Beleza. Vou terminar essa história de uma vez por todas (por isso demorei tanto pra começar a escrever, sabia que ia levar tempo). Depois de ter macetado minha namorada e arrancado uns dos orgasmos mais intensos da vida dela, o cara levanta, molha o rosto no banheiro e abre uma cerveja. Oferece uma pra minha mina, mas ela não bebe álcool (na real, nenhum de nós dois bebe), mas pede pra ele servir um pouco de água. Ela ainda deitada, coloca um travesseiro como se estivesse se cobrindo, e ficam conversando um pouco. Primeiro, ele começou a perguntar umas merdas, tipo de que bairro era, há quanto tempo me conhecia e como a gente tinha começado a fazer essas coisas. Ela meio que morria de vergonha de falar sobre isso, então falava mais de mim e dos lugares onde a gente costumava sair pra passear ou tomar algo. Aí ela descobre que o cara tava namorando há um tempão, mas a parceira dele não sabia nada desses gostos que ele tinha. Que ele ficava muito excitado em estar com a mulher de outro cara e toda essa parada. E que desde que começou a ser bull, era o que ele mais gostava de fazer... que se a gente quisesse, ele podia ser um bull fixo, que ela achava ela linda e gostava muito da vibe inexperiente dela (pediu pra ela não levar a mal esse comentário), que amou a transa que tinham tido, mas dava pra ver que ela tava nervosa ou tinha pouca experiência, e que adoraria ser a pessoa que ensinasse ela e com quem ela pudesse aproveitar o sexo ao máximo. É aí que ela conta pra ele que nossa intenção é não repetir com o mesmo sortudo. Haha. Já que a ideia é que ela acumule experiências variadas, caras diferentes com jeitos diferentes de fazer o amor. Que é verdade a falta de experiência dela, porque só tinha transado comigo, e que o meu tesão era justamente esse. Que ela aprendesse com pessoas diferentes. Mas que ele não perdesse as esperanças, porque obviamente ficava o contato e mais pra frente a ideia era repetir com os melhores (mas aí comigo presente), que a gente dois ficava excitado com essa ideia, mas que Pensamos que o melhor era fazer assim nas primeiras vezes. Foi bom que ela foi sincera. Além disso, já era algo que a gente tinha conversado antes e eu nunca escondi. Mas quando o cara percebeu que talvez não fosse mais comer ela de novo, disse que tava pronto pro segundo round e que ia caprichar mais pra ela não esquecer fácil. Aí ele chega perto, levanta o queixo dela com dois dedos e dá um beijo profundo na boca. Ela me contou que sentia o cheiro e o gosto de cerveja e que gostou disso. Era diferente. Eu não bebo nada de álcool, então ser beijada daquele jeito fazia ela se sentir estranha. O cara começou a passar a mão nela de novo em tudo quanto é lugar, beijava o pescoço, os peitos e a barriga. E disse que ainda não tinha comido ela do jeito que ele mais gosta. Que é justamente o que tem a melhor vista. Que queria ela de quatro e ver aquela bunda e fazer ela bater palma. Haha. Algo assim ele falou. Então sentou ela na cama, fez ela dar uns beijos na pica, mas sem camisinha. Mesmo assim ela disse que na hora ele endureceu de novo. Que ficou com vergonha, mas que segurava com as duas mãos e mal chegava na metade da pica. O cara deita ela, vira ela de bruços e começa a chupar a buceta e o cu dela de novo por trás. Coloca o travesseiro debaixo da barriga dela pra ela ficar mais levantada, mostrando a raba, e deita em cima dela. Começa a meter nessa posição, mas meio que tava esmagando ela. Aí coloca ela de quatro, mas de joelhos, e começa a socar forte. Ela me disse que as sensações eram extremamente prazerosas, porque o cara, sendo dotado, conseguia brincar bem com a pica dentro dela. (Eu amo essa posição... obviamente é uma das minhas favoritas) mas entre ela ter uma bunda boa (ela é meio rabuda) e eu ter a bunda pequena, faz entrar muito pouca pica ou ela escapar do nada. Além disso, eu não aguento nada e gozo na hora. Esse filho da puta tava metendo de quatro como se o mundo fosse acabar e ela tava aproveitando ao máximo. Os dois estavam muito quentes. Ele agarrava ela pela cintura e dava estocadas bem profundas que alcançavam lugares que nunca tinham sido tocados. Ela sentia aquela mistura de dor e prazer, mas não queria que ele saísse de dentro. O cara, enquanto segurava ela pela cintura, dava uns tapas e separava bem as nádegas, chegando a encostar a ponta do dedão no buraquinho do cu... assim, como quem não quer nada, e isso deixava ela louca. Lembra que é comum que, enquanto eu chupo ela ou a gente transa, eu meta um dedo na bunda dela e ela adora. Então, aos poucos, ele foi enfiando o dedo e, ao ver que ela, longe de ficar brava ou sair, continuava ali, começou a lubrificar o cu com saliva e meter dois dedos. Ela, já vendo o que vinha, disse que com a pica que ele tinha não dava pra fazer no cu. Que ia matar ela. O filho da puta disse que tinha gel que vinha com as camisinhas, que deixasse ele experimentar e ver como era a sensação. Que relaxasse. Então, devagar, ele começou a enfiar a cabeça da pica no cu dela. Ela queria morrer. Embora não fosse tecnicamente virgem da bunda, praticamente era. O cara percebeu que só conseguia enfiar uma parte, então entrou até onde dava e começou a bombar. Ela estava morrendo. Muito quente, muito entregue ao que o cara quisesse fazer com ela. Mas tem que reconhecer que ele se comportou bem. Porque ele podia realmente machucar ela. Mas ele sempre ficou atento pra ver como ela estava. Então ele comeu o cu dela por um tempo. Presentão! Mas como viu que assim ela não ia gozar, trocou a camisinha e meteu de quatro, mas na buceta, até que os dois gozaram de novo. Ficaram na cama um tempão largados, os dois exaustos. Depois ela quis ir tomar banho (mais por causa dos terrenos onde tinham brincado) e, depois de trocada, me mandou mensagem avisando que estava saindo. O resto já é história conhecida. Espero que tenham gostado, que tenha servido. Alguns pra se animar, outros pra se colocar no lugar do corno, e a maioria pra bater uma boa punheta em nossa homenagem (principalmente na dela). Agradecemos os comentários e as opiniões de vocês. Quando puder, conto mais algum outro momento que a gente viveu. Valeu.
Beleza. Vou terminar essa história de uma vez por todas (por isso demorei tanto pra começar a escrever, sabia que ia levar tempo). Depois de ter macetado minha namorada e arrancado uns dos orgasmos mais intensos da vida dela, o cara levanta, molha o rosto no banheiro e abre uma cerveja. Oferece uma pra minha mina, mas ela não bebe álcool (na real, nenhum de nós dois bebe), mas pede pra ele servir um pouco de água. Ela ainda deitada, coloca um travesseiro como se estivesse se cobrindo, e ficam conversando um pouco. Primeiro, ele começou a perguntar umas merdas, tipo de que bairro era, há quanto tempo me conhecia e como a gente tinha começado a fazer essas coisas. Ela meio que morria de vergonha de falar sobre isso, então falava mais de mim e dos lugares onde a gente costumava sair pra passear ou tomar algo. Aí ela descobre que o cara tava namorando há um tempão, mas a parceira dele não sabia nada desses gostos que ele tinha. Que ele ficava muito excitado em estar com a mulher de outro cara e toda essa parada. E que desde que começou a ser bull, era o que ele mais gostava de fazer... que se a gente quisesse, ele podia ser um bull fixo, que ela achava ela linda e gostava muito da vibe inexperiente dela (pediu pra ela não levar a mal esse comentário), que amou a transa que tinham tido, mas dava pra ver que ela tava nervosa ou tinha pouca experiência, e que adoraria ser a pessoa que ensinasse ela e com quem ela pudesse aproveitar o sexo ao máximo. É aí que ela conta pra ele que nossa intenção é não repetir com o mesmo sortudo. Haha. Já que a ideia é que ela acumule experiências variadas, caras diferentes com jeitos diferentes de fazer o amor. Que é verdade a falta de experiência dela, porque só tinha transado comigo, e que o meu tesão era justamente esse. Que ela aprendesse com pessoas diferentes. Mas que ele não perdesse as esperanças, porque obviamente ficava o contato e mais pra frente a ideia era repetir com os melhores (mas aí comigo presente), que a gente dois ficava excitado com essa ideia, mas que Pensamos que o melhor era fazer assim nas primeiras vezes. Foi bom que ela foi sincera. Além disso, já era algo que a gente tinha conversado antes e eu nunca escondi. Mas quando o cara percebeu que talvez não fosse mais comer ela de novo, disse que tava pronto pro segundo round e que ia caprichar mais pra ela não esquecer fácil. Aí ele chega perto, levanta o queixo dela com dois dedos e dá um beijo profundo na boca. Ela me contou que sentia o cheiro e o gosto de cerveja e que gostou disso. Era diferente. Eu não bebo nada de álcool, então ser beijada daquele jeito fazia ela se sentir estranha. O cara começou a passar a mão nela de novo em tudo quanto é lugar, beijava o pescoço, os peitos e a barriga. E disse que ainda não tinha comido ela do jeito que ele mais gosta. Que é justamente o que tem a melhor vista. Que queria ela de quatro e ver aquela bunda e fazer ela bater palma. Haha. Algo assim ele falou. Então sentou ela na cama, fez ela dar uns beijos na pica, mas sem camisinha. Mesmo assim ela disse que na hora ele endureceu de novo. Que ficou com vergonha, mas que segurava com as duas mãos e mal chegava na metade da pica. O cara deita ela, vira ela de bruços e começa a chupar a buceta e o cu dela de novo por trás. Coloca o travesseiro debaixo da barriga dela pra ela ficar mais levantada, mostrando a raba, e deita em cima dela. Começa a meter nessa posição, mas meio que tava esmagando ela. Aí coloca ela de quatro, mas de joelhos, e começa a socar forte. Ela me disse que as sensações eram extremamente prazerosas, porque o cara, sendo dotado, conseguia brincar bem com a pica dentro dela. (Eu amo essa posição... obviamente é uma das minhas favoritas) mas entre ela ter uma bunda boa (ela é meio rabuda) e eu ter a bunda pequena, faz entrar muito pouca pica ou ela escapar do nada. Além disso, eu não aguento nada e gozo na hora. Esse filho da puta tava metendo de quatro como se o mundo fosse acabar e ela tava aproveitando ao máximo. Os dois estavam muito quentes. Ele agarrava ela pela cintura e dava estocadas bem profundas que alcançavam lugares que nunca tinham sido tocados. Ela sentia aquela mistura de dor e prazer, mas não queria que ele saísse de dentro. O cara, enquanto segurava ela pela cintura, dava uns tapas e separava bem as nádegas, chegando a encostar a ponta do dedão no buraquinho do cu... assim, como quem não quer nada, e isso deixava ela louca. Lembra que é comum que, enquanto eu chupo ela ou a gente transa, eu meta um dedo na bunda dela e ela adora. Então, aos poucos, ele foi enfiando o dedo e, ao ver que ela, longe de ficar brava ou sair, continuava ali, começou a lubrificar o cu com saliva e meter dois dedos. Ela, já vendo o que vinha, disse que com a pica que ele tinha não dava pra fazer no cu. Que ia matar ela. O filho da puta disse que tinha gel que vinha com as camisinhas, que deixasse ele experimentar e ver como era a sensação. Que relaxasse. Então, devagar, ele começou a enfiar a cabeça da pica no cu dela. Ela queria morrer. Embora não fosse tecnicamente virgem da bunda, praticamente era. O cara percebeu que só conseguia enfiar uma parte, então entrou até onde dava e começou a bombar. Ela estava morrendo. Muito quente, muito entregue ao que o cara quisesse fazer com ela. Mas tem que reconhecer que ele se comportou bem. Porque ele podia realmente machucar ela. Mas ele sempre ficou atento pra ver como ela estava. Então ele comeu o cu dela por um tempo. Presentão! Mas como viu que assim ela não ia gozar, trocou a camisinha e meteu de quatro, mas na buceta, até que os dois gozaram de novo. Ficaram na cama um tempão largados, os dois exaustos. Depois ela quis ir tomar banho (mais por causa dos terrenos onde tinham brincado) e, depois de trocada, me mandou mensagem avisando que estava saindo. O resto já é história conhecida. Espero que tenham gostado, que tenha servido. Alguns pra se animar, outros pra se colocar no lugar do corno, e a maioria pra bater uma boa punheta em nossa homenagem (principalmente na dela). Agradecemos os comentários e as opiniões de vocês. Quando puder, conto mais algum outro momento que a gente viveu. Valeu.
17 comentários - Termino historia de cornudo
Espero que sigas contando y ver más fotos de tu pareja que está terrible! Saludos!