruba, dança, orgia. Eram comandadas por uma gerente no turno diurno e outra no noturno.
Era a época de ouro dos puteiros em Morón. Tinha uns 10 lugares a mais pra escolher. É o pute que mais sinto saudade, porque praticamente ia lá umas três vezes por semana, de dia e de noite. A vibe era boa com as minas e com os parceiros também. Tenho centenas de histórias que às vezes a gente relembra com os amigos e morre de rir, tipo a prima de um amigo ou a mulher de um vizinho. Que loucura...
A esse cabaré se entrava pelas escadas, do lado do quiosque. Chegava numa porta e abriam pra você passar. Lá dentro, dava pra ouvir a música que saía da jukebox e se sentar nas mesas do bar, num salão de 9x6 metros com luzes de neon, com as putas dançando, tomando um drink ou se apresentando pros clientes. O puteiro funcionava 24 horas por dia, 7 dias por semana — dava pra entrar, tomar uma bebida, escolher uma mina pra dividir um copo ou ir direto pra uma transa. Sexta e sábado à noite era uma putaria sem controle, de tanta gente que ia. O nível das putas variava: às vezes você encontrava umas gatinhas lindas, outras vezes nem tanto; novinhas, milf, loiras, morenas, rabudas, peitudas, argentinas, paraguaias, dominicanas. Mas sempre tinha alguma joia rara que surpreendia pelo corpo ou pelo serviço. De 18 anos pra cima, valia tudo. Vestidas de putas, com apalpação, suruba, dança, orgia. Eram comandadas por uma gerente no turno diurno e outra no noturno.
Era a época de ouro dos puteiros em Morón. Tinha uns 10 lugares a mais pra escolher. É o pute que mais sinto saudade, porque praticamente ia lá umas três vezes por semana, de dia e de noite. A vibe era boa com as minas e com os parceiros também. Tenho centenas de histórias que às vezes a gente relembra com os amigos e morre de rir, tipo a prima de um amigo ou a mulher de um vizinho. Que loucura...
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7 comentários - Cabarulo do Cabildo 96 - Putaria Nostálgica