Tudo começou numa tarde que saí com meu namorado, pra comer e ir ao cinema. Naquele dia, saí com um vestido preto curto e uma fio dental de renda. Quando estávamos no cinema, quase não vimos o filme — nos beijamos apaixonadamente e ele enfiava a mão por baixo do meu vestido, me tocando toda. Eu tava muito excitada, minha bucetinha tava escorrendo, e eu mordia meus lábios pra evitar gemer.

E eu, com uma mão, masturbava ele, e até cheguei a fazer um boquete. Eu tava tão excitada que só queria que ele metesse o pau em mim naquele momento. O filme acabou, saímos do cinema e tudo, mas eu só queria ir pra um motel pra ele me comer.


Mas não foi assim. Ele recebeu uma ligação da mãe dele e falou que tinha que ir embora. Eu, por dentro, fiquei puta porque tava muito excitada, sentia minha calcinha fio dental molhada de tão tesuda que eu tava naquele momento.

Ele se despediu de mim, me deu uma grana pro táxi e foi embora. Quando ele foi, já era umas 10 da noite e, por causa da pandemia, nessa hora é foda achar táxi, então fui andando.

No caminho, passei na frente de um bar, tinha uns caras lá fora e quando passei por ali, me chamaram de tudo, e isso me excitou pra caralho. Como tava com uma grana, entrei no bar, sentei no balcão e pedi uma cerveja.Fiquei um tempão lá, tomando minha cerveja, quando um garçom me traz outra cerveja, dizendo que um senhor da mesa do fundo mandou pra mim. Aceitei e olhei pra ver quem era: vi um cara meio gordinho, mas não muito, parecia pedreiro, moreno. Acenei pra ele de longe, ele sorriu pra mim.
E aí ele fez sinal pra eu ir até onde ele tava. Não sei por que, mas fui. Sentei com ele, ele me cumprimentou e disse que se chamava Ramiro. A gente ficou conversando um pouco, e ele foi me oferecendo mais umas cervejas. Já tinha tomado umas cinco, já tava me sentindo meio alterada pelo álcool.
Ele me disse que tinha esposa, mas que estavam com muitos problemas, e começou a falar que eu era muito gostosa, que tinha umas pernas lindas e uns lábios bem carnudos, que dava vontade de morder.
Eu só ri e agradeci, ele colocou a mão na minha perna e, vendo que eu não fiz nada, foi acariciando minhas coxas. Senti um arrepio no corpo, já estava excitada porque meu namorado tinha me deixado com vontade de pica.
E senti a mão áspera dele subindo pela minha perna, até chegar na minha bucetinha que estava escorrendo, de tão molhada que eu tava. Ele sentiu na hora e me disse: "Gostosa, você já tá toda molhada, sua safada.
Eu não falei nada, só deixei ele me tocar um pouco quando ele disse pra você ir pra outro lugar porque ele tava de carro. Falei que sim e, já no carro, ele me beijou e levantou meu vestido pra me apalpar, mas eu parei ele pra tirar a calcinha. Ele tirou ela das minhas mãos pra cheirar, soltou um suspiro e disse: "que gostoso, cheira uma raposinha", e guardou na bolsa dele.
Ele ligou o carro, me levou pra um motel. Assim que entrei, tirei o vestido e tomei a iniciativa. Naquele momento, eu tava muito excitada, só queria uma pica. Me senti como uma puta no cio, desesperada por uma rola. Me ajoelhei, tirei ela da calça e dei um boquete como nunca deram pra ele. Chupei aquela pica como se tivesse fazia tempo que não provava uma.
Fiquei de quatro na cama e ele me pegou pela cintura e, sem pensar duas vezes, meteu tudo. Ele tinha uma bela pica, não muito comprida, mas bem grossa. Quando senti ela dentro de mim, não consegui evitar gemer de prazer e acabei gozando rápido na pica dele.
Em cada estocada, sentia tão gostoso, só se ouvia meus gemidos e o som dos nossos corpos batendo no quarto. Gozei várias vezes na pica dele, já não aguentava mais, nunca na vida tinha sido comida tão gostoso. Enquanto ele continuava metendo a pica, eu me tocava no clitóris, sentia que ia mijar de tão gostoso que era.
Senti ele cuspir no meu cu e, com um dedo, massageou e, aos poucos, foi enfiando (nunca tinha dado o cu antes). Doeu um pouco quando ele colocou o dedo, mas foi tão gostoso que me deixei levar.
Quando ele já tava com o pau dentro e me dilatou um pouco, ele colocou o cock dele e, aos poucos, senti ele enfiando. Senti uma dor e, quando tentei me afastar, ele me segurou firme pela cintura e continuou metendo. Quando a cabeça já entrou, ele parou um momento e depois seguiu enfiando. Quando ele já tava todo dentro, deixou lá por um tempo. Senti muita dor, mas aos poucos foi passando e eu continuei me tocando.
Quando minha buceta já meio que se acostumou com o pau dele, ele foi metendo e tirando devagar. Senti dor e meu prazer foi crescendo aos poucos. Aquela dor ficou pra trás e era só prazer, algo que eu nunca tinha sentido na minha vida.
Aos poucos, fui aumentando a velocidade das estocadas dele, eu só continuava me tocando até gozar de novo, mas dessa vez eu me mijei, gozei como nunca tinha gozado. Ele tirou a camisinha e meteu de novo no meu cu, e quando gozou lá dentro, senti um calor gostoso.

Me vesti e ele foi me deixar em casa. Pediu meu número de telefone, eu dei. De vez em quando ele me liga, agora sou amante dele e já fizemos muita coisa juntos. Ele é muito quente e tarado, kkkk. Eu sei, sou meio piranha!!

E eu, com uma mão, masturbava ele, e até cheguei a fazer um boquete. Eu tava tão excitada que só queria que ele metesse o pau em mim naquele momento. O filme acabou, saímos do cinema e tudo, mas eu só queria ir pra um motel pra ele me comer.


Mas não foi assim. Ele recebeu uma ligação da mãe dele e falou que tinha que ir embora. Eu, por dentro, fiquei puta porque tava muito excitada, sentia minha calcinha fio dental molhada de tão tesuda que eu tava naquele momento.

Ele se despediu de mim, me deu uma grana pro táxi e foi embora. Quando ele foi, já era umas 10 da noite e, por causa da pandemia, nessa hora é foda achar táxi, então fui andando.

No caminho, passei na frente de um bar, tinha uns caras lá fora e quando passei por ali, me chamaram de tudo, e isso me excitou pra caralho. Como tava com uma grana, entrei no bar, sentei no balcão e pedi uma cerveja.Fiquei um tempão lá, tomando minha cerveja, quando um garçom me traz outra cerveja, dizendo que um senhor da mesa do fundo mandou pra mim. Aceitei e olhei pra ver quem era: vi um cara meio gordinho, mas não muito, parecia pedreiro, moreno. Acenei pra ele de longe, ele sorriu pra mim.
E aí ele fez sinal pra eu ir até onde ele tava. Não sei por que, mas fui. Sentei com ele, ele me cumprimentou e disse que se chamava Ramiro. A gente ficou conversando um pouco, e ele foi me oferecendo mais umas cervejas. Já tinha tomado umas cinco, já tava me sentindo meio alterada pelo álcool.
Ele me disse que tinha esposa, mas que estavam com muitos problemas, e começou a falar que eu era muito gostosa, que tinha umas pernas lindas e uns lábios bem carnudos, que dava vontade de morder.Eu só ri e agradeci, ele colocou a mão na minha perna e, vendo que eu não fiz nada, foi acariciando minhas coxas. Senti um arrepio no corpo, já estava excitada porque meu namorado tinha me deixado com vontade de pica.
E senti a mão áspera dele subindo pela minha perna, até chegar na minha bucetinha que estava escorrendo, de tão molhada que eu tava. Ele sentiu na hora e me disse: "Gostosa, você já tá toda molhada, sua safada.
Eu não falei nada, só deixei ele me tocar um pouco quando ele disse pra você ir pra outro lugar porque ele tava de carro. Falei que sim e, já no carro, ele me beijou e levantou meu vestido pra me apalpar, mas eu parei ele pra tirar a calcinha. Ele tirou ela das minhas mãos pra cheirar, soltou um suspiro e disse: "que gostoso, cheira uma raposinha", e guardou na bolsa dele.Ele ligou o carro, me levou pra um motel. Assim que entrei, tirei o vestido e tomei a iniciativa. Naquele momento, eu tava muito excitada, só queria uma pica. Me senti como uma puta no cio, desesperada por uma rola. Me ajoelhei, tirei ela da calça e dei um boquete como nunca deram pra ele. Chupei aquela pica como se tivesse fazia tempo que não provava uma.
Fiquei de quatro na cama e ele me pegou pela cintura e, sem pensar duas vezes, meteu tudo. Ele tinha uma bela pica, não muito comprida, mas bem grossa. Quando senti ela dentro de mim, não consegui evitar gemer de prazer e acabei gozando rápido na pica dele.Em cada estocada, sentia tão gostoso, só se ouvia meus gemidos e o som dos nossos corpos batendo no quarto. Gozei várias vezes na pica dele, já não aguentava mais, nunca na vida tinha sido comida tão gostoso. Enquanto ele continuava metendo a pica, eu me tocava no clitóris, sentia que ia mijar de tão gostoso que era.
Senti ele cuspir no meu cu e, com um dedo, massageou e, aos poucos, foi enfiando (nunca tinha dado o cu antes). Doeu um pouco quando ele colocou o dedo, mas foi tão gostoso que me deixei levar.
Quando ele já tava com o pau dentro e me dilatou um pouco, ele colocou o cock dele e, aos poucos, senti ele enfiando. Senti uma dor e, quando tentei me afastar, ele me segurou firme pela cintura e continuou metendo. Quando a cabeça já entrou, ele parou um momento e depois seguiu enfiando. Quando ele já tava todo dentro, deixou lá por um tempo. Senti muita dor, mas aos poucos foi passando e eu continuei me tocando.Quando minha buceta já meio que se acostumou com o pau dele, ele foi metendo e tirando devagar. Senti dor e meu prazer foi crescendo aos poucos. Aquela dor ficou pra trás e era só prazer, algo que eu nunca tinha sentido na minha vida.

Aos poucos, fui aumentando a velocidade das estocadas dele, eu só continuava me tocando até gozar de novo, mas dessa vez eu me mijei, gozei como nunca tinha gozado. Ele tirou a camisinha e meteu de novo no meu cu, e quando gozou lá dentro, senti um calor gostoso.

Me vesti e ele foi me deixar em casa. Pediu meu número de telefone, eu dei. De vez em quando ele me liga, agora sou amante dele e já fizemos muita coisa juntos. Ele é muito quente e tarado, kkkk. Eu sei, sou meio piranha!!
10 comentários - Sou tão gostosa que sou meio infiel, aceitaria?
Quiero que seas la puta de la familia