Garganta Profunda, Parte 1 - RelatoComics

Oi, sou a Kity, tenho 21 anos, nasci num povoado do Peru, mas com uns 16 anos um narcotraficante me tirou do país e me levou pra morar nos Estados Unidos. Logo que cheguei, mataram meu marido. No Peru, eu já tinha experimentado cocaína, e nos meses que vivi com meu marido, provei heroína. Como ele era um narco viciado, não durou muito. Quando ele morreu, casei com um chefe de polícia que tava numa briga com uma gangue que vendia justamente heroína. Eu adorava quando ele apreendia a droga, porque podia usar — ele achava que eu jogava tudo fora. Pra mim, sexo sempre foi coisa de princesa, até com meu ex-narco, que era muito bom de cama, nada machista. E meu chefe de polícia era a mesma coisa, me dava tudo que eu queria. Até que ele teve que ir pro condado vizinho investigar, e eu fiquei sem droga e sem saber onde arrumar. No começo, ele me mandava dinheiro, mas eu tinha que comer. Na segunda vez que ele mandou, não comi nada, gastei tudo em droga. Aí veio a pandemia e a quarentena, ninguém podia sair de casa, e ele não conseguia voltar. Foi quando percebi que não tinha mais nada pra me drogar, não aguentava, tava desesperada.Garganta Profunda, Parte 1 - RelatoComicsMeses antes do meu marido partir pra viagem de pesquisa, uma gangue rival dos inimigos dele passou o número de contato do chefe da gangue rival "Vômito", um ser nojento que dominava o negócio da heroína em todo o condado. Meu marido não usou porque achou que cooperar com bandidos era igual a ser um deles. Guardei esse erro, que foi feito e não foi feito, o que eu fiz. Primeiro, encontrei o número e pensei muito bem no que fazer. Pensei em comprá-lo com o que restava das minhas economias, mas e se ele soubesse quem eu era e me sequestrasse? Não queria me arriscar. Inconscientemente, me deixei levar pela ansiedade até não aguentar mais e, quase por instinto, fiz a ligação. Ele me reconheceu na hora e perguntou:

— Sabe o que é mais humilhante do que perder uma guerra? Estuprar a mulher do vencedor como a boa porca e viciada que você é. Sei muito bem o que você faz e o que você quer, mas não sabe quanta humilhação isso pode te custar. Tá disposta a pagar por isso, foxy?

Aquilo me deixou gelada por uns 2 ou 3 segundos. Pensei muito bem no que estava fazendo, mas esses pensamentos foram interrompidos pela ansiedade de usar. Precisava de heroína, custasse o que custasse.pornoPensei muito cuidadosamente por dois dias até que não aguentei mais, e liguei pra ele.

Ele me perguntou com aquela voz calma e muito safada:
— Aguenta mais um dia?

Respondi que não e mandei ele me falar os limites. A resposta dele foi que vai ser fácil: vai fazer um vídeo me humilhando sexualmente e vai guardar pra caso meu marido seja capturado, usar como chantagem e publicar pra todo mundo ver como meu marido é gostoso e safado, e ver ele foder gostoso com o inimigo do meu marido, que me deu teto, comida e uma vida digna na sociedade.

Eu aceitei, com medo, ainda me deixando levar pela ansiedade, e aceitei cheia de receio. O filho da puta ainda comentou que eu tenho que ir o mais gostosa possível e agir como tal, senão vão me dar uns tiros e me deixar largada, e que não levasse como ameaça, já que a decisão de ir ou não é minha, e que só vão me matar se sentirem que estão perdendo tempo. Não tem problema se eu não for, o problema vai ser como eu for e fizer eles perderem tempo, e se eu não for tão puta também vai rolar. Então me vesti o mais gostosa que pude, deixo uma foto pra vocês me verem.vadia(usando um biquíni e um colar de putinha que veio com uma fantasia de Halloween)
Ele me mandou o endereço, eu me preparei e fui. Tava tudo vazio por causa da quarentena. Quando fui procurar a casa no Google Maps, apareceu isso.xxxO lugar me deu muito medo, mas a ansiedade era bem mais forte que meu instinto de medo e eu saí. Tava tudo muito vazio por causa da quarentena, e eu fui de biquíni na rua. Liguei pra ele, ele disse que já tinha me visto e que mandaria um carro me buscar pra polícia não encher o saco. E foi isso: um carro, sem ar condicionado, me levou até ele, e era exatamente aquela casa. Uns saltos altos me separavam do chão, e uns manos tipo pandilheiros já tavam rondando os arredores da casa. Sabiam o que eu ia fazer. Todos aqueles machistas de merda me encarando, sabendo que eu ia ser humilhada só por ser mulher. Eram uns morenos nojentos que me davam muito asco.

Entrei, e o clima era pesado. Meu coração disparou, por um momento achei que ia ter uma taquicardia. Não sei se era pelo que eu tava prestes a fazer ou só efeito de não ter cheirado heroína por um bom tempo, então resolvi tentar me acalmar. O cara que me trouxe não era o "Vômito", mas sim um dos capangas dele, imagino. Era igualmente repugnante, não tinha um cheiro ruim, mas tava todo suado e nem perfume usava, no máximo um desodorante vagabundo. Enfim, quando entrei, vi uma espécie de sala, mas não era nada agradável: escura, com uma luz amarela irritante que mal dava pra ver porque ainda era dia. Nada tinha pintura, era tudo tijolo. Acho que era tipo uma boca ou um cativeiro mexicano, não sei bem se na rota que o carro fez eu passei a fronteira.

Enfim, do meu lado esquerdo tinha duas portas, na minha frente uma que parecia grudada na parede esquerda e dava pra cozinha e mais um cômodo. Ele mandou eu esperar ali, e eu esperei na sala. Na mesma hora, sai o tal de "Vômito" e aparece na minha frente com algo que muda a cara da minha cara de uma vez: HEROÍNA.garganta profundaEla me disse: "Agora sim, modo raposa", e sinceramente, não sei em que quarto entrei. Quando me dei conta, tinha uma câmera na minha frente e o Vômito atrás dela, e ele disse:
"O mais idiota possível, um, dois, três, ação!raposa

cuck

**Traducao para o portugues b

engasgando

gaggers

vontade de foder5 minutos depois.Garganta Profunda, Parte 1 - RelatoComics

porno

vadia

xxxEsta história continua...
Haha, se vocês gostaram, deem apoio pra uma segunda parte. A atriz pornô das imagens é a "Rebel Rhyder" e algumas são do filme Réquiem para um Sonho. Muito obrigado, tchau!

1 comentários - Garganta Profunda, Parte 1 - RelatoComics

Un día mi Jefe m dijo q si no avanzaba sería degradado. Resignado marqué ese n° q había evitado y conocí al gentil (vulgar y ordinario) Sr.Vomito. Gracias a su ayuda los Jefes m exigían + y mi necesidad d ser aprobado x los demás m hacia ir con Sr.Vomito