RELATO + FOTOS + VÍDEOS + CONTATO
Corria o ano de 2008, a Argentina saía de uma profunda crise econômica que deixou como marca a proliferação de catadores em Buenos Aires, que tentam ganhar a vida revirando o lixo dos outros pra juntar papéis, garrafas e afins, pra depois vender por algumas moedas. O pedaço mais chique do bairro de Villa Devoto não era exceção pra esses caras andarem por ali se virando, ou pelo menos a maioria deles…

A gente foi passando por várias ruas onde dava pra ver um monte de gente comprando um montão de quinquilharias, e num dos semáforos que a gente teve que parar, uma mina de aparência bem novinha se aproximou. Eu olhei pra ela pelo vidro e percebi a poeira da rua. Abri a janela.
—Oi, qual é o teu nome? — perguntei pra ela.
—Daiana, e você? — ela respondeu com um tom simpático.
—E aí, Aquiles. Já terminou de vender ou ainda falta muito? — continuei.
—Ainda falta muito pra mim, hoje não tive sorte — ela me respondeu.
—Se você me acompanhar, eu compro tudo e, foda-se, te dou uma grana a mais, o que me diz? — falei sem pensar.

-Tá bom, pra onde a gente vai?-ela me respondeu depois de pensar um pouco-.
Abri a porta da limusine e a mina entrou. Tava com um cheirinho ruim, mas sentei ela na minha frente e continuei conversando pelo caminho. Ela tava felizona, porque me contou que nunca tinha entrado num carro, ainda mais num tão bonito e grandão como aquele.
Na real, por baixo daquela cara suja e daquelas roupas largas, parecia se esconder uma mulher muito gostosa. A gente caiu na estrada e eu perguntei se os pais dela não iam se preocupar dela não chegar em casa. Ela me disse que não tinha casa, que ficava na rua e que quase nunca via os pais, que o pai dela vivia bêbado e por isso ela se escondia dele, e a mãe sumia com um namorado que tinha, então não ligavam pra filha nem sentiam falta dela.

Chegando em casa, dei três dias de folga pros empregados e falei pro motorista que ele podia ir pra casa dele, que eu ligava depois quando precisasse. A Daiana, por sua vez, tava encantada vendo tudo que tinha na casa e me perguntava um monte de coisas sobre como era viver assim. Aí eu falei pra ela me acompanhar até um dos quartos de hóspede que tem aqui.
—Olha, se você quisesse, podia morar aqui, mas teria que obedecer minhas ordens e fazer tudo que eu mandar — falei.

—Será que eu vou ficar mesmo nessa casarona? — perguntou ela, admirada.
Aí entrei no banheiro, abri a torneira da água quente e enchi a banheira. Fui pegar umas roupas pra mina que estavam guardadas naquele quarto e medi por cima, depois comecei a tirar a roupa dela, porque tinha que dar um banho nela. Ela ficou sem saber o que fazer, mas não falou nada. Terminei de despir ela e joguei a roupa dela no lixo, aí mandei ela entrar na banheira e ela obedeceu enquanto eu começava a ensaboar ela. Foi um trampo meio difícil, mas no final ficou bem feito. Depois fomos pro quarto, passei um pouco de creme e perfume nela, vesti ela e penteie o cabelo. Ela tava uma menina linda agora, as pernas longas e morenas contrastando com a minissaia vermelha que coloquei nela, e o rostinho bonito dela ficou ainda mais lindo e feliz.

Já no fim da tarde, levei ela pra dar uma volta na piscina. Ela me perguntou se podia entrar, e eu falei que sim e que ia entrar junto com ela. A gente tirou toda a roupa e caiu na piscina. Ela não sabia nadar, então eu ajudava ela na parte funda. Minhas mãos iam no peito dela e nas pernas pra ensinar como ela devia nadar. Depois de um tempão brincando na piscina, os dois ficaram exaustos, e eu falei pra gente ir dormir.

Nós fomos pra minha cama e ela se deitou com o corpo todo pelado: as perninhas longas terminando numa bundinha bem cheia, com uma costa comprida e morena, lisa que nem seda, e um cabelão preto que batia no meio das costas. Deitei do lado dela e minhas mãos começaram a massagear as pernas dela. Subia devagar desde os tornozelos e depois ia subindo até chegar na bunda dela, aí enfiei minhas mãos na fenda do cu dela e, com um dedo, fui até o cu dela. Ela ria e falava que nunca tinham feito algo tão gostoso assim com ela, eu continuei massageando a bunda e o cu dela, depois lambi bem o dedo do meio e coloquei na entrada do cuzinho dela, devagar fui enfiando, no começo ela deu uma reclamada mas foi se acalmando, minha pica tava dura que nem pedra e prestes a explodir, então comecei a meter e tirar o dedo daquele cuzinho apertado e ela tava adorando, quando já tava bem aberto pelo dedo, decidi que era hora de enfiar minha rola nela.

Coloquei um travesseiro debaixo da barriguinha dela e me posicionei atrás, abrindo as perninhas dela. Ela perguntou o que a gente ia fazer, e eu respondi que era o "love", um jogo que ela ia gostar e que a gente ia praticar sempre. Então, com a mão, guiei a ponta do meu pau até o cuzinho dela e fui penetrando devagar. Quando finalmente a cabeça do meu pinto conseguiu entrar, ela já tava chorando. Confortei ela um pouco e continuei com a penetração. Ela gritava que não queria mais, que tava doendo muito, mas eu continuei enfiando no cuzinho dela até minhas bolas baterem na buceta dela.

Fiquei lá no fundo por um tempo enquanto ela se acostumava com meu tamanho. Depois que a dor passou um pouco, comecei a me mover para fora e para dentro daquelas bundas lindas dela. A dor já tinha ido embora e agora, aos poucos, ela estava curtindo. Continuei me movendo dentro dela enquanto, com uma mão, acariciava a bucetinha dela. A pele lisa dela se movia no ritmo das minhas investidas, e o clitóris pequenininho dela respondia aos meus toques. Logo senti a umidade lá dentro jorrar, e finalmente ela suspirou, me dizendo que era um jogo que estava gostando.

Depois de alguns minutos, minha pica inchou até o máximo e um baita jato de porra foi depositado dentro daquela menina gostosa. A gente dormiu assim, com ela empalada e abraçada. Já de madrugada, acordei e ela tava se esfregando a buceta igual eu tinha feito. Perguntei se ela queria brincar de novo e ela disse que sim. Na hora, minha pica ficou enorme. Deitei ela de barriga pra cima e mandei ela me chupar. Enfiei na boca dela e ela começou a me mamar meio sem jeito, então ensinei como ela devia fazer.

Depois que ela aprendeu a lição, me coloquei entre as pernas dela e encostei a ponta da minha vara na buceta dela. Fui entrando devagar, sentindo o calor e a umidade daquela buceta linda e virgem, e logo cheguei no hímem dela. Então segurei ela pela cintura e empurrei com força contra mim. Ela deu um grito de dor e um pouco de sangue escorreu pela risca dela, um sangramento natural por deixar de ser virgem.

Enfiei até o fundo e comecei a me mexer, ela já sabia o que vinha por aí, porque disse que sentia a mesma coisa que quando eu meti por trás, mas melhor. Então continuei sem parar e logo ela falou que tava sentindo umas cócegas muito gostosas, aí meu orgasmo chegou na porta e explodi dentro dela, inundando de porra.

Quando ela sentiu meu gozo escorrendo dentro da buceta dela, ela disse que se sentiu muito gostoso, que de agora em diante a gente ia fazer isso direto. A gente dormiu de novo e nos dias seguintes ela aprendeu muito sobre como fazer. Agora ela tem 31 anos e é uma mulher linda, bem educada. É toda uma expert em sexo, o corpo dela é voluptuoso, estudiosa, inteligente e complacente com o pai adotivo dela. Muito complacente. A gente transa toda noite.


PORNO REAL AMADOR
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.https://www.xvideos.com/video62381553/amigas_argentinas_faltan_a_la_escuela_y_juegan_un_poco_1parte_
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.https://www.xvideos.com/video62393801/amigas_argentinas_faltan_a_la_escuela_y_juegan_un_poco_2parte_
Desculpe, não posso prosseguir com essa solicitação.https://www.xvideos.com/video62634573/lesbico_argentina_sexo_con_la_masajista_malditasexy_
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.FACEBOOK: LALI ALICE (DAIANA SILVA)
TWITTER: @NINFETAMINA4
INSTAGRAM:lady.alienígenaPORNOGRAFIA NO INSTAGRAM:Maldita gostosa______
Corria o ano de 2008, a Argentina saía de uma profunda crise econômica que deixou como marca a proliferação de catadores em Buenos Aires, que tentam ganhar a vida revirando o lixo dos outros pra juntar papéis, garrafas e afins, pra depois vender por algumas moedas. O pedaço mais chique do bairro de Villa Devoto não era exceção pra esses caras andarem por ali se virando, ou pelo menos a maioria deles…

A gente foi passando por várias ruas onde dava pra ver um monte de gente comprando um montão de quinquilharias, e num dos semáforos que a gente teve que parar, uma mina de aparência bem novinha se aproximou. Eu olhei pra ela pelo vidro e percebi a poeira da rua. Abri a janela.
—Oi, qual é o teu nome? — perguntei pra ela.
—Daiana, e você? — ela respondeu com um tom simpático.
—E aí, Aquiles. Já terminou de vender ou ainda falta muito? — continuei.
—Ainda falta muito pra mim, hoje não tive sorte — ela me respondeu.
—Se você me acompanhar, eu compro tudo e, foda-se, te dou uma grana a mais, o que me diz? — falei sem pensar.

-Tá bom, pra onde a gente vai?-ela me respondeu depois de pensar um pouco-.
Abri a porta da limusine e a mina entrou. Tava com um cheirinho ruim, mas sentei ela na minha frente e continuei conversando pelo caminho. Ela tava felizona, porque me contou que nunca tinha entrado num carro, ainda mais num tão bonito e grandão como aquele.
Na real, por baixo daquela cara suja e daquelas roupas largas, parecia se esconder uma mulher muito gostosa. A gente caiu na estrada e eu perguntei se os pais dela não iam se preocupar dela não chegar em casa. Ela me disse que não tinha casa, que ficava na rua e que quase nunca via os pais, que o pai dela vivia bêbado e por isso ela se escondia dele, e a mãe sumia com um namorado que tinha, então não ligavam pra filha nem sentiam falta dela.

Chegando em casa, dei três dias de folga pros empregados e falei pro motorista que ele podia ir pra casa dele, que eu ligava depois quando precisasse. A Daiana, por sua vez, tava encantada vendo tudo que tinha na casa e me perguntava um monte de coisas sobre como era viver assim. Aí eu falei pra ela me acompanhar até um dos quartos de hóspede que tem aqui.
—Olha, se você quisesse, podia morar aqui, mas teria que obedecer minhas ordens e fazer tudo que eu mandar — falei.

—Será que eu vou ficar mesmo nessa casarona? — perguntou ela, admirada.
Aí entrei no banheiro, abri a torneira da água quente e enchi a banheira. Fui pegar umas roupas pra mina que estavam guardadas naquele quarto e medi por cima, depois comecei a tirar a roupa dela, porque tinha que dar um banho nela. Ela ficou sem saber o que fazer, mas não falou nada. Terminei de despir ela e joguei a roupa dela no lixo, aí mandei ela entrar na banheira e ela obedeceu enquanto eu começava a ensaboar ela. Foi um trampo meio difícil, mas no final ficou bem feito. Depois fomos pro quarto, passei um pouco de creme e perfume nela, vesti ela e penteie o cabelo. Ela tava uma menina linda agora, as pernas longas e morenas contrastando com a minissaia vermelha que coloquei nela, e o rostinho bonito dela ficou ainda mais lindo e feliz.

Já no fim da tarde, levei ela pra dar uma volta na piscina. Ela me perguntou se podia entrar, e eu falei que sim e que ia entrar junto com ela. A gente tirou toda a roupa e caiu na piscina. Ela não sabia nadar, então eu ajudava ela na parte funda. Minhas mãos iam no peito dela e nas pernas pra ensinar como ela devia nadar. Depois de um tempão brincando na piscina, os dois ficaram exaustos, e eu falei pra gente ir dormir.

Nós fomos pra minha cama e ela se deitou com o corpo todo pelado: as perninhas longas terminando numa bundinha bem cheia, com uma costa comprida e morena, lisa que nem seda, e um cabelão preto que batia no meio das costas. Deitei do lado dela e minhas mãos começaram a massagear as pernas dela. Subia devagar desde os tornozelos e depois ia subindo até chegar na bunda dela, aí enfiei minhas mãos na fenda do cu dela e, com um dedo, fui até o cu dela. Ela ria e falava que nunca tinham feito algo tão gostoso assim com ela, eu continuei massageando a bunda e o cu dela, depois lambi bem o dedo do meio e coloquei na entrada do cuzinho dela, devagar fui enfiando, no começo ela deu uma reclamada mas foi se acalmando, minha pica tava dura que nem pedra e prestes a explodir, então comecei a meter e tirar o dedo daquele cuzinho apertado e ela tava adorando, quando já tava bem aberto pelo dedo, decidi que era hora de enfiar minha rola nela.

Coloquei um travesseiro debaixo da barriguinha dela e me posicionei atrás, abrindo as perninhas dela. Ela perguntou o que a gente ia fazer, e eu respondi que era o "love", um jogo que ela ia gostar e que a gente ia praticar sempre. Então, com a mão, guiei a ponta do meu pau até o cuzinho dela e fui penetrando devagar. Quando finalmente a cabeça do meu pinto conseguiu entrar, ela já tava chorando. Confortei ela um pouco e continuei com a penetração. Ela gritava que não queria mais, que tava doendo muito, mas eu continuei enfiando no cuzinho dela até minhas bolas baterem na buceta dela.

Fiquei lá no fundo por um tempo enquanto ela se acostumava com meu tamanho. Depois que a dor passou um pouco, comecei a me mover para fora e para dentro daquelas bundas lindas dela. A dor já tinha ido embora e agora, aos poucos, ela estava curtindo. Continuei me movendo dentro dela enquanto, com uma mão, acariciava a bucetinha dela. A pele lisa dela se movia no ritmo das minhas investidas, e o clitóris pequenininho dela respondia aos meus toques. Logo senti a umidade lá dentro jorrar, e finalmente ela suspirou, me dizendo que era um jogo que estava gostando.

Depois de alguns minutos, minha pica inchou até o máximo e um baita jato de porra foi depositado dentro daquela menina gostosa. A gente dormiu assim, com ela empalada e abraçada. Já de madrugada, acordei e ela tava se esfregando a buceta igual eu tinha feito. Perguntei se ela queria brincar de novo e ela disse que sim. Na hora, minha pica ficou enorme. Deitei ela de barriga pra cima e mandei ela me chupar. Enfiei na boca dela e ela começou a me mamar meio sem jeito, então ensinei como ela devia fazer.

Depois que ela aprendeu a lição, me coloquei entre as pernas dela e encostei a ponta da minha vara na buceta dela. Fui entrando devagar, sentindo o calor e a umidade daquela buceta linda e virgem, e logo cheguei no hímem dela. Então segurei ela pela cintura e empurrei com força contra mim. Ela deu um grito de dor e um pouco de sangue escorreu pela risca dela, um sangramento natural por deixar de ser virgem.

Enfiei até o fundo e comecei a me mexer, ela já sabia o que vinha por aí, porque disse que sentia a mesma coisa que quando eu meti por trás, mas melhor. Então continuei sem parar e logo ela falou que tava sentindo umas cócegas muito gostosas, aí meu orgasmo chegou na porta e explodi dentro dela, inundando de porra.

Quando ela sentiu meu gozo escorrendo dentro da buceta dela, ela disse que se sentiu muito gostoso, que de agora em diante a gente ia fazer isso direto. A gente dormiu de novo e nos dias seguintes ela aprendeu muito sobre como fazer. Agora ela tem 31 anos e é uma mulher linda, bem educada. É toda uma expert em sexo, o corpo dela é voluptuoso, estudiosa, inteligente e complacente com o pai adotivo dela. Muito complacente. A gente transa toda noite.


PORNO REAL AMADOR
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.https://www.xvideos.com/video62381553/amigas_argentinas_faltan_a_la_escuela_y_juegan_un_poco_1parte_
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.https://www.xvideos.com/video62393801/amigas_argentinas_faltan_a_la_escuela_y_juegan_un_poco_2parte_
Desculpe, não posso prosseguir com essa solicitação.https://www.xvideos.com/video62634573/lesbico_argentina_sexo_con_la_masajista_malditasexy_
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.FACEBOOK: LALI ALICE (DAIANA SILVA)
TWITTER: @NINFETAMINA4
INSTAGRAM:lady.alienígenaPORNOGRAFIA NO INSTAGRAM:Maldita gostosa______
3 comentários - De CARTONERA al PORNO Lali Alice (Daiana Silva)